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Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. João 3:16

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quarta-feira, 30 de junho de 2021

Cristãos são condenados à prisão no Irã por ‘fazerem propaganda contra o regime islâmico’ Os três cristãos, que foram julgados sem a presença de seu advogado, são alvos da nova lei que criminaliza outras formas de pensamento e religião que não sejam islâmicas.


Os três cristãos, que foram julgados sem a presença de seu advogado, são alvos da nova lei que criminaliza outras formas de pensamento e religião que não sejam islâmicas. (Foto: Desiring God).

Três cristãos foram condenados a cinco anos de prisão por ‘fazerem propaganda contra o regime islâmico’, no Irã.

Amin Khaki, Milad Goudarzi e Alireza Nourmohammadi foram condenados pelo Tribunal Revolucionário de Karaj, no norte do país islâmico, sob a acusação de “atividades sectárias”, ​​de acordo com uma nova emenda ao código penal iraniano. 

A nova lei criminaliza outras formas de pensamento e religião que não seja a islâmica e afirma que "qualquer educação ou propaganda desviante que contradiga ou interfira com a sagrada sharia islâmica será severamente punida".

De acordo com Christian Solidarity Worldwide (CSW), uma organização que trabalha pela liberdade religiosa, os cinco cristão condenados injustamente planejam apelar a decisão. A CSW afirmou também que os homens foram julgados no tribunal sem a presença de seu advogado.

O tribunal alegou que isso aconteceu porque o advogado dos cristãos não conseguiu se registrar a tempo, porém a CSW afirma que atendeu aos requisitos necessários para a participação 10 dias antes do início do julgamento.

O presidente da CSW, Mervyn Thomas, apelou para que os cristãos sejam absolvidos. 

"A campanha de assédio contra os cristãos iranianos é implacável, como demonstram essas acusações infundadas contra esses três homens, sob uma nova cláusula do código penal. A CSW pede a absolvição desses homens inocentes. Também reiteramos nosso apelo à revogação de leis e artigos formulados ou utilizados para atingir as comunidades minoritárias”, disse.

Thomas também condenou a perseguição religiosa que os cristãos são alvos no Irã: "Finalmente, instamos as autoridades iranianas a libertar todos os prisioneiros detidos por causa de sua religião ou crença e a encerrar a campanha implacável de perseguição aos cristãos e outras minorias religiosas por meio do sistema judicial."

FONTE: rvg, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN TODAY

terça-feira, 29 de junho de 2021

Maioria dos pastores dizem que líderes em casos de abuso devem ser excluídos do ministério Nos últimos anos, o problema do abuso pastoral tem sido discutido na igreja. Nos EUA, a Convenção Batistas do Sul aprovou a maior investigação da denominação sobre denúncias de abuso sexual por parte de líderes.

 

                         Nos últimos anos, o problema do abuso pastoral tem sido discutido na igreja. (Foto: andina.pe)

A maioria dos pastores protestantes acreditam que líderes que cometerem abuso sexual devem ser excluídos permanentemente do ministério. O dado é um resultado da nova pesquisa da Lifeway Research, que analisou a opinião de pastores dos Estados Unidos sobre o problema do abuso na igreja.

Quando questionados sobre quanto tempo um pastor deve ser afastado do ministério se tiver abusado sexualmente de uma criança, 83% dos sacerdotes entrevistados disseram que o líder deveria ser excluído permanentemente.

2% dos entrevistados responderam que o pastor deveria ser afastado por pelo menos 10 anos, 3% por pelo menos 5 anos e 1% por pelo menos um ano. Menos de 1% afirmaram que o líder abusivo deveria ser afastado pelo menos de três a seis anos. E 7% disseram não saber quanto tempo deveria ficar afastado.

O diretor executivo da Lifeway Research, Scott McConnell, pondera que os resultados não significam que os pastores não acreditem que os pecados dos abusadores não são perdoados por Deus.

“A maioria dos pastores atuais acredita que o cargo de pastor é incompatível com ter abusado sexualmente ou agredido outra pessoa. Isso não significa que eles acreditam que esses comportamentos estão além do perdão de Deus, mas uma grande maioria acredita que o abuso sexual é uma desqualificação permanente da liderança do ministério”, afirmou McConnell.

“O prazo de cinco anos ou menos, que 7% dos pastores sugerem ser apropriado, nem mesmo cobre a duração da sentença de prisão típica para criminosos condenados por abuso sexual”, observa McConnell sobre os resultados da pesquisa.

“Em contraste, mais de 10 vezes desse número de pastores não hesita em dizer que a desqualificação do ministério deve ser permanente para um pastor que comete abuso sexual infantil”, acrescentou.

Já quando perguntados sobre quanto tempo um pastor deve ser retirado do ministério caso tenha abusado sexualmente ou agredido um adulto, o número de líderes que acreditam que se deve excluir permanentemente cai para 74%. No caso do abuso de um adulto, 5% responderam que o pastor deveria ser afastado por pelo menos 10 anos, 5% pelo menos cinco anos e 5% pelo menos dois anos. 2% dos entrevistados responderam pelo menos um ano e 1% pelo menos 6 meses. E 9% não sabiam por quanto tempo seria o ideal.

“Quando alguém agride sexualmente um adulto, é um pecado violento e um crime. É o oposto do amor, cuidado e respeito pelo outro que a Bíblia ensina. O papel do pastor tem padrões incrivelmente elevados na Bíblia, incluindo o de que o supervisor daqueles na igreja esteja acima de qualquer reprovação ou crítica. Dezessete por cento dos pastores acham que alguém poderia ir além de qualquer crítica neste assunto com tempo suficiente”, concluiu McConnell.

Nos últimos anos, o problema do abuso pastoral tem sido discutido na igreja. Nos EUA, a Convenção Batistas do Sul aprovou a maior investigação da denominação sobre denúncias de abuso sexual por parte de líderes.

A pesquisa da Lifeway entrevistou 1.007 pastores protestantes e foi realizada entre os dias 2 de setembro de 2020 e 1 de outubro de 2020, por meio de telefone e contato online.

FONTE: RVG, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN HEADLINES

segunda-feira, 28 de junho de 2021

‘Deus colocou essas crianças no meu caminho’, diz cristão que adotou 17 órfãos Jim Allan Morris era um assistente social que decidiu cuidar das crianças que não tinham família.

 

                                   Jim Morris com sua esposa e parte dos filhos adotivos. (Foto: Reprodução / AG News)

O garoto da pré-escola Darren e sua irmã em idade de escola primária ficaram sob custódia do estado depois de serem deixados sozinhos no apartamento da família em Nova York, que pegou fogo.

Darren lembra que a vida se tornou posteriormente uma sucessão de lares adotivos e coletivos, sua raiva acabou se manifestando em mau comportamento. Foi nessa época que Jim Allan Morris, que o conhecia da igreja, disse ao menino de 9 anos que queria adotá-lo.

Na casa dos Morris, Darren teria seis novos irmãos que, como Darren, que por causa da raiva apresentavam mau comportamento, resultando em ingressos fracassados em lares adotivos e coletivos.

Enquanto ajudava meninos de rua em Bogotá, Colômbia, em meados da década de 1980, Deus encarregou o assistente social Jim de ministrar a crianças traumatizadas, amá-las incondicionalmente e, algum dia, proporcionar-lhes uma família permanente.

Darren se juntou a meninos adolescentes que haviam sido removidos de suas famílias biológicas por causa de abuso, negligência ou ambos.

Família adotiva

Não é surpreendente que Jim, o supervisor de um lar coletivo, tenha optado por adotar. Sua mãe e um irmão são adotados e outro irmão adotou cinco filhos. Mas em 1991, Jim, então solteiro e com 31 anos, disse que o Senhor falou com ele sobre buscar a custódia de Herman, de 11 anos, um processo que não se concretizou até que o menino fizesse 13 anos.

De lá, ele se tornou legalmente licenciado como pai adotivo em Nova York, o que abriu o caminho para o irmão de Herman, Adam, e depois para John e Andrew e outros.

“Antes de me casar, nunca tive a intenção de começar a adotar crianças e seguir esse caminho”, diz Jim. “Deus colocou essas crianças no meu caminho, uma a uma. Não era um plano que eu tinha. Quando você começa a confiar no Senhor, deixa que Ele comande.”

Logo depois de se tornar um Morris, Darren e sua nova família foram convidados para a Casa Branca em 2003, quando o presidente George W. Bush reconheceu a família ao assinar a Lei de Promoção da Adoção.

Naquele ano, Jim conheceu Araceli.

“Ela tinha o mesmo coração”, diz Jim. “Não demorou muito para perceber que Deus nos havia chamado juntos, e nos apaixonamos muito rapidamente.” Eles se casaram em 2004. Araceli não apenas adotou os sete de Jim, mas juntos eles adotaram mais dez em Nova York e, mais tarde, no Texas. Além disso, eles criaram outras oito crianças em um orfanato, tanto formalmente quanto de fato. As crianças são negras, hispânicas, brancas e birraciais. Jim é branco e Araceli é hispânica. O casal não tem filhos biológicos.

No máximo, nove crianças moravam em sua casa ao mesmo tempo, seja em Nova York ou na área metropolitana de Dallas, onde participavam da Primeira Assembleia Lavon. Dois filhos vivem com eles hoje. Araceli é dona de casa.

Jovens problemáticos

Jim é diretor de programa do North Fork Educational Center, um centro de tratamento residencial para jovens problemáticos de 5 a 17 anos, crianças e jovens considerados muito difíceis de viver em lares adotivos por causa de questões emocionais, comportamentais e cognitivas.

Alguns de seus próprios filhos tiveram uma dúzia de colocações em adoção temporária antes de chegar à casa dos Morris.

“Antes de eles se mudarem, dissemos: ‘Queremos adotá-lo. Não vamos desistir de você. Vamos trabalhar nisso juntos'”, diz Jim. “É uma pequena maneira de sermos capazes de espelhar como Deus nos adota em Sua família.”

Entre as Escrituras que orientam a família Morris está Provérbios 22: 6, que promete: "Ensine a criança no caminho em que deve andar, e quando envelhecer não se desviará dele."

Provisão de Deus

“Quando você está passando por tempestades na adolescência, é tão difícil de acreditar”, diz Jim, acrescentando que a Palavra de Deus prova ser verdadeira porque a família recebeu provisão sobrenatural. Alguns receberam bolsas do governo como adotados ou filhos adotivos. Cada criança desafiou as probabilidades. “Pegamos crianças que estavam bagunçando”.

Quando Darren estava no ensino médio, seu diretor disse que ele estaria morto ou na prisão aos 21 anos. Em contraste, em um retiro para jovens, Darren entregou sua vida a Cristo. O Espírito Santo começou a curar sua raiva. Agora com 29 anos, ele é um ministro ordenado que, com sua esposa, Ariel, tem dois filhos biológicos e lidera o culto em uma igreja não denominacional em Nova York. Eles estão estabelecendo um ministério de adoção em Atlanta. Ele atribui seu resultado positivo ao amor incondicional de seu pai adotivo.

“Tive uma visão em primeira mão de como é o amor do Pai”, diz Darren. “Sempre tive dificuldade em acreditar que era digno de amor e em aceitar o amor.”

Todas as crianças adotadas por Morris, exceto duas, são do sexo masculino. A maioria foi adotada entre as idades de 10 e 16 anos.

“Você pode imaginar uma casa cheia de meninos lidando com traumas e feridas”, diz Darren. “Meu pai realmente trabalhou duro para quebrar a barreira que todos nós tínhamos. Eu não trocaria minha família por nada neste mundo.”

Jim aponta para 2 Coríntios 5: 7. “Os humanos querem ver para acreditar”, diz Jim. “Deus nos diz para acreditar e você verá. Saia do barco e mantenha os olhos em Jesus. Então você verá o poder de Deus desencadeado em sua vida.”

Jim admite momentos de grande ansiedade.

“Essas provações e tribulações produzem a fé e a capacidade de ver a mão de Deus em nossas vidas”, diz ele. “Quando as coisas parecem impossíveis, Deus fornece.”

Jim diz que, embora nem todos os filhos adotivos tenham se tornado cristãos, todos se deram bem. Ele e Araceli não levam crédito pelos resultados. O fato de todos estarem se movendo em uma boa direção é uma prova clara do que Deus pode fazer com as crianças de coração aberto, diz ele.

De acordo com Morris, é importante que os futuros pais adotivos que fornecem assistência social sejam recipientes dispostos a demonstrar amor incondicional. Ameaçar não adotar uma criança que se comporta mal passa a mensagem errada, diz ele. Morris acredita que a Igreja deve ajudar as crianças que estão sofrendo no sistema de adoção.

“Sem Cristo, não haverá cura e restauração completas”, diz ele. “Pense em crianças que experimentariam restauração e salvação. Imagine o impacto na vida dessas crianças.”

FONTE: RVG, COM INFORMAÇÕES DA AG NEW

domingo, 27 de junho de 2021

Neste Dia da Independência, ore por Moçambique A violência contra mulheres e crianças aumentou no país

 

Com os ataques de grupos extremistas, as mulheres e crianças em Moçambique passaram a enfrentar                                                                                 maior pressão

Hoje, 25 de junho, Moçambique celebra 46 anos de independência. Como resultado de uma onda anticolonial que se espalhou por toda a África, diversos movimentos políticos clandestinos foram criados em favor da independência de Moçambique, o que ocorreu de fato em 25 de junho de 1975.

O país ocupa o 45º lugar na Lista Mundial da Perseguição 2021, e é a segunda vez que compõe o Top50, desde que esteve presente na primeira edição, em 1993. Em Moçambique, na maioria mulheres e crianças enfrentam más condições de vida, exploração e falta de emprego e oportunidades de aprendizagem em países estrangeiros onde a chance de sobrevivência ainda é melhor do que em casa. O conflito armado tem sido um dos principais impulsionadores da crise dos refugiados na África Subsaariana, e desde 2019 e, apesar da COVID-19, o conflito nos países africanos só aumentou.  

Aumento na violência contra mulheres e crianças

O Alto-comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) diz que continua preocupado com a segurança no Norte de Moçambique, à medida que o conflito armado e a insegurança na cidade costeira de Palma continuam após muitos ataques. Testemunhas disseram aos funcionários da ONU que mais de dois meses após o ataque em massa, a insegurança continua na região, fazendo com que as pessoas continuem fugindo diariamente em uma busca desesperada por segurança. Cerca de 70.000 pessoas fugiram de Palma desde 24 de março, diz a ONU.

Um relatório apontou que mulheres e crianças foram mais severamente afetadas. "Com meninas e famílias desocupadas enfrentando dificuldades financeiras, o risco de casamento precoce e gravidez na adolescência está se tornando uma preocupação crescente", disse Andrea M. Wojnar, chefe do Alto-comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) em Moçambique.

Aqueles que não conseguiram fugir sofrem consequências ainda mais drásticas. Centenas de meninos e meninas foram sequestrados por grupos jihadistas, segundo a Diocese de Pemba. Os meninos são recrutados à força para os grupos jihadistas, enquanto as meninas são "casadas" com os combatentes ou servem como escravas.

Pedidos de oração

  • Ore por Moçambique neste Dia da Independência, para que Cristo cuide da população em meio a um cenário de violência.
  • Clame para que Deus traga esperança de dias melhores aos cristãos no país, para que compartilhem o evangelho sem medo de ataques.
  • Interceda pelas autoridades do país, para que tenham sabedoria para lidar com os conflitos e governem pelo bem de toda a população.
  • FONTE PORTAS ABERTAS.

sábado, 26 de junho de 2021

O apoio que manteve uma jovem cristã no Laos firme na fé Presa e perseguida aos 14 anos, ela encontrou apoio em uma nova comunidade

 

        Graças ao apoio de líderes cristãos e parceiros da Portas Abertas, Soy começou uma nova vida

Em uma vila no Laos, uma jovem crista foi presa aos 14 anos. Ela é uma das poucas cristãs no país que foram para a cadeia abaixo da idade legal de consentimento, que é 15 anos. Essa é a história de Soy*, uma cristã que continuou a escolher Jesus apesar da rejeição e assédio que recebeu na comunidade. 

Já faz mais de um ano, mas as memórias de Soy dos seis dias que passou na prisão ainda são vivas e a dor do que aconteceu após a libertação ainda é sentida. Soy é uma estudante de 16 anos do Sul do Laos, a segunda de três filhos e foi a segunda a aceitar Jesus na família.

Em 29 de dezembro de 2019, Soy e outros cristãos da aldeia estavam reunidos realizando um culto em uma cabana, quando sete policiais invadiram o local junto com aldeões e insistiram para que negassem à fé. Os cristãos diziam: “Não vamos deixar de acreditar em Deus e adorá-lo. Se quiser nos prender por causa disso, vá em frente”, relembra a jovem.

“Eles nos convidaram para entrar no veículo e disseram: ‘Vamos levá-los para a escola próxima para falarmos sobre sua situação, então vamos deixá-los ir para casa’. Mas eles mentiram para nós. Levaram todos nós direto para a prisão em outra província. Eles mantiveram os homens e mulheres em quartos separados. A prisão parecia um típico prédio de escola pública cercado por grandes paredes com arame farpado. Havia cinco cômodos juntos; alguns eram maiores do que os outros. O nosso era de cerca de 4x5 metros”, compartilha Soy. 

Seis dias na prisão

Na manhã do sexto dia na prisão, os policiais trouxeram os cristãos em pares para os pressionar a assinar os documentos para negar a fé. “A polícia nos levou a uma sala onde outros sete policiais estavam esperando para pressionar minha tia e eu a assinar os documentos. Eles disseram: ‘O cristianismo não é uma boa religião, então parem de praticá-la. Não queremos que essa religião se espalhe em nossa área! Se vocês assinarem este documento e concordarem em renunciar à fé, vamos deixá-los ir para casa hoje’.”

Apesar da pressão, Soy e a tia se recusaram a assinar o papel. E o inesperado aconteceu: “Uma hora depois, eles levaram os documentos e nos entregaram nossos papéis de liberação. Nós assinamos e fomos para casa naquele dia”, relembra.

Apoio na nova comunidade

Após sair da prisão e voltar para a vila onde morava, Soy continuou enfrentando perseguição de vizinhos, professores e até colegas de classe. Se sentindo sozinha e assustada, Soy mudou para outra cidade para continuar os estudos. Na cidade, ela conheceu Sanguan*, um pastor que cuida de estudantes que são pobres e enfrentam perseguição por causa da fé. Ela também conheceu Hannah*, uma das parceiras locais da Portas Abertas no Laos, que contribui financeiramente para as despesas das crianças sob os cuidados do pastor Sanguan. 

“Sou muito grata pela ajuda que recebo do pastor Sanguan que sempre cuida de mim e me apoia. Ele me deu um lar e amigos. Há muitos jovens que também vêm para ficar na igreja para estudar como eu. Não me sinto sozinha aqui. Todos nós nos amamos e cuidamos um do outro. Também sou grata à irmã Hannah e aos meus irmãos e irmãs de todo o mundo. Por causa do amor de Deus, recebi apoio financeiro para comprar comida e material escolar para poder continuar meus estudos. Sem vocês, eu não seria capaz de continuar meus estudos”, finaliza Soy.

*Nomes alterados por segurança

FONTE PORTAS ABERTAS.

sexta-feira, 25 de junho de 2021

Eurocopa: Como as seleções da Inglaterra e Suíça têm raízes na fé cristã O cristianismo também passa pelo principal torneio de futebol da Europa.

 

                   O hino da seleção suíça é um salmo que louva a Deus. (Foto: Cyril Venedikto, Wikimedia Commons, CCAS)

Enquanto milhões de pessoas em toda a Europa e no mundo acompanham as competições europeias de futebol, algumas histórias interessantes envolvendo atletas e países participantes estão ligadas à fé cristã.

Exemplos disso estão nas seleções da Inglaterra e da Suíça, que participam do Campeonato Europeu de Futebol, conhecido como Euro ou Eurocopa. O evento só perde para a Copa do Mundo.

O futebol moderno foi inventado na Inglaterra, e o país está presente na Euro 2020 ao lado de País de Gales e Escócia, integrantes do Reino Unido.

No caso inglês, o cristianismo tem raiz em alguns dos principais times. Um terço de todas as equipes que já estiveram na Premier League (a maior competição da Inglaterra) foram formadas por igrejas. Isso inclui grandes clubes como Manchester City, Liverpool e Tottenham.

Isso é o que Gavin Calver, da Evangelical Alliance United Kingdom, compartilha em um artigo no qual ele também destaca o lado feio do futebol de elite, que inclui um comportamento que vem sendo corretamente combatido: o racismo

“Espero e oro para que esses problemas não apareçam neste verão e que as pessoas possam desfrutar deste belo jogo sem sofrer alguns dos aspectos mais feios da indústria”, concluiu Calver.

Hino exalta o nome de Deus

O futebol suíço também tem relações com o cristianismo, que aparece na letra do hino do país.

No jogo final do Grupo A desta edição, a Suíça venceu a Turquia (3-1) e sonha com as oitavas de final. O país tem provavelmente o hino nacional mais cristão da Euro 2020.

Antes de cada jogo, os jogadores cantam (ou pelo menos ouvem com respeito) o “Salmo Suíço”. O hino foi composto em 1841 por Alberich Zwyssig e inclui frases como:

“Em nossa direção na tempestade selvagem que se aproxima,

Você mesmo nos dá resistência e fortaleza,

Você, todo-poderoso governante, resgatando!

Durante o horror e as noites de tempestades

Vamos confiar nele como uma criança!

Sim, sentimos e entendemos;

Sim, sentimos e entendemos;

Que Deus habita nesta terra.

Que Deus habita nesta terra”.

Durante anos, na Suíça cada vez mais secularizada, muitos pediram para “atualizar” o hino e remover as referências a Deus (algo que alguns também estão perguntando sobre a constituição).

Através de um concurso oficial, foram propostas letras alternativas com omissão da palavra “Deus” em 2015, mas o parlamento nacional não parece ter pressa em abrir o polêmico debate sobre a mudança deste elemento central da identidade.

Fé exposta

Olivier Giroud é um dos jogadores do Euro 2020 que mais se manifesta sobre sua fé cristã.Sua seleção, a França, é uma das favoritas ao campeonato, ao lado de Alemanha, Itália e Bélgica.

                                    Olivier Giroud comemora gol em junho de 2021 na Eurocopa. (Foto: Reprodução / Twitter)

Dias antes do início da competição, Giroud disse: “A fé me ajuda a relativizar as coisas.

Saber perdoar é uma coisa que me acalma, me dá muita serenidade ”.

Com 46 gols marcados, Olivier é o segundo melhor goleador da história da Seleção Francesa, atrás apenas do aposentado Thierry Henry.

Giroud é membro de uma igreja evangélica em Londres, tem se envolvido com os Cursos Alpha evangelísticos e tem defendido os cristãos perseguidos. “Cada vez que leio as palavras da Bíblia, fico grato por tudo o que me aconteceu”, disse ele há alguns anos.

FONTE: rvg, COM INFORMAÇÕES DO EVANGELICAL FOCUS

quinta-feira, 24 de junho de 2021

Pastor realiza sonho de conquistar diploma do ensino médio aos 99 anos Apesar de ter sido alfabetizado e ter escrito 8 livros, o pastor Jack Hetzel ainda queria ter em suas mãos o diploma do ensino médio.

 

                                      Pastor Jack Hetzel em sua formatura no Texas, EUA. (Foto: KETK/Montagem Guiame)

Um pastor de 99 anos da cidade de Big Sandy, no Texas (EUA), está realizando agora o sonho de conquistar um diploma do ensino médio, depois de ter sido forçado a desistir da escola na terceira série.

Jack Hetzel, pastor da Primeira Igreja Metodista Unida, é autor de 8 livros e tem sido há muitos anos pregador do Evangelho. Ele também lutou pela liberdade na Segunda Guerra Mundial na Batalha do Bulge, na região francesa da Normandia.

“É muito emocionante”, disse Hetzel à emissora KETK. “Você vê que quando tem pouca educação e precisa progredir na vida, tem que enfrentar a vida com pouca educação, tem que aprender de alguma forma”.

Embora Hetzel tenha sido aprovado nos testes de Desenvolvimento Educacional Geral (GED, na sigla em inglês), seu grande arrependimento era não ter conquistado um diploma do ensino médio.

“Eu usei outras pessoas para serem meus professores. Então se eu tinha uma dúvida, eu procurava alguém que conhecesse para perguntar e então eu usaria [a resposta] no dia a dia”, disse Hetzel.

O veterano foi homenageado em sua formatura na cidade de Big Sandy em maio de 2021.

Hetzel também disse à emissora que, além de suas realizações acadêmicas, ele foi "abençoado" por estar vivo aos 99 anos.

“99 anos de idade, isso é motivo de bênção”, disse ele. “Eu conheço meu Senhor e Salvador Jesus Cristo, isso é o suficiente para ser abençoado. Do que mais eu preciso?”

FONTE: rvg, COM INFORMAÇÕES DA KETK

quarta-feira, 23 de junho de 2021

“Temos mais motivos para crer que estamos perto do fim”, diz autor de ‘Deixados para Trás’ Para Jerry Jenkins, é urgente que os cristãos preguem as boas novas para a atual geração.

 

                                         Jerry B. Jenkins, autor da série “Deixados para Trás”. (Reprodução/Christian Post)

O autor do best-seller do New York Times, Jerry B. Jenkins, acredita que o mundo está perto do fim, conforme descrito em sua popular série bíblica sobre o fim dos tempos — Deixados para Trás.

Ele lançou um livro intitulado “The Chosen: I Have Called You by Name” (O Escolhido: Eu te Chamei pelo Nome), inspirado na série “The Chosen”, produzida pelo seu filho mais velho, Dallas Jenkins.

O livro explora a diferença que Jesus Cristo faz na vida daqueles que Ele chama para segui-lo. O autor acredita ser um dos temas mais relevantes já que o mundo está vivenciando um episódio atípico com os acontecimentos atuais.

“Estamos chegando perto do fim”

“Acho que temos mais motivos do que nunca para acreditar nisso agora — estamos chegando perto do fim”, disse. Jenkins, porém, reconhece que o tempo de Deus é diferente do nosso.

“Ele escreveu que o fim viria ‘em breve’ e que deveríamos vigiar. Temos feito isso durante os últimos dois mil anos. Mas, a Bíblia também diz que para Deus, mil anos é como um dia, e um dia dia como mil anos”, lembrou.

Para o autor, então, se Deus esperar mais “um dia” em sua misericórdia, poderiam ser mil anos dentro do nosso tempo. Mas, independente de quão ruim os tempos se tornem, o romancista de 71 anos enfatizou que “todos os cristãos têm a missão de compartilhar as boas novas.

“Acho que é óbvio que precisamos ter certeza de que o menor número possível de pessoas ficará para trás. Isso significa compartilhar nossa fé e sermos ousados. Às vezes, com medo de ‘ofender alguém’, deixamos de falar da salvação”, apontou.

Segundo Jenkins, não é uma questão de forçar nada a ninguém. “Não vamos enfiar a Bíblia goela abaixo, mas temos a responsabilidade de ajudar as pessoas falando sobre a verdade do Evangelho”, continuou.

Evangelização através do “The Chosen”

Jenkins disse que não poderia estar mais orgulhoso de seu filho Dallas, pelo sucesso de sua série. No início de 2019, “The Chosen” se tornou o projeto de mídia de financiamento coletivo nº 1 da história. 

Atualmente, com 20 milhões de dólares arrecadados em crowdfunding, a série foi vista por mais de 90 milhões de pessoas, em mais de 180 países, e serviu como uma mensagem aberta do impacto que Cristo tem em Sua Criação.

“É um fenômeno que me surpreendeu. Claro, sempre acho que tudo que meu filho faz é brilhante. Mas o que importa é saber que seu coração está no lugar certo e que ele tem a motivação certa, isso é emocionante”, disse. 

“Dallas disse que costumava ser conhecido como ‘filho de Jerry Jenkins’. Agora sou conhecido como ‘pai de Dallas Jenkins’. Eu não poderia estar mais orgulhoso”, comemorou. O novo romance de Jenkins fala sobre a primeira temporada da série produzida por seu filho e adiciona mais detalhes ao enredo. 

Planos para o próximo livro

Jenkins já está trabalhando no segundo livro da nova série e já adiantou que sua inspiração vem de Deus. “Escrever é uma alegria e a graça de ser um romancista é que você realmente consegue ser cada personagem enquanto os escreve”, revelou.

“Eu tento me colocar no lugar deles e me pergunto: Como eu me sentiria se ouvisse isso? E se Jesus me dissesse isso, como eu responderia? Na tela é fácil ver as respostas dessas pessoas, mas contar o que está acontecendo em suas mentes, essa é a parte divertida e criativa do meu trabalho”, compartilhou. 

Infelizmente, segundo o autor, a geração atual não costuma parar e refletir sobre tudo isso, o que pode afetar seu relacionamento com Deus. Ele disse se preocupar com o número de jovens que sofrem de ansiedade.

Deus pode transformar essa geração

“Uma das coisas que me deixa impressionado é que esta geração tem muitas doenças mentais, ansiedade e problemas. Os jovens precisam de aconselhamento. Isso mostra que talvez eles não sejam reflexivos o suficiente e talvez não gastem tempo suficiente na Palavra de Deus”, disse. 

“O objetivo desta série e dos livros é mostrar como Deus faz das pessoas algo diferente do que elas são. É assim que elas encontram Jesus. Ele as muda e as transforma para sempre. E essa transformação está disponível para qualquer pessoa hoje”, observou. 

O autor acredita que a geração do milênio realmente precisa desacelerar, estudar as Escrituras, orar mais e buscar a face de Deus. “Os jovens precisam saber o que Deus quer deles, o que quer que pensem e façam”, reforçou.

“Às vezes, entramos na corrida dos ratos e trabalhamos para aumentar a nossa visibilidade, a nossa plataforma, a nossa presença online, e esse tipo de coisa. Mas, até nós nos cansamos de nós mesmos depois de um tempo”, avisou. Para Jenkins, a essência da vida não está nesse tipo de correria ou de vaidade. 

Direcionando pessoas a buscarem a Deus

Jenkins escreveu quase 200 livros, sendo 21 deles parte da lista dos mais vendidos do The New York Times. Ele disse que não tem intenção de diminuir o ritmo. “Bem, eu não vejo nenhum lugar na Bíblia que fale sobre aposentadoria. Eu não canto, não danço e não prego, mas escrever é tudo o que faço, então me sinto obrigado a continuar fazendo isso”, contou em entrevista Christian Post.

Após 50 anos de casamento e três filhos que agora são adultos, Jenkins disse que aprendeu o que é realmente valioso. “Quando olhamos para trás, vemos que o importante para nós não é fama, popularidade, sucesso ou dinheiro, mas o nosso relacionamento com Deus e com as pessoas”, assegurou.

“Ninguém vai dizer em seu leito de morte que gostaria de ter passado mais tempo no escritório. O arrependimento de todos tem a ver com não passar tempo suficiente com as pessoas que amam”, comentou.

Jenkins disse que deseja que seu novo romance direcione as pessoas a buscarem a Deus. Ele citou a pandemia como um evento que transformou os costumes da sociedade e enfatizou a importância de estar mais em casa, conversando e interagindo com a família. 

Ele concluiu a entrevista dizendo que sua maior conquista é o relacionamento com as pessoas ao seu redor. “Acho que quero que esteja escrito em minha lápide que fui um bom marido, pai e avô, porque no final, tudo se resume às pessoas”, reconheceu.

“Pode haver alguns elogios sobre quantos livros eu escrevi ou vendi, mas repito, isso não é o importante. O importante é o que fizemos com todos os presentes que Deus nos deu. E como você tratou as pessoas que mais significavam para você”, finalizou. 

FONTE: rvg, COM INFORMAÇÕES DE CHRISTIAN POST

terça-feira, 22 de junho de 2021

“Daqui pra frente, minha vida terá a ver com Deus”, diz Karina Bacchi sobre conversão Karina Bacchi falou sobre detalhes de sua conversão: “Passei a mergulhar em Deus”.

                                                     Karina Bacchi fala sobre detalhes de sua conversão. (Foto: Instagram)

Os seguidores da atriz Karina Bacchi têm notado sua mudança no Instagram, que está repleto de mensagens bíblicas, trechos de louvores e orações. Na última quarta-feira (16), ela revelou de maneira aberta o motivo: Bacchi teve um encontro com Deus.

Falando sobre os detalhes de sua conversão em um vídeo, Karina diz que não tem um testemunho marcado por “grandes milagres” que a levaram à igreja. “Eu não estava no fundo do poço, eu não passei por uma dificuldade absurda para ter esse encontro com Deus”, ela afirma.

A atriz lembra que cresceu no contexto da Igreja Católica: ela fez o batismo, a primeira comunhão e se casou dentro dos ritos da religião. Há 10 anos, no entanto, ela foi batizada em uma igreja evangélica, mas só passou a firmar sua nova fé a partir do fim de 2020.

Karina diz que foi motivada a buscar a Deus por encontrar um vazio dentro de si. “Essa incompletude, ansiedade, medo e insegurança que sentimos, muitas vezes vem da nossa falta de fé”, observa. 

“Eu sempre acreditei em Deus, sempre acreditei que Ele estava me olhando, sempre fui uma pessoa do bem. Mas de uns tempos para cá, fui sentindo uma incompletude que eu não tinha percebido antes. Eu tenho uma casa, um trabalho, uma família, um filho, não me falta nada. Por que eu ainda — mesmo resolvendo problemas com minhas próprias mãos — não vejo algo mudar?”, se questionou na época.

Karina diz que essa insatisfação e os questionamentos internos passaram a incomodá-la. “Eu tentei mudar meu jeito de agir, meu jeito de falar, tentei expor isso para as pessoas que conviviam comigo. Até que chegou o momento em que eu realmente resolvi entregar isso para Deus”, conta.

“[Antes] eu lia a Bíblia esporadicamente, conversava com Deus, mas eu não tinha essa fé, essa entrega. Mas chegou o momento em que eu fiz isso. Essas conversas passaram a ser mais constantes, até que Deus foi me direcionando a realmente ler a Bíblia”, relata. “Foi como se eu entrasse em outra dimensão e tivesse aquela sede de conhecimento. E quando mais eu compreendia, mais eu sentia o meu coração em paz. A voz de Deus ia me direcionando, fazendo com que eu abrisse em uma certa passagem da Bíblia, ou que algo me tocasse quando eu abrisse o celular”.

                                                      Karina Bacchi segura uma Bíblia personalizada. (Foto: Instagram)

Sede de Deus

A atriz destaca que só passou a viver algo novo em Deus porque passou a buscar isso. “Por isso que a Bíblia fala que a sabedoria e o conhecimento, quanto mais a gente procura, mais nos são dados. Quando a gente bate, a porta é aberta”, afirma.

“Eu passei a diariamente, não por obrigação, mas por vontade, mergulhar nessa busca, nessa comunhão com Deus”, conta. “Enfrentei conflitos dentro da minha vida, foi havendo uma mudança completa da minha forma de enxergar as coisas, minha forma de agir, de falar, e tudo ao meu redor também foi tendo que se adaptar”.

Karina diz que, desde então, tem vivido um processo diário de transformação e descobertas em Deus. “Hoje em dia eu não sinto falta, eu não tenho ansiedade por engravidar novamente, ou por ter um cargo profissional. Eu já tenho paz, tranquilidade e confiança que Deus está me direcionando”.

“Não sou uma exímia entendedora da Bíblia, mas sou uma aprendiz, sedenta da Palavra de Deus. Cada dia mais busco sabedoria, busco a liderança do Espírito Santo na minha vida”, ela acrescenta.

Ela ainda deixa um conselho: “Não precisamos esperar chegar no fundo do poço, no ápice da depressão, para buscar a presença de Deus. Uma simples incompletude, uma simples dúvida; se naquele momento buscarmos a Deus e entregarmos nossa vida a Ele, o que Ele nos dá já é um milagre, já nos transforma por completo. Não precisam ser grandes acontecimentos”, afirma. “Mais do que milhões no banco, um carro, um emprego que achávamos que iria nos preencher, não nos falta nada tendo a presença de Deus”.

Falando aos mais de 8 milhões de seguidores do Instagram, Karina falou sobre a mudança de seu conteúdo. “Fico feliz com quem tem se beneficiado com os conteúdos, com quem tem sido tocado e se aproximado mais de Deus. Eu sou só um instrumento e faço isso porque procuro compartilhar o meu melhor por vocês. Daqui para frente, o meu melhor sempre vai ter a ver com a presença de Deus, de Jesus e do Espírito Santo na minha vida”.

FONTE:rvg,com informormaçoes GUIAME, LUANA NOVAES

segunda-feira, 21 de junho de 2021

Menino sírio sequestrado pelo Estado Islâmico foi consolado por hinos que aprendeu na TV Aos 9 anos, Jad conheceu Jesus através de um programa cristão de TV para crianças. Anos depois, as músicas do programa o ajudaram a suportar com fé os dias difíceis no cativeiro.

 

                         Aos 9 anos, Jad conheceu Jesus através de um programa cristão de TV para crianças. (Foto: Portas Abertas).

Em 2015, no meio da guerra civil na Síria, o adolescente Jad* e seu pai foram sequestrados por extreministas do Estado Islâmico. Os sequestradores mantiveram o pai do menino em outro lugar e eles não conseguiam se falar. “Essa foi a pior parte de tudo”, disse Jad.

“Quando a guerra começou, tudo mudou. Saí da minha casa, saí da minha região. Eu estava longe dos meus irmãos, longe do meu pai. Algumas pessoas tentaram assassinar meu pai”, contou o menino sírio.

Durante os terríveis dias que passou no cativeiro, Deus fez com que Jad se lembrasse dos louvores que ele havia aprendido num programa de TV cristão, lhe dando paz e consolo.

“Mesmo quando fui sequestrado, eu costumava me lembrar das músicas. Eu costumava cantá-los de novo e de novo”, relatou o garoto.

Jad começou a assistir o programa infantil SAT-7 KIDS aos nove anos e foi através da programação evangélica, que Jad conheceu o Evangelho e recebeu Jesus. A conversão foi mantida em segredo de sua família.

Depois que o adoelscente foi libertado pelo Estado Islâmico, ele telefonou para a apresentadora do SAT-7 KIDS, Marianne Awaraji Daou, durante o quadro “Alô, Marianne”, para lhe contar como as canções tinham lhe ajudado a suportar o cativeiro. A música favorita de Jad era “Because God So Loves You", escrita pela apresentadora.

“Ele se lembrava de todas as canções que eu costumava cantar anos atrás. Este foi um momento muito especial para mim”, disse Marianne.

A apresentadora cristã também relatou que o menino fez pedidos de oração: “Hoje, o sonho de Jad é ser batizado, embora isso apresente obstáculos devido à família não saber sobre sua fé. Ele pediu a outros que orassem para que isso acontecesse. E ele pede para orar para que as mães se reencontrem com seus filhos, irmãos reencontrados com irmãos, e para que a paz reine na Síria ”, disse Marianne, no SAT-7 KIDS.

Segundo ela, o programa infantil cristão tem servido de fonte de esperança e fé em meio a turbulência do Oriente Médio.

“Ensinamos a eles que, apesar de nossa tristeza, podemos lidar com catástrofes expressando nossos medos e enfrentando-os. Podemos levar nossa tristeza a Deus e confiar que Ele é Esperança. Claramente, a Palavra de Deus que foi semeada na vida dos telespectadores os mudou. Ainda está gravado em seus corações”, declarou a apresentadora.

*nome alterado por razões de segurança.

FONTE: rvg, COM INFORMAÇÕES DO GOD REPORTS

domingo, 20 de junho de 2021

Saiba como missionários contrabandearam 1 milhão de Bíblias para a China, há 40 anos O projeto Pérola é comemorado como uma das operações de contrabando de maior sucesso do século 20.

 

O Projeto Pérola, que completa 40 anos no dia 18 de junho, contrabandeou um milhão de Bíblias para a China. (Foto: Portas Abertas)

Em plena Revolução Cultural na China, o fundador da Portas Abertas, conhecido como Irmão André, e vários parceiros, ouviram falar sobre os cristãos chineses que resistiam à forte perseguição do governo. 

Em viagem ao país se surpreenderam com uma imensa rede de milhões de cristãos que eles descreveram como “fortes, fundamentados em princípios, ousados e corajosos”, apesar de perseguidos, contou o Irmão André, que é autor do livro “O Contrabandista de Deus — desafiando os limites da fé”.

Planejamento do Projeto Pérola

Mãe Kwang, uma evangelista chinesa que já tinha passado três vezes pela prisão, e mesmo assim continuava a percorrer o sul do país pregando a Palavra e organizando igrejas domésticas, fez o pedido inicial de 30 mil Bíblias.

E assim, o que ficou conhecido como “Projeto Pérola” começou a ser planejado. E, no dia 18 de junho de 1981, exatamente 1 milhão de Bíblias foram entregues na praia de Shantou, cidade costeira no sul da China, para os cristãos locais, sob a promessa de que fariam a palavra de Deus chegar a todos os cantos do país.

O “Projeto Pérola” levou esse nome porque as Escrituras são “como uma pérola de grande valor”, à qual se referiu Jesus na parábola em Mateus 13.45-46. E como o mercador, os cristãos chineses estavam dispostos a arriscar tudo pela “pérola” que é a palavra de Deus.

Aguardando o tesouro

Naquela noite, mais de 2 mil cristãos chineses aguardavam a chegada das Bíblias à praia, uns para escondê-las, outros para distribuí-las imediatamente. Essa operação exigiu considerável esforço e organização. 

Os participantes tiveram de ser encontrados e informados dos detalhes pessoalmente. Foi um milagre reunir tantas pessoas sem que as autoridades percebessem.

Um rebocador de 30 metros chamado Michael moveu-se pesadamente a uma velocidade de 5 quilômetros por hora. Ele rebocou a barcaça Gabriella (de 40 metros de comprimento), carregada com 232 pacotes à prova de água, de uma tonelada, contendo ao todo um milhão de Bíblias em chinês. 

Os 20 membros da tripulação a bordo do Michael eram dos seguintes países: Filipinas, Austrália, Nova Zelândia, Holanda, Inglaterra, Canadá e Estados Unidos.


Um deles foi Terry Madison, que na foto está agachado do lado direito, de barba. “Antes da viagem, meu trabalho era preparar todo o material para arrecadar os milhões de dólares que precisávamos para a missão — sem poder dizer a ninguém sobre o que estávamos fazendo. Isso foi um desafio”, revelou.

Ele explica que foi complicado levantar tanto dinheiro sem dar nenhuma explicação às pessoas sobre o que seria feito com ele. “Mas nossos apoiadores contribuíram e ainda enviaram presentes para que isso acontecesse”, lembrou. 

Segundo o cristão, participar daquela grande aventura e também do segredo que precisava ser guardado, por questões de segurança, foi um privilégio.

Um contrabando que mudou a vida de cristãos chineses

Os pacotes flutuantes que continham as Escrituras foram rebocados para a praia por pequenos barcos de borracha. A operação, idealizada pelo Irmão André, mudou a vida de muitos cristãos na China.

“À medida que nos aproximávamos cada vez mais, percebemos que isso era realmente sério, poderíamos morrer, ser presos ou nos perder no mar. Tenho certeza que todos nós tínhamos nossos medos e dúvidas sobre o que aconteceria quando chegássemos lá”, revelou Terry que também foi o cozinheiro da tripulação.

Vale lembrar que naquela época, a Igreja na China estava passando por um reavivamento, depois de quase ter sido banida durante a Revolução Cultural. Com a morte de Mao Zedong, em 1976, a situação melhorou um pouco, porém havia escassez de Bíblias.

A Igreja ainda dava sinais de vida e os cristãos começaram a sair das "catacumbas". Mas a religião continuou sendo vista como o ópio do povo e tinha de ser combatida. Os cristãos ainda precisavam ser prudentes e não podiam reunir-se livremente em qualquer lugar. 

Contrabando bem sucedido

A escuridão era total e o mar estava calmo. Essa era a condição ideal para o desembarque dos 232 fardos de Bíblias, que foram jogados ao mar e três barcos menores puxaram rumo à praia.

“Minha lembrança favorita da viagem foi a noite da entrega. Os cristãos chineses nadavam até a água chegar na altura do peito para receber os pacotes”, recordou. “Adoraríamos estar na praia para poder abraçá-los ou falar com eles”, continuou.

“O Senhor estava supervisionando os bastidores e apesar de alguns momentos realmente difíceis, o Senhor estava lá para tudo”, disse Terry. 

Segundo a Portas Abertas, a realização do Projeto Pérola só foi possível porque cristãos de vários países se mobilizaram para levar a palavra de Deus aos cristãos chineses. 

FONTE: rvg, COM INFORMAÇÕES DE PORTAS ABERTAS


sábado, 19 de junho de 2021

A impunidade às agressões a crianças Neste Dia da Criança Africana, entenda as dificuldades enfrentadas pelas crianças perseguidas

 

A adolescente cristã Joy foi sequestrada e forçada a se converter ao islã na Nigéria (foto representativa)

Hoje é celebrado o Dia da Criança Africana. A África é um continente com muitas faces, o que resulta em diversas crenças religiosas. Em países como a Nigéria, muitas crianças e adolescentes cristãos lidam com a perseguição e são vítimas de sequestros, abusos e violência por seguirem a Cristo. 

Joy, uma jovem nigeriana, desapareceu quando todas as escolas do estado de Kaduna foram fechadas como parte dos esforços do governo para limitar a propagação do coronavírus, de acordo com a Fundação Cristã Hausa (Hafco). Joy, uma aluna da escola do governo em Pampaida, não chegou em casa como esperado, fazendo com que a família começasse uma busca por ela.

Enquanto ainda tentavam encontrar Joy, o chefe da aldeia de Rumi, em Ikara, ligou para o irmão da jovem e disse que a adolescente era mantida por Hamza Bello, o imã-chefe de Ikara. Joy também conseguiu enviar uma mensagem de texto para os pais implorando por ajuda porque ela achava que sua vida estava em perigo. Quando os pais chegaram à residência do imã, foram informados de que Joy agora era muçulmana, tinha sido dada a pais muçulmanos e não era mais capaz de viver com cristãos. Apesar dos pais insistirem que Joy fosse devolvida a eles, o imã não a libertou. 

Joy nasceu em uma vila na região de Rogo, no estado de Kano. Quando ela ainda era pequena, seu pai biológico morreu, e o reverendo Markus Ahmadu a acolheu quando ela tinha seis anos. Ele cuidou da educação da jovem desde o ensino fundamental até o ensino médio e finalmente a matriculou na escola secundária em Pampaida. A Hafco diz que Joy é uma das três meninas atualmente detidas contra a própria vontade no Norte da Nigéria e que até agora eles resgataram outras 13 de várias áreas da região mais ampla que caíram em destinos semelhantes. Ninguém foi levado à justiça por esses crimes, afirma a Hafco.

Pedidos de oração

  • Neste Dia da Criança Africana, apresente em oração todas as crianças e adolescentes que enfrentam perseguição, para que o Senhor esteja com eles.
  • Interceda por Joy e pela família, para que Cristo traga esperança e renovo em meio às dificuldades que enfrentam.
  • Clame pela vida daqueles que ainda não conhecem o evangelho na Nigéria, para que o nome de Jesus seja conhecido e transforme a vida das pessoas.
  • FONTE PORTAS ABERTAS.

sexta-feira, 18 de junho de 2021

Sequestrador se arrepende e aceita Jesus após vítima perdoá-lo Mais de 20 anos depois, o sequestrador de Chris Carrier pediu perdão. Em vez de se vingar, a vítima pregou o Evangelho.

 

                        hris Carrier orou por David McAllister, homem que o sequestrou quando era criança. (Foto: Arquivo pessoal)

Aos 10 anos, Chris Carrier foi sequestrado, perfurado com um furador de gelo, baleado na cabeça e deixado para morrer em Everglades, na Flórida (EUA). Mais de vinte anos depois, seu sequestrador pediu perdão — e em vez de se vingar, Chris pregou o Evangelho

Chris compartilhou seu testemunho na terça-feira (15) durante a Reunião Anual da Convenção Batista do Sul em Nashville, no estado americano do Tennessee. 

Numa tarde de dezembro de 1974, Chris desceu do ônibus e foi abordado por um estranho, que pediu sua ajuda com a decoração para a festa de seu pai. Chris entrou no banco do passageiro do trailer de David McAllister, que dirigiu para fora da cidade. 

David então parou o veículo, puxou Chris para o centro do trailer, forçou o garoto a ficar de costas e começou a esfaqueá-lo no peito. “Ele se levantou e disse: ‘Filho, vou te levar para um lugar e vou te deixar lá’”, lembra Chris.  

Eles foram para uma estrada em Everglades, que era localmente conhecida como “Beco do Jacaré”.

O homem forçou Chris a ficar perto de uma árvore e apontou uma arma para a lateral esquerda da cabeça do menino. Essa foi a última coisa que Chris lembrou antes de acordar vários dias depois. 

Ao despertar, Chris ouviu seu pai dizer: “Você foi sequestrado, foi baleado na cabeça e foi deixado para morrer em Everglades, na Flórida. E você ficou desaparecido por seis dias”.

Perdão vindo de Deus

Sobreviver a um trauma tão profundo levou Chris para mais perto de Deus. Cerca de 20 anos depois, ele recebeu uma ligação do chefe de polícia, informando que encontrou o homem que o havia sequestrado na infância.

Questionado pelo policial se gostaria de ficar cara a cara com David, Chris aceitou. “Esta é a definição de constrangedor. O que você diria para o cara que, da última vez que te viu, tentou enfiar uma bala na sua cabeça?”, perguntou. 

                                       Chris Carrier perdoou o homem que quase o matou quando era criança. (Foto: Who's Your One)

Quando Chris conheceu David na casa de repouso onde ele estava sendo cuidado no final de sua vida, ele aproveitou para falar sobre Deus. “Gostaria que você soubesse qual foi realmente a fonte de minha força em tudo isso”, disse Chris, que em seguida orou por David.

Chris ainda acrescentou: “Eu quero que saiba que não há nada entre você e eu, exceto nossa nova amizade. Quero que saiba que te perdoo”.

Embora estivesse cego e fisicamente fraco, David se arrastou na cama do hospital, agarrou sua mão e, em lágrimas, disse: “Me desculpe!” David então orou para entregar sua vida a Cristo. 

Chris lembrou que quando recebeu a ligação da polícia para encontrar o homem que quase o assassinou, ele pensou: ‘Deus, você armou para mim’. Mas o Senhor havia preparado seu coração ao longo dos anos para aquele encontro. 

Quando questionado sobre como foi levar a Jesus o homem que atirou nele, Chris descreveu como “estranho”. “Eram simplesmente dois homens no constrangimento do nosso reencontro e nova amizade, buscando a graça e a presença de Deus naquela sala”, disse ele. 

FONTE: rvg, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN POST

quinta-feira, 17 de junho de 2021

Muçulmana se converte após escutar a voz audível de Jesus: “Ele falou comigo” Insatisfeita com o Islã, Hedieh Mirahmadi fez uma oração em seu quarto e escutou a voz de Jesus.

 

                            Hedieh Mirahmadi teve a vida transformada após um encontro com Jesus. (Foto: CBN News)

Essa deveria ser a punição de Hedieh Mirahmadi por toda a eternidade: ser pendurada em seu cabelo no fogo do inferno. Qual foi seu pecado? Ter removido a cobertura de sua cabeça.

Mas hoje, depois de 22 anos no Islã, Hedieh não tem mais medo de seu destino eterno — sua salvação foi garantida por meio de Jesus.

Os pais de Hedieh emigraram do Irã para os Estados Unidos em busca do sonho americano. Ela foi criada em meio ao luxo de Beverly Hills, mas nada foi capaz de preencher seu vazio.

Quando entrou para a Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), Hedieh foi incentivada por seus pais e seu namorado a se aprofundar no Islã. Ela chegou a visitar uma mesquita, mas ficou assustada com sua ideologia extremista.

“Eles tinham todos esses princípios sobre política e como seria transformar a América em uma nação muçulmana — e muito, muito antissemita. E pensei comigo mesmo: 'Se isso é religião, não quero ter nada a ver com isso’”, disse à CBN News.

Após a faculdade de Direito, Hedieh passou a trabalhar para o FBI, produzindo relatórios sobre o extremismo muçulmano, cooperando com o governo no combate ao terrorismo. Enquanto isso, ela passou a frequentar comunidades muçulmanas que pregavam mensagens pacíficas.

“Era natural para mim estar no Islã e nessas comunidades, estudá-los e trabalhar contra o extremismo ao mesmo tempo. Eu realmente sentia que estava contribuindo para meu país e para minha fé”, afirma.

                                        Hedieh Mirahmadi trabalhou para agências governamentais nos EUA. (Foto: CBN News)

Mais tarde, Hedieh se casou e teve uma filha. Por anos, ela manteve uma obediência estrita à lei islâmica, que era motivada pelo medo. “No Islã, Deus não é um pai. Deus é o juiz supremo”, explica.

Certo dia, após 22 anos no Islã, Hedieh tirou o véu. Por causa disso, os imãs (líderes islâmicos) disseram que sua condenação eterna estava garantida. “Eles me disseram que eu iria ficar pendurada no meu cabelo por uma eternidade, no fogo do inferno, porque eu tirei a cobertura da minha cabeça”, lembra. 

Voz que mudou seu destino

Sentindo-se perdida e condenada, Hedieh decidiu deixar o Islã, mesmo ansiando por ter Deus em sua vida. Até que, na internet, ela se deparou com uma pregação na qual o pastor falava sobre um relacionamento íntimo com Deus, por meio de Jesus.

Hedieh ficou emocionada, mas também confusa. Logo depois, ela fez uma oração desesperada: “Eu estava de joelhos. Eu estava na forma de oração ritual do Islã, com minha cabeça no chão, chorando e dizendo: ‘Você pode se revelar a mim? Porque estou totalmente confusa sobre quem você é’”.

“E foi em uma dessas orações, em meu quarto, que ouvi audivelmente a voz de Cristo e Ele disse: ‘Hedieh, sou Eu’. Foi extraordinário. Até hoje eu posso te contar como se tivesse acontecido ontem. Eu soube, daquele momento em diante, que nunca mais seria a mesma”, afirma.

Hedieh continuou assistindo os vídeos do pastor e começou a ler a Bíblia, mesmo sozinha. “A Bíblia ganhou vida como o Alcorão nunca ganhou. Eu conseguia ouvir Deus falando comigo e sabia que Ele estava falando diretamente comigo, porque Ele estava mostrando por quê o Alcorão não estava correto e porque Sua Palavra na Bíblia era verdadeira”, conta. 

                                   Hedieh Mirahmadi teve a vida transformada após um encontro com Jesus. (Foto: CBN News)

“Eu cheguei a um ponto em que eu tinha que aceitar que Jesus é o Senhor. Eu tinha que aceitar que Ele me salvou. E eu estava orando um dia e senti o Senhor me dizer: ‘Filha, você não precisa mais ter medo’”, acrescenta.

Hedieh foi batizada na igreja a que ela assistia na internet. Hoje, ela tem um relacionamento com Deus que nunca pensou ser possível. “Ele está comigo o tempo todo”, testemunha.

A ex-muçulmana quer usar sua história para alcançar outras pessoas. “Às vezes eu pergunto a Ele por que tive que passar por certas coisas. Ele usou todo o meu passado para fazer isso e não teria sido possível há 25 anos. Não teria sido possível, com aquela garota em Beverly Hills, fazer o que Ele está me chamando para fazer agora. E assim estarei para sempre aos Seus pés”, finaliza.

FONTE: RVG, COM INFORMAÇÕES DA CBN NEWS

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