WEB RÁDIO VERDADE GOSPEL

ISLAIDE TESTE

ISLAIDE TESTE
webradioverdadegospel@gmail.com

DISPONÍVEL NA PLAY STORY

DISPONÍVEL NA PLAY STORY
DISPONIVÉL NA PLAY STORY

JOÃO 3:16

Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. João 3:16

PUBLICIDADE

PUBLICIDADE
PUPLICIDADE

IBADEP TEOLOGIA

IBADEP TEOLOGIA
IBADEP TEOLOGIA

sábado, 30 de abril de 2022


 Keith Walters em depoimento sobre a decisão favorável que recebeu do Tribunal do Trabalho. (Foto: Captura de tela YouTube Christian Concern)

Uma crítica feita pelo Twitter que dizia que os eventos do orgulho LGBTQ são prejudiciais e não devem ser frequentados por cristãos e crianças levou o pastor Keith Waters à perda de emprego.

Segundo a juíza trabalhista King, o zelador escolar de 55 anos foi discriminado ao ser expulso de seu trabalho como zelador de meio período na escola primária da Ilha de Ely em 2019. Waters também passou a receber ameaças de morte.

O tribunal do trabalho decidiu a favor da liberdade do pastor Waters de expressar suas crenças bíblicas sobre identidade humana e moralidade sexual nas mídias sociais.

A decisão conclui ainda que os pastores que trabalham ao lado de seus ministérios da igreja são livres para expressar sua fé bíblica online sem medo de perder seus empregos.

O caso do pastor, que é apoiado pelo Christian Legal Center, mostra a interferência de seu empregador em suas liberdades. Foi o que demonstrou o advogado de Walters, Michael Phillips, ao argumentar que a escola da Ilha de Ely havia interferido nos direitos do pastor à liberdade de religião, pensamento e expressão e que o tuíte que levou à sua renúncia forçada foi devido à manifestação de suas crenças cristãs.

Liberdade de expressão

O caso julgado nesta semana decidiu que o pastor Waters havia sido discriminado pela escola: 

“O fato de o reclamante ter feito o tuíte fora do trabalho em sua conta pessoal como parte de seu papel como ministro é altamente relevante. Uma coisa é ter regras que se apliquem durante o trabalho e outra é estender essas regras à vida privada fora do trabalho”.

A juíza acrescentou que: “Restringir a liberdade de expressão do reclamante fora do trabalho, que é uma parte importante de seu papel como ministro cristão e, portanto, parte da liberdade de praticar sua religião”.

“Está claro para nós que os ministros cristãos evangélicos terão pontos de vista não necessariamente compartilhados por todos na sociedade, mas isso é parte de seu dever como ministro cristão de pregar essas crenças”, continua.

Crenças cristãs protegidas e 'dignas de respeito'

A juíza King fez outros pontos importantes sobre se as crenças cristãs do pastor Waters são protegidas pela Lei da Igualdade de 2010. Por exemplo, suas crenças são “dignas de respeito em uma sociedade democrática conforme descrito como parte do seminal Grainger PLC v Nicholson (2010) do que se qualifica como uma 'crença filosófica' a ser protegida pela Lei da Igualdade”.

“Discutimos as crenças do reclamante e ficamos convencidos de que o reclamante genuinamente mantinha essas crenças e que elas formavam uma parte considerável de como ele vivia sua vida como ministro cristão de sua Igreja. Para o reclamante, eles eram convincentes, sérios e da maior importância”, declarou a magistrada.

Ela disse ainda: “Crenças que são ofensivas, chocantes ou mesmo perturbadoras para os outros ainda podem ser protegidas.”

Aliviado

Diante da decisão exarada pelo Tribunal do Trabalho a seu favor, o pastor Waters disse: “Estou aliviado e satisfeito com o resultado. Esta é uma vitória, não apenas para mim, mas para os líderes evangélicos cristãos em todo o país”.

“Oro para que esta decisão ajude a proteger os pastores no futuro que precisam trabalhar meio período em outros empregos para compensar sua renda. Esta é uma vitória importante para nossa liberdade de falar a verdade do Evangelho sem medo de perder nossos empregos”.

“Tomei uma ação legal, não porque queria processar a escola, mas porque o que acontece comigo vai ao cerne do que significa ser livre para pregar o Evangelho no Reino Unido. Eu acreditava que os problemas que meu caso levantava eram muito maiores do que qualquer coisa que estava acontecendo comigo e que era a coisa certa a fazer”, esclareceu.

“Apesar de saber que isso era a coisa certa a fazer, todo esse episódio me deixou em uma turbulência emocional e teve um impacto duradouro em mim e minha família. Em 37 anos de trabalho, nunca fui tratado de forma tão cruel e hostil”, revelou o pastor. “A liberdade de renunciar ao seu trabalho ou ser silenciado de falar como um pastor cristão não é liberdade de forma alguma”.

“Eu ainda mantenho o que disse, e sempre defenderei a verdade. Acredito que a segurança das crianças é primordial e que todos, mas especialmente os pastores cristãos, devem ser capazes de expressar preocupações e 'levantar bandeiras vermelhas' onde as crianças podem estar em risco”, afirmou.

“Qualquer um que compareça a um evento 'Orgulho' corre o risco de ser exposto a obscenidades. Isso é evidentemente prejudicial para as crianças e em uma sociedade livre, responsável e verdadeiramente amorosa, devemos ser livres para dizer isso e levantar preocupação sem medo”.

Liberdade cristã

Andrea Williams, executiva-chefe do Christian Legal Center, disse que “Estamos felizes que Keith finalmente recebeu justiça neste caso crucial para a liberdade cristã”. 

“Por amar Jesus, falar a verdade bíblica e cuidar do bem-estar das crianças, Keith se tornou persona non grata – suas palavras e intenções distorcidas, seu caráter assassinado”, disse.

“Nossas escolas e igrejas precisam de mais pessoas voltadas para a comunidade como ele, não menos. Por enviar um tuíte, que levantou preocupação genuína com as crianças, ele foi difamado, ameaçado e expulso de seu emprego”, relembrou.

“Apesar de uma abundância de estudos psicológicos concluindo que crianças expostas a conteúdo sexualmente explícito em tenra idade são mais propensas a desenvolver distúrbios e vícios, há muitos artigos online que incentivam os pais a levar seus filhos para as paradas do orgulho gay”, declarou Andrea.

“Por que um pastor cristão não pode falar sobre questões tão preocupantes sem ser ameaçado e perder o emprego?”, indaga Andrea. “O que aconteceu com Keith Waters é o mais recente de uma longa linha de casos em que pessoas honestas, gentis e normais são submetidas a assédio e intimidação por expressarem visões cristãs moderadas e convencionais sobre ética sexual”.

Entendendo o caso

Em 2016, o pastor Waters teve um corte salarial de 60% de seu cargo como gerente de propriedades em uma das maiores faculdades da Universidade de Cambridge, para trabalhar meio período como zelador na Escola Primária da Ilha de Ely para poder pastorear sua Igreja Evangélica local, Ely Igreja Novas Conexões.

O trabalho foi assumido com o acordo de que, se houvesse um conflito com seu trabalho como pastor, suas atividades pastorais teriam prioridade.

Desde o início, ele disse que “seria inequívoco ao declarar publicamente a doutrina cristã sobre várias questões, algumas das quais podem ser impopulares”.

Em 1º de junho de 2019, no início do mês do orgulho LGBTQ, o pastor Waters tuitou:

“Um lembrete de que os cristãos não devem apoiar ou participar de eventos LGBTQ 'Pride Month' realizados em junho. Eles promovem uma cultura e incentivam atividades que são contrárias à fé e à moral cristã. Eles são especialmente prejudiciais para as crianças”.

O pastor Waters diz que sua intenção era abordar e alertar os cristãos sobre eventos de orgulho LGBTQ em todo o Reino Unido, pois geralmente envolvem nudez, pessoas em roupas sadomasoquistas e exibições de natureza abertamente sexual.

Ele acredita que os eventos de orgulho LGBTQ são diametralmente opostos às crenças cristãs sobre ética sexual e, portanto, são prejudiciais, especialmente para crianças pequenas que costumam frequentar ou são incentivadas a participar.

O Tribunal considerou que o pastor Waters foi discriminado. O valor da indenização que ele recebe será determinado em uma audiência posterior.

FONTE: rvg, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN CONCERN

sexta-feira, 29 de abril de 2022

Jesus aparece em quarto de hospital e cura câncer em estágio 4: “Tinha 3 meses de vida” “Eu fui 100% curado quando Jesus me tocou no ombro”, conta Chuck Keels.

 

                                          Chuck Keels foi curado milagrosamente no quarto do hospital. (Foto: CBN News)

Este ano, Chuck Keels quer se desafiar: percorrer mais de 4.800 km de bicicleta da Califórnia para a Flórida em 2 meses. Viver esse tipo de superação era impensável há 7 anos, quando ele recebeu apenas 3 meses de vida

“Foi uma época muito assustadora pra mim”, disse Chuck ao 700 Club Interactive. “Eu estava morrendo”.

Chuck era um pai solteiro que tinha uma vida ativa com seus dois filhos adolescentes, Daunte e Chucky. Ele gostava de fazer caminhadas e mountain bike nas colinas ao redor de Phoenix (EUA) e desfrutava de uma boa saúde até meados de abril de 2015. 

“Percebi que estava ficando cansado. Tinha uma dor começando no meu corpo e a cada dia eu me levantava era pior”, lembra.

Na noite de 15 de maio, as dores intensas de Chuck o levaram ao pronto-socorro. Depois de uma bateria de exames, um diagnóstico inesperado o devastou: ele estava com câncer.

“Eu só senti as lágrimas rolarem pelo meu rosto. Eu não podia acreditar que eu tinha câncer aos 50 anos. O câncer faz você dar um passo para trás e olhar para o que realmente é importante na vida”, afirma.

Na época Chuck não tinha Deus como uma prioridade. “Era igreja e oração de vez em quando com meus filhos antes de dormir. Eu não estava perto de Deus. Eu não fui a Deus naquela época”, confessa.

As biópsias revelaram que Chuck tinha câncer de próstata em estágio 4 e a doença se espalhou para 90% de seus ossos. Sem muitas opções de tratamento, os médicos iniciaram cuidados paliativos e Chuck voltou para casa, apenas esperando o fim. 

“Foi uma época muito, muito difícil. Quando eu tive que contar aos meus meninos, foi um pesadelo. Eu tive que sentar eles no sofá e explicar que o médico disse que eu poderia ter mais três meses de vida”, relata.

Chuck fez planos para voltar para Ohio, onde tinha parentes, para deixar seus filhos antes que ele partisse. “Você planeja uma formatura, planeja um casamento, planeja essas coisas quando é pai. E de repente, esse diagnóstico vem e começa a passar pela sua cabeça, sabe, você não vai ver a formatura, não vai vê-los se casar. Foi difícil”, conta.

Novo tratamento

No dia 25 de maio, na manhã em que iam deixar o Arizona, Chuck estava andando pelo corredor quando ouviu um estalo e caiu no chão. “Eu não conseguia me mexer. A dor era excruciante”, relata.

Os paramédicos levaram Chuck ao hospital mais próximo, Fohn C. Lincoln, em Phoenix. Eles descobriram que uma das vértebras de Chuck, erodida pelo câncer, havia entrado em colapso. 

        Chuck Keels foi curado milagrosamente no quarto do hospital. (Foto: CBN News)

No entanto, este médico tinha um plano: fazer uma cirurgia para bloquear a testosterona — que estava alimentando o câncer — e iniciar seis meses de quimioterapia. “O objetivo deles era só me dar mais seis meses, um ano, ou talvez dois anos de vida”, diz Chuck.

Jesus no quarto do hospital

Na manhã seguinte, depois de uma cirurgia bem-sucedida, Chuck acordou na sala de recuperação e notou que havia alguém ao lado de sua cama. “Estava olhando para Jesus, e Ele estava olhando para mim”, lembra.

“A mão Dele se estendeu e me tocou no ombro. Eu não vi a boca Dele se mexer, mas ouvi na minha cabeça: 'Eu estou aqui!' E eu olhei para cima e Ele se foi. Na minha cabeça estava pensando: 'Eu estava na presença de Jesus'. Eu estou pirando! Tudo estava passando pela minha cabeça. Não conseguia entender o que estava acontecendo. E então, a pergunta era: 'por que eu?'”

Momentos depois, Chuck percebeu que não estava mais com dor. Naquela noite, ele decidiu que seu relacionamento com Deus nunca mais seria o mesmo. “Agradeci a Deus e comecei a pensar nisso: ‘Eu sei que o Senhor provavelmente tentou minha vida inteira, mas agora o Senhor tem a minha atenção. Eu me rendo completamente a Ti, vou deixar o Senhor governar a minha vida.’” 

Chuck começou sua quimioterapia e ficou no hospital por 10 dias. Então, ele foi transferido para a Clínica Mayo em Scottsdale para cinco semanas de reabilitação. Lá ele desfrutou de uma conexão mais profunda com Deus.

“As conversas que tive com Deus mudaram minha vida. Deus disse: 'Enquanto você estiver vivo, esteja vivo'. Então, eu disse: ‘É isso que eu vou fazer’. Eu chamo isso de escola de Deus”, conta.

Tudo se fez novo

Após três meses de tratamento, Chuck voltou ao médico para uma avaliação. “Ela ficou com um sorriso grande no rosto e disse: 'A sua jornada não é da medicina, é do milagre. Seus exames parecem de um cara normal e saudável.’”

Quando Chuck completou a quimioterapia em novembro de 2015, não havia mais nenhum traço de câncer em seu corpo e os exames não indicaram nenhum dano em seus ossos. 

“A médica disse: 'Se não conhecêssemos você e não tivéssemos visto seu exame anterior, pensaríamos que você está mentindo para nós. Seus ossos estão completamente limpos.’ Eu fui 100% curado quando Jesus me tocou no ombro”, ele testemunha. 

Chuck se casou novamente e começou uma fundação que oferece assistência a pessoas que lutam contra o câncer. Seu desafio de percorrer os EUA de bike visa aumentar a conscientização sobre sua fundação e o poder de cura de Deus. 

“Eu vi agora o poder de ter um relacionamento com Jesus. Isso é o que tira o estresse e a preocupação de você. É por isso que você ainda pode sorrir no final do dia, mesmo que esteja passando por algo muito, muito difícil. Isso faz uma enorme diferença em toda a sua vida”, Chuck finaliza.

FONTE: rvg, COM INFORMAÇÕES DA CBN NEWS

quinta-feira, 28 de abril de 2022

Idoso é batizado aos 93 anos após esposa passar décadas orando A decisão é fruto das décadas de oração de sua esposa, com quem é casado há 67 anos.

                             Bernice Oliver, 93 anos, (centro) foi batizado pelo pastor Erdie Carter. (Foto:

Nunca é tarde demais para começar a caminhar com Deus. Prova disso é Bernice Oliver, que foi batizado aos 93 anos na Igreja Batista de Glasgow, em Kentucky, nos Estados Unidos.

Sua decisão é fruto das décadas de oração de sua esposa, Evelyn, com quem é casado há 67 anos. 

O pastor Erdie Carter conta que Evelyn sempre frequentou fielmente os cultos da Igreja Batista, mas com a pandemia de Covid-19, acabou tendo que ver as reuniões online. Em casa, ela assistia aos cultos ao lado do marido.

Durante este período, o pastor fez várias visitas a Evelyn e Bernice e pregou o amor de Deus ao marido, mas nunca tinha visto uma resposta dele. Até que, algumas semanas atrás, algo mudou.

Os membros da igreja foram à casa dos idosos para levar comida, como parte de um programa da igreja. Durante a visita, Bernice disse que estava decidido a se entregar a Cristo e ser batizado.

No dia do batismo de Bernice, a igreja celebrou também a Santa Ceia. O testemunho do idoso trouxe esperança a toda a congregação.

“Os pastores costumam dizer que nunca é tarde demais… mas ver esse homem de 93 anos chegar a essa realização espiritual e depois querer professar publicamente sua fé em Cristo, foi uma alegria”, disse o pastor Carter à Baptist Press. 

O pastor ficou emocionado com a decisão de Bernice e revelou que muitos em sua igreja tiveram a fé fortalecida. “Isso renovou a força das orações dos membros da minha igreja por seus entes queridos que estão perdidos.”

Carter disse que ver Bernice e outros serem batizados é a grande missão de sua igreja. “O desejo dele de ser salvo e batizado só me lembrou o que Cristo vai fazer. Quando Cristo muda nosso coração, muda nossa perspectiva”, afirma.

FONTE: rvg, COM INFORMAÇÕES DA BAPTIST PRESS

quarta-feira, 27 de abril de 2022

Apenas 46% dos cristãos enxergam missões como 'mandamento' de Cristo Há uma grande diferença entre o que pastores e membros entendem por comprometimento missionário, aponta pesquisa.

 

Missionários oram por mulher do grupo zapoteca do Vale de Tlacolula, na Villa Díaz Ordaz, no estado de Oaxaca, México. (Foto: IMB)

Um mandamento deixado por Jesus a todos os cristãos ainda não tem sido entendido como se fosse universal. Conhecido como “Ide”, ele está registrado em Mateus 28:19-20 e é o núcleo do que é chamado de Grande Comissão.

Na passagem, Jesus diz a seus seguidores: “Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, e ensinando-os a obedecer a tudo o que lhes ordenei”.

Uma pesquisa feita pela Barnas aponta para essa realidade e ainda que pastores e leigos têm visões muito diferentes sobre o escopo das missões.

A pesquisa descobriu que 85% dos pastores, mas apenas 46% dos cristãos acreditam que “missões são um mandato para todos os cristãos” – uma diferença de 39 pontos. Entre os cristãos praticantes (definido pela Barna como aqueles que frequentaram a igreja no mês anterior à pesquisa e concordam fortemente que sua fé é muito importante para sua vida), 42% acreditam fazer parte do mandamento de Cristo.

“Esta é uma diferença profunda”, analisou a Barna. “Tanto os líderes quanto os fiéis devem desvendar por que essa lacuna existe. Os pastores podem se inclinar para entender melhor e moldar como os congregados interpretam as missões. A participação deles significa doar dinheiro, orar, educar, evangelizar, realocar ou qualquer outra coisa?”.

Entre os cristãos “que podem identificar corretamente” a Grande Comissão, 61% “veem as missões como um mandato”, disse Barna.

Enquanto isso, em questões relacionadas:

- 77 por cento dos pastores dizem que é mais importante para as missões espalhar o Evangelho do que promover a justiça (15 por cento). Entre os cristãos autoidentificados, 43% escolheram “espalhar o Evangelho”, enquanto 37% escolheram “promover a justiça”.

- 88 por cento dos pastores dizem que é mais importante para as missões equipar as tribos indígenas do que ser “a curto prazo” (6 por cento). Entre os cristãos, 46% escolheram “tribos indígenas” e 18% escolheram “curto prazo”.

- 59 por cento dos pastores, mas 47 por cento de todos os cristãos dizem que é mais importante que as missões sejam “focadas globalmente”.

Os resultados da pesquisa foram publicados no site da Barna em 20 de abril.

FONTE: rvg, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN HEADLINES

terça-feira, 26 de abril de 2022

Depois de 9 anos vivendo como trans, mulher se casa e testemunha restauração “Foi com horror que percebi que não importava o que eu fizesse, eu nunca seria um homem”, disse depois de retirar seios, útero e ovários.

 

Depois de 9 anos vivendo como trans, mulher se casa e testemunha restauração

“Foi com horror que percebi que não importava o que eu fizesse, eu nunca seria um homem”, disse depois de retirar seios, útero e ovários.

                 Antes e depois de Laura Beth Perry. (Foto: Captura de tela/YouTube 700 Club Interactive/ Instagram Lauraperryok)

Laura Beth Perry conta que “acreditou em muitas mentiras” que a levaram a viver como um homem transgênero durante 9 anos. E foi como “Jake” que ela teve um encontro com Cristo. 

Sua história de destransição faz parte de um tema muito discutido na mídia e na cultura atual. Enquanto ativistas do movimento LGBT buscam aceitação através de uma ideologia impositiva, muitos estão abandonando essa mesma ideologia apontando para as consequências enfrentadas.

O testemunho de Laura serve de inspiração para muitas pessoas que vivem conflitos emocionais e que pensam que a solução pode estar na transição de gênero. “É um processo tão confuso e uma jornada tão dolorosa. Nem consigo descrever o que passei”, ela disse.

Confusão de sentimentos

Para Laura, tudo começou muito cedo, a partir do ciúme que sentia da mãe com seu irmão. O relacionamento entre as duas era complicado. “Comecei a pensar que minha mãe desejava secretamente que eu também fosse um menino”, contou. 

Desde então, ela também foi alimentando a ideia de que era diferente das outras garotas da escola. “E cada vez mais eu brincava com os brinquedos do meu irmão”, continuou. 

Na vida adulta, Laura diz que foi maltratada por homens e se envolveu em pecados sexuais. Ela descreveu uma “amargura em relação às mulheres” e disse que suas emoções se tornaram complexas. 

“No fundo eu sabia que era algo falso”

“Eu finalmente pensei: Não sou feliz porque eu deveria ser um homem. Eu estava mergulhada em pornografia há anos e isso alimentava essa fantasia”, disse ao se referir ao desejo de mudança de gênero. 

Ela revela que a dúvida e o desespero a levaram a buscar respostas na internet. “Por volta de 2007, mesmo sem nunca ter ouvido a palavra ‘transgênero’, numa breve pesquisa encontrei outras pessoas que se sentiam como eu e que passaram por uma transição”, explicou. 

Depois disso, Laura mudou totalmente seu estilo de vida. “Comecei com hormônios e passei a ter pêlos faciais e minha voz começou a se alterar muito”, relatou.

Ela explica que quanto mais as pessoas davam apoio, mas ela acreditava nessa mudança de identidade. “Eu ansiava por essa mudança de sexo, mas no fundo eu sabia que era algo falso”, reconheceu. 

Nem todos fizeram seu jogo

Os pais de Laura se recusaram a chamá-la de Jake, bem como tratá-la pelos pronomes preferidos. Apesar disso, ela disse que eles nunca deixaram de amá-la. “Mas eles não deixaram sua fé para se acomodar à minha nova identidade”, destacou. 

“Foi frustrante para mim e, ao mesmo tempo, eles eram um testemunho de Cristo, porque continuaram a dizer que me amavam”,  conta. 

A profundidade da fé do pai e da mãe de Laura foi essencial para a sua conscientização. Sua própria fé estava sombria e confusa: “Apesar de ter crescido na igreja, eu havia rejeitado completamente Deus”. 

“Houve momentos no ensino médio que eu estava orando a Satanás, pedindo a ele para impedir as pessoas de conhecerem Jesus”, confessou.

Procedimentos cirúrgicos

Laura passou por uma mastectomia — procedimento de remoção completa das mamas — e isso a fez começar a refletir sobre sua decisão. “Eu percebi que isso não havia me transformado num homem e me senti tão estúpida”, admitiu. 

Mesmo assim, começou a pensar que se retirasse todos os seus órgãos femininos seu plano seria melhor sucedido. Então, ela passou por uma histerectomia — procedimento cirúrgico para retirada de útero. 

“Até meus ovários foram removidos e isso também não resolveu”, disse ao relatar que pesquisou sobre várias outras cirurgias possíveis e descobriu sobre as complicações terríveis sofridas por outras mulheres.

Assista (em inglês):

“Eu nunca serei um homem”

Por mais que Laura lutasse contra isso, ela sempre seria uma mulher. “Foi com horror que percebi que não importava o que eu fizesse, eu nunca seria um homem. Eu até poderia ter uma aparência externa de homem e convencer as pessoas disso, mas eu sabia quem eu era por dentro”, resumiu. 

Porém, enquanto ignorava essa verdade, precisou sofrer as consequências. No mesmo período, ela começou a ajudar a mãe num site para estudo bíblico. “Eu não estava interessada na fé, só precisava ganhar algum dinheiro”, disse.

E, durante a produção do site, Laura sentiu que Deus a cortejava aos poucos. “Deus começou a se revelar através desse trabalho. “Também comecei a ver a transformação da minha mãe. Ela era estressada, mas de repente ficou cheia de paz”, percebeu. 

Um processo difícil, uma jornada dolorosa

Laura começou a se atentar às verdades das Escrituras. “Foi assim que entreguei minha vida ao Senhor. Porém, eu planejava ser um ‘homem de Deus’, mas Deus desfez minhas intenções”, contou. 

“Quando o Espírito Santo começou a me dominar, percebi que toda a Bíblia estava me dizendo que eu não poderia ser transgênero. E esse processo não foi fácil. Foi uma jornada confusa e dolorosa. Nem consigo descrever o que passei”, prosseguiu. 

Destransição de gênero

A primeira vez que fui comprar roupas femininas, chorei”, lembrou ao contar que se desfez de todas as roupas e acessórios masculinos. “Achei que me sentiria triste para o resto da vida”, continuou. 

A vida de Laura passou por muitas reviravoltas, como ela mesma descreve. “O Senhor me redimiu e restaurou minha vida, permitindo uma felicidade que nunca imaginei”, disse ainda. 

“Ao longo dos anos, Deus removeu as camadas de todas as mentiras e de toda a dor. Deixei de lado toda a amargura. Ele me descascou como uma cebola e chegou ao cerne de quem eu realmente era, e todo o resto desapareceu”, testemunhou. 

Recentemente, Laura se casou com um homem que a ama. Ela disse que está compartilhando sua história para que outras pessoas que enfrentam situações semelhantes possam ser ajudadas. 

                                            Laura Beth Perry e seu marido.

“Deus transformou completamente minha vida. Eu sei como é acreditar em mentiras e achar que não há como mudar isso. Mas Deus fez uma obra redentora em mim que eu não imaginei que seria possível”, concluiu.

FONTE: rvg, COM INFORMAÇÕES DE CBN NEWS



segunda-feira, 25 de abril de 2022

Cerca de 20 mil pessoas no encerramento da 45ª AGO da CGADB Grande Templo da AD em Cuiabá foi tomado pela presença de Deus; 22 vidas se renderam a Jesus


O encerramento da 45ª Assembleia Geral Ordinária da Convenção Geral dos Ministros das Igrejas Evangélicas Assembleias de Deus do Brasil (CGADB), realizado na noite de ontem (21) no Grande Templo da AD em Cuiabá (MT), fez jus ao nome: “Impactar”. O que se viu no culto festivo, que reuniu cerca de 20 mil pessoas, foram vidas impactadas desde o primeiro momento.

Após a oração inicial, feita pelo pastor Perci Fontoura, 4º vice-presidente da CGADB, entoados pelo cantor Emerson Pedrosa, os hinos da Harpa Cristã, números 535 e 242, deram o tom congregacional.

Pastor José Carlos de Lima, 2º vice-presidente da CGADB, leu o texto bíblico de Daniel 1.1-4 e orou em seguida. Louvando ao Senhor, os cantores Clayton Queiroz e Sara Farias, e os Corais da União da Mocidade das Assembleias de Deus – Ministério do Belém em São Paulo (Umadeb) e da União de Mocidade das Assembleias de Deus de Cuiabá e Região (Ucadecre) conduziram os presentes em adoração tipicamente pentecostal, com manifestações de sons de “glória a Deus”, “aleluia” e línguas estranhas.

Dirigente do culto, o pastor José Wellington Bezerra da Costa Neto, presidente do Conselho Nacional da Juventude Assembleiana (CNJ), agradeceu a todos os que se envolveram na organização para que o encontro jovem fosse possível e ocorresse a contento. Ele ainda falou sobre projetos do CNJ em processo de ampliação, como o Teologizando, e de implantação, como a Rede de Apoio Espiritual e Emocional (REAPE), e destacou o lançamento nacional do filme Bené (que, com participação de jovens maranhenses da AD, narra a história real de conversão de um ex-criminoso), previsto para novembro deste ano, com o apoio do CNJ.

Na ocasião, os membros da nova composição do CNJ foram diplomados e receberam posse em seus cargos com oração feita pelo pastor Irineu Lima Pereira, membro do Conselho Regional Sudeste.

Pastor José Wellington Costa Junior, presidente da CGADB, agradeceu à liderança da Convenção dos Ministros das Assembleias de Deus no Estado de Mato Grosso (COMADEMAT) e da AD em Cuiabá, em nome da Mesa Diretora e família, a todas as equipes pelo envolvimento e dedicação na organização do evento.

Pastor Ângelo Galvão, líder da AD Ministério do Belém em Mogi Mirim (SP), ministrou a Palavra. Ele leu em Isaías 56.3 e deu o seguinte título à mensagem: “Deus tem uma resposta para a minha geração”. Ao final da mensagem, o avivamento gerou a conversão de 22 pessoas a Jesus. Pastor

Ângelo encerrou sua participação com um brado, juntamente com toda a igreja: “Eu não sou árvore seca, Deus me renovou!”.

Após entregas de placas de reconhecimento da CGADB aos pastores Silas Paulo e Ângelo Galvão; placa da AD em Cuiabá em homenagem ao pastor José Wellington Costa Junior, das mãos do pastor Silas Paulo, líder da AD cuiabana; moção de aplausos da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, por meio do deputado Sebastião Resende, aos pastores José Wellington Bezerra da Costa e José Wellington Costa Junior; e homenagem da irmã Cidinha, esposa do pastor Silas Paulo, em nome das mulheres da AD em Cuiabá, à irmã Lídia Dantas, líder da Unemad; o pastor Geraldino Silva, 4º secretário da CGADB, fez a oração final e o pastor José Wellington Costa Junior impetrou a Bênção Apostólica.

 

Pastor Edilberto Silva para o CPAD News - Fotos: Tiago Bertulino

 

sexta-feira, 22 de abril de 2022

Missionário está entre os mortos em ataque à estação de trem na Ucrânia O missionário tinha ido à cidade para ajudar na evacuação; Roman trabalhava para uma organização cristã que ajuda órfãos ucranianos.

 Roman, missionário evangélico ucraniano, uma das vítimas do ataque à estação de Kramatorsk. (Foto: Facebook Jaume Torrado Baquedano)

O ataque à estação de trem de Kramatorsk, na Ucrânia, enquanto estava cheia de pessoas esperando para serem evacuadas é mais um dos eventos da guerra que causa grande indignação internacional.

De acordo com as autoridades ucranianas, 4.000 civis estavam nas instalações da estação na cidade de Donbas quando dois mísseis Tochka-U atingiram o local, matando pelo menos 52 pessoas.

O governo russo negou a autoria do ataque, enquanto as autoridades ucranianas culpam Moscou.

Entre os mortos estava Roman, um missionário evangélico ucraniano que estava na cidade depois de ser enviado por uma organização cristã para ajudar na evacuação dos refugiados.

Havia 4.000 pessoas na estação de Kramatorsk quando dois mísseis atingiram o local, matando pelo menos 52 pessoas. (Foto: Exército, Wikimedia Commons , CCO).

Jaume Torrado, presidente e diretor da ONG espanhola El Bon Samarità (O Bom Samaritano), que colabora com a organização que enviou o missionário, disse ao site de notícias espanhol Protestante Digital que “Roman cresceu na igreja e toda a sua vida foi definida pelo seu serviço aos outros”. Ele deixa esposa e quatro filhos.

“Ele estava ajudando na evacuação”

Roman era membro da denominação pentecostal Igreja de Deus no país. Ele havia terminado os estudos do seminário na Alemanha e desenvolvido seu ministério como voluntário.

“Quando o governo ucraniano pediu a todos os habitantes de Kramatorsk que saíssem rapidamente porque era esperado um massacre humanitário, Roman foi ajudar a evacuar as pessoas na estação de trem. Foi lá que a bomba caiu e Roman morreu”, conta Torrado.

Luta contra a pobreza

El Bon Samarità é uma organização evangélica que trabalha na Catalunha há quase 30 anos, desenvolvendo projetos contra a pobreza e a exclusão social.

“Também realizamos projetos emergenciais e colaboramos com projetos de desenvolvimento fora do país. Trabalhamos com entidades religiosas que estão relacionadas com a Igreja de Deus, tanto aqui como internacionalmente. Na Europa, colaboramos com um ministério sediado na Alemanha que se concentra nos países do Leste Europeu”, explica Torrado.

Devido à guerra o orfanato mudou da Ucrânia para Blanes.

Através daquele ministério, em colaboração com a Serving Orphans Worldwide, “criamos quatro orfanatos na Ucrânia”, como o Pilgrim Republic em Mariúpol, ou o Native Home, e “agora temos um aqui em Blanes”, sublinha Torrado.

“O medo e as circunstâncias da guerra nos levaram a decidir que as crianças tinham que ir embora. Tem sido muito difícil. Tentamos atravessar a fronteira com as crianças três vezes e foi impossível. Finalmente, na terceira tentativa, coincidimos com outros orfanatos e o nosso foi o único que passou”.

Torrado destaca que “primeiro foram às dependências do nosso seminário em Freudenstadt (Alemanha). Eles ficaram lá por quase uma semana até se mudarem para Blanes, onde chegaram em 6 de abril. Eles queriam vir para a Espanha. Eles tiveram vários contatos, mas todos falharam”.

Bon Samarità, que anteriormente havia enviado um caminhão com ajuda humanitária para a Ucrânia, administrou os requisitos legais para a chegada do orfanato na cidade catalã de Blanes com a Câmara Municipal .

Crianças vulneráveis

“Examinamos as possibilidades e conseguimos um prédio de apartamentos, onde eles estão hospedados. Também temos um acordo com os serviços de transporte da cidade para levá-los dos apartamentos até as dependências da igreja em Blanes, onde têm suas aulas e atividades”, diz Torrado.

São 31 crianças no total, com idades entre 2 e 17 anos, algumas delas com necessidades especiais, além de vários professores e tutores.

“Quando eles terminam, eles voltam para os apartamentos. Nossa ONG cuida de tudo : seu transporte, todas as suas despesas e também seus requisitos legais. Também temos que ajudá-los com a conexão de internet e telefone. Procuramos procurar atividades, tanto nossas como de outras organizações”, sublinha Torrado.

Segundo o presidente do El Bon Samarità, as necessidades são muitas e variadas, e “a economia é onde mais precisamos de ajuda”, embora também precisem de voluntários, especialmente tradutores de russo e ucraniano para o espanhol.

“Temos alguns voluntários online, mas também precisamos de alguns voluntários no local”, acrescenta.

O líder da igreja local, Jonatan Martín-Arroyo, que estudou no seminário com Roman, explica que as crianças e funcionários do orfanato também utilizam as instalações do refeitório da ONG em Blanes.

“O projeto para sediar o orfanato está previsto inicialmente para três meses, antecipando quanto tempo a guerra pode durar, mas pode ser prorrogado pelo tempo que for necessário”, conclui Martín-Arroyo.

FONTE: RVG, COM INFORMAÇÕES DO EVANGELICAL FOCUS

quinta-feira, 21 de abril de 2022

Membro de gangue se converte e leva toda sua família gângster a Jesus Gilbert Gonzales abandonou a gangue de rua King Kobra e foi liberto das drogas e do alcoolismo.

 

                                 Gilbert levou toda sua família gângster a Jesus. (Foto: YouTube/700 Club Interactive).

Gilbert Gonzales cresceu em uma família de gângsteres, na Califórnia, Estados Unidos. Vendo seus tios e sua mãe pertencer ao mundo do crime, o adolescente ansiava por entrar na gangue de rua King Kobra, para deixar seus familiares orgulhosos.

“Eu queria ser aceito pelos meus tios e pela minha mãe. Eu queria seguir a tradição de ser um membro de gangue. Queria ser durão e forte como eles”, contou Gilbert, em entrevista ao 700 Club Interactive. 

Então, aos 16 anos, ele foi convidado oficialmente por seu tio a ingressar na gangue e logo seus irmãos foram os próximos. Com a atenção e reconhecimento que ganhou na King Kobra, Gilbert passou a amar o obscuro mundo das ruas e firmou sua identidade em ser um gângster.

Se saindo bem em brigas de rua e na luta por território, o jovem pensou em dedicar toda a sua vida à gangue. O uso de drogas, como crack e cocaína, misturado com o álcool, fazia parte de sua rotina no crime. 

Gilbert Gonzales abandonou a gangue de rua King Kobra. (Foto: YouTube/700 Club                                                                             Interactive).

Certa noite, Gonzales foi gravemente esfaqueado durante uma briga na rua e foi levado às pressas para o pronto-socorro. Ao sentir a morte de perto, ele começou a refletir sobre seu estilo de vida.

“Eu pensei: 'cara, tem que haver uma mudança. Não posso viver assim para sempre porque vou acabar morrendo ou indo para a cadeia'”, lembrou Gilbert.

Mas, o jovem continuou na vida gângster até um dia ser preso por perturbação pública. Sem dinheiro para pagar fiança, ele ligou para Karen, sua namorada, e pediu ajuda. A mãe de Karen pagou e Gilbert foi liberado, com a condição que ele fosse à igreja.

“Eu fui, mas não prestei atenção no sermão porque eu estava com medo da mãe de Karen, que estava cantando no coral”, contou ele. 

Porém, Gilbert foi surpreendido com a bondade e o amor da cristã. “Eu pensei que ela ia me dar um tapa no culto. Mas, ela estendeu a mão, me cumprimentando, e isso me chocou”, confessou o jovem.

Encontro ao pé da cruz

Gilbert foi transformado por Jesus e hoje tem uma linda família. (Foto: YouTube/700 Club                                                                      Interactive).

Gonzales continuou indo à igreja com Karen. A namorada aceitou Jesus durante um culto e mais tarde, Gilbert conversou com o pastor, que lhe apresentou o Evangelho. 

Ao entender que Jesus morreu por seus pecados por amor a ele, o gângster começou a sentir o peso de sua vida pecaminosa e se arrependeu.

“Eu lembro de ter me ajoelhado no quarto e chorar por muito tempo. Disse para Deus que queria mudar, que não queria mais viver aquele estilo de vida, porque já estava cansado”, testemunhou.

O jovem pediu perdão por seu passado e abandonou a gangue. Ele foi liberto do vício em drogas e do alcoolismo, e teve a vida transformada por Jesus

“Sou grato por Deus ter mudado minha vida, porque eu não sei onde eu estaria agora. Estaria morto, na cadeia ou vivendo como sem-teto. Ele me abençoou tanto”, declarou Gilbert.

Logo depois, ele e Karen se casaram e formaram uma linda família. O jovem também levou toda sua família gângster a Cristo, após interceder pela salvação deles. “Eu pensei que eles nunca iriam mudar. Mas, Jesus muda as pessoas, Ele me mudou, Ele transformou a minha família”, testemunhou Gilbert.

E finalizou: “Minha nova identidade está nele, sabendo que eu fui perdoado. Eu não estou mais vivendo para mim mesmo, eu vivo para Cristo agora. Mudou a maneira que eu penso, a maneira que eu vivo”. 

FONTE: rvg, COM INFORMAÇÕES DE GOD TV E 700 CLUB INTERACTIVE

quarta-feira, 20 de abril de 2022

Declarada morta por 11 minutos, mulher volta à vida e descreve o céu “Eu podia sentir o cheiro das flores, e então ouvi uma música. Quando abri os olhos, sabia que estava no céu”, relatou.

 

Charlotte Holmes. (Foto: Captura de tela/YouTube The 700 Club)

A norte-americana Charlotte Holmes conta que foi ao médico para um check-up de rotina, quando passou mal e sua pressão arterial subiu para 23 por 13. 

Pouco tempo depois, enquanto o cardiologista ainda cogitava se ela estava tendo um derrame ou um ataque cardíaco, Charlotte já estava vivendo uma experiência fora do corpo — quase morte

“Enquanto eles corriam, eu estava acima do meu corpo. Eu podia vê-los fazendo compressões no peito e todas as enfermeiras ao redor. Eu podia sentir o cheiro das flores mais bonitas que já cheirei. E então ouvi música. Quando abri os olhos, sabia que estava no céu”, relatou.

Como tudo aconteceu

Em 2019, Charlotte estava no seu cardiologista para um check-up. Quando ele percebeu que sua pressão estava muito alta, disse que ela não poderia voltar para casa. 

“Ele disse que minha pressão sanguínea precisava baixar primeiro. Então, eles me colocaram num quarto e começaram os procedimentos”, lembrou. 

Seu marido Danny estava ali fazendo companhia e tudo parecia estar sob controle. “De repente, eles disseram um código e todos começaram a correr e a fazer muitas coisas ao redor dela”, disse Danny. 

“E meu sentimento, você sabe, eu pensei: 'Cara, será que vou levá-la de volta para casa?’. E ela começou a falar das flores, mas eu olhei ao redor e não havia flores naquele quarto. Foi quando eu percebi que ela não estava neste mundo enquanto tudo aquilo estava acontecendo”, mencionou. 

      Danny, marido de Charlotte Holmes. (Foto: Captura de tela/YouTube The 700 Club)

Clinicamente morta

Apesar dos esforços da equipe médica, o coração de Charlotte parou. Nos 11 minutos seguintes, ela foi considerada clinicamente morta. 

“Eu via meu corpo por cima e via Danny parado no canto. Ele tinha recuado e muitas enfermeiras estavam ao meu redor”, descreveu.

“E então eu abri meus olhos e vi tanta beleza. Eu podia ver as árvores, eu podia ver a grama. E tudo estava balançando com a música, porque tudo no céu adora a Deus. Não posso transmitir exatamente como é o céu, porque está muito acima do que podemos imaginar, um milhão de vezes”, observou. 

Levada ao céu pelos anjos

Charlotte diz que foi levada ao céu por anjos. “Quando os anjos assumem o controle, não há medo, é só uma alegria. Quando você volta para casa, é pura alegria”, disse. 

“Eu vi minha mãe, meu pai e minha irmã. Eu vi outras pessoas da família mais atrás. Eu vi pessoas do passado, mas elas não pareciam velhas e nem doentes. Nenhum deles usava óculos”, disse em detalhes. 

“Todos pareciam estar na casa dos 30 anos. Mas, a Bíblia diz que 'seremos conhecidos como nós éramos’ e eu os conheci. Em seus novos corpos eles estavam maravilhosos”, continuou. 

Encontro com o filho que perdeu

Charlotte também descreveu cenas que a chocaram. “Atrás da minha mãe e do meu pai havia uma luz muito brilhante e eu não conseguia olhar para ela, embora eu soubesse que era o Pai Celestial”, relatou. 

“Depois vi uma criança pequena. E lembro de ter me perguntado: Quem é esse? E ouvi meu pai responder: É seu filho. Eu perdi aquele filho, estava grávida de 5 meses e meio”, disse.

“Lembro-me deles segurando o bebê e dizendo: é um menino, e depois ele se foi. Então, quando eu vi essa criança, eu perguntei como era possível e Deus disse que eles continuam a crescer no céu, onde não existe tempo, mas a eternidade”, prosseguiu.

“Então, 48 anos se passaram e meu filho ainda é uma criança”, disse ao destacar que Deus ainda lhe mostrou mais uma coisa e que era espantosa.

“Tempo para voltar e compartilhar”

“Deus me levou até a beira do inferno. Olhei para baixo e senti o cheiro de carne podre. Era assim que cheirava e havia gritos ali. Depois de ver a beleza do céu, o contraste de ver o inferno é algo insuportável”, descreveu.

“Deus me disse que havia tempo para voltar e compartilhar. Depois disso, me senti sendo puxada para dentro do meu corpo. Eu senti dor e senti tristeza”, revelou.

Danny ficou aliviado quando ela abriu os olhos. “Ele disse: eu sabia que levaria você de volta para casa”, contou ao concluir que depois dessa experiência se recuperou totalmente.

Depois de receber alta do hospital, Charlotte passou a compartilhar sua história de maneira pública e particular com os mais próximos: “As pessoas precisam dessa esperança, precisam saber da vida eterna”.

“Com meu testemunho, tive o privilégio de trazer pessoas a Cristo, como Ele me pediu. Ele nos deu autoridade, não por causa de quem somos. Ele prometeu que iria preparar o lugar, e esse lugar é mais real do que você pode imaginar. Posso dizer com toda convicção: O céu é real”, finalizou. 

Assista (em inglês):


FONTE: RVG, COM INFORMAÇÕES DE CBN NEWS

PUBLICIDADE

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

NOSSOS OUVINTES,ONLINE, PELO MUNDO

Flag Counter

Heidi Baker sobre a perseguição: “Terroristas podem nos matar, mas não tiram Jesus de nós” A missionária, que vive em Moçambique há quase 30 anos, testemunhou histórias de fé durante a On Mission, em SP.

                               Heidi Baker durante ministração no On Mission, em SP. (Foto: Francielle Cecilia / Global Awakening) Uma das p...