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quarta-feira, 11 de agosto de 2021

“É hora da igreja se preparar para a perseguição”, diz pregador de rua preso em Londres Ryan Schiavo diz que a liberdade está sob ataque e que falar a verdade virou crime de ódio no Reino Unido.

 

Ryan Schiavo foi preso pela Polícia Metropolitana de Londres por dizer que homossexualidade é pecado, em 22 de julho de 2021. (Foto: Ryan Schiavo)

Depois de enfrentar a prisão por pregar que a homossexualidade é pecado, um evangelista americano alerta que “as coisas estão ficando muito ruins” no Reino Unido e em outros países ocidentais.

O evangelista e missionário Ryan Schiavo foi preso em Londres em 22 de julho por pregar nas ruas que a homossexualidade é um pecado. Embora Schiavo seja americano, ele costuma ir à Inglaterra para ministrar jovens e pregar em praça pública.

“Eu estava pregando o Evangelho nas ruas como sempre faço, mas era uma mensagem de cerca de 30 minutos, e no decorrer de uma mensagem longa posso abordar muitos tópicos que acredito serem pertinentes”, disse ele ao Christian Post. 

“A certa altura, falei sobre a questão da homossexualidade e do transgenerismo. Eu disse que a homossexualidade é um pecado. Falei sobre como isso é destrutivo e os danos que a agenda dos transgêneros está causando às crianças nas escolas, porque está sendo empurrada para as crianças muito novas aqui”, acrescentou.

Em sua pregação, Schiavo disse que “as igrejas que têm bandeiras do arco-íris não são igrejas reais”. Sua mensagem atraiu a ira de uma jovem — que ele acredita ser lésbica — que resolveu acionar a polícia.

Schiavo foi detido por violar a Lei de Ordem Pública, que proíbe as pessoas de causar “assédio intencional, agitação ou distúrbio”, usando “palavras ou comportamento ameaçador, abusivo ou insultuoso”.

Imagens do momento da prisão registram que, quando os policiais metropolitanos prenderam Schiavo, o evangelista declarou: “É uma honra sofrer por Jesus Cristo”. Ele disse ainda que Deus iria julgar a Inglaterra “severamente” por sua adesão à ideologia LGBT.

Momento da prisão (em inglês):

https://www.facebook.com/peter.ratcliff.39/videos/407586640664972/?t=128h

Schiavo ficou em cela por 10 horas e foi submetido a uma avaliação de saúde mental pelo Serviço Nacional de Saúde antes de ser liberado. Schiavo denuncia que sua avaliação de saúde mental, que durou 30 minutos, foi um esforço para “me convencer a não falar mais sobre homossexualidade em público”.

Liberdade sob ataque

Com tudo o que passou, Schiavo deixa um alerta: “É hora da igreja acordar e se preparar para a perseguição. A liberdade de discurso e de expressão está sob ataque no mundo ocidental, e estou preocupado que muitos desses países ocidentais estejam se tornando comunistas”.

O evangelista acredita os policiais britânicos são “tão treinados para ouvir as palavras 'homossexualidade' ou 'Islã', porque esses são os dois grupos demográficos mais protegidos na Grã-Bretanha no momento”. “E então, quando ouvem essas palavras, pensam imediatamente em 'crime de ódio'”.

Embora ele não tenha sido formalmente acusado de um crime, a prisão de Schiavo o coloca nos registros da polícia britânica por três anos. Ele agora está trabalhando com o Christian Legal Centre, que oferece apoio jurídico gratuito aos cristãos no Reino Unido, para “derrubar isso”. 

“Eu não cometi um crime”, insistiu Schiavo. “Não é um crime no Reino Unido dizer que a homossexualidade é um pecado em público ou que as igrejas com bandeiras de arco-íris não são igrejas. Esta é uma fala protegida [pela Constituição]”. 

Casos de pregadores presos no Reino Unido

Schiavo não é o único pregador de rua a enfrentar consequências legais por sua pregaç˜åo pública no Reino Unido. Em abril de 2021, o pastor britânico John Sherwood foi preso por falar que “Deus criou apenas dois sexos, homem e mulher”, na cidade de Uxbridge, no noroeste de Londres.

Andrew Sathiyavan, que estava pregando nas ruas do sul de Londres no domingo de Páscoa em 2020, também foi preso e multado pelas autoridades. Os policiais alegaram que, de acordo com as leis durante a pandemia, ele poderia sair às ruas somente para ir trabalhar, ir ao comércio ou se exercitar.

Em 2019, Oluwole Ilesanmi foi detido em frente à estação de metrô de Southgate, em Enfield, ao norte de Londres, após ser acusado de islamofobia por um pedestre. “Acredito que Deus ama a todos, inclusive os muçulmanos, mas tenho o direito de dizer que não concordo com o Islã”, disse ele na época ao Daily Mail.

FONTE: rvg, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN POST

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