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JOÃO 3:16

Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. João 3:16

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quinta-feira, 30 de dezembro de 2021

Autista e cego, jovem usa talento musical para alcançar milhões com mensagem de fé Estima-se que mais de 65 milhões de pessoas assistiram Christopher Duffley no famoso vídeo 'Open the Eyes'.

 

                        Chris Duffley usa seu talento para romper impossibilidades. (Foto: Reprodução / Facebook Christopher Duffley)

Christopher Duffley nasceu com 26 semanas e pesava apenas 500 gramas, resultado supostamente pela cocaína em seu sistema como resultado do vício em drogas de sua mãe biológica.

Em decorrência das complicações no parto, Chris ficou cego e mais tarde foi diagnosticado com autismo. Em meio a essas condições, Deus deu ao menino o dom de cantar, que ele usa para louvar.

O menino foi adotado por sua tia ainda muito criança, mesmo ela tendo quatro filhos. Embora enfrentassem vários obstáculos, eles logo descobriram que a música funcionava como um calmante para o menino.

À medida que Chris crescia, eles também descobriram que ele tinha um ouvido absoluto. Embora ele tivesse dificuldade para falar, quando colocaram um microfone em sua mão, sua família descobriu que ele era um cantor talentoso.

Um vídeo de Duffley cantando 'Open The Eyes Of My Heart' na igreja há 10 anos rapidamente se tornou viral e lançou a família na defesa da evangelização.

“Quero mostrar aos outros que, quando você abre seu coração, pode ver o mundo de possibilidades ao seu redor”, diz Chris, que canta na igreja 'Northland'.

Vidas tocadas

“Apesar do diagnóstico de autismo aos 5 anos de idade, sua personalidade ilimitada e o dom da música emergiram, iluminando a vida de outras pessoas”, diz o site de Christopher. “Ensinou que suas deficiências eram apenas um incômodo e focando no que ele podia fazer, vitórias foram conquistadas”.

Agora, Chris continua fazendo turnês pelo país palestrando, cantando e criando conteúdo para o podcast ‘Mission Possible’. Ele foi reconhecido nacionalmente e apresentado nos principais veículos de notícias. Estima-se que mais de 65 milhões de pessoas assistiram coletivamente ao famoso vídeo 'Open the Eyes'.

"Às vezes perdemos de vista nosso potencial e o potencial daqueles que nos cercam. Christopher remove as vendas de limitação de seu público por meio de histórias, risos e canções. Ele nos ensina, por meio de suas próprias experiências de vida, o que significa ser ilimitado e ter uma atitude de missão possível."

Assista:


FONTE: rvg, COM INFORMAÇÕES DO CHVN RADIO

quinta-feira, 9 de dezembro de 2021

‘Não importa o pecado, a cruz é para todos’, diz ex-homossexual curado de Aids Mark testemunha o poder Deus, após ter adquirido vírus HIV em vida promíscua e mergulhada em vícios.

 

                                                  Mark conta seu testemunho milagroso. (Foto: Reprodução / CBN News)

“Eu estava morrendo de medo de que minha vida tivesse acabado. E não havia como voltar atrás”. Esse era o temor de Mark Nelson, assim que foi admitido em um hospital Tallahassee na Flórida com pneumonia dupla, em 2008. Mas essa não foi a pior notícia que ele recebeu. “Disseram que eu tinha AIDS. O vírus ficou no meu sistema por, disseram, 8 a 10 anos.”

Já na UTI, Mark começou a refletir sobre sua infância e as decisões que tomou na vida. Tendo crescido em uma família de classe média que frequentava a igreja, ele tinha quase tudo de que precisava, exceto a atenção e o afeto de seu pai.

“Eu estava procurando por uma conexão com uma figura masculina que pudesse me dar alguma afirmação de que eu estava fazendo algo certo”, explica Mark. Ele encontrou uma figura paterna - em seu pastor de jovens na igreja.

Aos 13 anos, Mark fazia o possível para se destacar e ser admirado. "Ele ficou meio arrogante, sabe, até certo ponto, orgulhoso”, conta a mãe de Mark, que reforça: “Eu dizia às outras pessoas que sabia mais do que elas, que era melhor do que elas, que Deus me amava mais do que elas”.

Vendo a contenda e divisão que Mark estava causando, seu pastor de jovens o chamou e o repreendeu. “Achei que ele estava me repreendendo como pessoa, então, quando deixei aquele grupo de jovens naquela noite, eu estava chorando e magoado, profundamente magoado”, lembra Mark.

Mundo destruído

Agora, em vez de passar todo o tempo na igreja, Mark encontrou outra multidão. Ele começou a beber e usar drogas e se envolveu com pornografia.

“Tive de encontrar outras coisas para realmente preencher aquela ferida. Minha mente inteira foi invadida por pensamentos perversos. Isso me levou a um mundo muito destruído”, lembra Mark.

Foi esse mundo destruído que o levou a uma atração crescente por homens. Ao longo do ensino médio, Mark manteve seus desejos pelo mesmo sexo ocultos, mas na faculdade encontrou aceitação entre a comunidade homossexual. Depois de se formar na faculdade em 2000, Mark entrou totalmente no estilo de vida gay. “Eu estava recebendo muitas afirmações masculinas. Eu era muito, muito promíscuo em todo o lugar”, lembra.

A doença

Por 7 anos Mark manteve aquele segredo para seus pais e colegas de trabalho. Mas, em fevereiro de 2008, após vários meses doente, ele foi parar no hospital com pneumonia dupla.

“Eu tinha muito medo do que iria acontecer comigo”. Os médicos decidiram colocar Mark em coma para ajudar seu corpo a descansar.

Enquanto isso, os pais de Mark foram avisados ​​e foram visitá-lo assim que puderam. Eles descobriram que seu filho não estava apenas em uma batalha física, mas espiritual. “Quando entramos em seu quarto naquela noite e nos aproximamos dele para orar por ele, ouvi uma voz dizer: 'Estamos com ele, fique longe dele'", lembra a mãe de Mark.

Batalha espiritual

Os médicos deram pouca esperança aos pais de Mark, pois sua saúde continuou a piorar. “Eu sabia que o Senhor fazia milagres, e começamos a orar imediatamente”, conta o pai de Mark.

“Eu lia a Bíblia o tempo todo e, em todos os lugares que ia, escrevia as escrituras que Deus me dava. Então eu as dizia em voz alta e as proclamava”, diz a mãe de Mark.

Nas semanas seguintes, a família e os amigos oraram sem parar. Então, no fim de semana da Páscoa, Mark conta que seu espírito deixou seu corpo: “Comecei a ver cenas da minha vida, apenas passando diante dos meus olhos. E eu sabia que todas eram baseadas em meus anos de vida na homossexualidade. A escuridão voltou a ficar completa. E lentamente comecei a ouvir esses gritos e pedidos de ajuda”.

“Então comecei a sentir algo como chutes e socos, golpes físicos no meu corpo. E isso estava me oprimindo, e cheguei ao ponto em que não aguentava mais. E eu gritei: 'Jesus!' E imediatamente minha alma reentrou em meu corpo. Eu simplesmente agradeci a Deus naquele dia com tanta profundidade pelo que Ele me livrou”, relembra.

O milagre

Depois que Mark se estabilizou, os médicos decidiram tirá-lo do coma. No dia seguinte, todos puderam ver que algo havia mudado.

A mãe de Mark relembra: “Havia uma atmosfera diferente na sala. Cada melhoria era como um momento de alegria.”

“Minha atração pelo mesmo sexo foi embora naquela noite no hospital. Na tarde do domingo de Páscoa comecei a ficar mais forte. Eu estava ficando cada vez menos dependente do oxigênio. Então, eles viram que meus pulmões estavam ficando mais fortes”, conta.

Quando os médicos liberaram Mark algumas semanas depois, eles disseram que seu HIV era 'indetectável'. “Simplesmente comecei a chorar e clamar ao Senhor. E apenas dizendo: 'Senhor, sinto muito. Sinto muito por tudo o que fiz. Eu quero estar em um relacionamento completo com você, Senhor'. E eu simplesmente senti essa paz tomar conta de mim e eu senti naquele momento que era isso.”

Mark se casou e trabalha para uma organização missionária na Flórida. Seu HIV ainda é indetectável e isso desde aquele Domingo de Páscoa anos atrás.

“É um dia de lembrança, é um dia de exclamação e alegria. E gratidão por Ele nos tirar de tanto. E a cruz está aí para qualquer um. Qualquer um. Não importa que tipo de pecado seja. A cruz é onde você a coloca”, diz agradecido pelo milagre.

FONTE: rvg, COM INFORMAÇÕES DA CBN NEWS

quarta-feira, 8 de dezembro de 2021

Michael Bublé reconhece que filho foi curado de câncer por Jesus Um dos promotores do aplicativo cristão Glorify, o cantor canadense diz que “a oração tem sido uma parte muito importante da minha vida”.

 

                               Michael Bublé durante show na turnê Crazy Love Tour. (Foto: Eva Rinaldi / Creative Commons)

Michael Bublé se juntou a uma série de celebridades que estão investindo e endossando publicamente o aplicativo cristão Glorify. “Esteja você no estúdio, na estrada ou mesmo com a família, é incrivelmente desafiador conseguir um tempo de silêncio”, diz o cantor canadense.

“A oração tem sido uma parte muito importante da minha vida. Com o Glorify, agora temos as ferramentas para encontrar momentos ao longo do dia para nos conectarmos com Deus em nossos próprios termos”, avalia.

Palavras como "oração" e "hora do silêncio", ditas por Bublé, chamaram a atenção, pois rementem àqueles que buscam ter uma vida cristã devocional, mostrando que esse é o caso do cantor, conhecido por suas canções de Natal.

Bublé é apenas uma de várias figuras de destaque, incluindo Jason Derulo, Kris Jenner e os fundadores do Candy Crush, que estão contribuindo com US$ 40 milhões para ajudar a expandir o escopo, a funcionalidade e o conteúdo do aplicativo devocional diário, que conta com a aprovação de líderes como Rick Warren.

A cura do filho

Bublé já demonstrava ser uma pessoa espiritual, por ter sido criado no cristianismo. No entanto, seu foco em Jesus mudou quando reconheceu o papel de Cristo na cura de seu filho, dando a ele o lugar central que merece em sua vida, diz Tim Bechervaise, que atua na equipe de liderança da Discovery Church, em Swindon, na Inglaterra.

“Agora é mais sobre Jesus - e o ponto de inflexão parece ser uma doença sofrida por seu filho mais velho, Noah”, diz Bechervaise.

Em 2016, Noah, com três anos na época, foi diagnosticado com câncer de fígado. “Neste momento difícil, pedimos apenas suas orações e respeito por nossa privacidade”, disse Bublé em um post no Facebook.

“Temos uma longa jornada pela frente e esperamos que, com o apoio de familiares, amigos e fãs ao redor do mundo, possamos vencer esta batalha, se Deus quiser.”

Em fevereiro de 2017, Bublé e sua esposa, Luisana Lopilato, divulgaram um comunicado no qual diziam: “Agradecemos a Deus pela força que nos deu a todos. Nossa gratidão aos médicos e cuidadores não pode ser expressada em palavras. Gostaríamos de agradecer às milhares de pessoas que enviaram suas orações e votos de boa sorte para nós.”

Um mês depois, o cunhado de Bublé, o ator Dario Lopilato, disse ao jornal argentino La Nación: “Eu acredito em Deus e busquei conforto em Jesus Cristo e um milagre de Deus veio, da maneira como ele [o câncer] foi descoberto, depois da operação, tudo.” E acrescentou: “Deus existe”.

Orações

Esse reconhecimento do papel de Jesus na cura de Noah se estendeu ao próprio Bublé, conforme revelado em uma entrevista no The Late Show With James Corden em 2018.

“Todos nós nos mudamos e vivíamos no [Hospital Infantil de Los Angeles] e simplesmente tínhamos os melhores médicos e, Deus ... obrigado, Jesus Cristo!”, disse Bublé, claramente dominado pela emoção.

Em outra entrevista, ele reconheceu que a família se sentiu inspirada pelas orações de outras pessoas: “Sabíamos que eles estavam orando por nós”, disse ele.

“Entre 2009 e 2018, a direção da fé de Bublé mudou claramente. E, ao que parece, ele está mais perto de Jesus do que nunca”, diz Bechervaise. “Seu apoio financeiro ao Glorify, e as declarações públicas que ele fez sobre como espera que isso aprofunde sua própria vida de oração, sugere que essa trajetória está firme”.

FONTE: rvg, COM INFORMAÇÕES DO PREMIER

quarta-feira, 1 de dezembro de 2021

Homem que ficou 43 anos preso injustamente cita Deus ao deixar prisão: ‘Ele me ajudou’ Kevin Strickland, de 62 anos, foi condenado por um crime que não cometeu nos EUA. Ele receberá ajuda de um pastor.

 

                 Kevin Strickland foi condenado por um crime que não cometeu. (Foto: Reprodução/FOX 4 Kansas City/WDAF-TV)

Um homem inocente que passou 43 anos na prisão teve a condenação revogada por um juiz no Missouri (EUA).

Kevin Strickland, de 62 anos, foi condenado por três assassinatos que aconteceram em Kansas City em 1978, quando ele tinha 18 anos. No entanto, no momento do crime, ele estava em casa assistindo TV.

Uma sobrevivente do tiroteio que testemunhou contra Kevin disse que tentou se retratar durante anos, mas foi pressionada pela polícia.

Nenhuma evidência física ligou Strickland à cena do crime. As impressões digitais na arma não eram dele, os membros da família forneceram álibis, e dois homens condenados pelos assassinatos de Sherrie Black, 22, Larry Ingram, 21, e John Walker, 20, disseram que Strickland não estava presente.

Ao deixar o presídio na semana passada, ele disse que estava “grato por Deus ter me ajudado nisso por 43 anos”.

“Não estou necessariamente com raiva”, disse ele aos repórteres. “É muita coisa. Acho que criei emoções das quais todos vocês ainda não conhecem. Alegria, tristeza, medo. Estou tentando descobrir como colocar tudo isso junto”.

Pastor oferece apoio

Fora dos muros da prisão, poucas pessoas podem entender os desafios que Strickland enfrentou, mas o pastor Darryl Burton é um deles. Ele cumpriu pena com Strickland e quer apoiá-lo enquanto ele se ajusta à vida de um homem livre.

"Ele vai ter alguns colapsos. Todos nós temos”, disse Burton à KMBC 9 News.

Em 2008, Burton foi inocentado de um assassinato em St. Louis. Ele esteve na prisão por cerca de 25 anos. Hoje ele é pastor associado da Church of the Resurrection, em Leawood. Ele também é o cofundador do projeto “Milagre da Inocência”, que tenta atender às necessidades físicas e emocionais dos exonerados.

“Já estivemos neste lugar onde tudo era instável, cheio de raiva e ódio, e agora estamos fora e temos que aprender como lidar com a sociedade”, disse Burton.

Strickland e Burton estiveram juntos na prisão. Agora, ele quer ajudar o ex-companheiro com apoio financeiro, emocional e espiritual.

“Estou feliz por ele estar em casa, mas estou triste porque foram 43 anos. Vi o tempo que eu passei e pensei: 'Cara, ele fez quase duas vezes’”, disse Burton.

FONTE: rvg, COM INFORMAÇÕES DO THE GUARDIAN E KMBC 9 NEWS

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