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JOÃO 3:16

Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. João 3:16

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IBADEP TEOLOGIA

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quinta-feira, 24 de junho de 2021

Pastor realiza sonho de conquistar diploma do ensino médio aos 99 anos Apesar de ter sido alfabetizado e ter escrito 8 livros, o pastor Jack Hetzel ainda queria ter em suas mãos o diploma do ensino médio.

 

                                      Pastor Jack Hetzel em sua formatura no Texas, EUA. (Foto: KETK/Montagem Guiame)

Um pastor de 99 anos da cidade de Big Sandy, no Texas (EUA), está realizando agora o sonho de conquistar um diploma do ensino médio, depois de ter sido forçado a desistir da escola na terceira série.

Jack Hetzel, pastor da Primeira Igreja Metodista Unida, é autor de 8 livros e tem sido há muitos anos pregador do Evangelho. Ele também lutou pela liberdade na Segunda Guerra Mundial na Batalha do Bulge, na região francesa da Normandia.

“É muito emocionante”, disse Hetzel à emissora KETK. “Você vê que quando tem pouca educação e precisa progredir na vida, tem que enfrentar a vida com pouca educação, tem que aprender de alguma forma”.

Embora Hetzel tenha sido aprovado nos testes de Desenvolvimento Educacional Geral (GED, na sigla em inglês), seu grande arrependimento era não ter conquistado um diploma do ensino médio.

“Eu usei outras pessoas para serem meus professores. Então se eu tinha uma dúvida, eu procurava alguém que conhecesse para perguntar e então eu usaria [a resposta] no dia a dia”, disse Hetzel.

O veterano foi homenageado em sua formatura na cidade de Big Sandy em maio de 2021.

Hetzel também disse à emissora que, além de suas realizações acadêmicas, ele foi "abençoado" por estar vivo aos 99 anos.

“99 anos de idade, isso é motivo de bênção”, disse ele. “Eu conheço meu Senhor e Salvador Jesus Cristo, isso é o suficiente para ser abençoado. Do que mais eu preciso?”

FONTE: rvg, COM INFORMAÇÕES DA KETK

quarta-feira, 23 de junho de 2021

“Temos mais motivos para crer que estamos perto do fim”, diz autor de ‘Deixados para Trás’ Para Jerry Jenkins, é urgente que os cristãos preguem as boas novas para a atual geração.

 

                                         Jerry B. Jenkins, autor da série “Deixados para Trás”. (Reprodução/Christian Post)

O autor do best-seller do New York Times, Jerry B. Jenkins, acredita que o mundo está perto do fim, conforme descrito em sua popular série bíblica sobre o fim dos tempos — Deixados para Trás.

Ele lançou um livro intitulado “The Chosen: I Have Called You by Name” (O Escolhido: Eu te Chamei pelo Nome), inspirado na série “The Chosen”, produzida pelo seu filho mais velho, Dallas Jenkins.

O livro explora a diferença que Jesus Cristo faz na vida daqueles que Ele chama para segui-lo. O autor acredita ser um dos temas mais relevantes já que o mundo está vivenciando um episódio atípico com os acontecimentos atuais.

“Estamos chegando perto do fim”

“Acho que temos mais motivos do que nunca para acreditar nisso agora — estamos chegando perto do fim”, disse. Jenkins, porém, reconhece que o tempo de Deus é diferente do nosso.

“Ele escreveu que o fim viria ‘em breve’ e que deveríamos vigiar. Temos feito isso durante os últimos dois mil anos. Mas, a Bíblia também diz que para Deus, mil anos é como um dia, e um dia dia como mil anos”, lembrou.

Para o autor, então, se Deus esperar mais “um dia” em sua misericórdia, poderiam ser mil anos dentro do nosso tempo. Mas, independente de quão ruim os tempos se tornem, o romancista de 71 anos enfatizou que “todos os cristãos têm a missão de compartilhar as boas novas.

“Acho que é óbvio que precisamos ter certeza de que o menor número possível de pessoas ficará para trás. Isso significa compartilhar nossa fé e sermos ousados. Às vezes, com medo de ‘ofender alguém’, deixamos de falar da salvação”, apontou.

Segundo Jenkins, não é uma questão de forçar nada a ninguém. “Não vamos enfiar a Bíblia goela abaixo, mas temos a responsabilidade de ajudar as pessoas falando sobre a verdade do Evangelho”, continuou.

Evangelização através do “The Chosen”

Jenkins disse que não poderia estar mais orgulhoso de seu filho Dallas, pelo sucesso de sua série. No início de 2019, “The Chosen” se tornou o projeto de mídia de financiamento coletivo nº 1 da história. 

Atualmente, com 20 milhões de dólares arrecadados em crowdfunding, a série foi vista por mais de 90 milhões de pessoas, em mais de 180 países, e serviu como uma mensagem aberta do impacto que Cristo tem em Sua Criação.

“É um fenômeno que me surpreendeu. Claro, sempre acho que tudo que meu filho faz é brilhante. Mas o que importa é saber que seu coração está no lugar certo e que ele tem a motivação certa, isso é emocionante”, disse. 

“Dallas disse que costumava ser conhecido como ‘filho de Jerry Jenkins’. Agora sou conhecido como ‘pai de Dallas Jenkins’. Eu não poderia estar mais orgulhoso”, comemorou. O novo romance de Jenkins fala sobre a primeira temporada da série produzida por seu filho e adiciona mais detalhes ao enredo. 

Planos para o próximo livro

Jenkins já está trabalhando no segundo livro da nova série e já adiantou que sua inspiração vem de Deus. “Escrever é uma alegria e a graça de ser um romancista é que você realmente consegue ser cada personagem enquanto os escreve”, revelou.

“Eu tento me colocar no lugar deles e me pergunto: Como eu me sentiria se ouvisse isso? E se Jesus me dissesse isso, como eu responderia? Na tela é fácil ver as respostas dessas pessoas, mas contar o que está acontecendo em suas mentes, essa é a parte divertida e criativa do meu trabalho”, compartilhou. 

Infelizmente, segundo o autor, a geração atual não costuma parar e refletir sobre tudo isso, o que pode afetar seu relacionamento com Deus. Ele disse se preocupar com o número de jovens que sofrem de ansiedade.

Deus pode transformar essa geração

“Uma das coisas que me deixa impressionado é que esta geração tem muitas doenças mentais, ansiedade e problemas. Os jovens precisam de aconselhamento. Isso mostra que talvez eles não sejam reflexivos o suficiente e talvez não gastem tempo suficiente na Palavra de Deus”, disse. 

“O objetivo desta série e dos livros é mostrar como Deus faz das pessoas algo diferente do que elas são. É assim que elas encontram Jesus. Ele as muda e as transforma para sempre. E essa transformação está disponível para qualquer pessoa hoje”, observou. 

O autor acredita que a geração do milênio realmente precisa desacelerar, estudar as Escrituras, orar mais e buscar a face de Deus. “Os jovens precisam saber o que Deus quer deles, o que quer que pensem e façam”, reforçou.

“Às vezes, entramos na corrida dos ratos e trabalhamos para aumentar a nossa visibilidade, a nossa plataforma, a nossa presença online, e esse tipo de coisa. Mas, até nós nos cansamos de nós mesmos depois de um tempo”, avisou. Para Jenkins, a essência da vida não está nesse tipo de correria ou de vaidade. 

Direcionando pessoas a buscarem a Deus

Jenkins escreveu quase 200 livros, sendo 21 deles parte da lista dos mais vendidos do The New York Times. Ele disse que não tem intenção de diminuir o ritmo. “Bem, eu não vejo nenhum lugar na Bíblia que fale sobre aposentadoria. Eu não canto, não danço e não prego, mas escrever é tudo o que faço, então me sinto obrigado a continuar fazendo isso”, contou em entrevista Christian Post.

Após 50 anos de casamento e três filhos que agora são adultos, Jenkins disse que aprendeu o que é realmente valioso. “Quando olhamos para trás, vemos que o importante para nós não é fama, popularidade, sucesso ou dinheiro, mas o nosso relacionamento com Deus e com as pessoas”, assegurou.

“Ninguém vai dizer em seu leito de morte que gostaria de ter passado mais tempo no escritório. O arrependimento de todos tem a ver com não passar tempo suficiente com as pessoas que amam”, comentou.

Jenkins disse que deseja que seu novo romance direcione as pessoas a buscarem a Deus. Ele citou a pandemia como um evento que transformou os costumes da sociedade e enfatizou a importância de estar mais em casa, conversando e interagindo com a família. 

Ele concluiu a entrevista dizendo que sua maior conquista é o relacionamento com as pessoas ao seu redor. “Acho que quero que esteja escrito em minha lápide que fui um bom marido, pai e avô, porque no final, tudo se resume às pessoas”, reconheceu.

“Pode haver alguns elogios sobre quantos livros eu escrevi ou vendi, mas repito, isso não é o importante. O importante é o que fizemos com todos os presentes que Deus nos deu. E como você tratou as pessoas que mais significavam para você”, finalizou. 

FONTE: rvg, COM INFORMAÇÕES DE CHRISTIAN POST

terça-feira, 22 de junho de 2021

“Daqui pra frente, minha vida terá a ver com Deus”, diz Karina Bacchi sobre conversão Karina Bacchi falou sobre detalhes de sua conversão: “Passei a mergulhar em Deus”.

                                                     Karina Bacchi fala sobre detalhes de sua conversão. (Foto: Instagram)

Os seguidores da atriz Karina Bacchi têm notado sua mudança no Instagram, que está repleto de mensagens bíblicas, trechos de louvores e orações. Na última quarta-feira (16), ela revelou de maneira aberta o motivo: Bacchi teve um encontro com Deus.

Falando sobre os detalhes de sua conversão em um vídeo, Karina diz que não tem um testemunho marcado por “grandes milagres” que a levaram à igreja. “Eu não estava no fundo do poço, eu não passei por uma dificuldade absurda para ter esse encontro com Deus”, ela afirma.

A atriz lembra que cresceu no contexto da Igreja Católica: ela fez o batismo, a primeira comunhão e se casou dentro dos ritos da religião. Há 10 anos, no entanto, ela foi batizada em uma igreja evangélica, mas só passou a firmar sua nova fé a partir do fim de 2020.

Karina diz que foi motivada a buscar a Deus por encontrar um vazio dentro de si. “Essa incompletude, ansiedade, medo e insegurança que sentimos, muitas vezes vem da nossa falta de fé”, observa. 

“Eu sempre acreditei em Deus, sempre acreditei que Ele estava me olhando, sempre fui uma pessoa do bem. Mas de uns tempos para cá, fui sentindo uma incompletude que eu não tinha percebido antes. Eu tenho uma casa, um trabalho, uma família, um filho, não me falta nada. Por que eu ainda — mesmo resolvendo problemas com minhas próprias mãos — não vejo algo mudar?”, se questionou na época.

Karina diz que essa insatisfação e os questionamentos internos passaram a incomodá-la. “Eu tentei mudar meu jeito de agir, meu jeito de falar, tentei expor isso para as pessoas que conviviam comigo. Até que chegou o momento em que eu realmente resolvi entregar isso para Deus”, conta.

“[Antes] eu lia a Bíblia esporadicamente, conversava com Deus, mas eu não tinha essa fé, essa entrega. Mas chegou o momento em que eu fiz isso. Essas conversas passaram a ser mais constantes, até que Deus foi me direcionando a realmente ler a Bíblia”, relata. “Foi como se eu entrasse em outra dimensão e tivesse aquela sede de conhecimento. E quando mais eu compreendia, mais eu sentia o meu coração em paz. A voz de Deus ia me direcionando, fazendo com que eu abrisse em uma certa passagem da Bíblia, ou que algo me tocasse quando eu abrisse o celular”.

                                                      Karina Bacchi segura uma Bíblia personalizada. (Foto: Instagram)

Sede de Deus

A atriz destaca que só passou a viver algo novo em Deus porque passou a buscar isso. “Por isso que a Bíblia fala que a sabedoria e o conhecimento, quanto mais a gente procura, mais nos são dados. Quando a gente bate, a porta é aberta”, afirma.

“Eu passei a diariamente, não por obrigação, mas por vontade, mergulhar nessa busca, nessa comunhão com Deus”, conta. “Enfrentei conflitos dentro da minha vida, foi havendo uma mudança completa da minha forma de enxergar as coisas, minha forma de agir, de falar, e tudo ao meu redor também foi tendo que se adaptar”.

Karina diz que, desde então, tem vivido um processo diário de transformação e descobertas em Deus. “Hoje em dia eu não sinto falta, eu não tenho ansiedade por engravidar novamente, ou por ter um cargo profissional. Eu já tenho paz, tranquilidade e confiança que Deus está me direcionando”.

“Não sou uma exímia entendedora da Bíblia, mas sou uma aprendiz, sedenta da Palavra de Deus. Cada dia mais busco sabedoria, busco a liderança do Espírito Santo na minha vida”, ela acrescenta.

Ela ainda deixa um conselho: “Não precisamos esperar chegar no fundo do poço, no ápice da depressão, para buscar a presença de Deus. Uma simples incompletude, uma simples dúvida; se naquele momento buscarmos a Deus e entregarmos nossa vida a Ele, o que Ele nos dá já é um milagre, já nos transforma por completo. Não precisam ser grandes acontecimentos”, afirma. “Mais do que milhões no banco, um carro, um emprego que achávamos que iria nos preencher, não nos falta nada tendo a presença de Deus”.

Falando aos mais de 8 milhões de seguidores do Instagram, Karina falou sobre a mudança de seu conteúdo. “Fico feliz com quem tem se beneficiado com os conteúdos, com quem tem sido tocado e se aproximado mais de Deus. Eu sou só um instrumento e faço isso porque procuro compartilhar o meu melhor por vocês. Daqui para frente, o meu melhor sempre vai ter a ver com a presença de Deus, de Jesus e do Espírito Santo na minha vida”.

FONTE:rvg,com informormaçoes GUIAME, LUANA NOVAES

segunda-feira, 21 de junho de 2021

Menino sírio sequestrado pelo Estado Islâmico foi consolado por hinos que aprendeu na TV Aos 9 anos, Jad conheceu Jesus através de um programa cristão de TV para crianças. Anos depois, as músicas do programa o ajudaram a suportar com fé os dias difíceis no cativeiro.

 

                         Aos 9 anos, Jad conheceu Jesus através de um programa cristão de TV para crianças. (Foto: Portas Abertas).

Em 2015, no meio da guerra civil na Síria, o adolescente Jad* e seu pai foram sequestrados por extreministas do Estado Islâmico. Os sequestradores mantiveram o pai do menino em outro lugar e eles não conseguiam se falar. “Essa foi a pior parte de tudo”, disse Jad.

“Quando a guerra começou, tudo mudou. Saí da minha casa, saí da minha região. Eu estava longe dos meus irmãos, longe do meu pai. Algumas pessoas tentaram assassinar meu pai”, contou o menino sírio.

Durante os terríveis dias que passou no cativeiro, Deus fez com que Jad se lembrasse dos louvores que ele havia aprendido num programa de TV cristão, lhe dando paz e consolo.

“Mesmo quando fui sequestrado, eu costumava me lembrar das músicas. Eu costumava cantá-los de novo e de novo”, relatou o garoto.

Jad começou a assistir o programa infantil SAT-7 KIDS aos nove anos e foi através da programação evangélica, que Jad conheceu o Evangelho e recebeu Jesus. A conversão foi mantida em segredo de sua família.

Depois que o adoelscente foi libertado pelo Estado Islâmico, ele telefonou para a apresentadora do SAT-7 KIDS, Marianne Awaraji Daou, durante o quadro “Alô, Marianne”, para lhe contar como as canções tinham lhe ajudado a suportar o cativeiro. A música favorita de Jad era “Because God So Loves You", escrita pela apresentadora.

“Ele se lembrava de todas as canções que eu costumava cantar anos atrás. Este foi um momento muito especial para mim”, disse Marianne.

A apresentadora cristã também relatou que o menino fez pedidos de oração: “Hoje, o sonho de Jad é ser batizado, embora isso apresente obstáculos devido à família não saber sobre sua fé. Ele pediu a outros que orassem para que isso acontecesse. E ele pede para orar para que as mães se reencontrem com seus filhos, irmãos reencontrados com irmãos, e para que a paz reine na Síria ”, disse Marianne, no SAT-7 KIDS.

Segundo ela, o programa infantil cristão tem servido de fonte de esperança e fé em meio a turbulência do Oriente Médio.

“Ensinamos a eles que, apesar de nossa tristeza, podemos lidar com catástrofes expressando nossos medos e enfrentando-os. Podemos levar nossa tristeza a Deus e confiar que Ele é Esperança. Claramente, a Palavra de Deus que foi semeada na vida dos telespectadores os mudou. Ainda está gravado em seus corações”, declarou a apresentadora.

*nome alterado por razões de segurança.

FONTE: rvg, COM INFORMAÇÕES DO GOD REPORTS

domingo, 20 de junho de 2021

Saiba como missionários contrabandearam 1 milhão de Bíblias para a China, há 40 anos O projeto Pérola é comemorado como uma das operações de contrabando de maior sucesso do século 20.

 

O Projeto Pérola, que completa 40 anos no dia 18 de junho, contrabandeou um milhão de Bíblias para a China. (Foto: Portas Abertas)

Em plena Revolução Cultural na China, o fundador da Portas Abertas, conhecido como Irmão André, e vários parceiros, ouviram falar sobre os cristãos chineses que resistiam à forte perseguição do governo. 

Em viagem ao país se surpreenderam com uma imensa rede de milhões de cristãos que eles descreveram como “fortes, fundamentados em princípios, ousados e corajosos”, apesar de perseguidos, contou o Irmão André, que é autor do livro “O Contrabandista de Deus — desafiando os limites da fé”.

Planejamento do Projeto Pérola

Mãe Kwang, uma evangelista chinesa que já tinha passado três vezes pela prisão, e mesmo assim continuava a percorrer o sul do país pregando a Palavra e organizando igrejas domésticas, fez o pedido inicial de 30 mil Bíblias.

E assim, o que ficou conhecido como “Projeto Pérola” começou a ser planejado. E, no dia 18 de junho de 1981, exatamente 1 milhão de Bíblias foram entregues na praia de Shantou, cidade costeira no sul da China, para os cristãos locais, sob a promessa de que fariam a palavra de Deus chegar a todos os cantos do país.

O “Projeto Pérola” levou esse nome porque as Escrituras são “como uma pérola de grande valor”, à qual se referiu Jesus na parábola em Mateus 13.45-46. E como o mercador, os cristãos chineses estavam dispostos a arriscar tudo pela “pérola” que é a palavra de Deus.

Aguardando o tesouro

Naquela noite, mais de 2 mil cristãos chineses aguardavam a chegada das Bíblias à praia, uns para escondê-las, outros para distribuí-las imediatamente. Essa operação exigiu considerável esforço e organização. 

Os participantes tiveram de ser encontrados e informados dos detalhes pessoalmente. Foi um milagre reunir tantas pessoas sem que as autoridades percebessem.

Um rebocador de 30 metros chamado Michael moveu-se pesadamente a uma velocidade de 5 quilômetros por hora. Ele rebocou a barcaça Gabriella (de 40 metros de comprimento), carregada com 232 pacotes à prova de água, de uma tonelada, contendo ao todo um milhão de Bíblias em chinês. 

Os 20 membros da tripulação a bordo do Michael eram dos seguintes países: Filipinas, Austrália, Nova Zelândia, Holanda, Inglaterra, Canadá e Estados Unidos.


Um deles foi Terry Madison, que na foto está agachado do lado direito, de barba. “Antes da viagem, meu trabalho era preparar todo o material para arrecadar os milhões de dólares que precisávamos para a missão — sem poder dizer a ninguém sobre o que estávamos fazendo. Isso foi um desafio”, revelou.

Ele explica que foi complicado levantar tanto dinheiro sem dar nenhuma explicação às pessoas sobre o que seria feito com ele. “Mas nossos apoiadores contribuíram e ainda enviaram presentes para que isso acontecesse”, lembrou. 

Segundo o cristão, participar daquela grande aventura e também do segredo que precisava ser guardado, por questões de segurança, foi um privilégio.

Um contrabando que mudou a vida de cristãos chineses

Os pacotes flutuantes que continham as Escrituras foram rebocados para a praia por pequenos barcos de borracha. A operação, idealizada pelo Irmão André, mudou a vida de muitos cristãos na China.

“À medida que nos aproximávamos cada vez mais, percebemos que isso era realmente sério, poderíamos morrer, ser presos ou nos perder no mar. Tenho certeza que todos nós tínhamos nossos medos e dúvidas sobre o que aconteceria quando chegássemos lá”, revelou Terry que também foi o cozinheiro da tripulação.

Vale lembrar que naquela época, a Igreja na China estava passando por um reavivamento, depois de quase ter sido banida durante a Revolução Cultural. Com a morte de Mao Zedong, em 1976, a situação melhorou um pouco, porém havia escassez de Bíblias.

A Igreja ainda dava sinais de vida e os cristãos começaram a sair das "catacumbas". Mas a religião continuou sendo vista como o ópio do povo e tinha de ser combatida. Os cristãos ainda precisavam ser prudentes e não podiam reunir-se livremente em qualquer lugar. 

Contrabando bem sucedido

A escuridão era total e o mar estava calmo. Essa era a condição ideal para o desembarque dos 232 fardos de Bíblias, que foram jogados ao mar e três barcos menores puxaram rumo à praia.

“Minha lembrança favorita da viagem foi a noite da entrega. Os cristãos chineses nadavam até a água chegar na altura do peito para receber os pacotes”, recordou. “Adoraríamos estar na praia para poder abraçá-los ou falar com eles”, continuou.

“O Senhor estava supervisionando os bastidores e apesar de alguns momentos realmente difíceis, o Senhor estava lá para tudo”, disse Terry. 

Segundo a Portas Abertas, a realização do Projeto Pérola só foi possível porque cristãos de vários países se mobilizaram para levar a palavra de Deus aos cristãos chineses. 

FONTE: rvg, COM INFORMAÇÕES DE PORTAS ABERTAS


sábado, 19 de junho de 2021

A impunidade às agressões a crianças Neste Dia da Criança Africana, entenda as dificuldades enfrentadas pelas crianças perseguidas

 

A adolescente cristã Joy foi sequestrada e forçada a se converter ao islã na Nigéria (foto representativa)

Hoje é celebrado o Dia da Criança Africana. A África é um continente com muitas faces, o que resulta em diversas crenças religiosas. Em países como a Nigéria, muitas crianças e adolescentes cristãos lidam com a perseguição e são vítimas de sequestros, abusos e violência por seguirem a Cristo. 

Joy, uma jovem nigeriana, desapareceu quando todas as escolas do estado de Kaduna foram fechadas como parte dos esforços do governo para limitar a propagação do coronavírus, de acordo com a Fundação Cristã Hausa (Hafco). Joy, uma aluna da escola do governo em Pampaida, não chegou em casa como esperado, fazendo com que a família começasse uma busca por ela.

Enquanto ainda tentavam encontrar Joy, o chefe da aldeia de Rumi, em Ikara, ligou para o irmão da jovem e disse que a adolescente era mantida por Hamza Bello, o imã-chefe de Ikara. Joy também conseguiu enviar uma mensagem de texto para os pais implorando por ajuda porque ela achava que sua vida estava em perigo. Quando os pais chegaram à residência do imã, foram informados de que Joy agora era muçulmana, tinha sido dada a pais muçulmanos e não era mais capaz de viver com cristãos. Apesar dos pais insistirem que Joy fosse devolvida a eles, o imã não a libertou. 

Joy nasceu em uma vila na região de Rogo, no estado de Kano. Quando ela ainda era pequena, seu pai biológico morreu, e o reverendo Markus Ahmadu a acolheu quando ela tinha seis anos. Ele cuidou da educação da jovem desde o ensino fundamental até o ensino médio e finalmente a matriculou na escola secundária em Pampaida. A Hafco diz que Joy é uma das três meninas atualmente detidas contra a própria vontade no Norte da Nigéria e que até agora eles resgataram outras 13 de várias áreas da região mais ampla que caíram em destinos semelhantes. Ninguém foi levado à justiça por esses crimes, afirma a Hafco.

Pedidos de oração

  • Neste Dia da Criança Africana, apresente em oração todas as crianças e adolescentes que enfrentam perseguição, para que o Senhor esteja com eles.
  • Interceda por Joy e pela família, para que Cristo traga esperança e renovo em meio às dificuldades que enfrentam.
  • Clame pela vida daqueles que ainda não conhecem o evangelho na Nigéria, para que o nome de Jesus seja conhecido e transforme a vida das pessoas.
  • FONTE PORTAS ABERTAS.

sexta-feira, 18 de junho de 2021

Sequestrador se arrepende e aceita Jesus após vítima perdoá-lo Mais de 20 anos depois, o sequestrador de Chris Carrier pediu perdão. Em vez de se vingar, a vítima pregou o Evangelho.

 

                        hris Carrier orou por David McAllister, homem que o sequestrou quando era criança. (Foto: Arquivo pessoal)

Aos 10 anos, Chris Carrier foi sequestrado, perfurado com um furador de gelo, baleado na cabeça e deixado para morrer em Everglades, na Flórida (EUA). Mais de vinte anos depois, seu sequestrador pediu perdão — e em vez de se vingar, Chris pregou o Evangelho

Chris compartilhou seu testemunho na terça-feira (15) durante a Reunião Anual da Convenção Batista do Sul em Nashville, no estado americano do Tennessee. 

Numa tarde de dezembro de 1974, Chris desceu do ônibus e foi abordado por um estranho, que pediu sua ajuda com a decoração para a festa de seu pai. Chris entrou no banco do passageiro do trailer de David McAllister, que dirigiu para fora da cidade. 

David então parou o veículo, puxou Chris para o centro do trailer, forçou o garoto a ficar de costas e começou a esfaqueá-lo no peito. “Ele se levantou e disse: ‘Filho, vou te levar para um lugar e vou te deixar lá’”, lembra Chris.  

Eles foram para uma estrada em Everglades, que era localmente conhecida como “Beco do Jacaré”.

O homem forçou Chris a ficar perto de uma árvore e apontou uma arma para a lateral esquerda da cabeça do menino. Essa foi a última coisa que Chris lembrou antes de acordar vários dias depois. 

Ao despertar, Chris ouviu seu pai dizer: “Você foi sequestrado, foi baleado na cabeça e foi deixado para morrer em Everglades, na Flórida. E você ficou desaparecido por seis dias”.

Perdão vindo de Deus

Sobreviver a um trauma tão profundo levou Chris para mais perto de Deus. Cerca de 20 anos depois, ele recebeu uma ligação do chefe de polícia, informando que encontrou o homem que o havia sequestrado na infância.

Questionado pelo policial se gostaria de ficar cara a cara com David, Chris aceitou. “Esta é a definição de constrangedor. O que você diria para o cara que, da última vez que te viu, tentou enfiar uma bala na sua cabeça?”, perguntou. 

                                       Chris Carrier perdoou o homem que quase o matou quando era criança. (Foto: Who's Your One)

Quando Chris conheceu David na casa de repouso onde ele estava sendo cuidado no final de sua vida, ele aproveitou para falar sobre Deus. “Gostaria que você soubesse qual foi realmente a fonte de minha força em tudo isso”, disse Chris, que em seguida orou por David.

Chris ainda acrescentou: “Eu quero que saiba que não há nada entre você e eu, exceto nossa nova amizade. Quero que saiba que te perdoo”.

Embora estivesse cego e fisicamente fraco, David se arrastou na cama do hospital, agarrou sua mão e, em lágrimas, disse: “Me desculpe!” David então orou para entregar sua vida a Cristo. 

Chris lembrou que quando recebeu a ligação da polícia para encontrar o homem que quase o assassinou, ele pensou: ‘Deus, você armou para mim’. Mas o Senhor havia preparado seu coração ao longo dos anos para aquele encontro. 

Quando questionado sobre como foi levar a Jesus o homem que atirou nele, Chris descreveu como “estranho”. “Eram simplesmente dois homens no constrangimento do nosso reencontro e nova amizade, buscando a graça e a presença de Deus naquela sala”, disse ele. 

FONTE: rvg, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN POST

quinta-feira, 17 de junho de 2021

Muçulmana se converte após escutar a voz audível de Jesus: “Ele falou comigo” Insatisfeita com o Islã, Hedieh Mirahmadi fez uma oração em seu quarto e escutou a voz de Jesus.

 

                            Hedieh Mirahmadi teve a vida transformada após um encontro com Jesus. (Foto: CBN News)

Essa deveria ser a punição de Hedieh Mirahmadi por toda a eternidade: ser pendurada em seu cabelo no fogo do inferno. Qual foi seu pecado? Ter removido a cobertura de sua cabeça.

Mas hoje, depois de 22 anos no Islã, Hedieh não tem mais medo de seu destino eterno — sua salvação foi garantida por meio de Jesus.

Os pais de Hedieh emigraram do Irã para os Estados Unidos em busca do sonho americano. Ela foi criada em meio ao luxo de Beverly Hills, mas nada foi capaz de preencher seu vazio.

Quando entrou para a Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), Hedieh foi incentivada por seus pais e seu namorado a se aprofundar no Islã. Ela chegou a visitar uma mesquita, mas ficou assustada com sua ideologia extremista.

“Eles tinham todos esses princípios sobre política e como seria transformar a América em uma nação muçulmana — e muito, muito antissemita. E pensei comigo mesmo: 'Se isso é religião, não quero ter nada a ver com isso’”, disse à CBN News.

Após a faculdade de Direito, Hedieh passou a trabalhar para o FBI, produzindo relatórios sobre o extremismo muçulmano, cooperando com o governo no combate ao terrorismo. Enquanto isso, ela passou a frequentar comunidades muçulmanas que pregavam mensagens pacíficas.

“Era natural para mim estar no Islã e nessas comunidades, estudá-los e trabalhar contra o extremismo ao mesmo tempo. Eu realmente sentia que estava contribuindo para meu país e para minha fé”, afirma.

                                        Hedieh Mirahmadi trabalhou para agências governamentais nos EUA. (Foto: CBN News)

Mais tarde, Hedieh se casou e teve uma filha. Por anos, ela manteve uma obediência estrita à lei islâmica, que era motivada pelo medo. “No Islã, Deus não é um pai. Deus é o juiz supremo”, explica.

Certo dia, após 22 anos no Islã, Hedieh tirou o véu. Por causa disso, os imãs (líderes islâmicos) disseram que sua condenação eterna estava garantida. “Eles me disseram que eu iria ficar pendurada no meu cabelo por uma eternidade, no fogo do inferno, porque eu tirei a cobertura da minha cabeça”, lembra. 

Voz que mudou seu destino

Sentindo-se perdida e condenada, Hedieh decidiu deixar o Islã, mesmo ansiando por ter Deus em sua vida. Até que, na internet, ela se deparou com uma pregação na qual o pastor falava sobre um relacionamento íntimo com Deus, por meio de Jesus.

Hedieh ficou emocionada, mas também confusa. Logo depois, ela fez uma oração desesperada: “Eu estava de joelhos. Eu estava na forma de oração ritual do Islã, com minha cabeça no chão, chorando e dizendo: ‘Você pode se revelar a mim? Porque estou totalmente confusa sobre quem você é’”.

“E foi em uma dessas orações, em meu quarto, que ouvi audivelmente a voz de Cristo e Ele disse: ‘Hedieh, sou Eu’. Foi extraordinário. Até hoje eu posso te contar como se tivesse acontecido ontem. Eu soube, daquele momento em diante, que nunca mais seria a mesma”, afirma.

Hedieh continuou assistindo os vídeos do pastor e começou a ler a Bíblia, mesmo sozinha. “A Bíblia ganhou vida como o Alcorão nunca ganhou. Eu conseguia ouvir Deus falando comigo e sabia que Ele estava falando diretamente comigo, porque Ele estava mostrando por quê o Alcorão não estava correto e porque Sua Palavra na Bíblia era verdadeira”, conta. 

                                   Hedieh Mirahmadi teve a vida transformada após um encontro com Jesus. (Foto: CBN News)

“Eu cheguei a um ponto em que eu tinha que aceitar que Jesus é o Senhor. Eu tinha que aceitar que Ele me salvou. E eu estava orando um dia e senti o Senhor me dizer: ‘Filha, você não precisa mais ter medo’”, acrescenta.

Hedieh foi batizada na igreja a que ela assistia na internet. Hoje, ela tem um relacionamento com Deus que nunca pensou ser possível. “Ele está comigo o tempo todo”, testemunha.

A ex-muçulmana quer usar sua história para alcançar outras pessoas. “Às vezes eu pergunto a Ele por que tive que passar por certas coisas. Ele usou todo o meu passado para fazer isso e não teria sido possível há 25 anos. Não teria sido possível, com aquela garota em Beverly Hills, fazer o que Ele está me chamando para fazer agora. E assim estarei para sempre aos Seus pés”, finaliza.

FONTE: RVG, COM INFORMAÇÕES DA CBN NEWS

quarta-feira, 16 de junho de 2021

A Bíblia diz que a ciência se multiplicaria no fim dos tempos? Teólogos comentam Daniel 12 Muitos perguntam se o aumento do conhecimento ou a multiplicação da ciência é um sinal para o fim dos tempos. Veja o que especialistas dizem sobre as profecias do livro de Daniel.

Luiz Sayão, Rodrigo Silva e Lamartine Posella falam sobre o texto de Daniel 12.4 sobre o aumento do conhecimento
(Foto: Montagem/Guiame)

Biblicamente falando, muitos especialistas dizem que um dos textos que apontam para o “fim dos tempos” está no livro de Daniel que diz que haverá o “aumento do conhecimento” ou a “multiplicação da ciência”, dependendo da versão. 

“Mas você, Daniel, feche com um selo as palavras do livro até o tempo do fim. Muitos irão ali e acolá para aumentarem o conhecimento.” (Daniel 12.4/NVI)

Nem todos os teólogos concordam que essa profecia esteja relacionada ao crescimento acelerado da informação e da tecnologia do século atual.

Texto dentro do contexto

De acordo com o pastor e hebraísta Luiz Sayão, “no contexto do capítulo 12 vemos que as palavras reveladas estão em foco no livro. Portanto, o ‘conhecimento’ em vista tem a ver com o ‘entendimento’ do que Daniel recebeu de Deus. Tem a ver com o livro selado até o tempo do fim. Não tem a ver com ciência como muitos imaginam”, esclareceu ao Guiame.

“Muitos entendem que o texto fala do progresso científico. Os exegetas, contudo, alertam que o sentido primário do texto é sobre o conhecimento em relação ao próprio livro de Daniel. Qualquer compreensão textual que vai além do esclarecimento prometido acerca do próprio livro seria homilético e secundário”, também respondeu ao Guiame  o teólogo e arqueólogo, Rodrigo Silva.

Crescimento exponencial da tecnologia

Para o pastor e escritor Lamartine Posella, o crescimento exponencial da tecnologia, que é fundamental para que o mundo todo esteja conectado, é uma revelação do livro de Daniel. 

“Eu acredito que as palavras do livro de Daniel que dizem que “muitos correrão de uma parte para outra e a ciência se multiplicará” foi uma revelação do anjo ao profeta, mostrando que no tempo do fim haveria muita velocidade no mundo”, explicou.


“Não é o que estamos vivendo hoje? Nos tempos de Daniel o mundo não havia sido descoberto, mas hoje, podemos atravessar o oceano em algumas horas. E o saber está se multiplicando”, disse.

Em outro vídeo publicado em seu canal no YouTube, Lamartine dá mais detalhes sobre o avanço atual da tecnologia citando o 5G, inteligência artificial, robótica e a utilização de microchips no cérebro humano [neuralink].

A democratização da ciência e da informação

O pastor explica que é necessário a unificação da mentalidade, não apenas para o acesso à informação, mas principalmente para o controle mundial. 

“Hoje em dia, o mundo inteiro gosta dos mesmos cantores, artistas e filmes. A mentalidade que o mundo está adquirindo é a do anticristo”, disse ao se referir ao movimento do liberalismo contra Deus.

Lamartine também cita que as pessoas estão em busca do oculto, da feitiçaria e da quebra de todos os padrões morais, éticos e espirituais. Enquanto outros estão em busca do conhecimento da palavra de Deus.

“Dizer que ‘o saber ou a ciência se multiplicará’ quer dizer que o conhecimento seria exponencial. Antigamente, o conhecimento era dobrado de uma geração para outra, hoje, o volume de conhecimento é dobrado a cada quatro ou cinco anos. Na verdade, é isso o que o anjo revela a Daniel, sobre o conhecimento e a velocidade”, detalhou ao Guiame e finalizou com mais um versículo.

“Aqueles que são sábios reluzirão como o brilho do céu, e aqueles que conduzem muitos à justiça serão como as estrelas, para todo o sempre.” (Daniel 12.3)

FONTE: GUIAME, CRIS BELONI


terça-feira, 15 de junho de 2021

Mãe de Jonathan e Rebeca Nemer está acordada e livre da Covid-19: “O milagre começou” Há cerca de um mês na área branca, Sara Nemer superou a Covid-19, superbactéria e dois choques sépticos. Agora está em reabilitação para recuperar o pulmão e ser retirada do ventilador mecânico.

 

            Sara Nemer superou a Covid-19, superbactéria e dois choques sépticos e está em reabilitação. (Foto: Reprodução/Instagram).

Sara Nemer, mãe de Jonathan e Rebeca Nemer, saiu da UTI Covid e está em reabilitação, depois de superar a infecção do coronavírus, de uma superbactéria e dois choques sépticos. 

Em post em sua conta no Instagram neste domingo (13), o humorista cristão Jonathan Nemer afirmou que Sara está acordada, lúcida e fazendo reabilitação pulmonar para fazer o desmame do ventilador mecânico e poder receber alta. 

“O milagre já começou, o pior eu creio, em nome de Jesus, já passou, mas ainda precisamos do agir de Deus nessa reta final”, disse Nemer.

Há cerca de 1 mês na área branca, Sara tem recebido a visita da família, mas ainda não consegue falar e gesticular, devido ao ventilador mecânico e ao enfraquecimento muscular. Segundo o filho Jonathan, ela ainda está fraca porque perdeu muita massa muscular devido ao grande comprometimento pulmonar que teve.

Em outro post anterior em seu Instagram, Nemer comentou da admiração das pessoas com a resistência de sua mãe. “É incrível como as pessoas falam: ‘Jonathan, sua mãe é muito forte’. Na hora eu penso: minha mãe é sedentária, não tem uma alimentação muito saudável, ela não é tão forte. Mas o Deus que está nela e agindo nela, é! Ele é muito forte! Ele tem fortalecido minha mãe dia após dia”, testemunhou.

#saipraforaSara

Sara Nemer foi internada com Covid-19 no Hospital Unimar no dia 9 de abril e dois dias depois precisou ser transferida para a UTI, após desenvolver pneumonia. Os filhos, Jonathan e Rebeca, pediram orações nas redes sociais e uma grande corrente de oração se formou por Sara em todo o Brasil.

No dia 13 de abril, Jonathan Nemer afirmou nos stories de sua conta no Instagram que o quadro clínico da mãe estava estável e que não foi preciso intubá-la. Porém, no dia 16 de abril, a situação se agravou e Sara precisou ser intubada. Na ocasião, Jonathan declarou que tinha escolhido confiar ao invés de se desesperar, em vídeo no seu canal no YouTube.

Em 15 de maio, Jonathan informou que a mãe havia contraído uma superbactéria na UTI e que, segundo os médicos, ela teria 72h para responder ao tratamento com antibióticos. Passados alguns dias, Sara respondeu a medicação e a infecção foi controlada.

Mas, no dia 21 de maio, seu pulmão teve um grave comprometimento e sua saturação de oxigênio ficou muito baixa. A equipe médica informou a família que o quadro de Sara era irreversível. 

Apesar das diversas complicações no seu quadro, Sara começou a apresentar melhoras nas últimas semanas. O pulmão, o coração e os rins, que foram comprometidos pelo agravamento da Covid-19, foram recuperados. 

Jonathan explicou que, agora, Sara precisa ter um aumento na saturação para não depender mais da ventilação mecânica e está recuperando a musculatura através da fisioterapia.

FONTE: GUIAME, CÁSSIA DE OLIVEIRA

segunda-feira, 14 de junho de 2021

Após 12 anos de Netanyahu no poder, novo premiê de Israel une direita, esquerda e árabes Naftali Bennett é o novo primeiro-ministro de Israel, após 12 anos de Benjamin Netanyahu no poder.

 

                    Benjamin Netanyahu e Naftali Bennett apertam as mãos após votação no Knesset. (Foto: Reuters/Ronen Zvulun)

O governo de 12 anos de Benjamin Netanyahu como primeiro-ministro de Israel terminou no domingo (13), quando o parlamento aprovou um novo governo liderado por Naftali Bennett, um judeu ortodoxo de 49 anos e milionário da indústria high-tech.

Com uma margem mínima de vitória, somando apenas 60 votos a 59, a vitória de Bennett coloca fim a um impasse eleitoral em Israel, após quatro eleições inconclusivas em dois anos.

O acordo político formado no parlamento israelense coloca Bennett à frente de uma coalizão que inclui partidos de direita, esquerda e árabes, unidos por seu desejo de tirar Netanyahu do poder.

Netanyahu, de 71 anos, criticou o novo governo  até o momento em que Bennett foi confirmado no Knesset no domingo.

“Lutarei diariamente contra este terrível e perigoso governo de esquerda para derrubá-lo”, disse Netanyahu em um longo discurso no plenário do Knesset. “Com a ajuda de Deus, vai acontecer muito mais cedo do que vocês pensam.”

No entanto, Netanyahu apertou a mão de Bennet após a votação.

O novo governo planeja evitar movimentos radicais em questões internacionais urgentes, como políticas para os palestinos, e se concentrar em reformas domésticas.

Os palestinos preveem que Bennett — um ex-chefe da Defesa israelense que apoia a anexação de partes da Cisjordânia — seguiria a mesma agenda de direita do líder do partido Likud, de Netanyahu.

Segundo o acordo de coalizão, Bennett será substituído como primeiro-ministro em 2023 pelo centrista Yair Lapid, 57 anos, um ex-apresentador de televisão popular em Israel.

A ascensão de Bennett ao cargo de primeiro-ministro surpreendeu o cenário político, já que seu partido de extrema direita, Yamina, conquistou apenas 6 dos 120 assentos do parlamento na última eleição.

                                     Netanyahu em discurso no Knesset em Jerusalém, em 13 de junho de 2021. (Foto: AP/Ariel Schali22)

Segundo a CNN Brasil, o presidente Jair Bolsonaro pretende entrar em contato nos próximos dias com Bennett, na tentativa de manter a aliança estratégica entre Brasil e Israel.

Bolsonaro demonstrou disposição em entrar em contato com o novo premiê israelense para parabenizar a sua vitória, informaram integrantes do Palácio do Itamaraty neste domingo (13).

Relação EUA e Israel

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, parabenizou Bennett e Lapid, dizendo que esperava fortalecer o relacionamento “próximo e duradouro” entre os dois países.

“Meu governo está totalmente comprometido em trabalhar com o novo governo israelense para promover a segurança, estabilidade e paz para israelenses, palestinos e pessoas em toda a região”, disse Biden em um comunicado.

Netanyahu foi o líder mais antigo de Israel, servindo como primeiro-ministro desde 2009, após um primeiro mandato de 1996 a 1999, tornando-se o rosto de Israel no cenário internacional.

Seguindo o apelo de Netanyahu, Bennett pediu que os EUA não retornem ao pacto nuclear de 2015 entre o Irã e as potências mundiais, um acordo revogado pelo antecessor de Biden, Donald Trump.

“A renovação do acordo nuclear com o Irã é um erro, que daria novamente legitimidade a um dos regimes mais sombrios e violentos do mundo”, disse Bennett ao parlamento. “Israel não permitirá que o Irã seja equipado com armas nucleares.”

Agradecendo a Biden por seus “anos de compromisso com a segurança de Israel” e por “apoiar Israel” durante os combates com militantes do Hamas em Gaza no mês passado, Bennett disse que seu governo buscará boas relações com os democratas e republicanos dos EUA.

FONTE: rvg, COM INFORMAÇÕES DA REUTERS, CNN E TIMES OF ISRAEL

domingo, 13 de junho de 2021

Pastor José Wellington recebe alta do hospital após internação por Covid-19 O líder da Assembleia de Deus no estado de SP passou 28 dias internado.

 

                                                O líder da AD passou 28 dias internado com Covid-19. (Foto: CGADB).

Nesta quinta-feira (10), o pastor José Wellington Bezerra da Costa, presidente de honra da Assembleia de Deus, recebeu alta do hospital, após 28 dias internado. O anúncio foi feito pelo filho do pastor, José Wellington Junior, nas redes sociais da CGADB (Convenção Geral das Assembleias de Deus do Brasil). 

“Graças ao nosso Deus, nosso presidente de honra venceu a Covid-19 e está em casa. Rendemos ao Senhor Jesus a nossa gratidão por mais esse milagre, Glória a Deus”, declarou o pastor José Wellington Junior. O filho agradeceu as orações e o apoio dos líderes e membros da denominação.

O pastor José Wellington Bezerra da Costa, de 86 anos, foi internado por complicações da Covid-19 em 14 de maio. Logo depois, no dia 19 de maio, o líder recebeu alta da UTI e foi transferido para o quarto. 

José Wellington Bezerra foi presidente da CGADB por quase duas décadas, se consagrando como um dos maiores líderes da Assembleia de Deus dos dias atuais. Atualmente, ele é pastor presidente da AD no estado de SP. A Assembleia de Deus é a maior denominação evangélica do Brasil com 6 milhões de fiéis em 283 mil igrejas pelo país.

FONTE:RVG,COM INFORMAÇOES- GUIAME

sábado, 12 de junho de 2021

Igreja no Vietnã é processada por “espalhar” COVID-19 As autoridades acreditam que os cultos aumentaram o contágio

 

 Líderes cristãos e seguidores de Jesus estão sendo ameaçados pela população e pelas autoridades (foto                                                                                  representativa)

Uma nova onda de COVID-19 tem afetado a população do Vietnã e, na parte norte do país, centenas de casos são registrados todos os dias, enquanto a cidade de Ho Chi Minh (HCMC) está em bloqueio total. Mas os cristãos, especialmente aqueles provenientes da sede da Missão Rekklesia (REM), estão mais angustiados com essa nova onda. 

Em 26 de maio, um casal que visitou o centro REM testou positivo para COVID-19. Em 1º de junho, as autoridades identificaram outros 211 casos positivos ligados à REM, que dizem ter se espalhado para outras sete províncias que afetam milhares de outros moradores. Esse surto levou as autoridades a fecharem HCMC, a maior cidade do Vietnã, e outras áreas para evitar a propagação da doença.

As autoridades proibiram reuniões de mais de 20 pessoas no país. O líder da REM disse que apenas sete pessoas estavam presentes na igreja quando o casal visitou. Apesar disso, em 30 de maio, o registro da REM foi “temporariamente suspenso” e a missão foi processada por “espalhar doenças infecciosas perigosas para as pessoas”. De acordo com o vice-ministro de Assuntos Internos, a REM sofreria penas muito rígidas se fossem encontradas violações graves.

Esse aumento de casos de COVID-19 despertou ódio contra os membros da REM entre a população. Um parceiro local da Portas Abertas disse que a família do líder da REM tem recebido ameaças e maldições, e os membros da igreja também são maltratados nas enfermarias de isolamento. Relatos falsos e comentários odiosos de que a REM é maligna, bem como contra a população cristã geral do Vietnã, estão circulando nas mídias sociais. (Essa notícia continua). 

Fortaleça cristãos no Vietnã

Ser cristão no Vietnã é tornar-se inimigo da família, das autoridades e da comunidade. No país, o cristianismo é visto como uma ameaça à ordem nacional pelas autoridades e como uma religião estrangeira pela população. Por isso, nossos irmãos precisam de apoio. Sua doação ajuda a manter o projeto realizado por meio de parceiros locais no Vietnã em que cristãos recebem treinamento, discipulado, material cristão e ajuda socioeconômica. 

FONTE PORTAS ABERTA.


sexta-feira, 11 de junho de 2021

População cristã pode desaparecer completamente na Síria, alertam organizações Pelo menos 124 ataques foram documentados contra locais de culto cristãos pelos principais partidos na Síria entre março de 2011 e setembro de 2019.

 Mulheres caminham em um bairro fortemente danificado por ataques aéreos em Idlib, Síria, em 12 de março de 2020. (Foto: Felipe Dana / AP)

Por mais de uma década, a Síria foi dilacerada por balas e bombas, divisões e destruição. Embora a ameaça aos cristãos do vizinho Iraque tenha atraído muita atenção internacional, pouco se fala sobre seu lento apagamento no berço da civilização síria.

A população da comunidade cristã da Síria oscilou desde que o país conquistou sua independência da França em 1946. Até o final dos anos 1960, os cristãos representavam cerca de 30% da população. Quando a guerra estourou em meio à Primavera Árabe de 2011, esse número havia caído para dez por cento.

O número de cristãos caiu de 2,2 milhões antes da guerra para menos de 677.000 agora, de acordo com o Índice de Perseguição de Cristãos em Países no Mundo, publicado pela ONG Portas Abertas.

“O regime não é um protetor das minorias. Eles estão usando isso apenas para negociar, trazer ajuda e manipular o Ocidente - especialmente os cristãos conservadores”, insistiu Ayman Abdul Nour, um desertor sírio, economista e presidente da organização sem fins lucrativos Syrian Christians for Peace.

                 Membros da família de refugiados sírios sobreviventes detêm 
perto um do outro. (Foto: Reprodução / Christian Aid Mission)

Nour diz que no “início da guerra, muitos cristãos eram pró-Assad. Mas depois de cerca de quatro ou cinco anos, eles perceberam que ele não irá protegê-los”

Ele estima que os cristãos agora representam menos de 5% da população síria, caindo de cerca de 900.000 antes do conflito para menos de 400.000 hoje.

A Síria e a Bíblia

A Síria confere um lugar especial nos textos bíblicos. A “Estrada para Damasco” é o local onde o apóstolo Paulo se converteu ao cristianismo na jornada de Jerusalém e em vilas como Ma'loula - um santuário antigo cavado em um penhasco no topo da montanha onde os residentes ainda falam aramaico, a língua de Jesus.

Mas a rica história corre o risco de se desfazer. Uma vez considerada um refúgio da turbulência, muitas igrejas antigas foram destruídas ou deixadas em perigo.

No mês passado, Bashar al-Assad declarou-se – para grande destituição da comunidade internacional – o vencedor de um quarto mandato presidencial, seguindo os passos de seu pai Hafez Assad, que presidiu por quase trinta anos. A "vitória" levou uma onda de legalistas - incluindo vários membros da comunidade ortodoxa grega da Síria - a tomar as ruas em comemoração.

No entanto, para os muitos sírios-cristãos sitiados que escaparam da guerra, isso significa que há pouca esperança de retornar tão cedo. O mandato de Assad também foi repleto de complicadas lealdades para os cristãos, visto que Damasco se orgulha de ser um protetor da minoria cristã.

A posição pública de Assad como defensor cristão é reforçada pela noção de que ele também é uma minoria, pertencente à seita islâmica xiita conhecida como os alauitas. Este grupo representa cerca de dezessete por cento da população. Os muçulmanos sunitas são a maioria, respondendo por cerca de 74% da população cada vez menor.

Ao iluminar a ameaça da multidão de grupos terroristas extremistas e linha-dura operando em solo sírio, o presidente se retrata como algo protetor da comunidade cristã. Essa posição foi ampliada ainda mais pela ascensão do ISIS em grandes áreas do país, há cerca de oito anos. A Rússia, aliada de Assad, também reforçou seu papel como suposta protetora do cristianismo,

“Muitos cristãos sírios apoiam Assad porque acreditam que ele é apenas a opção mais segura, que a alternativa são os islâmicos e isso seria pior para os cristãos. Outros consideram o sistema que Assad mantinha manipulador, que prometia falsas proteções”, explicou Claire Evans, gerente regional para o Oriente Médio da International Christian Concern.

“No final das contas, os cristãos sírios são colocados em uma posição muito difícil. Tudo o que eles acreditam politicamente, eles serão penalizados por alguém. É uma questão de ter que fazer a escolha pessoal de quem eu quero / preciso de proteção; portanto, é um sistema injusto desde o início”, afirma.

Direitos humanos

Os ativistas de direitos humanos sírios destacam que as vidas da vasta maioria dos cristãos foram reviradas devido ao regime de Assad, e não devido a grupos terroristas.

Um relatório da Rede Síria de Direitos Humanos (SNHR) de 2019, intitulado “Visar locais de culto cristãos na Síria é uma ameaça ao patrimônio mundial”, afirmou que o governo “é o principal responsável por 61% da segmentação de locais de culto cristãos na Síria.”

Pelo menos 124 ataques foram documentados contra locais de culto cristãos pelos principais partidos na Síria entre março de 2011 e setembro de 2019. Setenta e cinco deles foram nas mãos das forças do regime sírio, dez nas mãos do ISIS, enquanto Hayat Tahrir al- Sham (ligado à Al Qaeda) foi responsável por outros dois ataques.

Um cristão sírio em Igreja destruída pelo grupo do Estado Islâmico, na vila de Tal Nasri, ao sul de Tal Tamr, em 2019. (Foto: Reprodução / AFP)

“Visar locais de culto cristãos é uma forma de intimidação contra a minoria cristã na Síria e um meio de deslocá-los”, indicou o relatório, destacando ainda que a liderança de Damasco “é indiferente aos danos que isso causa ao estado sírio, incluindo a história milenar da nação e a herança civilizacional que passou pela Síria ao longo dos tempos, lugares de culto.”

“Aqueles que ainda apoiam o fazem principalmente por medo”, enfatizou Fadel Abdul Ghany, fundador e presidente do SNHR. “Não há atmosfera de liberdade.”

Outros defensores dos direitos humanos também apontam que os cristãos certamente não estão isentos do mesmo destino que recai sobre qualquer outro sírio que irrita o governo - e também estão rotineiramente sujeitos a prisão arbitrária, desaparecimento forçado e pegos no fogo cruzado do conflito.

Agora amplificando sua situação estão as condições precárias que agora permeiam as parcelas ocupadas por curdos e forças opostas apoiadas pela Turquia.

Deslocamentos

Os combates constantes no Nordeste fizeram com que as igrejas e aldeias ocupadas por cristãos se tornassem mais uma causa de deslocamento. Além disso, a piora das condições econômicas e da pobreza induzida pela pandemia do coronavírus tornou a situação insuportável para os sírios - levando ainda mais aqueles que aguentaram tanto tempo a escapar.

“Temos vários casos de perseguição nas áreas curdas onde casas cristãs foram confiscadas ou onde grupos curdos os alvejaram violentamente. Em alguns casos, os grupos curdos se retiraram de forma que os terroristas atacaram os cristãos. Depois que os cristãos foram expulsos, os grupos curdos retornaram e assumiram o controle”, afirmou Evans. “Muitas dessas famílias estão vivendo em condições deploráveis, sem esperança ou desejo de voltar para casa nas circunstâncias atuais.”

Resta saber quão baixo os números cairão nos próximos meses e anos e que papel os Estados Unidos desempenharão na preservação do cristianismo em seu lar ancestral.

“As armas silenciaram. A guerra acabou. No entanto, a crise econômica aumentou, até mesmo por causa das sanções internacionais, especialmente americanas, que estão atingindo fortemente a Síria. Como sempre, esses tipos de sanções atingem a população primeiro, antes de atingir os líderes”, prometeu Benjamin Blanchard, diretor da SOS Chrétiens d'Orient, com sede na Síria. “As sanções estão impulsionando a imigração de sírios, principalmente cristãos, já que, em qualquer crise, as minorias são as mais frágeis, as mais sensíveis. São eles que mais saem, continuando a imigrar. Este é um problema enorme."

FONTE: rvg, COM INFORMAÇÕES DO NATIONAL INTEREST

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Pastor realiza sonho de conquistar diploma do ensino médio aos 99 anos Apesar de ter sido alfabetizado e ter escrito 8 livros, o pastor Jack Hetzel ainda queria ter em suas mãos o diploma do ensino médio.

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