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quinta-feira, 20 de janeiro de 2022

Boston nega hasteamento de bandeira cristã e caso vai parar na Suprema Corte A ação foi compreendida como intolerância religiosa e exclusão da comunidade cristã dos novos planos do governo.

 

                   Bandeiras hasteadas em frente à Prefeitura de Boston, Massachusetts, EUA. (Foto: Wikimedia Commons)

O caso conhecido por “Shurtleff x Boston”, que foi discutido perante a Suprema Corte dos Estados Unidos, na terça-feira (18), é de interesse de todos os cristãos que prezam pela liberdade religiosa

Harold Shurtleff é diretor da Camp Constitution — uma organização cristã focada em ensinar os princípios de liberdade. O grupo atua através de acampamentos de verão para famílias e jovens, mantendo também uma rádio e um veículo editorial. 

Em setembro de 2017, Shurtleff e sua organização solicitaram à cidade de Boston uma permissão para hastear a bandeira cristã no terceiro mastro da Prefeitura de Boston, a fim de comemorar o Dia da Constituição e o Dia da Cidadania, em 17 de setembro.

As comemorações cívicas e culturais realizadas pela comunidade cristã da cidade de Boston, visam enfatizar a importância da tolerância religiosa, o Estado de Direito e a Constituição dos Estados Unidos. 

Sobre o caso “Shurtleff x Boston”

Embora o pedido de Shurtleff seja algo comum, desta vez a resposta veio de forma negativa. Conforme ele explica, entre 2005 e 2017, a cidade de Boston aprovou 284 hasteamentos de bandeiras por organizações privadas sem nenhuma negação. 

Mas o pedido nº 285, de Shurtleff, foi negado apenas porque ele usou as palavras “bandeira cristã” em seu pedido. O caso foi levado ao Liberty Counsel que, desde então, tem lutado no tribunal para manter vivo o direito constitucional de Shurtleff de hastear a bandeira. 

Ele chegou à Suprema Corte no dia 18 de janeiro e o fundador e CEO da Liberty Counsel, Mat Staver, apareceu em frente ao tribunal superior para defender o caso de Shurtleff.

“Meu argumento foi simplesmente que a cidade de Boston censurou descaradamente pontos de vista religiosos. Gregory Rooney, comissário da cidade de Boston, negou o pedido apenas por causa da palavra ‘cristã’. Essa discriminação é inconstitucional”, ele disse.

Por outro lado, o advogado da cidade de Boston afirmou que o objetivo da cidade é promover “a diversidade das comunidades”, uma declaração escolhida pelo juiz Clarence Thomas.

Os cristãos não fazem parte da diversidade?

De acordo com informações do Charisma News, houve um debate sobre a não inclusão dos cristãos na “diversidade selecionada pela cidade de Boston”. 

Conforme explicou o advogado Mat Staver: “Eles querem reconhecer a diversidade, mas estão dizendo que os cristãos não fazem parte dela. A bandeira de Bunker Hill, que a cidade de Boston já hasteou, é praticamente idêntica à bandeira cristã, com exceção do esquema de cores”, ele argumentou.

“A bandeira cristã é branca com um quadrado azul e uma cruz vermelha. A bandeira do Bunker Hill é azul com um quadrado branco e uma cruz vermelha”, continuou. 

‘Orem pela liberdade de religião’

Staver disse que o tribunal, provavelmente, não chegará a uma decisão sobre o caso até junho deste ano, quando o tribunal superior terminar seu mandato final. 

“Enquanto isso, os nove juízes votarão o caso e um juiz será designado para escrever um parecer sobre a questão que está em jogo, antes que a decisão seja tornada pública. Pedimos a oração de todos os cristãos, pois este caso pode afetar a liberdade de expressão das pessoas, num futuro próximo”, finalizou o advogado de defesa.

Entenda sobre o hasteamento de bandeiras em Boston

Do lado de fora da Prefeitura de Boston há três mastros de bandeira — o primeiro para a bandeira dos EUA, o segundo para a bandeira do estado de Massachusetts e o terceiro é livre para homenagens a grupos étnicos, celebrações culturais, eventos históricos ou outras solicitações.

Em várias ocasiões, a cidade cedeu o espaço do terceiro mastro para bandeiras de outros países, inclusive do Brasil. Até a bandeira do orgulho LGBTQ já foi hasteada em frente à Prefeitura de Boston.

Mas ao Camp Constitution foi negado o mesmo direito. De acordo com o Christianity Today, o pedido também tinha como objetivo “melhorar a compreensão da herança moral judaico-cristã”. 

Parece que o discurso de livre direito de hasteamento de bandeiras mudou de uma hora para outra. O Tribunal Distrital Federal e o Tribunal de Apelações do Primeiro Circuito ficaram ao lado de Boston, alegando que hastear uma bandeira no terceiro mastro era direito do governo e não de iniciativa privada por parte dos cidadãos. O caso agora aguarda determinação da Suprema Corte.  

FONTE: RVG, COM INFORMAÇÕES DE CHRISTIANITY TODAY E CHARISMA NEWS

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