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quarta-feira, 21 de outubro de 2020

Políticos e líderes cristãos dizem que incêndio em igrejas no Chile é ato de ‘cristofobia’ As igrejas queimadas no Chile no domingo (18) retomaram o debate sobre ‘cristofobia’ entre políticos e líderes cristãos nas redes sociais.

 

                    Igreja em chamas após ataque de manifestantes encapuzados em Santiago, no Chile. (Foto: AFP/Martin Bernetti)

incêndio a duas igrejas por manifestantes no último domingo (18) em Santiago, no Chile, tornou-se um dos assuntos mais comentados no Twitter e retomou o debate sobre a existência da cristofobia em países ocidentais. 

O presidente Jair Bolsonaro também comentou o episódio, reforçando seu discurso na Assembleia Geral das Nações Unidas.

“Na ONU, denunciei a existência da grande perseguição aos cristãos ao redor do mundo: a cristofobia. Hoje, igrejas foram incendiadas na capital do Chile por grupos de esquerda”, disse o presidente da República nesta segunda-feira (19) nas redes sociais. 

A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, disse que as imagens das igrejas sendo queimadas e destruídas por protestantes chilenas “doem no coração” e também fez um apelo à existência da cristofobia.

“Depois de ver templos cristãos queimados assim ainda existem dúvidas sobre a cristofobia? Podem explicar o motivo de tanto ódio aos cristãos?”, questionou. “Somos o povo da cruz! Somos o povo que pregar o amor, o respeito e a paz. O nosso Cristo é o príncipe da paz! Que os cristãos do Chile sejam consolados e abraçados!”

Damares Alves também observou o fato de uma mulher encapuzada aparecer em uma foto, comemorando a destruição da igreja. “Se tem uma religião que protege mulheres é o cristianismo. Ver mulheres ocidentais, que têm acesso a literatura, a internet, a informações odiar tanto os cristãos percebemos que além de intolerância e ódio falta cultura a muitas delas, pois os registros histórico provam que o cristianismo cuida e protege mulheres”.

Para a deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP), o ataque às igrejas não se trata apenas de cristofobia, mas “é também uma tentativa de destruir as bases da civilização ocidental”.

O filho do presidente, deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), questionou: “Alguma dúvida de quanto o comunismo odeia a fé cristã?”

As igrejas foram atacadas por manifestantes encapuzados depois que manifestações pacíficas ocorreram ao redor da Praça Itália, onde eles comemoraram um ano de protestos no Chile, com início em 18 de outubro de 2019.

Bombeiros e equipes de resgate fizeram uma cerca para evitar que o colapso da estrutura atingisse as pessoas. “Deixa cair, deixa cair”, gritaram alguns encapuzados, que festejaram a subsequente queda da cúpula da igreja, segundo a imprensa chilena.

O jornalista Rodrigo Constantino, comentarista da rádio Jovem Pan, disse que o ataque às igrejas “é mais do que uma guerra política; é mais até do que uma guerra cultural: é uma guerra espiritual” em publicação no Twitter. “E o lado do Mal encontra no cristianismo seu principal alvo, não por acaso. Mas não pode falar em ‘cristofobia’, pois isso ‘não existe’, gente…”

O Josué Valandro Jr., líder da Igreja Batista Atitude, no Rio de Janeiro, questionou nas redes sociais: “Na sua opinião: existe ou não existe cristofobia?”

O pastor e teólogo Yago Martins também comentou: “Não é no mundo muçulmano. Não é no século I. Isso foi hoje, aqui na América Latina. Duas igrejas queimadas como símbolo de revolução — e vários brasileiros aplaudindo. Mas nossa liberdade religiosa não  está em risco, né? É coisa da nossa cabeça, né?”

Entre os líderes católicos, o padre José Eduardo, sacerdote da Diocese de Osasco, na região metropolitana de São Paulo, disse que o ato no Chile demonstra de que “o laicismo não veio para brincar”.

“É uma ideologia assassina, que se vitimiza diante da moral bíblica apenas como arma retórica para legitimar a perseguição sistemática ao cristianismo. Infelizmente, muitos trocaram os fundamentos da fé pelos pressupostos laicos, desconstruindo a teologia cristã a partir de categorias emprestadas do marxismo atual, travestido de eco-feminismo. Isso não é uma brincadeira!”, comentou.

FONTE: GUIAME,RVG,LUANA NOVAES

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