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JOÃO 3:16

Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. João 3:16

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terça-feira, 30 de março de 2021

Médica canta louvor para pacientes com Covid-19: “Se você desistiu, Deus não vai desistir” Com um violão nas mãos, a médica Brunna Falluh cantou a música “Raridade” em frente aos leitos dos pacientes da UTI.

                         Médica Brunna Falluh toca para pacientes na UTI em hospital de São Paulo. (Foto: Divulgação)

“Você é um espelho que reflete a imagem do Senhor. Não chore se o mundo ainda não o notou. Já é o bastante Deus reconhecer o seu valor”. Com as palavras da música “Raridade”, uma médica levou fé aos pacientes com Covid-19 internados na UTI do Hospital M'Boi Mirim, em São Paulo.

Com um violão nas mãos, a médica Brunna Falluh cantou a música de Anderson Freire enquanto caminhava em frente aos leitos dos pacientes, a maior parte intubados. O momento foi filmado e viralizou nas redes sociais, chegando a registrar, até a manhã deste domingo (28), mais de 1,4 milhão de visualizações.

“Eu não queria que os pacientes se sentissem sozinhos. Queria que eles escutassem uma sinfonia que não fosse a dos aparelhos”, disse ao G1 a médica de Taubaté (SP), que faz residência no M'Boi Mirim há cerca de um mês.

Em sua conta no Instagram, Brunna, que também ministra louvor na igreja, mencionou um texto bíblico na legenda do vídeo: “Disse Jesus: ‘Eu sou a luz do mundo’. A Deus toda honra e glória”.

Brunna atualmente faz parte da equipe de cuidados paliativos, realizados para reduzir o sofrimento do paciente, quando o tratamento já não funciona e não há possibilidade de cura. 

“Buscamos soluções para momentos em que não há solução. Ficamos ao lado deles pela família, que não está ali”, explica a médica.

O M'Boi Mirim, administrado pelo Albert Einstein, tem quatro alas intensivas e se tornou referência no atendimento a pacientes com Covid-19. Na linha de frente contra a doença, os profissionais da saúde são marcados pela batalha diária dos pacientes.

Brunna lembra do dia em que testemunhou uma ligação de despedida para a família. “Com a doença, a família não tem acesso ao paciente e a saída são as chamadas que mantemos com as famílias. Nesse caso, [a paciente] estava muito frágil e toda família se reuniu para dizer palavras de carinho e lembrar o legado dela. Minutos depois que desligamos ela faleceu. Todos nos emocionamos muito e aquilo me marcou”, conta.

O vídeo que viralizou, segundo a médica, é apenas parte do que ela vê todos os dias no hospital. “Todos os dias nossa missão é ser mais humano, mais próximo em um esforço incansável por aqueles que estão ali”, destaca.

FONTE: rvg, COM INFORMAÇÕES DO G1

segunda-feira, 29 de março de 2021

Podemos esperar um avivamento em meio à pandemia? Hernandes Dias Lopes acredita que sim O pastor lembra que o avivamento profetizado por Joel já aconteceu várias vezes e em vários lugares ao longo da história da Igreja.

 

                                         Hernandes Dias Lopes pregando o Evangelho. (Foto: Comunidade da Graça)

Em entrevista ao Guiame, o pastor e conferencista Hernandes Dias Lopes, reconhecido por sua seriedade no ensino das Escrituras Sagradas, disse que a atual pandemia é um dos sinais do fim dos tempos. 

“No sermão profético, Jesus Cristo falou dos sinais que antecederiam sua segunda vinda. Dentre os vários sinais, como apostasia, engano religioso, guerras e terremotos, ele também falou das epidemias”, iniciou.

Hernandes destaca que, mais que uma epidemia, vivemos hoje uma pandemia. A proporção é global. “Nós já tivemos outras epidemias graves na história, como a peste negra na Europa e a febre espanhola, no começo do século 20, mas essa é diferente das demais. Talvez com menor letalidade, mas com maior abrangência, porque nenhum lugar da terra ficou sem ser afetado pela pandemia”, lembrou.

O pastor citou também as consequências da pandemia, entre elas a grave crise na saúde pública e a grave crise financeira dos países, que produziu uma espécie de recessão econômica no mundo inteiro. “Certamente, essa doença é sim um sinal da segunda vinda de Cristo, pois está dentro do que ele mencionou em seu sermão”, frisou.

Os sinais são progressivos

O pastor explicou que os sinais sempre estiveram presentes. “Mas na medida em que o tempo avança para o fim — e falando de fim como um dia específico da segunda vinda de Cristo, os sinais vão se intensificando”, explicou.

Hernandes esclarece esse pensamento apontando para a maior quantidade de terremotos na atualidade, em comparação com os séculos anteriores. O mesmo para as guerras, esfriamento do amor, aumento da iniquidade e apostasia.

Para ele, tudo isso faz parte das evidências de que breve Jesus voltará. Os selos estão se abrindo ao longo da história, desde a primeira vinda de Cristo. “Não quer dizer que, se algumas coisas aconteceram no passado, não acontecerão mais. A história é dinâmica”, esclareceu.

A atual pandemia está enfraquecendo ou fortalecendo as pessoas?

Conforme Hernandes, a pandemia trouxe consequências gravíssimas e não podemos ser insensíveis nesse ponto. “Há muitas famílias enlutadas, muitos irmãos nossos que partiram deixando saudade, e talvez alguns em situação difícil financeiramente. Muitos estão desempregados, há luto pelo mundo afora”, descreveu.

Muitos desanimam e muitos se fortalecem durante o caos, isso porque, segundo o pastor, há um ambiente propício para uma reflexão mais profunda acerca da vida. “Eu diria que o mesmo sol que endurece o barro, amolece a cera. A uns, uma pandemia dessa quebranta e a outros endurece. Só Deus pode discernir completamente todas essas coisas”, pontuou.

O que mexe com a estrutura das pessoas, segundo o teólogo, pode ser a falta de respostas em meio à tragédia. “O dinheiro não resolveu, pois estamos vendo os ricos morrendo, assim como os pobres. A Ciência não resolveu, pois cientistas e médicos também estão morrendo. A política também não resolveu, é curioso ver que os países considerados potências foram os mais assolados por essa pandemia”, observou.

O desafio é maior do que se imaginava. “As vacinas estão aí, mas podem surgir novas cepas que vão desafiar os novos conhecimentos e as novas tecnologias”, resumiu. 

                                           Hernandes Dias Lopes pregando o Evangelho. (Foto: Comunidade da Graça)

Deus está no controle

“Por mais terrível que seja a cena, devemos entender que Deus não é pego de surpresa, Ele não está em apuros e não perdeu o controle. Deus é soberano, está no trono e governa a história. A história não é um caminhão sem freio, ladeira abaixo. A história caminha para um fim, para uma consumação”, ponderou.

Enfatizando que “a vitória é de Cristo e da sua Igreja”, o pastor crê que “Jesus voltará e colocará todos os seus inimigos debaixo dos seus pés e entregará o Reino a Deus e Pai, para que Ele seja tudo em todos”, reforçou.

Por esse motivo, Hernandes exorta os cristãos para que não vivam desesperados e sem certeza, convicção ou esperança. “Nós temos plena segurança de que não importa o que vem pela frente — Deus continua sendo Deus e nós continuaremos sendo seu povo em total segurança, debaixo de suas asas onipotentes”, continuou.

“Cabe a nós, nos humilhar debaixo da poderosa mão de Deus, para que Ele nos envie o seu socorro e traga uma solução deste problema que aflige a humanidade. Precisamos depender mais de Deus do que dos homens, porque quando o socorro dos homens é falho, precisamos dizer como o salmista: Levanto os meus olhos para os montes e pergunto: De onde me vem o socorro? O meu socorro vem do Senhor, que fez os céus e a terra (Salmos 121.1,2), citou.

“Deus não é pego de surpresa. Ele não está em apuros e não perdeu o controle. Deus é soberano, está no trono e governa a história.”
— Hernandes Dias Lopes

Podemos esperar um avivamento em meio à pandemia?

"E, depois disso, derramarei do meu Espírito sobre todos os povos. Os seus filhos e as suas filhas profetizarão, os velhos terão sonhos, os jovens terão visões. Até sobre os servos e as servas derramarei do meu Espírito naqueles dias.” (Joel 2.28,29)

Mesmo com as evidências do cumprimento da profecia de Joel em Pentecostes (Atos 2), muitos afirmam que ela voltará a acontecer no final dos tempos. É correto pensar assim?

“Sim. Podemos e devemos preparar o caminho do Senhor para que Ele se manifeste e haja outro avivamento. Quando o Espírito Santo foi derramado [Pentecostes], as pessoas olharam com ceticismo,  preconceito e zombaria, dizendo que os cristãos estavam embriagados. Pedro se levantou e disse que o que estava acontecendo era o que o profeta Joel havia profetizado”, respondeu e apontou para um texto relevante que faz parte desse cenário. 

“Arrependam-se, e cada um de vocês seja batizado em nome de Jesus Cristo, para perdão dos seus pecados, e receberão o dom do Espírito Santo. Pois a promessa é para vocês, para os seus filhos e para todos os que estão longe, para todos quantos o Senhor, o nosso Deus chamar.” (Atos 2.38,39)

O teólogo explica que aquela foi a vinda definitiva e histórica do Espírito Santo para estar com a Igreja. “Mas já vimos outros avivamentos no decorrer da história, como aconteceu na Reforma [Protestante], na Inglaterra e País de Gales no século 18,  nos Estados Unidos no século 19, na Coreia do Sul e África do Sul no século 20 e tantos outros lugares. Então, nós podemos hoje, sim, esperar o avivamento”, confirmou.

E ainda disse que há muitas promessas de avivamento na Bíblia. “Quando a Igreja acerta sua vida com Deus, se arrepende, ora e busca, está preparando o caminho do Senhor. Ela não pode produzir avivamento e nem marcar data para o avivamento, mas ela pode preparar o caminho do Senhor para que Ele se manifeste. E esse é o papel da Igreja”, concluiu.

FONTE: GUIAME,rvg, CRIS BELONI

sexta-feira, 26 de março de 2021

Heróis da Fé: Charles Spurgeon, o príncipe dos pregadores Charles Haddon Spurgeon foi, sem dúvida, o maior pregador da Grã-Bretanha do século 19 e, possivelmente, do mundo.

 

                               Charles Spurgeon pregou pregou milhares de sermões, durante seu ministério pastoral. (Foto: Pinterest)

Charles Haddon Spurgeon (1834-1892) nasceu em Kelvedon, Essex, Inglaterra. Filho de John Spurgeon e Eliza Jarvis, cresceu em uma família de clérigos cristãos. Seu pai e seu avô eram ministros não-conformistas (não eram anglicanos).

Devido as condições econômicas de seus pais, Spurgeon foi enviado para morar com seus avós aos 18 meses. Seu avô, James Spurgeon, foi ministro da igreja em Stambourne por 54 anos. Aqueles poucos anos com seus avós tiveram um impacto profundo na vida do jovem. Embora tenha crescido entre cristãos comprometidos, Spurgeon só alcançou uma fé pessoal em Cristo aos 15 anos.

Quando se decidiu pela vida cristã, teve uma trajerória meteórica em busca de conhecimento. Spurgeon passou algum tempo em treinamento ministerial, mas nunca frequentou nenhuma escola teológica formal. Ele também serviu, pregando para uma pequena congregação perto de sua casa por cerca de dois anos, em Waterbeach. Mas o chamado divino em sua vida logo o levaria à maior cidade do Império Britânico.

Com apenas 19 anos, ele foi convidado para ser ministro de uma das seis maiores igrejas batistas de Londres. A New Park Street possuía uma herança incomum às demais igrejas da época. Entre seus ex-pastores estavam Benjamin Keech, Dr. John Gill e Dr. John Rippon. Esses três grandes nomes da história batista serviram por 150 anos combinados na New Park Street.

No entanto, quando Spurgeon chegou a New Park Street, que estava localizada no meio de um distrito industrial imundo e de difícil acesso, ela havia perdido 1.000 membros, do total de 1.200 pessoas.

Em poucos meses, a pregação apaixonada de Charles Spurgeon começou a encher aquela igreja, o que o obrigou a se mudar para locais maiores – quanto mais se espalhava a notícia de suas mensagens. Finalmente, em 1861, Spurgeon adquiriu uma igreja construída para esse fim, o Tabernáculo Metropolitano, com capacidade para 5.000 pessoas, e lá ele permaneceu pelos 38 anos restantes de sua vida.


Susannah Thompson, esposa de Charles Spurgeon. (Foto: Pinterest)

Foi como ministro na New Park Street, que ele conheceu Sussanah Thompson, ao batizá-la. Um ano mais tarde, em 1856, a jovem se tornaria sua esposa. Além do afeto, o casal também formou um vínculo forte pelas condições de saúde que enfrentariam: ela se tornaria semi-inválida e Spurgeon sofreria de gota e depressão durante a maior parte de seu casamento. Do fruto desse relacionamento, nasceram os gêmeos Thomas Spurgeon e Charles Spurgeon Jr.

Susannah se tornou a secretária pessoal de seu marido. Uma vez é relatado que ela fazia anotações enquanto ele falava durante o sono. Quando ele acordou, Spurgeon encontrou o sermão que ele havia murmurado em seu sono. Ele havia dormido, mas Susannah não. Mesmo depois de sua morte, a Sussanah manteve o trabalho de seu marido vivo, publicando os seus sermões e distribuindo milhares de livros para jovens pastores.

Milhares de sermões

Considerado o maior pregador da Grã-Bretanha do século 19 e, possivelmente, do mundo, Spurgeon frequentou as escolas locais por alguns anos, mas nunca obteve um diploma universitário. Mas ao longo de sua vida compensou a ausência do ensino superior lendo livros, especialmente os teólogos puritanos. Conta-se que sua biblioteca pessoal acabou ultrapassando os 12.000 volumes.

Spurgeon pregou milhares de sermões, quase todos impressos e distribuídos em todo o mundo, de modo que, quando ele morreu, cerca de 56 milhões de cópias haviam sido impressas em quase 40 idiomas.

Ele era um homem piedoso que pregava a verdade de Deus de uma forma séria e desafiadora, mas repleta de calor, paixão, inteligência e humor. Spurgeon é autor de frases memoráveis, entre as quais: “Uma Bíblia que está se despedaçando geralmente pertence a alguém que não está” e “A maior alegria de um cristão é dar alegria a Cristo”.

Ele pregou regularmente para um número extraordinário - uma vez para 24.000 pessoas no Crystal Palace - e sem qualquer amplificação. Susannah Thompson foi um grande apoio ao ministério de Spurgeon. A doença dele o levou a passar os meses de inverno em Menton, na Côte d'Azur francesa, onde trabalhou escrevendo sermões e publicações, morrendo lá em 1892 com a idade de 57 anos. O corpo de Spurgeon foi sepultado no Cemitério de West Norwood, em Londres.

FONTE: GUIAME

quarta-feira, 24 de março de 2021

Milhares de cristãos se unem em vigílias de oração por Cuba Cristãos organizaram vigílias em grupos todos os fins de semana de março, para clamar a Deus pela situação em Cuba.

                                             de oração na Iglesia Misionera em Cuba. (Foto: Apóstol Demetrio/Facebook

Evangélicos cubanos organizaram pequenas vigílias em famílias todos os fins de semana de março, em uma convocação nacional para clamar a Deus pela situação no país.

O pastor Alejandro Hernández, de Havana, explica que a convocação tem um propósito espiritual. “Orar diante de Deus e abandonar nossos maus caminhos, isto é, tudo o que teríamos que fazer e não fazemos, qualquer postura de injustiça”, disse ele ao Diário de Cuba.

A vigília de oração está sendo realizada de sexta a sábado, das 10h às 2h da manhã, principalmente em grupos familiares devido ao aumento de casos Covid-19 em Cuba.

Para Hernández, a convocação também representa uma declaração de princípios da comunidade evangélica cubana. “Vemos com dor como a nação está mergulhada no pecado e na soberba de seus governantes”, disse.

“Por isso, incluímos a atual crise que a nação atravessa em todos os pilares: político, social, cultural e econômico”, disse Hernández, que acredita no poder da Igreja “de influenciar positivamente o destino” de Cuba.

O apóstolo Joel Demetrio diz que a vigília de oração tem como alvo a “situação prevalecente na Ilha: miséria, fome, repressão e contra o espírito do comunismo, que tem oprimido este país por mais de 62 anos”.

Demetrio, que é presidente da Igreja Missionária em Cuba, localizada em Las Tunas, explicou que diversas denominações estão envolvidas na vigília, sendo elas independentes, Adventistas, Metodistas e da Assembleia de Deus.

Igrejas ilegais

Segundo o Instituto Patmos, 5% a 10% da população cubana pertence ao mundo protestante.

Desde 1959, as igrejas evangélicas foram reprimidas, por meio da expulsão de missionários, prisão de pastores, confisco de prédios e fechamento de meios de comunicação. O mesmo aconteceu com a Igreja Católica.

Segundo Hernández, é difícil precisar quantas igrejas estão envolvidas na iniciativa, mas ele garante que há “centenas de denominações lideradas pelos diferentes movimentos apostólicos”.

O Movimento Apostólico é uma rede de igrejas espalhadas por Cuba, que o regime se recusa a legalizar por sua atitude e denúncia direta do comunismo, o que levou à prisão de pastores, ameaças à congregação e até demolições de templos em Camagüey e no leste Cubano, principalmente.

A vigília “inclui todas as denominações às quais o regime negou o direito de ser legalmente registradas em violação de sua própria Constituição”, disse Hernández.

“Também conheço denominações legalmente registradas que aderiram e uma outra que, por ser membro do erroneamente denominado Conselho de Igrejas de Cuba [órgão oficial do governo], aderiu ao movimento sem torná-lo público, por evidente medo de represálias”.

Quanto ao número de cidadãos participantes, o pastor disse que “inicialmente eram 100 mil, mas esse número já pelo menos quadruplicou”, dentro e fora da ilha.

FONTE: rvg, COM INFORMAÇÕES DO DIARIO DE CUBA

terça-feira, 16 de março de 2021

Rabinos pedem a Netanyahu que permita sacrifício da Páscoa no Monte do Templo O pedido foi feito por meio de carta enviada ao primeiro-ministro e assinada por rabinos proeminentes de Israel.

 


Kohanim (sacerdotes / descendentes do primeiro Sumo Sacerdote Aarão), realizam uma reconstituição da cerimônia do Templo em Shavuot (Festa das Semanas). (Foto: Adam Eliyahu Berkowitz)

Um grupo de rabinos proeminentes enviou uma carta ao primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, solicitando que uma oferta de Páscoa seja permitida no Monte do Templo.

“Pedimos que nos permitam, como representantes do povo judeu, realizar o sacrifício da Páscoa este ano e todos os anos a partir de agora para ilustrar e observar a liberdade de culto no dia 14 de Nissan à noite”, diz a carta.

A carta diz ainda:

“Pedimos que fale sobre isso publicamente nos próximos dias, declarando abertamente que o Estado de Israel, o estado do povo judeu, pretende permitir que os judeus, em virtude de seus direitos religiosos e nacionais, mantenham uma liberdade moderada e modesta de adoração no Monte do Templo. Esta mensagem é especialmente importante nos dias antes da Páscoa, nosso tempo de liberdade, e para dar tempo para preparar adequadamente um sacrifício da Páscoa que será para toda a nação de Yisrael, enquanto sinaliza para o mundo inteiro que o Deus de Israel nos concedeu o Êxodo do Egito e nos ordenou cumprir os mandamentos da Torá com o objetivo de trazer Israel e todas as nações à liberdade. Para fazer isso, devemos cumprir a principal mitzvá nacional; o sacrifício da Páscoa!”

O documento também faz citação a questões políticas.

“Abençoamos você porque você terá grande sucesso nas próximas eleições. Que seja a vontade do Senhor de todos, cuja Santa presença habita em Sião e cuja cidade eleita é Jerusalém, que continuem a liderar o Estado de Israel e o povo de Israel nos próximos anos para sempre”, diz o documento.

“Vamos adorar a Deus, o Deus de Israel, o Criador do mundo no lugar que Deus escolheu. Daí vem luz e instrução para todo o mundo”, escrevem.

Segundo eles, “o dever de adoração e o direito de adoração do povo de Israel, como nos dias do Êxodo do Egito, é a expressão mais clara do Êxodo do povo de Israel para o mundo da liberdade”.

A carta foi assinada pelos “movimentos do United Temple para o Templo e o Monte do Templo, em nome de toda a casa de Israel”. Entre os nomes estão: Rabino Israel Ariel Presidente do Temple Institute, Rabino Baruch Kahana, chefe da guarda sacerdotal, Rabino Aryeh Lipo, Secretário.

O Rabino Hillel Weiss, o ex-porta-voz do Sinédrio, enfatizou que uma estrutura de Templo não é necessária para trazer o sacrifício da Páscoa e um altar temporário que pode ser montado e desmontado em um dia seria suficiente.

Sacrifícios obrigatórios

“Apesar de várias questões da lei judaica, como impureza ritual e falta de um sumo sacerdote, os judeus ainda são obrigados e tecnicamente capazes de trazer o sacrifício”, disse o rabino Weiss. “A única coisa que impede o Povo Judeu de realizar o sacrifício da Páscoa é o governo israelense.”

O rabino Weiss sugeriu a possibilidade de que a culpa de impedir o sacrifício da Páscoa pode ter levado aos problemas políticos que assolaram Trump e Netanyahu no ano passado.

O Sinédrio realizou um estudo intenso sobre a situação atual da oferta da Páscoa e concluiu que, neste momento, um sacrifício feito no Monte do Templo em nome de todo o povo judeu seria suficiente.

Esses rabinos fizeram um pedido idêntico no ano passado. O pedido foi considerado e negado, mas se tivesse sido honrado, seria a primeira vez desde a destruição do Segundo Templo em 70 EC que um sacrifício de Páscoa seria realizado no Monte do Templo. A lei de Israel exige que a liberdade de religião seja permitida em todos os lugares para todas as religiões, mas as preocupações de segurança com base na violência muçulmana organizada impedem que a liberdade de religião seja expressa no Monte do Templo.


O rabino Yisrael Ariel, chefe do Instituto do Templo, dirige-se a uma multidão sob o olhar atento da polícia. (Foto: Reprodução / Adam Propp)

Na carta ao primeiro-ministro apresentada no ano passado, os rabinos observaram que a oferta de Pessach tem um significado especial, pois há apenas duas mitzvot (mandamentos bíblicos) para as quais o descumprimento recebe a punição mais severa ordenada pela Torá, karet (ser cortado fora da comunidade, ou excomungado): brit milah (circuncisão) e o korban Pesach.

Os rabinos enfatizaram que o korban Pesach e o serviço do Templo eram um meio de deter as pragas. Por esse motivo, a decisão de iniciar o serviço do Templo beneficiaria o mundo inteiro nesta época de pandemia. O rei Davi comprou o Monte do Templo, construiu um altar e ofereceu um sacrifício para deter uma praga.

FONTE: rvg, COM INFORMAÇÕES DO ISRAEL36

segunda-feira, 15 de março de 2021

‘Os evangélicos são um grande problema’, diz ministro francês Cristãos evangélicos na França estão expressando preocupação ao ver como o governo inflama a retórica contra suas igrejas.

 

                                     O ministro do Interior da França, Gérald Darmanin. (Fotos: Jacques Paquier, Wikipedia

As igrejas evangélicas estão cada vez mais preocupadas com os ataques injustos que vêm sofrendo por integrantes do governo francês. Recentemente, parlamentares aprovaram uma legislação para aumentar o controle religioso no país.

De acordo com a liderança evangélica, integrantes do governo “não devem lançar suspeitas sobre grupos religiosos e crentes”.

O último episódio preocupante se deu com a fala do ministro do Interior, Gérald Darmanin. Em entrevista à emissora C News, ele disse que “os evangélicos são um grande problema”. No entanto, ele minimizou dizendo que “obviamente não [um problema] da mesma natureza que o islamismo que faz ataques terroristas e mortes”.

Um dia antes, falando sobre a polêmica lei anti-separatismo que deve ser aprovada em breve, o ministro disse à emissora de rádio France Inter: “Não podemos discutir com as pessoas que se recusam a escrever no papel que a lei da República é superior à lei de Deus".

Ambas as declarações do chefe da segurança nacional da França causaram consternação entre os líderes evangélicos. “Estamos esperando ansiosamente para saber quais são esses ‘grandes problemas’”, escreveu Tim Kyle, membro do conselho da Youth For Christ na França.

Romain Choisnet, diretor de comunicação do Conselho Nacional dos Evangélicos na França (CNEF) também reagiu lembrando que “os evangélicos respeitam a lei e as autoridades republicanas”. Mas as igrejas evangélicas “não podem ser usadas como argumento para defender o projeto de liberticídio”, protestou ele em referência ao projeto de lei para acabar com o islamismo radical.

O CNEF frequentemente denuncia que o cristianismo evangélico é injustamente culpado por conflitos sociopolíticos que nada têm a ver com as crenças e ações das igrejas evangélicas. “A França nada ganhará em sua luta contra o separatismo islâmico ao igualar o cristianismo ao islamismo. O primeiro deu forma a esta nação que a República herdou, o segundo quer substitui-la”, disse o porta-voz do CNEF.

Não é mais hora de “laicité acalmada”?

Logo após se tornar presidente da França em 2017, Emmanuel Macron disse que “a expressão religiosa não deve ser reprimida na esfera privada”, apresentando uma visão do secularismo que os evangélicos então qualificaram de positiva e “laicité acalmada”.

Na verdade, pesquisas mostraram que Macron e seu recém-criado partido En Marche! foi o mais votado entre os cristãos protestantes.

O diretor de Serviços Pastorais aos Membros do Parlamento do CENF, Thierry Le Gall, advertiu que a luta em curso contra o islamismo radical não deveria “tentar” o governo a restringir a liberdade religiosa na França.

Um novo cenário após os ataques islâmicos em 2020

Depois do ataque terrorista em outubro contra um professor de escola secundária por mostrar desenhos animados de Maomé, a França dobrou seus esforços para acabar com o islamismo radical. A principal medida da lei anti-separatismo (oficialmente, “Lei que reforça o respeito pelos princípios da República”) foi analisada de perto por vários grupos religiosos.

Em janeiro, a Aliança Evangélica Francesa expressou novamente sua crescente preocupação de que tal lei seja usada para restringir a presença de todos os grupos religiosos na esfera pública, independentemente de suas ideias representarem uma ameaça à coexistência ou não.

A lei proposta pode definir “novas restrições” à “liberdade de culto e ao princípio da livre associação de culto”, afirma o CNEF. Pedem ao governo que busque “as soluções mais construtivas possíveis no interesse comum, sem lançar nenhuma suspeita particular sobre grupos religiosos e crentes”.

Entre as demandas do corpo evangélico está que a lei “vise com mais precisão as situações preocupantes relacionadas aos recursos vindos do exterior” sem colocar “obstáculos” à “sobrevivência das pequenas e médias” igrejas.

Gérald Darmanin não é o único ministro do governo francês que atacou publicamente os evangélicos sem evidências nas últimas semanas.

No dia 10 de janeiro, a ministra da Cidadania, Marlène Schiappa, afirmou no canal France 3 que “há cada vez mais famílias influenciadas pelas tendências evangélicas dos Estados Unidos, que pedem, como nos Estados Unidos, certificados de virgindade”.

Os evangélicos negaram veementemente a acusação e chamaram a ministra Schiappa para se desculpar por suas palavras.

FONTE: rvg, COM INFORMAÇÕES DO EVANGELICAL FOCUS

sexta-feira, 12 de março de 2021

O livro de Gênesis é literal? Sayão responde questões sobre o primeiro livro da Bíblia Em live com outros teólogos, o hebraísta trata de assuntos polêmicos encontrados em Gênesis.

 Em live transmitida pelo canal no YouTube da Igreja Batista Nações Unidas (IBNU), o pastor e hebraísta Luiz Sayão e mais alguns teólogos falam sobre a literalidade do livro de Gênesis. O livro de Gênesis é realmente literal? “A resposta inicial é sim e não”, adianta Sayão.

Segundo o teólogo, a literalidade depende da perspectiva de quem escreveu. Além disso, há uma série de outros fatores. “O contexto em que o livro foi escrito pode interferir no entendimento bíblico. A mentalidade da época era diferente. E na literatura de Gênesis temos narrativa, poesia e o uso de linguagem figurada”, listou.

Sayão deixa claro que Gênesis tem um estilo próprio. “Não tem nada igual. O problema é que tem gente que diz que é totalmente literal, outros dizem que é mito, mas é preciso levar em conta que a Bíblia foi escrita para responder primeiro as questões das pessoas daquele tempo”, esclareceu.

Quem não entende Gênesis, não entende a Bíblia

“É muito importante que o livro de Gênesis seja entendido teologicamente. Sem entender Gênesis não se entende a Bíblia toda”, avisou. Os teólogos Jônatas Hübner e Susie Lee falam também de aspectos históricos. O pano de fundo na narrativa de Moisés envolve a cultura de um povo que foi nômade e passou pelas práticas de pastoreio, agricultura e depois enfrentou mais de 400 anos de escravidão, no Egito. 

Só depois da libertação dos hebreus é que Moisés deu início à produção do Pentateuco. O texto primeiro serviu para guiar o povo de Deus em sua missão. “E Moisés consegue mostrar para aquelas pessoas que a mão de Deus estava agindo em todos os momentos”, disse Hübner.

Sayão esclarece que o objetivo de Gênesis era confrontar o sistema religioso que havia na época, principalmente na Mesopotâmia e no Egito. “Logo, Moisés não estava escrevendo sobre questões cosmológicas. O problema é que as pessoas querem ler Gênesis como se fosse um livro escrito por pessoas dos nossos dias, com as perguntas de hoje e com as preocupações atuais”, apontou.

“Gênesis não é um tratado científico, mas um livro para qualquer pessoa ler. Não faria o menor sentido haver um palavreado científico porque não comunicaria para a maior parte das pessoas daquele tempo”, disse.

Como a Arqueologia Bíblica pode ajudar

Existem registros arqueológicos que evidenciam a existência dos personagens que são narrados no livro de Gênesis? Por exemplo: Abraão, Isaque e Jacó. O hebraísta explica que a arqueologia é uma área de estudo bem recente. “A arqueologia tem cerca de 200 anos, e a mais aprofundada mesmo, não tem mais de 60 anos”, esclareceu.

“Não se achou algo específico sobre Abraão, Isaque ou Jacó, mas muitas coisas interessantes que revelam a realidade desse mundo. Por exemplo, nomes da era patriarcal, costumes de culturas semíticas antigas, textos escritos no contexto da Suméria e dos Acádios que são parecidos e semelhantes aos textos de Gênesis. Isso mostra que o livro não surgiu do nada”, ressaltou.

Tem como saber a idade da humanidade?

Muitas pessoas usam a própria genealogia bíblica para tentar descobrir quanto tempo a humanidade já está vivendo sobre a Terra. Será possível encontrar uma resposta dessa forma? 

“Quando se vê a genealogia dos capítulos 5 e 10 no livro de Gênesis, percebemos que são nomes selecionados. E quando se sabe qual é o papel do número 10 para os judeus, percebemos que ele é utilizado em toda parte”, amplia o assunto.

O linguista mostra que até na língua portuguesa damos ênfase a alguns números de forma simbólica. “Costumamos dizer: ‘eu já disse mais de 1.000 vezes’ ou ainda ‘estou te esperando faz 1 século’. Sabemos que o uso dos números no mundo antigo também era muito importante e utilizados de forma diferente”, explicou.

Com isso, Sayão aponta para uma questão interessante. “O número que ilustra a idade da humanidade — 6 mil anos, pode ser 10, 12, 15 mil anos ou até mais. Sem entrar em questões paleontológicas, descobrimos que a estimativa pode ser essa mesmo. No Nilo e no vale de Jericó estimam-se uns 17 mil anos e a cultura mais antiga conhecida pela arqueologia é a Göbekli Tepe, na Turquia, com cerca de 12 mil anos”, contou.

Adão e Eva realmente existiram ou fazem parte de uma metáfora?

Segundo Sayão, o Novo Testamento trata Adão e Eva como pessoas reais. “Em Adão e Eva estão nossas origens. Precisou existir um primeiro casal para que a humanidade acontecesse”, defendeu.

Portanto, da mesma forma como o pecado entrou no mundo por um homem, e pelo pecado a morte, assim também a morte veio a todos os homens, porque todos pecaram”. (Romanos 5.12)

Depois de citar o texto em Romanos, Sayão mostra como Paulo e os outros discípulos entendiam o livro de Gênesis, levando a sério sua narrativa logo nos primeiros capítulos. Ele enfatizou que, muitas vezes, as pessoas fazem perguntas que o texto não vai responder, e outras vezes, o texto quer comunicar, mas as pessoas não prestam atenção. 

Os dinossauros foram extintos por ocasião do Dilúvio?

“Há certas referências no texto bíblico que nós lemos e não entendemos. Em outros livros a Bíblia cita bichos gigantes, como o Leviatã, o Beemote e o Raabe. No meu entender, isso é muito próximo dos dinossauros antigos”, sustentou.

Como ninguém sabe exatamente quanto tempo está envolvido em todo o processo de Gênesis, o teólogo acredita não haver dúvidas de que Deus criou os dinossauros e que é possível que as descrições bíblicas estejam se referindo a eles. 

“Tanto os dinossauros como outros bichos desapareceram ou foram extintos. E eu não vejo nenhuma dificuldade ou contradição entre a realidade da descrição bíblica e a existência dos dinossauros”, disse.

O dilúvio é uma realidade histórica?

O relato do dilúvio não é isolado, está em diversas culturas e contextos. Mas, muitos questionam se foi um evento local ou global. “A literatura que vem do contexto acadiano tem essa referência clara e a arqueologia comprova que houve uma mega inundação. A Bíblia diz que as águas subiram 15 côvados acima do monte mais alto que havia na terra. A pergunta é: qual terra? O apóstolo Paulo também disse que o Evangelho havia sido pregado em todo o mundo. Que mundo? O mundo romano”, esclareceu. 

“É possível que o dilúvio seja uma mega inundação sem precedentes, no contexto do antigo Oriente Próximo. Um dilúvio regional com significado universal. Nós só podemos levantar essas questões, mas precisamos ser humildes, porque a Bíblia não dá uma resposta definitiva, precisamos raciocinar para entender tudo o que envolve esse cenário”, ponderou.

Sobre o juízo de Deus nas cidade de Sodoma e Gomorra

É possível localizar geograficamente as duas cidades julgadas e condenadas por Deus? “Pela descrição que aparece na Bíblia [Gn 18 e 19], é no vale do Jordão, na região do mar Morto. Nessa área, que é o lugar mais baixo da terra, nós encontramos uma fissura geológica com a presença de enxofre, entre outros minerais. O que aconteceu naquela localidade tem a ver com o juízo de Deus”, combinou.

Quando todo mundo conta a mesma história…

Sayão termina falando sobre os relatos que existem além da Bíblia sobre vários acontecimentos e fatos. “Muitos dizem que por existirem outros relatos, então a Bíblia não é autêntica. Muito pelo contrário. Isso comprova que aquela história tem algum transfundo histórico específico. Quando todo mundo conta a mesma história quer dizer que alguma coisa aconteceu”, refletiu.

“A única diferença é que a Bíblia tem um relato que é pertinente à fé no Deus bíblico, e os outros se baseiam em sua própria maneira de pensar a respeito do mundo”, disse. E para finalizar, ele reforçou mais uma vez: “O que ocorre é que todo relato bíblico tem uma intenção de ensino, de enfoque teológico e, as pessoas tentam fazer outras perguntas, de outras realidades que não são pertinentes à proposta do texto”, concluiu.

FONTE: GUIAME, CRIS BELONI


quinta-feira, 11 de março de 2021

Igreja é invadida por militares e 14 cristãos são presos, em Mianmar Episódio acontece em meio a distúrbios em todo o país após golpe militar que depôs a presidente e ganhadora do Prêmio Nobel da Paz, Aung San Suu Kyi.

                                Invasões e prisões marcam Mianmar após golpe militar. (Foto: ICC e Myanmar Now)

Em 28 de fevereiro, os militares e a polícia invadiram a Igreja Batista Kachin (KBC) em Lashio, estado de Shan, em Mianmar, duas vezes antes de levar 14 cristãos, informa a International Christian Concern (ICC).

De acordo com a congregação, um grupo de jovens foi pego por um militar que estava à paisana, espionando supostos manifestantes antigolpe que estariam no complexo da igreja. Após a investigação, um deles foi liberado.

O complexo da igreja é grande e as pessoas que estavam dentro nem sabiam o que estava acontecendo. Na época, havia um treinamento teológico em andamento. Como retaliação, às 13h, militares e policiais com equipamento antimotim invadiram o complexo da igreja, derrubando o portão principal da igreja e causando alguns danos em seu interior antes de prender 13 pessoas.

“A polícia vasculhou o complexo do KBC. Muitos carros de polícia chegaram e houve tiroteios. Parece que usaram balas de borracha. Não posso dizer quantas vítimas existem”, informou uma fonte que estava próxima à igreja ao serviço birmanês da Voice of America.

Os quatro ministros presos foram identificados como KD Naw Mai, Hkawng Lwam, Zaw Dwe Aung e Saira Aung. Eles e dois outros prisioneiros, incluindo um homem deficiente chamado Zay Hkawng, não estavam envolvidos no protesto, de acordo com Sin Wah Aung.

Truculência

Testemunhas disseram que a polícia espancou e prendeu vários transeuntes após entrarem à força na igreja em perseguição aos manifestantes.

Quatro ministros batistas Kachin estavam entre as 10 pessoas presas na igreja.

Oficiais da igreja disseram que cerca de 30 policiais invadiram a igreja no bairro 1 de Lashio depois de derrubar o portão da frente com um veículo da polícia por volta das 12h30.

“Um total de 10 pessoas foram levadas embora. Eles espancaram não manifestantes, bem como os manifestantes depois que eles bateram em nosso portão com seu carro. Eles destruíram as portas também”, disse Sin Wah Aung, um funcionário da igreja.

Às 17h, militares e policiais armados voltaram e vasculharam o complexo da igreja enquanto intimidavam as pessoas do bairro.

Desta vez, eles levaram o secretário da igreja KBC, de acordo com congregantes que moram nas proximidades. Vídeos gravados pelos vizinhos examinados pelo ICC documentaram os momentos das batidas.

Pelo menos dezenas de policiais em marcha estavam dentro do complexo da igreja. Apesar do fato de que os cristãos no complexo do KBC não estavam envolvidos no episódio anterior, as autoridades prenderam um total de 14 pessoas. Isso incluiu quatro ministros, seis jovens da igreja, três alunos do seminário e uma secretária da igreja.

Ninguém sabe onde estão esses detidos, pois a delegacia de polícia da região de Lashio não tem informações a fornecer. A polícia de Lashio disse que essas forças não são pessoas que trabalharam em Lashio.

“Enquanto a junta militar reprime os protestos pacíficos em todo Mianmar, é preocupante que 14 cristãos de KBC Lashio tenham sido presos sem o devido processo”, disse Gina Goh, Gerente Regional do ICC para o Sudeste Asiático.

“O Tatmadaw (exército birmanês) tem sido hostil à etnia Kachin, que é predominantemente cristã. O que pode acontecer com eles é muito preocupante. O ICC pede a libertação deles e exorta a Igreja global a prestar atenção a este caso e ao movimento antigolpe em curso, já que mais vidas inocentes são perdidas a cada dia”, relatou Goh.

Golpe militar

Os protestos contra o conselho militar governante de Mianmar, que tomou o poder em um golpe em 1º de fevereiro, acontecem em todo o país todos os dias há mais de três semanas.

Domingo (28/02) foi o dia mais mortal para os manifestantes até agora, com pelo menos 18 mortos confirmados e dezenas de feridos e presos.

De acordo com relatórios da Associação de Assistência a Presos Políticos, pelo menos 1.132 pessoas foram presas pelas autoridades até 28 de fevereiro.

FONTE: rvg, COM INFORMAÇÕES DO MYANMAR NOW E ICC

terça-feira, 9 de março de 2021

Irmão Lázaro permanece na UTI com Covid-19, mas entra em curva de melhora Equipe e familiares continuam pedindo orações pelo cantor. “Essa luta vai passar”.

                                    Irmão Lázaro permanece internado em UTI, mas já entrou em curva de melhora. (Foto: Matheus Morais)

irmão Lázaro, cantor e vereador de Salvador, Bahia, entrou em “curva de melhora”, conforme os boletins médicos. A notícia foi dada através de comunicado em suas redes sociais, no último domingo (7), às 16h35.

“O irmão Lázaro entra em curva de melhora na UTI. O quadro ainda é delicado, mas segue sem intercorrências nos últimos dois dias e apresentando conquistas significativas. A equipe de profissionais segue prestando todos os cuidados e prevendo a redução de sedação nos próximos dias, se as melhoras se mantiverem no padrão esperado”, dizia a nota oficial. 

Internado desde o dia 22 de fevereiro, num hospital em Feira de Santana (BA), o parlamentar de Salvador já apresentava os sintomas da doença há mais de uma semana, mas o resultado positivo para Covid-19 demorou um pouco para sair. A piora no estado de saúde aconteceu no dia 25 de fevereiro, quando o irmão Lázaro foi transferido para uma Unidade de Tratamento Intensivo. 

A equipe e família do irmão Lázaro continua pedindo orações pela vida do cantor e por todos aqueles que se encontram em leito de UTI ou de assistência médica. “Estamos confiantes pois até aqui o senhor tem fortalecido a nossa fé e assim cremos que a cura virá”. 

FONTE: GUIAME

quarta-feira, 3 de março de 2021

“Precisamos nos expor para que outras pessoas sejam libertas”, diz ex-viciada em pornografia Janaína Oliveira contou seu testemunho de libertação em vídeo ao yesHeis

 Janaina encontrou ajuda no projeto Socorre.me, um ministério de apoio para pessoas com compulsão em pornografia. (Foto: Reprodução/ YouTube).

O vício em pornografia já não é apenas um problema do universo masculino, o consumo de pornografia por mulheres cresceu exponencialmente nos últimos anos. De acordo com o yesHeis, as brasileiras são as mulheres que mais acessam conteúdo pornográfico no mundo, lhes fazendo prisioneiras em uma prisão invisível.

Foi o caso de Janaína Oliveira, uma radialista de 41 anos. Ela contou seu testemunho de libertação do vício em pornografia em vídeo no canal do yesHeis no YouTube.

Janaina teve o primeiro contato com a pornografia aos oito anos quando encontrou revistas pornôs de seus irmãos mais velhos e começou a consumir de forma voraz. Ela diz que se escondia atrás do sofá da sala para assistir filmes eróticos que seus irmãos assistiam: “Eu já estava tão tomada por aquela compulsão ao ponto de eu achar que fazia parte daquele mundo pornográfico”.

A radialista relata que pensava em pornografia o tempo e inteiro e vivia para isto. “Eu respirava aquilo 24h; saída de sala de reuniões do trabalho para poder consumir pornografia. Estando na igreja, eu não via a hora de sair para ir pra casa consumir”, relata Janaina.

Ela conta que a compulsão era um segredo que não compartilhava com ninguém. E que quando tentou pedir ajuda, não encontrou apoio para que pudesse se abrir e falar sobre o problema com segurança.

O retorno que ela recebia era que aquilo “era normal, que tava tudo bem, todo mundo faz” ou o extremo aposto: “precisa expulsar esse demônio que está na sua vida”.

Sem conseguir ajuda, ela conta que foi se afundando cada vez mais. Começou a ficar muito sozinha, não tinha mais amigos e começou a questionar se era bom continuar vivendo. “Foi quando eu comecei a pensar em suicídio”, confessou Janaína.

Janaina encontrou ajuda de verdade no projeto Socorre.me, um ministério de apoio para pessoas com compulsão em pornografia, onde recebeu auxílio de uma equipe confiável.

Hoje, ela compreende que expor o problema é necessário e que não precisamos carregar o fardo pesado sozinhos: “Quando expomos essa situação ficamos envergonhados, mas essa vergonha é substituída pela libertação”.

No Socorre.me Janaína conheceu verdadeiramente o amor de Jesus por ela. A paternidade de Deus preencheu por completo sua vida, não sobrando espaço para outra coisa. “Hoje eu tenho prazer em viver, eu estou feliz porque posso viver uma verdade”, comemora.

Seu testemunho tem ajudado outras mulheres que estão passando por compulsão em pornografia e que nunca conseguiram conversar com alguém sobre o problema. Janaína afirma que muitas dessas mulheres relatam: “Eu passo por tudo isso e nunca vi uma mulher falando sobre”.

Hoje, completamente liberta por Jesus, Janaína afirma que “precisamos nos expor para que outras pessoas sejam libertas”.

Projeto Socorre.me

O projeto Socorre.me, parceiro da yesHeis, é um ministério cristão que ajuda pessoas a saírem da compulsão em pornografia.

O ministério conta com um canal de aconselhamento com total sigilo para quem precisa conversar. O atendimento pode ser solicitado através do site www.prisaoinvisivel.com.br/blog/conselheiros ou pelo e-mail: ajuda@prisaoinvisivel.com.br.

FONTE: rvg, COM INFORMAÇÕES DE YESHEIS

terça-feira, 2 de março de 2021

“Jesus me salvou no dia em que tiraria minha vida”, diz mulher após evangelismo online A espanhola Ana María encontrou o Evangelho por meio do site ‘Em Busca de Jesus’, da Associação Billy Graham.

                                          Ana María sendo batizada pelo Pastor Salvori. (Foto: reprodução / Evangelical Focus)

As oportunidades de compartilhar o Evangelho na internet estão se multiplicando, de acordo com este o ministério ‘Em Busca de Jesus’, que faz evangelismo online.

Eles afirmam que muitas pessoas estão encontrando Jesus por meio de suas pesquisas na Internet. Uma delas foi Ana María, de Tarragona, na Espanha, que, como ela lembra, “há muito tempo tinha a ideia de tirar a minha vida, até tinha uma carta de despedida para cada um dos meus familiares”.

“Pesquisei na internet como me matar e, na hora em que ia desligar o computador, apareceu uma pequena bolha no site e senti que devia olhar. Deus mudou a minha vida quando soube que Jesus me amava”, relata Ana María.

Ela diz que isso aconteceu durante “uma conversa com 'um anjinho' do site Paz com Deus”, que foi criado pelo ministério de evangelismo onlineSearch for Jesus.

Etapas de compromisso

Segundo Ana María, o seu encontro com Jesus “foi fascinante”. Ela se sente “em casa, cuidada, protegida”, na igreja local que ela conheceu através do ministério e onde agora é membro.

Em seu batismo, o pastor Salvori e Ana María usaram máscaras, um símbolo de esperança em meio à pandemia. “O que é impossível para o homem, é possível para Deus”, conclui Ana María.

Uma necessidade crescente

“Infelizmente, estamos vendo um crescimento nas conversas com muitas pessoas que não têm esperança e que querem que suas vidas acabem agora, como Ana María”, diz um membro espanhol da Busca por Jesus, David de Lago.

As oportunidades de compartilhar o Evangelho na internet estão se multiplicando a cada ano. A Busca por Jesus, que faz parte da Associação Billy Graham, informa que mais de 138.900 pessoas na Espanha já ouviram o Evangelho em 2020, por meio de sua plataforma PazconDios.net, que é realizada na Espanha por meio do ministério de evangelismo Decisión.

Dessas pessoas, 18.386 disseram que oraram por sua salvação e 1.500 deixaram seus dados para um acompanhamento e um discipulado.

Por outro lado, “não somos apenas um ministério voltado para a evangelização, nossos voluntários também estão equipados e treinados para a evangelização. Estamos criando uma rede de evangelistas na internet que tem impacto na evangelização nas ruas”, explica De Lago.

Segundo De Lago, “a proclamação na rua de muitos fica muito mais fácil devido à grande prática que eles têm na internet”.

A Busca por Jesus tem mais de 1.500 voluntários em todo o mundo. Na Espanha, a equipe é formada por 36 voluntários de diferentes denominações e lugares da Espanha. “Nossa meta é chegar a 70 voluntários este ano”, afirmam.

Além disso, mais de 65 igrejas de toda a Espanha se registraram no localizador nacional de igrejas do site.

FONTE: rvg, COM INFORMAÇÕES DO EVANGELICAL FOCUS

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“Jesus me ajudou a chegar onde estou”, diz jogador de rugby da Austrália nas Olimpíadas Dietrich Roache, jogador do Rugby de Sete da seleção masculina da Austrália nas Olimpíadas, vê Jesus como o número 1.

                                         Dietrich Roache começou a jogar rugby profissionalmente há 3 anos. (Foto: Reprodução) Deus, família...