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Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. João 3:16

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quinta-feira, 30 de setembro de 2021

Homens armados matam diácono e sequestram sua esposa em Igreja Batista no Haiti Os criminosos invadiram a Primeira Igreja Batista, em Porto Príncipe, durante a celebração da manhã no domingo (26).

 

                      A Primeira Igreja Batista, em Porto Príncipe, foi atacada neste domingo (26). (Foto: Elijah Brown/BWA)

No último domingo (26), homens armados invadiram a Primeira Igreja Batista em Porto Príncipe, capital do Haiti, matando um diácono de 60 anos e sequestrando sua esposa, de 59 anos.

Os criminosos invadiram o prédio da igreja, localizado a poucos quilômetros do Palácio Nacional do Haiti, interrompendo a celebração da manhã com tiros. Os fiéis começaram a correr e se esconder nos bancos para se proteger. Alguns ficaram levemente feridos durante o ataque.

O diácono Sylner Lafaille foi morto e sua esposa Marie Marthe Laurent Lafaille foi sequestrada e ainda está mantida refém pelos bandidos. O pastor Josue Mathieu relatou que sua congregação experimentou “um acontecimento vergonhoso, vil e inimaginável”.

O líder contou que, enquanto a igreja prepara o funeral do diácono Sylner e ora pela libertação de sua esposa, os membros também precisam lidar com o trauma do ataque. “Este acontecimento indescritível ocorre em um momento em que estamos tentando colocar nossas cabeças acima da água, depois de lidar com a Covid-19 e os distúrbios civis no país”, disse Josue ao Baptist Standard. 

“É como água fria derramada em água fervente. O primeiro domingo de outubro é o retorno geral às atividades da igreja, período em que recebemos dezenas de novos batizados. Agora, nos encontramos diante dos fiéis traumatizados por este acontecimento tenebroso. As dificuldades são enormes! Há uma grande necessidade de tratamento psicológico e pós-traumático”.

O pastor Josue também pediu oração aos cristãos pela “libertação do país atormentado por uma crise de segurança impulsionada por gangues”.

Haiti: uma nação calejada

Jackson, ex-secretário regional dos Batistas do Caribe, encorajou os cidadãos do Haiti a não perderem as esperanças diante de tantas dificuldades enfrentadas nos últimos tempos. 

“A invasão do culto de adoração, o assassinato de um diácono e o sequestro de sua esposa por bandidos armados são testemunhos do clima insensível que envolveu o Haiti”, diagnosticou Jackson.

"É lamentável que um Estado-nação que foi objeto de exploração colonial e enfrenta agitação política, desastres naturais e problemas econômicos tenha tido que lidar com níveis tão altos de assassinatos arbitrários e sem sentido. Em meio à turbulência e confusão, imploro ao povo haitiano que não perca a esperança e que a comunidade global demonstre o amor e a compaixão de Deus em empreendimentos práticos”.

Há anos, o Haiti vem enfrentando múltiplos desafios, como instabilidade política, atuação de gangues, distúrbios civis e desastres naturais, e ainda a pobreza persistente. 

Em julho, o presidente haitiano Jovenel Moise foi assassinado. Em agosto, um terremoto de magnitude 7,2 atingiu o sudoeste do país, e dois dias depois, a tempestade tropical Grace também devastou a nação.

FONTE: RVG, COM INFORMAÇÕES DE BAPTIST STANDARD

quarta-feira, 29 de setembro de 2021

Diagnosticada com câncer pela terceira vez, mãe decide amputar perna para não abortar bebê Apesar da amputação ter removido o tumor ósseo, um câncer terminal nos pulmões surgiu. Agora, Kathleen Osborne, deseja aproveitar o tempo que lhe resta com os filhos.

 Kathleen Osborne, de 28 anos, precisou escolher entre abortar sua filha para fazer quimioterapia ou amputar sua perna. (Foto: Kathleen Osborne)

Uma jovem mãe, de Wisbech, na Inglaterra, decidiu amputar sua perna para salvar seu bebê, após ser diagnosticada com câncer ósseo. Kathleen Osborne, de 28 anos, precisou escolher entre abortar sua filha para começar o tratamento de quimioterapia ou amputar sua perna.

"Estou feliz por ter decidido perder minha perna porque ela me deu minha filha", disse a mãe em entrevista ao jornal britânico Metro. Kathleen só soube da gravidez de quatro meses ao fazer uma ressonância magnética em novembro do ano passado, para investigar um caroço que surgiu na perna direita.

"Foi realmente assustador porque eu imediatamente pensei que iria perder meu bebê. Eu tinha acabado de descobrir sobre ela e então pensei que iria perdê-la", disse a jovem ao DailyMail.

Diagnosticada pela terceira vez com câncer, os médicos deram uma semana para Kathleen decidir se interrompia a gravidez para tratar a doença ou se submetia a cirurgia de amputação. 

“Eu disse aos médicos, no dia seguinte, para agendar e apenas fazer. Não fazia sentido eu ter muito tempo para pensar sobre isso porque me assustaria ainda mais", contou a mãe. "Eu provavelmente iria perder minha perna de qualquer maneira, então poderia muito bem perdê-la agora e ficar com minha bebê".

A cirurgia aconteceu no dia 17 de novembro e Kathleen passou a se locomover com muletas. Em maio deste ano, nasceu a bebê Aida-May com oito semanas de antecedência, mas saudável. 

A jovem, que já era mãe de Hayden, de 9 anos, e de Leo, de 5, afirmou que ela sempre quis uma menina, assim como os filhos queriam uma irmãzinha. "Eu também sempre quis uma menina depois de ter meus dois meninos primeiro e agora ela está aqui, então estou feliz por ter feito isso", disse.

Para não assustar os filhos, Kathleen encontrou uma forma criativa de contar a eles sobre sua amputação. "Eles adoram Transformers, então eu disse que tinha algo ruim na minha perna e que os médicos precisavam removê-lo, mas que os Transformers iriam me fazer uma perna nova", contou. "Eles ficavam tipo 'sério?! Isso é muito legal!' e então eles adoraram".

Lutando contra o câncer desde a infância

três filhos de Kathleen (Foto: Kathleen Osborne).

Kathleen tem enfrentado uma longa batalha contra o câncer desde seus 11 anos de idade, quando foi diagnosticada com um tumor maligno ósseo, após investigar um caroço em sua perna direita em 2005. Após cirurgia e quimioterapia, a jovem ficou livre do câncer durante 11 anos.

Mas, após o nascimento de seu segundo filho, em 2016, foi diagnosticado que o câncer havia retornado, agora para os pulmões. “Cerca de três ou quatro meses depois que eu tive meu segundo filho [Leo], eu sentia dores nas laterais do corpo e não conseguia me mover, estava curvada de dor", relata a mãe.

Os médicos conseguiram remover uma grande massa nos pulmões de Kathleen e ela foi liberada em 2017. Então, em novembro de 2020, o câncer retornou junto com a notícia da terceira gravidez. Apesar da cirurgia de amputação da perna ter removido o câncer ósseo, uma ressonância mostrou que o câncer nos pulmões havia voltado.

"Eles só me deram dois dias para me preparar para dar à luz a ela, pensei que tinha oito semanas e de repente tive apenas dois dias, o que foi assustador", disse a jovem. Segundo o diagnóstico médico, o quarto câncer não pode ser operado e é terminal.

Agora, o desejo da mãe é aproveitar o tempo que lhe resta com seus filhos. "Esse é o meu único foco agora, fazer memórias com meus filhos. São apenas eles, eu realmente não me importo mais com meus sonhos. Não sei quanto tempo me resta, podem ser anos, podem ser apenas meses".

E concluiu: “'Eu só quero fazer quantas coisas eles quiserem. Eles realmente querem ir para a Disneylândia, o que ainda não podemos fazer devido ao Covid-19, mas espero que possamos no futuro. Contanto que eles tenham memórias comigo e se divirtam comigo tanto quanto possível. Posso ir então, contanto que eles estejam felizes”.

FONTE: rvg, COM INFORMAÇÕES DA GAZETA DO POVO E METRO

terça-feira, 28 de setembro de 2021

Cristão na Argélia é acusado de blasfêmia ONGs do país pediram à ONU para intervir na situação

 As autoridades da Argélia supostamente querem prender o cristão por um post feito nas                                                                 redes sociais em 2018

Um grupo de organizações não governamentais (ONGs) da Argélia pediu a um relator especial da Organização das Nações Unidas (ONU) para intervir em nome de um cristão argelino que foi condenado a cinco anos de prisão por blasfêmia. A condenação de Hamid Soudad, de 43 anos, pai de quatro filhos, sob acusação de blasfêmia contraria o direito internacional e a sentença não está de acordo com os vereditos anteriores proferidos pelos tribunais argelinos em casos semelhantes. Isso é o que alega o grupo de 14 ONGs em uma carta a Irene Khan, relatora especial sobre a promoção e proteção do direito à liberdade de opinião e expressão da ONU. 

 
Soudad, pai de quatro filhos em Oran, Noroeste da Argélia, foi preso e acusado de “insultar o profeta do islã” em janeiro. As acusações foram relacionadas a um post de três anos atrás no Facebook em que ele havia compartilhado uma caricatura do profeta. Um dia depois, em um julgamento no qual seu advogado não estava presente, um tribunal o considerou culpado de blasfêmia e deu-lhe a pena máxima de cinco anos de prisão. Um tribunal de apelações manteve a sentença e Soudad agora levou o caso para a Suprema Corte, na qual pode levar anos para conseguir uma audiência. 

 
“As acusações e sentenças não estão de forma alguma ligadas ao post blasfemo. Isso foi feito em 2018 e sem consequências. Só em janeiro as autoridades decidiram acusá-lo. Em outras palavras: elas estavam procurando uma razão para pressionar a comunidade cristã e a encontraram. O fato de o veredito ser desproporcional às sentenças por outros crimes indica que as autoridades indiretamente querem punir Soudad por sua conversão, algo que não é ilegal na Argélia”, disse um parceiro da Portas Abertas na região. 

  

Leis para a liberdade religiosa 

As ONGs pediram à relatora especial que exortasse o governo argelino a liberar imediatamente Soudad e garantir que a legislação esteja de acordo com o direito internacional, em parte abolindo as leis de blasfêmia e também uma lei que regulamenta atividades de religiões diferentes do islã. 

 
Desde que a lei entrou em vigor, o governo não registrou nenhuma nova igreja protestante, então os cristãos são forçados a se reunir em locais não aprovados pelo governo, arriscando a liberdade religiosa e podendo ser alvos de perseguição. A lei também tem sido usada para fechar pelo menos 13 igrejas protestantes desde 2017, de acordo com o relatório da Portas Abertas sobre o país. 

 

Pedidos de oração 

  • Apresente em oração a situação de Hamid Soudad e peça por sabedoria para as autoridades conduzirem o caso. 
  • Clame para que os cristãos da Argélia se mantenham firmes na fé, mesmo diante da perseguição que enfrentam. 
  • Interceda para que as autoridades do país conheçam a Cristo e permitam que os seguidores de Jesus se reúnam para adorar. 
  • FONTE PORTAS ABERTAS.

segunda-feira, 27 de setembro de 2021

Mulher credita a Deus sobrevivência a grave acidente no PR: “Ele me deu uma vida nova” Maristela Furman do Valle teve o carro completamente destruído em acidente na Região Metropolitana de Curitiba.

 

                                         O acidente ocorreu entre Araucária e Contenda, no Paraná. (Foto: Jorge Melo/RPC)

A cena do acidente entre Araucária e Contenda, na Região Metropolitana de Curitiba (PR), é impressionante e trágica. Três pessoas morreram e sete ficaram feridas na tarde de quarta-feira (22), em uma colisão que envolveu três caminhões e cinco carros.

Uma das sobreviventes do acidente na BR-476, Maristela Furman do Valle, creditou a Deus sua nova chance, depois de ter o carro completamente destruído. 

Agradecer a Deus porque Ele me deu uma vida nova”, disse ela à RPC Curitiba, afiliada à TV Globo. Maristela, que é auxiliar de laboratório, sofreu diversos machucados pelo corpo e uma fratura tripla na região do quadril. 

“O que eu me lembro é que no momento em que eu cheguei na parada, eu parei atrás de um Punto preto e atrás de mim vinha uma caminhonete preta dando sinal de pisca alerta por causa da parada. Nisso, eu estava olhando pelo retrovisor e só vi o caminhão. Eu apaguei e não me lembro de mais nada", contou.

O acidente foi provocado por um caminhão que levava 54 toneladas de trigo e se chocou contra os carros, que haviam parado em um bloqueio para realização de obras. O caminhoneiro fez o teste do bafômetro, que não apontou o consumo de álcool.

Maristela Furman do Valle sofreu diversos machucados pelo corpo e uma fratura tripla na região do quadril. (Foto: Reprodução/RPC)

“O que nós pudemos coletar de informações foi que esse condutor relatou para a equipe da PRF que ele teve um apagão, cochilou ou teve um mal súbito e que não teve tempo de frear, quando ele viu já estava em cima dos carros”, disse a policial Samara Vieira.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), as três vítimas fatais estavam nos carros que foram prensados no engavetamento.

O acidente está sendo investigado pela Polícia Civil, que irá avaliar a velocidade do caminhão na hora da colisão e se o motorista havia feito paradas para os intervalos de descanso obrigatórios pelo Código Brasileiro de Trânsito.

“Nós ainda não ouvimos essa pessoa. Vamos aguardar o boletim da Polícia Rodoviária Federal, que vai ficar pronto daqui alguns dias, e vamos começar a ouvir todos os envolvidos”, disse o delegado Tiago Wladyka.

FONTE: rvg, COM INFORMAÇÕES DO G1

sexta-feira, 24 de setembro de 2021

Mais da metade dos franceses não acredita mais em Deus, mostra pesquisa A pesquisa mostra também que os franceses falam cada vez menos de religião em família.

 

                               Catedral de Notre-Dame antes do incêndio ocorrido em 2019. (Foto: Reprodução / GetYourGuide)

Uma pesquisa divulgada nesta quinta-feira (23) mostra que pouco mais da metade dos franceses (51%) não acredita mais em Deus. O estudo foi feito pelo instituto Ifop para a Associação dos Jornalistas de Informação para as Religiões.

"Fala-se cada vez menos de religião", escreve o jornal católico La Croix. O distanciamento dos franceses em relação à religião não é uma surpresa, acrescenta o cotidiano.

A pesquisa mostra que a religião é muito mais presente nos meios rurais do que nas cidades. Além disso, as pessoas com menos de 35 anos ou mais de 65 são as mais ligadas à crença.

"Você acredita em Deus?" foi a pergunta feita a 1.028 pessoas, numa amostra representativa da população francesa com mais de 18 anos, nos dias 24 e 25 de agosto.

Este ano, 51% dos entrevistados disseram "não". Em 2011 e 2004, 44% responderam não acreditar em Deus. Em 1947, 66% dos franceses afirmaram crer em Deus.

A pesquisa mostra também que a pandemia da Covid-19 não interferiu significativamente na prática religiosa. Apenas 9% dos entrevistados disseram que a crise sanitária os fez aproximar de uma religião.

Incêndio na Notre-Dame

Outra questão levantada foi se o incêndio da catedral de Notre-Dame de Paris, em 2019, suscitou sentimentos religiosos ou de "teor espiritual" - 79% responderam que não, mas 21% falaram que sim.

A pesquisa mostra também que os franceses falam cada vez menos de religião em família: 38% atualmente, contra 58% em 2009. Hoje em dia apenas 29% das pessoas falam sobre o assunto entre amigos, contra 49% em 2009.

Sobre o papa Francisco, 41% pensam que ele "defende bem" os valores do catolicismo, enquanto 44% opinam que "nem bem, nem mal", e 15%, "mal". Para 54% dos interrogados, "todas as religiões são válidas".

FONTE: rvg COM INFORMAÇÕES DO RFI


quinta-feira, 23 de setembro de 2021

Menino que teve 65% do corpo queimado em ataque tem pouca chance de sobreviver, diz médico Nitish Kumar, de 14 anos, sofreu queimaduras em todo corpo após ser atacado por hindus com um líquido inflamável.

 

                Ataque na Índia deixou Nitish Kumar, 14 anos, com queimaduras em 65% do corpo. (Foto: Morning Star News)

Um menino cristão de 14 anos no leste da Índia está lutando por sua vida, um mês depois de sofrer um ataque por extremistas hindus, que jogaram líquido inflamável em seu corpo.

“O estado dele é muito, muito grave. Suas chances de sobrevivência são baixas”, disse o Dr. KN Tiwari, do Appolo Burn Hospital em Patna, estado de Bihar, ao site Morning Star News.

De acordo com o médico, as feridas de Nitish não estão cicatrizando e não há pele suficiente para realizar um enxerto. Na troca de curativos, o garoto perde muito sangue — sendo necessária uma transfusão de sangue a cada três dias. Além disso, os baixos níveis de hemoglobina tornam os enxertos de pele arriscados.

Em 11 de agosto, Nitish Kumar voltava do mercado para casa no distrito de Gaya, quando três homens em uma moto jogaram o líquido em seu corpo. Encharcado, Nitish pensou que eles tinham jogado água, “mas logo minha pele começou a queimar”, contou o garoto. 

Enquanto Nitish corria para sua casa, ele lembra que “a sensação de queimação aumentava a cada segundo que passava”.

O produto inflamável queimou 65% de seu corpo, sendo 15% de queimaduras profundas, disse Sushma Sharma, voluntária do hospital que está tratando de Nitish. 

Histórico de perseguição

A família de Nitish tem enfrentado a oposição de extremistas hindus desde que trocaram o hinduísmo pelo cristianismo há dois anos, disse o irmão de Nitish, Sanjeet Kumar, de 17 anos.

“Um mês antes do ataque, alguns extremistas espalharam na aldeia que iam expulsar todas as pessoas que seguem a fé cristã”, disse Sanjeet ao Morning Star News. “Mas não nos desanimou da nossa fé. E de repente esse ataque aconteceu.”

A família Kumar também recebe pequenos grupos em sua casa, com cerca de 20 cristãos — o que provavelmente pode ter deixado os extremistas furiosos. Além disso, todos em sua igreja tem enfrentado hostilidades. 

“Nunca ficamos com medo da oposição”, acrescentou Sanjeet. “Continuamos indo à igreja apesar das ameaças. Mesmo hoje, depois do que meu irmão passou, não abandonaremos Cristo. Continuaremos sendo fiéis até morrer.”

FONTE: rvg, COM INFORMAÇÕES DO MORNING STAR NEWS

quarta-feira, 22 de setembro de 2021

Menino de 8 anos sobrevive a enchente após orar do telhado: “Deus não me deixe morrer” Com a força da água, a casa foi arrancada de sua base e carregada pela enchente. O menino foi separado de sua mãe e ficou horas em cima de um telhado.

Madden Sanders em frente a base de cimento de sua casa, depois que ela foi arrancada e carregada pela enchente. (Foto: Dan Blommel)

Aos 8 anos de idade, o pequeno Madden Sanders sobreviveu através de um ato de fé em durante uma enchente em Waverly, uma cidade no estado norte-americano de Tennessee.

“Fui até a sala e disse à minha mãe que a água estava cobrindo a rua, então ela me disse para fazer as malas e pegar tudo o que preciso”, disse Sanders, descrevendo a enchente na manhã de sábado, 21 de agosto.

Quando a enchente invadiu sua residência, que é feita de madeira, a casa saiu de sua base e flutuou para longe.

A mãe de Madden, Elizabeth Sanders, disse à emissora WTVF que sentiu a casa se mover e logo veio a cena de destruição. “Parecia que estava desabando, tudo estava vindo em nossa direção”, relata.

Elizabeth rapidamente pegou um brinquedo flutuante, grande o suficiente para colocar seu filho. No entanto, a tentativa de salvá-lo com a boia deu errado. “Ela me empurrou longe demais e afundou, e então eu afundei e bati na casa duas vezes”, conta Madden.

Elizabeth disse aquela foi a última vez que viu seu filho. “Tudo que eu podia era ouvir ele gritando 'mamãe' para mim”, lembra.

Mãe e filho foram separados pela força das águas, que arrastaram Elizabeth para um quilômetro de distância.

“Minha mãe foi arrastada e eu encontrei um galpão. Eu fiquei segurando nele e tive a ideia de subir no telhado do galpão”, disse Madden, que ficou ali, esperando por ajuda sozinho.

Madden Sanders aponta para o telhado do galpão desabado, onde orou e buscou refúgio por horas. (Foto: Dan Blommel)

Com o passar dos minutos, ele fez uma oração. “Eu disse: por favor, Deus, não me deixe morrer”, disse Madden. “Eu quero viver uma vida realmente boa.”

Amigos e familiares procuraram pelo garoto em todos os lugares, incluindo seu tio, que não sobreviveu à busca. “Eu pensei que meu bebê tinha morrido”, lamentou a mãe.

Quatro horas depois, Madden foi encontrado. Imagens filmadas por moradores mostram Madden vestindo um colete salva-vidas enquanto é puxado para um local seguro por um morador, Mark Bohanon.

Sua mãe acredita que foi um milagre. “Não sei o que Deus planejou para meu filho, mas estou pronta para ver”, disse Elizabeth. “Eu sei que Ele tem grandes planos para ele.”

No dia 30 de agosto, Madden fez 9 anos e sua família nunca ficou tão feliz em comemorar mais um ano de vida.

FONTE: rvg, COM INFORMAÇÕES DO NEWSCHANNEL 5 NASHVILLE

terça-feira, 21 de setembro de 2021

Lista dos 50 principais aliados cristãos de Israel inclui pastor brasileiro Na véspera de Sucot, foi divulgada a lista dos 50 líderes cristãos que mais apoiam a nação judaica pela Fundação dos Aliados de Israel.

                    Fundação dos Aliados de Israel lista os principais parceiros cristãos do país. (Foto: Montagem Guiame)

Na segunda-feira (20), véspera de Sucot (ou Festa dos Tabernáculos), foi divulgada a lista dos 50 líderes cristãos que mais apoiam Israel pela Fundação dos Aliados de Israel (IAF, na sigla em inglês).

Na liderança da lista está Mike Pence, ex-vice-presidente dos Estados Unidos, por causa de seu papel na mudança da embaixada dos EUA de Tel Aviv para Jerusalém e por defender a autonomia de Israel sobre as Colinas de Golã, Judeia e Samaria (território conhecido como Cisjordânia). 

A IAF é uma organização guarda-chuva, que coordena o trabalho de 50 caucus dos Aliados de Israel em todo o mundo, que compreendem 1.200 parlamentares — entre eles, deputados que atuam no Congresso Americano, na União Europeia e no Knesset, o Parlamento de Israel.

Segundo o presidente da IAF, Josh Reinstein, é por causa do “apoio político cristão a Israel” que o Estado Judeu tem desfrutado de um apoio constante de aliados internacionais. "São os cristãos, não os países, que podemos contar para sempre estar ao lado de Israel”, afirma.

No top 5 da lista da IAF, estão o pastor americano John Hagee, fundador da “Cristãos Unidos por Israel”; o pastor americano Larry Huch, fundador da igreja New Beginnings em Dallas; Stephen Harper, ex-primeiro-ministro do Canadá; e o filantropo cristão Dick Saulsbury.

A lista inclui apenas um brasileiro: o bispo Edir Macedo, que ocupa a 32ª posição. De acordo com a AIF, o fundador da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) é notável por ter  construído uma réplica do Templo de Salomão em São Paulo, usando “pedras de Jerusalém importadas de Israel, com base nas representações bíblicas do templo e achados arqueológicos”.

A AIF também afirma que Macedo “construiu uma réplica da Cidade de Jerusalém no Rio de Janeiro, onde recebe grupos de escolares brasileiros que querem saber mais sobre o Judaísmo e o Estado de Israel.”

Os nomes foram divulgados na véspera de Sucot, uma data que conecta cristãos e judeus através da profecia de Zacarias 14:16, que é lida anualmente nas sinagogas: “Todos os que restarem de todas as nações que vieram contra Jerusalém subirão de ano em ano para adorar o Rei, o Senhor dos Exércitos, e para celebrar a Festa dos Tabernáculos.”

Veja a lista completa aqui.

FONTE: rvg, COM INFORMAÇÕES DO JERUSALEM POST

segunda-feira, 20 de setembro de 2021

Deus enviou seu povo para me ajudar Seu apoio ajuda uma cristã no Nepal a se manter firme diante da perseguição

 

                      A cristã Kabita conheceu o evangelho após ficar doente no Nepal

Hoje, 20 de setembro, é celebrado o Dia da Constituição do Nepal. E, apesar de a legislação admitir que o país conta com muitas etnias, idiomas e religiões, há uma restrição à propagação do evangelho e a conversões. As pessoas que cometem esses atos estão sujeitas a penalizações, como prisões, agressões e perseguição vinda inclusive da própria família. Hoje você conhecerá o testemunho de Kabita*, que permanece firme na fé, mesmo diante da perseguição. 

 
Quando o marido de Kabita a deixou depois que ela se converteu, ela não sabia como cuidaria dos filhos — mas ela confiava que Deus estaria com ela. Ele respondeu às orações da cristã e, através da ajuda de parceiros locais da Portas Abertas, ela foi amparada.

 
Kabita era hindu e por muitas vezes a irmã tentou compartilhar o evangelho com ela, mas ela a ignorou. Depois de um tempo, Kabita ficou doente e, em desespero, começou a clamar ao Deus da irmã. Quando ela aceitou a Cristo, a saúde melhorou. Aos poucos, depois de alguns meses, ela foi completamente curada. Ela diz: “Era o plano de Deus trazer doença para minha vida para que eu pudesse acreditar nele”. 

 
Deus me abençoou 

Embora Kabita acreditasse que Deus forneceria tudo que precisasse para sobreviver, ela lutou para sustentar a si mesma e aos filhos depois que entregou a vida a Jesus. Com lágrimas nos olhos, ela explica: “Em meio às perseguições, eu estava lutando sozinha para me sustentar com meus filhos. Meu marido e membros da família me desprezavam por ser cristã e não me apoiavam”. 

 
Mas com um brilho nos olhos, ela diz: “Mas Deus ouviu minhas orações e enviou seu povo para me ajudar. Deus me abençoou com cabras através da ajuda de parceiros da Portas Abertas. Estou ganhando dinheiro com os animais e sou capaz de sustentar minha família. Quero agradecer a Deus e ao seu povo que cuidou de mim na minha difícil situação”, finaliza. [Essa história continua]. 

 
*Nome alterado por segurança. 

FONTE: rvg, COM INFORMAÇÕES portas abertas.

sábado, 18 de setembro de 2021

Jovem supera suicídio do pai, após sobreviver a acidente de carro: “Deus se revelou a mim” Em luto, Mary Isom quis morrer e pediu que Deus a destruísse. A jovem só não imaginava que Ele atenderia o pedido a fim de se revelar a ela.

 

                                              Deus se revelou a Mary Isom através de um acidente de carro. (Foto: Reprodução)

Mary Isom, uma jovem cristã e estrela do futebol americano, amava muito seu pai, apesar dele manter um relacionamento não saudável com a filha. Toda vez que Mary desagradava as expectativas perfeccionistas do pai, ele a castigava com tratamento de silêncio.

O comportamento tóxico do pai, fez Mary desenvolver uma compreensão errada da paternidade de Deus, baseada no desempenho. “Eu faço coisas boas, recebo bênçãos. Eu faço coisas ruins, Deus dá as costas para mim”, acreditava a jovem.

Se formando no Ensino Médio, Mary ansiava pela faculdade como um novo recomeço em sua vida, deixando para trás sua luta contra a bulimia, a doença que a acompanhou durante a escola.

Na faculdade, Mary se tornou uma estrela do futebol no time da Louisiana State University. Nessa época, ela se apegou com Deus, através da passagem bíblica de Mateus 11:28, levando a Jesus todo fardo pesado que sobrecarregava seu coração. 

Mas então, um episódio trágico atingiu a jovem cristã. Em 2009, seu pai cometeu suícidio com um tiro no coração, após seus negócios falirem. “Fui perfurada o mais fundo que você pode imaginar. Deixou um buraco no meu coração”, disse ela em vídeo da 100 Huntley. 

O relacionamento que Mary estava construindo com Deus desabou, quando a raiva, tristeza e culpa invadiram seus pensamentos. Em desespero, a filha em luto também quis morrer e pediu em oração: “Deus, se você é real, faça alguma coisa. Destrua minha vida”. 

Quase um ano depois, Deus respondeu sua oração. Mary voltava para casa de carro no Dia de Ação de Graças, de madrugada pela auto estrada, quando seu carro perdeu o controle, capotou e bateu numa árvore. 

“Não sabia que Deus responderia à minha oração tão literalmente. Meu veículo perdeu o controle, capotou três vezes e caiu de cabeça para baixo em um barranco à 1h30 da manhã. Ele destruiu minha vida, mas se revelou a mim nesses destroços”.

Felizmente, um paramédico aposentado da Marinha presenciou o acidente e foi socorrer a jovem. Ele a encontrou inconsciente pendurada de cabeça para baixo no cinto de segurança. Quando Mary, com o rosto todo ensanguentado, acordou ainda em seu jipe, o paramédico não acreditou no que viu e ouviu.

A jovem começou a sorrir e falar: “Deus é lindo, Deus é lindo”. Naquele momento, Mary foi fortemente ministrada pelo Senhor. Ele havia atendido sua oração, mostrando que existia e havia salvado a sua vida. 

“O Espírito Santo entrou poderosamente, transformou meu coração, revelou e baixou as profundezas do Evangelho para dentro de mim e destruiu minha perspectiva de tudo”, testemunhou ela.

O livramento deu origem ao livro “Wreck My Life” (“Destrua minha vida”, em português), onde Mary relata seu testemunho de como superou a perda do pai com a ajuda de Deus, através do acidente de carro. Hoje, Mary, com 32 anos, é casada e mãe de três filhos.

“Você não é definido por seu passado ou seus planos. Você só é definido pelas cicatrizes nas mãos de Cristo”, finalizou a cristã.

FONTE: rvg, COM INFORMAÇÕES DE GOD REPORTS

quinta-feira, 16 de setembro de 2021

Setembro Amarelo: “Eu não deixei o suicídio dar a última palavra”, diz viúva de pastor Após perder o marido, mulher decide usar a tragédia que viveu para aprender mais sobre saúde mental e ministério.

                                    Kayla Stoecklein, viúva do pastor Andrew. (Foto: Arquivo pessoal)

Neste mês que ficou conhecido como “Setembro Amarelo” — um movimento de conscientização sobre a prevenção ao suicídio — muitas vidas são lembradas, inclusive a de inúmeros pastores que foram luz, mas enfrentaram as trevas da depressão.

Um deles, é um pastor americano chamado Andrew, que tirou a própria vida ao ser vencido por um trio poderoso: esgotamento, depressão e ansiedade. A viúva Kayla conta a sua história.

Logo depois de perder o marido, ela fez uma promessa: “Seu nome continuará vivo de forma poderosa. Sua história tem o poder de salvar vidas, mudar vidas e transformar a maneira como a Igreja apoia os pastores”, escreveu em suas redes sociais. 

Kayla Stoecklein, atualmente, é uma voz em defesa das pessoas que enfrentam doenças mentais que podem levar ao suicídio. Sua inspiração neste novo ministério surgiu da triste tragédia que foi obrigada a enfrentar.

Andrew era pastor de uma igreja nos Estados Unidos e estava lutando há algum tempo contra o cansaço físico e mental. Então, no dia 25 de agosto de 2018, ele decidiu dar um fim à própria vida. 

“O ministério era tudo”

Kayla conta que conheceu Andrew aos 19 anos de idade. “Rapidamente me apaixonei. Ele era filho de pastor e tinha um chamado para o ministério”, contou. Mas ela não tinha ideia de como era a vida nos bastidores.

“Embora servir no ministério possa ser algo significativo e bonito, pode ser também estressante, decepcionante, desanimador e solitário”, revelou. “Andrew se tornou pastor da igreja onde seus pais eram líderes, em 2015, e eu me encaixei no ministério feminino”, continuou.

“O ministério era tudo. Todo o nosso mundo girava em torno da igreja local e do chamado de Deus para a vida de Andrew. Seu chamado havia se tornado o meu chamado; sua paixão, a minha paixão; seu propósito, o meu propósito”, frisou.

“Depois de lutar por um tempo contra o esgotamento, a depressão e a ansiedade, meu amado marido, Andrew, tragicamente suicidou-se”, relatou.

                                                                     Kayla e Andrew. (Foto: Reprodução/Site God´s Got This

“Eu não deixei o suicídio dar a última palavra”

A vida de Kayla mudou completamente. Viúva e mãe de três filhos, ela teve que lidar com a nova realidade. “De repente, a triste história da internet era a nossa. Eu vi imagens de minha vida e família ganharem as manchetes em todo o mundo. De uma hora para outra, viramos o centro das atenções”, lembrou.

E enquanto o mundo estava assistindo à tragédia de sua vida, Kayla decidiu falar. “Eu não deixei o suicídio dar a última palavra. Apenas três dias depois que Andrew foi para o céu, escrevi uma carta para ele e postei no blog da família”, disse.

E foi por meio dessa carta que Deus entrou em ação, segundo a viúva: “redimindo o que estava perdido e até salvando vidas do suicídio. Recebemos de completos estranhos centenas de cartas, presentes, doações, livros, cobertores e buquês. O amor falou alto”, destacou.

Suicídio entre os pastores não é algo incomum

“O que percebi logo no início, e aprendi nos últimos anos, é que a história de Andrew não é algo incomum. É muito triste, mas, ano após ano, a igreja americana vem perdendo mais líderes para o suicídio”, lamentou.

“Muitos pastores e pessoas que servem em posições ministeriais lutam com questões de saúde mental. E, infelizmente, nem sempre sentem que há espaço para compartilhar suas lutas com colegas de ministério ou membros da igreja”, apontou.

“O medo de perder o emprego, o púlpito, a voz e o respeito de seus colegas é uma realidade bem concreta. Pela minha experiência com Andrew, aprendi como é importante para a igreja formar líderes para atender pastores e pessoas que servem em posições ministeriais, quando estes inevitavelmente se encontram em um período de fadiga ministerial”, prosseguiu.

“Todos os pastores precisam de um círculo de amigos próximos e de uma comunidade de confiança, na qual pode baixar a guarda, tirar o chapéu de pastor e serem iguais. Andrew costumava dizer: ‘É solitário aqui no topo’. Mas não precisa ser. Não fomos criados para viver sozinhos; isso não funciona”, refletiu.

“Jesus é o eixo”

“Um pesado fardo de responsabilidade está ligado a essa solidão. Andrew costumava se referir a si mesmo como o ‘eixo’, uma pessoa que mantém tudo unido. Constantemente e com amor, eu lhe mostrava que Jesus é o eixo”, ponderou.

Kayla conta que demorou para seu marido tirar pelo menos um dia de descanso por semana. “Se não estabelecermos margem para descanso, estaremos correndo com o tanque vazio. Precisamos intencionalmente desligar o telefone, desconectar de nosso e-mail ou ficar longe do computador durante o dia. O descanso é a chave do sucesso”, observou.

A verdade que descobri em minha experiência como esposa de pastor é que os pastores também são gente como a gente. Eles não são super-homens; são humanos. Eles não são invencíveis; são apenas vasos quebrados que estão dando o seu melhor para ser uma luz resplandecente em um mundo realmente em trevas e desesperado”, especificou.

“Mas, para continuar brilhando e liderando com energia, os pastores devem pensar também sobre como cuidar de si mesmos. Os pastores precisam da comunidade, compartilhar o peso da liderança e devem dar a si mesmos permissão e margem para serem curados e descansar”, acrescentou.

                                                        Kayla, Andrew e seus três filhos. (Foto: Reprodução/Site God´s Got This)

“A vida é mais importante que o ministério”

Para líderes que se comprometeram com a igreja e com Deus, pode ser impensável dizer que o preço se tornará alto demais. “Mas a verdade é que sua vida e sua saúde são mais importantes do que seu ministério”, Kayla ressaltou.

“Se o seu ministério está matando você, destruindo sua família e piorando sua depressão, é hora de contar isso para alguém e fazer uma pausa. Reitero que fazer isso é difícil para qualquer um de nós, mas é necessário”, continuou.

“Ao liderar como Cristo, nossos pastores não precisam liderar como se fossem o próprio Cristo. O maior sacrifício já foi feito por nós. Os pastores devem ter liberdade para compartilhar suas dores e lutas, sabendo que ninguém jamais esperou que eles carregassem o fardo sozinhos”, concluiu.

 

Leia aqui a carta que Kayla escreveu a Andrew, depois de sua morte:

Faz apenas 3 dias. Nada pode tirar a dor sufocante que sinto agora que você se foi. Sinto falta de cada parte de você, vejo você em todos os lugares. Eu repasso os eventos daquele dia fatídico em minha mente, desejando que eu pudesse ter feito as coisas de forma diferente. Desejando poder segurar sua mão mais uma vez e orar por você e dizer o quanto eu te amo, o quanto eu acredito em você e como Deus acredita também.

Você estava certo o tempo todo, eu realmente não entendia a profundidade de sua depressão e ansiedade. Eu não entendia quão reais e implacáveis ​​eram os ataques espirituais. A dor, o medo e a turbulência com os quais você deveria estar lidando todos os dias são inimagináveis. 

O inimigo sabia do homem incrível que você era. O inimigo sabia que Deus tinha grandes planos para sua vida. O inimigo viu como Deus estava usando seus dons, habilidades e estilo de ensino único para alcançar milhares de vidas para ele. O inimigo odiava e perseguia você incessantemente. Provocando e torturando você de maneiras que você não conseguia expressar para ninguém. 

Andrew, eu quero dizer a você do fundo do meu coração e da minha dor, sinto muito. Eu sinto muito porque você estava tão assustado. Eu sinto muito porque você se sentiu tão sozinho. Eu sinto muito porque você se sentiu incompreendido. Lamento que você tenha se sentido traído e profundamente magoado pelas palavras e ações de outras pessoas.

Eu sinto muito por você ter lutado uma guerra espiritual sombria praticamente sozinho. Lamento que você não tenha conseguido obter a ajuda e o suporte de que precisava. Eu gostaria de ter mais uma chance de abraçar você e chorar com você e encorajá-lo. 

Eu gostaria que você pudesse ver a demonstração de amor de pessoas em todo o mundo que foram impactadas por sua história. Eu queria que você pudesse segurar seus meninos mais uma vez e dizer adeus a eles. 

Gostaria que pudéssemos fazer mais uma viagem juntos, só nós dois. Não estou pronta para dizer adeus. Estou tão louca e profundamente apaixonada por você. Cada parte de mim deseja estar com você. Não consigo comer, não consigo dormir, não consigo funcionar e me sinto tão perdida sem você. 

Você foi minha vida. Eu estava tão orgulhosa de ser sua esposa Andrew. Eu estava tão orgulhosa por me sentar na primeira fila e assistir você em seu lugar ideal, no altar. Sempre fiquei tão maravilhada com você, todos os dias. 

Você poderia fazer o que quisesse. Você foi útil, você fez todas as casas em que vivemos parecerem lindas por dentro e por fora. Você foi criativo, você foi engraçado, você era atencioso, era apaixonado, tinha visão, tinha carisma e era tão especial. Você é insubstituível, Andrew. Nunca haverá outro homem como você.

Quero dizer que nunca vou parar de lutar por você. Vou continuar a dizer à nossa comunidade e ao nosso mundo que homem incrível você foi. Seu nome será homenageado e você será lembrado como um herói. 

Você lutou o bom combate, e eu só posso imaginar o lugar incrível que Deus preparou para você quando você atravessou os portões do céu. Só posso imaginar como deve ter sido ver seu pai de novo, saudável e forte. 

Só posso imaginar quanta alegria você deve sentir agora que está verdadeiramente livre. Eu gostaria de poder estar aí com você, comemorando nas ruas de ouro. Mas, por enquanto, continuarei a viver aqui para você. 

Vou educar nossos meninos para serem homens de Deus, assim como você foi. Seu nome viverá de uma forma poderosa. Sua história tem o poder de salvar vidas, mudar vidas e transformar a maneira como a Igreja apóia os pastores.

Eu te amo muito e vou sentir sua falta todos os dias pelo resto da minha vida. Quando pensar em você vou sorrir, sabendo que um dia voltarei a vê-lo. Obrigado pelos 10 anos maravilhosos juntos. 

Obrigada por me dar de presente três lindos meninos de olhos azuis que se parecem tanto com você. Obrigado por me escolher, por acreditar em mim e por me mostrar como viver sem medo.

Até nos encontrarmos novamente, vou apegar-me ao meu Pai no céu. Ele vai me levar a cada segundo, a cada minuto, a cada hora de cada dia. Eu li um versículo esta manhã e sei que Deus está me lembrando que mesmo agora, em meio à minha dor mais profunda, Ele está comigo.

“Sempre tenho o Senhor diante de mim. Com ele à minha direita, não serei abalado. Por isso o meu coração se alegra e no íntimo exulto”. (Salmos 16.8,9)

Com todo meu coração e todo meu amor, de sua garota.

FONTE: rvg, COM INFORMAÇÕES DE CHRISTIANITY TODAY

quarta-feira, 15 de setembro de 2021

Morre o pastor David Yonggi Cho, fundador da maior igreja da Coreia do Sul O rev. David Cho Yonggi é um dos símbolos do crescimento do cristianismo na Coreia do Sul pós-guerra.

Cho Yong-gi pregando em um estádio em Seul, na Coreia do Sul, em outubro de 2007. (Foto: Yonhap News/Newscom/ZUMA Press

O reverendo David Cho Yong-gi, fundador da maior e mais popular igreja da Coreia do Sul, morreu nesta terça-feira (14) aos 85 anos. Ele estava hospitalizado desde junho de 2020 e faleceu em Seul após sofrer uma hemorragia cerebral. 

Cho fundou a Yoido Full Gospel Church em 1958, que cresceu e se tornou uma das maiores igrejas do mundo, com mais de 480.000 participantes por semana, de acordo com a Leadership Network, uma organização internacional de líderes religiosos.

“Ele transmitiu o Evangelho de esperança ao povo coreano, que caiu em desespero após a Guerra da Coreia”, disse a igreja em comunicado. “Ele foi fundamental para o crescimento da igreja coreana, especialmente desenvolvendo a Yoido Full Gospel Church como a maior igreja do mundo.”

Mais conhecido como David Yonggi Cho ou Paul Yonggi Cho no exterior, o falecido pastor iniciou sua igreja em Seul com cinco fiéis em 1958, quando a Coreia do Sul ainda lutava para se reconstruir das cinzas da Guerra da Coreia, que durou entre 1950 e 1953. 

Sob sua liderança, a igreja alcançou um crescimento explosivo e se tornou um símbolo do rápido crescimento do cristianismo no país, que até então era profundamente confucionista (uma doutrina baseada em um sistema filosófico chinês).

               Rev. Cho Yong-gi no Estádio da Copa do Mundo em Seul, em 11 de outubro de 2013. (Foto: Hong Chan-sun/Newsis via AP)

Em 1993, a igreja tinha mais de 700.000 membros, se tornando a maior congregação do mundo de acordo com o Guinness World Records. A denominação informa que seu número de membros diminuiu para cerca de 600.000 e que já não podem confirmar se esta continua sendo a maior igreja do mundo.

No entanto, ainda é a maior igreja protestante da Coreia do Sul: são pelo menos 400 pastores e evangelistas na Coreia do Sul e 500 missionários no exterior.

De acordo com um censo governamental de 2015, o protestantismo era a maior religião da Coreia do Sul, seguido pelo budismo e pelo catolicismo. Havia cerca de 9,7 milhões de protestantes na época, correspondendo a quase 20% dos então 49 milhões de habitantes do país.

Cho deixa três filhos. Seu velório está marcado para sábado (18), e a igreja receberá fiéis em luto a partir de quarta-feira (15), informou a igreja.

FONTE: rvg, COM INFORMAÇÕES DO WASHINGTON POST

terça-feira, 14 de setembro de 2021

Grávida sobrevive a ataque Fulani se escondendo em cova com os 5 filhos: “Deus nos salvou” Durante ataque de Fulanis a uma comunidade cristã na Nigéria, Juliet Yohanna e seus cinco filhos permaneceram dentro do buraco por quatro dias sem se alimentar.

 

Em ataque de Fulanis, Juliet Yohanna e seus cinco filhos permaneceram dentro do buraco por quatro dias. (Foto: Aid To The Church In Need).

Em agosto, radicais Fulani promoveram diversos ataques à comunidade cristã de Yelwa Zangam, no estado de Plateau, na Nigéria, matando 40 cristãos, incluindo 12 crianças.

Juliet Yohanna, uma mãe grávida de cinco filhos, sobreviveu milagrosamente a um dos massacres, que matou 14 membros de sua aldeia. “Naquele dia fatídico, os Fulani foram vistos nas colinas se movendo como se estivessem passando”, contou Juliet ao jornal Sun News. 

“Nosso povo não conseguiu dormir naquela noite. Mas enquanto tentávamos dormir um pouco nas primeiras horas do dia fatídico, os pastores (radicais) atacaram e os pegaram desprevenidos. Eles mataram 14 pessoas da comunidade, queimaram nossas casas e destruíram nossos alimentos. Não tínhamos para onde correr e nenhuma ajuda vindo em nossa direção”.

Para proteger seus filhos, a mãe pensou rápido: pegou as crianças e se escondeu num buraco de mineração para fugir dos militantes. Durante os quatro dias seguintes, Juliet e os filhos permaneceram escondidos, sem comer e beber. Enquanto isso, o esposo da mulher procurava a família desesperadamente e não os encontrando, concluiu que haviam sido assassinados no ataque.

Hoje, Julit conta que ela e os filhos conseguiram sobreviver graças à proteção de Deus. Segundo ela, os Fulanis chegaram a passar pelo buraco onde estavam escondidos, mas não os avistaram.

“Foi Deus quem nos salvou. Nunca soube que conseguiria. Imagine ficar quatro dias sem água. E eu estou grávida. Meus filhos também suportaram toda a situação”, testemunhou a mãe.

Perseguição na Nigéria

Conforme o relatório “Nigéria: Abordando a violência contra comunidades cristãs”, em 2018, os conflitos promovidos pelos fulanis foram seis vezes mais mortais do que os realizados pelo Boko Haram. 

Segundo o Portas Abertas, por causa do forte armamento e informações militares, acredita-se que os radicais fulanis sejam patrocinados por autoridades do governo da Nigéria. Muitos pastores andam armados para proteger seus rebanhos e são associados a estupros, roubos e violência comunitária.

O Gerente Regional da International Christian Concern (ICC) na África, Nathan Johnson, cobrou uma atitude do governo da Nigéria frente aos constantes massacres a cristãos no país.

"Esses ataques bárbaros e devastadores devem ser interrompidos. A perda de tantas vidas sem nenhuma ajuda do governo significa que os agressores provavelmente continuarão com a violência. O governo nigeriano deve descobrir uma maneira de parar esses ataques mais rapidamente e, em seguida, deve punir severamente aqueles que cometem essas atrocidades”, pediu Johnson. 

De acordo com com Sociedade Internacional para as Liberdades Civis e o Estado de Direito (Intersociety, na sigla em inglês), uma ONG sediada na Nigéria, em apenas 200 dias, cerca de 3.462 cristãos já foram mortos por militantes Fulani e pelo grupo terrorista Boko Haram no país africano, no primeiro semestre de 2021.

FONTE: rvg, COM INFORMAÇÕES DE INTERNACIONAL CHRISTIAN CONCERN

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