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Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. João 3:16

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quarta-feira, 28 de outubro de 2020

Filha de campeão olímpico, treinadora compartilha fé em Jesus com equipe A atleta conta seu testemunho de como a disciplina cristã a ajudou a conquistar seus títulos.


Jenny [primeira à esq.], ao lado da filha, Jaylen Jordan, jogadora de vôlei do Sierra Canyon, do pai Rafer Johnson e do marido, Kevin Jordan. (Foto: Hans Gutknecht, Los Angeles Daily News / SCNG)

Jenny Johnson Jordan é filha do decatleta campeão norte-americano Rafer Johnson, vencedor da medalha de ouro de 1960. Ele também é ator e, entre outros filmes, trabalhou em 007 - Permissão para Matar (1989).

Campeã com o time de vôlei da UCLA, em 1994, quando parecia impossível, Jenny foi definida pelo técnico como alguém “imparável”.

“Você teria que colocar uma adaga em seu coração para pará-la”, disse o treinador de Jenny. Mas esse foco, a atleta adquiriu após começar a rever seus valores referentes à fé cristã.

A atleta conta seu testemunho e fala sobre seu relacionamento com Jesus, que começou quando atuava como jogadora. Ela relata sobre suas experiências e renúncias necessárias para viver uma vida cristã corretamente.

“A cultura está tentando dizer: ‘Ei, deixe sua fé aí e agora você pode vir praticar seu esporte. Pegue [a fé] quando terminar. Não queremos ver isso’”, diz Jenny sobre o que ouvia.

“Eu pensava: ‘Como você pode ser super competitiva e fogosa (o que eu era) e também honrar o Senhor. Aprendi muito rapidamente que eu e meu fogo e o desejo de vencer e honrar o Senhor aconteceria quando eu fizesse isso da maneira certa”, lembra.

Essa preocupação levou Jenny e sua equipe a um campeonato nacional e dois vice-campeões em 1992 e 1994. Ela ganhou prêmios de equipe em todos os torneios em 1994.

Mais tarde, ela ganhou a medalha de prata no Campeonato Mundial de Vôlei de Praia em Marselha com sua parceira.

Vivendo pela fé

Jenny cresceu no mundo dos esportes. Naturalmente, ela queria ingressar em um programa universitário altamente competitivo, então foi para a UCLA.

“Quando cheguei ao nível universitário, estava apenas aprendendo como ter minha fé e o que significa ter Deus em meu esporte, que eles não são coisas separadas porque é assim que eu vejo”, disse ela à Gospel Light Society.

Mesmo no vestiário, diz ela, você é pressionado a ouvir certas músicas estimulantes. “Esses são lugares em que podemos assumir uma posição como crentes, o que sei que nem sempre é confortável ou fácil”, conta ela. “Mas é importante.”

Ela tinha um treinador na UCLA que era cristão e a encorajou a manter seu testemunho cristão. Ao aceitar o desafio, Jenny ficou ainda melhor no vôlei e se tornou a capitã do time.

Após a formatura, ela fez a transição para o vôlei de praia, onde fez um nome ainda maior para si mesma.

Apoio da família e dos amigos

Depois de casada, como uma atleta semiprofissional, Jenny conta que era difícil conciliar a maternidade com ser uma jogadora. Ela teve o apoio do marido, que percebeu sua dedicação como ex-atleta.

“Foi difícil para nós, não queríamos deixar nossos filhos”, diz ela. “Nossos pais também foram muito prestativos ajudando e cuidando das crianças, tornando o sonho das Olimpíadas uma possibilidade para nós.”

Uma amiga atleta cristã também tinha uma filha e ajudou-a de maneira compreensiva ao longo da jornada.

“Oramos antes de jogarmos torneios juntos. Pudemos nos conectar com outros atletas que também são crentes e encorajá-los em sua fé”, diz Jenny, “e conduzir estudos bíblicos na estrada com as diferentes viagens que participamos. Dessa forma, temos sido capazes de permanecer conectados e realmente entrelaçar nosso relacionamento com o Senhor em tudo o que fazemos.”

Jenny agora é uma técnica assistente onde sua jornada começou, na UCLA, e também tem uma vaga no Hall da Fama da UCLA.

O voleibol “me ensinou muitas lições de vida valiosas sobre integridade, trabalho árduo e perseverança”, diz Jenny. “Mas minhas experiências atléticas e lições aprendidas empalidecem em comparação com minha maior paixão, viver uma vida comprometida com a pessoa de Jesus Cristo.”

FONTE: rvg, COM INFORMAÇÕES DO GOD REPORTS

terça-feira, 27 de outubro de 2020

Organizações cristãs na China retiram "Jesus" dos títulos de livros para driblar a censura Duas organizações autorizadas pelo governo da China estão tentando driblar a censura com a nova estratégia.

 

Uma fileira de Bíblias chinesas é exibida na exposição itinerante da Bíblia em chinês em Washington, D.C. (Foto: Christian Post / Amanda)

A censura China contra cristãos na internet tornou-se tão severa que até grupos cristãos oficiais sancionados pelo governo estão agora usando as iniciais chinesas em pinyin "JD" para substituir caracteres chineses de “Jesus” e "Cristo", de acordo com a China Aid, dos Estados Unidos.

Duas organizações religiosas sancionadas pelo governo oficial — o Conselho Cristão da China e o Comitê do Movimento Patriótico das Três Autônomas das Igrejas Protestantes da China — atualizaram títulos e descrições de todos os seus livros em "Tianfeng Shuyuan", sua livraria oficial WeChat, relatou a China Aid, que expõe abusos e promove a liberdade religiosa, os direitos humanos e o Estado de Direito na China.

“Em sua loja oficial WeChat, não apenas 'Cristo' se torna 'JD', 'Jesus' também se torna 'YS' e 'Bíblia' se torna 'SJ'”, escreveu Fuzeng Xing, reitor do Seminário Chung Chi da Universidade Chinesa de Hong Kong, em sua página no Facebook, observou o grupo.

Em 30 de março de 2018, a "Bíblia Sagrada" foi removida de todas as livrarias online em toda a China, incluindo Taobao, Jingdong, loja WeChat, Dangdang, Amazon China e outras plataformas online.

Como resultado, muitas livrarias religiosas online fecharam.

A revista Bitter Winter, uma publicação que monitora as violações da liberdade religiosa na China, relatou no início deste mês que funcionários do Partido Comunista Chinês em Luoyang, uma cidade de nível municipal na província central de Henan, vasculharam uma gráfica local em busca de materiais religiosos proibidos.

“Qualquer conteúdo religioso torna a questão política, não religiosa. Embora faixas nas ruas digam que as pessoas têm crenças religiosas, a única fé que elas podem praticar livremente é a do Partido Comunista”, disse o gerente de uma loja a Bitter Winter.

Como as inspeções são “muito rigorosas”, o gerente disse que se recusa a imprimir materiais religiosos.

“Eles verificaram meu depósito, examinaram todos os registros e até examinaram folhas de papel no chão para ver se tinham conteúdo proibido. Se algum desses conteúdos for encontrado, serei multado ou, pior, meu negócio será fechado”,

A organização cristã de vigilância sobre perseguição International Christian Concern relatou na época que, em setembro de 2019, Chen Yu, que operava sua livraria online na cidade de Taizhou, província de Zhejiang, foi detido por vender publicações religiosas não aprovadas importadas de Taiwan, dos EUA e de outros países.

Ele foi condenado a sete anos de prisão e multado em 200.000 RMB ($ 29.450), de acordo com um documento do Tribunal Popular da cidade de Linhai, compartilhado pelo Padre Francis Liu, da Chinese Christian Fellowship of Righteousness.

Repressão Comunista

Em 2018, o governo chinês proibiu a venda de Bíblias em livrarias online em todo o país para cumprir um "papel branco" que ditava o cumprimento dos "valores fundamentais do socialismo".

O site ‘ABC News’, da Austrália informou na época que cópias dos Evangelhos foram removidas de varejistas online após o lançamento de um documento de regime intitulado "Políticas e Práticas da China sobre a Proteção da Liberdade de Crença Religiosa".

O documento declarou que as comunidades religiosas chinesas “deveriam aderir à direção de localizar a religião, praticar os valores fundamentais do socialismo, desenvolver e expandir a boa tradição chinesa e explorar ativamente o pensamento religioso que está de acordo com as circunstâncias nacionais da China”.

A China é classificada como um dos piores países do mundo no que diz respeito à perseguição aos cristãos, de acordo com a lista da Portas Abertas USA World Watch.

FONTE: rvg, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN POST

segunda-feira, 26 de outubro de 2020

Novos selos no Iraque apresentam imagens de igrejas A iniciativa visa preservar a herança cultural e histórica cristã no país a fim de garantir a sobrevivência dessa comunidade

 

Os selos iraquianos apresentam ilustrações de sete igrejas de diferentes denominações em Bagdá pintadas pelo artista Saad Ghazi (foto representativa)

Os novos selos confeccionados no Iraque apresentam ilustrações de sete igrejas de denominações diferentes em Bagdá pintadas pelo artista Saad Ghazi. Os primeiros 4 mil selos foram emitidos no último mês “como parte de uma iniciativa para preservar a herança cultural e histórica cristã do Iraque e garantir a sobrevivência da comunidade cristã após anos de êxodo em massa devido à violência”, de acordo com a agência de notícias AsiaNews.

O bispo auxiliar de Bagdá, Shlemon Audish Wasduni, recebeu bem o gesto. “Essa é uma forma das autoridades ganharem o respeito das pessoas, dos cristãos. Mas a situação local permanece difícil por causa da COVID-19 e com os ataques que continuam”, ele disse.

“É um sinal positivo, mas não deve distrair da dura realidade que os cristãos continuam enfrentando diariamente”, um porta-voz da Portas Abertas na região comentou. Embora o Estado Islâmico tenha sido oficialmente expulso do Iraque em 2017, o país continua enfrentando altos níveis de insegurança por causa de violência sectária.

A perseguição no Iraque
A igreja iraquiana está severamente enfraquecida devido à enorme perseguição dos últimos anos, principalmente com o deslocamento em massa forçado pelo Estado Islâmico em 2014. A igreja no Iraque tem um enorme desafio pela frente para impedir a extinção do cristianismo no país.

reconstrução de casas é a primeira coisa necessária para possibilitar a volta de cristãos para suas cidades, muitas delas totalmente destruídas pela ocupação do Estado Islâmico. Ao reconstruir casas e igrejas, o objetivo é fazer com que cristãos retornem para suas cidades, tendo, também, igrejas onde congregar. Com isso, a presença cristã pode ser mantida, levando luz onde há trevas. Ao doar, você possibilita a reconstrução de casas e igrejas no Iraque.

FONTE PORTA ABERTAS.

sexta-feira, 23 de outubro de 2020

Pastor responde a papa sobre união civil entre homossexuais: “Impensável à luz da Bíblia” O pastor Franklin Graham respondeu às declarações do papa Francisco, que se mostrou favorável à união civil entre homossexuais.

  O pastor Franklin Graham (esquerda) respondeu à declaração do papa Francisco (direita), que apoiou a união civil entre homossexuais.                                                                                                         (Imagem: Guiame / Edição)

A declaração dada pelo papa Francisco e recentemente divulgada no novo documentário “Francesco”, na qual ele se mostrou favorável à união estável entre homossexuais tem gerado reações no meio cristão de modo geral, incluindo católicos e evangélicos.

“Os homossexuais têm direito de estar em uma família. Eles são filhos de Deus e têm direito a uma família. Ninguém deve ser expulso ou infeliz por causa disso”, disse Francisco em depoimento para o documentário.

“O que precisamos criar é uma lei de união civil. Dessa forma eles são legalmente contemplados”, acrescentou o papa. “Eu defendi isso”.

"Impensável à luz da Bíblia"

Porém, a resposta a tal declaração está surgindo e na fala de um líder renomado, como o pastor e evangelista Franklin Graham, que atualmente é presidente da Associação Evangelística Billy Graham e também da organização de ajuda humanitária ‘Bolsa do Samaritano’.

Graham foi enfático em apontar que o apoio de Francisco à união civil entre homossexuais está em desacordo com a Bíblia.

“Acho esses comentários do Papa impensáveis ​​à luz da Palavra de Deus”, destacou o pastor em um texto publicado em sua página oficial do Facebook. “A Bíblia ensina que quando Deus criou a raça humana, ‘Ele os criou, macho e fêmea, e os abençoou...’ (Gênesis 5: 2)”.

“A primeira família consistia em um marido e uma esposa, depois em seus filhos, que é como Deus define a unidade social mais básica da sociedade, a família. A Bíblia deixa claro que Deus desaprovava quando ‘as mulheres trocavam as relações naturais por outras contrárias à natureza; e os homens também abandonaram as relações naturais com as mulheres e foram consumidos de paixão uns pelos outros...‘ (Romanos 1: 26-27)”, acrescentou.

O pastor ainda lembrou que ter um posicionamento bíblico sobre a questão não envolve intolerância e sim a expressão do amor de Deus, mas reafirmou que é preciso reconhecer o pecado para então enxergar a salvação.

“As Sagradas Escrituras são claras: o amor de Deus é totalmente inclusivo. Ele ama cada pessoa, sejam quais for as escolhas que tenhamos feito que sejam contrárias ao Seu padrão”, explicou.

“‘Todos pecaram …’ (Romanos 3:23) e isso inclui a mim. Mas as Boas Novas são que Jesus Cristo veio a essa terra para salvar os pecadores levando nossos pecados sobre Si mesmo até a cruz onde sangrou e morreu, foi sepultado, e Deus O ressuscitou ao terceiro dia. Para que sejamos salvos, Deus requer que nos arrependamos de nossos pecados, o que significa que devemos nos afastar desses pecados, deixá-los para trás e colocar nossa fé e confiança em Seu Filho, Jesus Cristo, que pagou a penalidade pelo pecado”, acrescentou.

Graham continuou seu raciocínio, explicando qual é a gravidade de tentar normalizar a homossexualidade.

“Tentar normalizar a homossexualidade é dizer que as Sagradas Escrituras são falsas, que nossos pecados realmente não importam e que podemos continuar vivendo neles. Se isso fosse verdade, então a morte, sepultamento e ressurreição de Jesus Cristo não teriam sido necessários. A cruz não teria sido em vão. Ninguém tem o direito ou a autoridade de banalizar o sacrifício de Cristo em nosso nome”, alertou.

“Sim, Deus deixa claro que nos ama e deseja que sejamos parte de sua família, mas também nos diz como isso pode acontecer. A Bíblia diz: ‘Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que os vossos pecados sejam apagados, para que venham tempos de refrigério da presença do Senhor’ (Atos 3:19)”, acrescentou.

Reação católica

Um arcebispo católico também respondeu às declarações de Francisco, destacando que as palavras do papa parecem revelar uma intenção separatista.

“Jorge Mario Bergoglio [papa Francisco] está tentando forçar alguns cardeais e bispos a se separarem da comunhão com ele, obtendo como resultado não o seu próprio depoimento por heresia, mas a expulsão dos católicos que desejam permanecer fiéis ao perene Magistério da Igreja. Essa armadilha teria o propósito — nas supostas intenções de Bergoglio e seu “círculo mágico” — de consolidar seu próprio poder dentro de uma Igreja que seria apenas nominalmente ‘católica’, mas na realidade seria herética e cismática”, disse o arcebispo Carlo Maria Viganò..

“Esse engano conta com o apoio da elite globalista, da grande mídia e do lobby LGBT, para o qual muitos clérigos, bispos e cardeais não são estranhos”, acrescentou.

Viganò alertou também que os bispos que se pronunciassem contra o papa poderiam estar “se arriscando”, podendo sofrer ações judiciais ou perdendo seus cargos na igreja.

“Um pronunciamento dos bispos contra Bergoglio em uma questão como a homossexualidade poderia levar a autoridade civil a processá-los criminalmente, com a aprovação do Vaticano”, alertou.

FONTE: GUIAME,rvg, COM INFORMAÇÕES DO LIFE SITE NEWS

quinta-feira, 22 de outubro de 2020

Portas Abertas se posiciona sobre ataques a igrejas no Chile Secretário-geral explica como incidentes são observados pela organização que apoia cristãos há mais de 65 anos

 

              Alguns manifestantes celebraram os incêndios durante os protestos no Chile (foto: AFP)

No último domingo, 18 de outubro, os incêndios de duas igrejas cristãs no Chile ganharam destaque nos meios de comunicação em todo o mundo. Os ataques aconteceram durante os protestos contra o atual sistema econômico e a desigualdade social do país. Apesar de alguns manifestantes encapuzados comemorarem o incidente e isso aparentar uma perseguição religiosa direta, a Portas Abertas acredita que é importante contextualizar o momento e observar a situação com cuidado.

Segundo Marco Cruz, secretário-geral da Portas Abertas, todos os ataques que denotem uma intolerância religiosa são deploráveis e repudiáveis, independente da ideologia política e dos objetivos dos manifestantes. O líder acrescenta que todo tipo de intolerância religiosa deve ser investigado e combatido para que os direitos de expressão de fé e pensamento sejam garantidos. “Isso é válido tanto para os cristãos quanto para qualquer outra expressão de fé. A liberdade religiosa é um direito social (das pessoas e comunidades) e público (de todo um povo). Essas manifestações de cunho político devem ser observadas e monitoradas”, explica.

Até o momento, o Chile é um país livre de perseguição religiosa aos cristãos e não está entre os classificados na Lista Mundial da Perseguição 2020. Porém, há nações da América Latina onde ser um seguidor de Jesus pode resultar em grandes riscos. Na Colômbia e em Cuba, os cristãos enfrentam hostilidade, principalmente em áreas dominadas por guerrilhas e narcotraficantes. Já no México, a fé cristã é mais combatida em regiões como Chiapas e Oaxaca, onde há uma perseguição maior por parte de algumas comunidades indígenas.

A Portas Abertas também monitora outros países como Venezuela, Bolívia, Nicarágua e El Salvador. Caso exista a necessidade, a organização pode atuar de maneira mais concreta para salvaguardar o direito de crença. “Estamos trabalhando pelos cristãos da América Latina e para que a liberdade religiosa seja totalmente respeitada nesses países”, afirma Cruz.

Apesar de a Constituição de países como Brasil, Argentina e Paraguai garantir a liberdade religiosa, é importante observar se os direitos serão mantidos após os ataques no Chile. “Isso só não pode se tornar recorrente, pois daí, sim, teremos um incidente de perseguição religiosa sistemática, por isso, devemos estar alertas e sempre contextualizar o momento. Se houver manifestações no Brasil ou em qualquer outro país, que culmine em incêndios de igrejas ou outros patrimônios religiosos, teremos um ponto de atenção e de atuação da Portas Abertas”, alerta.

Pedidos de oração

  • Clame pela paz no Chile, que o Senhor dê sabedoria às autoridades para governarem com justiça e compromisso com o bem-estar da população.
  • Interceda pelos cristãos chilenos, para que sejam fortalecidos e respondam à sociedade com o amor de Cristo.
  • Ore pelos manifestantes que idolatram ideologias e usam a violência como maneira de mudar o mundo. Que eles sejam impactados e transformados pelo amor de Deus.
  • FONTE,RVG.COM INFORMAÇÔES PORTAS ABERTAS

quarta-feira, 21 de outubro de 2020

Políticos e líderes cristãos dizem que incêndio em igrejas no Chile é ato de ‘cristofobia’ As igrejas queimadas no Chile no domingo (18) retomaram o debate sobre ‘cristofobia’ entre políticos e líderes cristãos nas redes sociais.

 

                    Igreja em chamas após ataque de manifestantes encapuzados em Santiago, no Chile. (Foto: AFP/Martin Bernetti)

incêndio a duas igrejas por manifestantes no último domingo (18) em Santiago, no Chile, tornou-se um dos assuntos mais comentados no Twitter e retomou o debate sobre a existência da cristofobia em países ocidentais. 

O presidente Jair Bolsonaro também comentou o episódio, reforçando seu discurso na Assembleia Geral das Nações Unidas.

“Na ONU, denunciei a existência da grande perseguição aos cristãos ao redor do mundo: a cristofobia. Hoje, igrejas foram incendiadas na capital do Chile por grupos de esquerda”, disse o presidente da República nesta segunda-feira (19) nas redes sociais. 

A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, disse que as imagens das igrejas sendo queimadas e destruídas por protestantes chilenas “doem no coração” e também fez um apelo à existência da cristofobia.

“Depois de ver templos cristãos queimados assim ainda existem dúvidas sobre a cristofobia? Podem explicar o motivo de tanto ódio aos cristãos?”, questionou. “Somos o povo da cruz! Somos o povo que pregar o amor, o respeito e a paz. O nosso Cristo é o príncipe da paz! Que os cristãos do Chile sejam consolados e abraçados!”

Damares Alves também observou o fato de uma mulher encapuzada aparecer em uma foto, comemorando a destruição da igreja. “Se tem uma religião que protege mulheres é o cristianismo. Ver mulheres ocidentais, que têm acesso a literatura, a internet, a informações odiar tanto os cristãos percebemos que além de intolerância e ódio falta cultura a muitas delas, pois os registros histórico provam que o cristianismo cuida e protege mulheres”.

Para a deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP), o ataque às igrejas não se trata apenas de cristofobia, mas “é também uma tentativa de destruir as bases da civilização ocidental”.

O filho do presidente, deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), questionou: “Alguma dúvida de quanto o comunismo odeia a fé cristã?”

As igrejas foram atacadas por manifestantes encapuzados depois que manifestações pacíficas ocorreram ao redor da Praça Itália, onde eles comemoraram um ano de protestos no Chile, com início em 18 de outubro de 2019.

Bombeiros e equipes de resgate fizeram uma cerca para evitar que o colapso da estrutura atingisse as pessoas. “Deixa cair, deixa cair”, gritaram alguns encapuzados, que festejaram a subsequente queda da cúpula da igreja, segundo a imprensa chilena.

O jornalista Rodrigo Constantino, comentarista da rádio Jovem Pan, disse que o ataque às igrejas “é mais do que uma guerra política; é mais até do que uma guerra cultural: é uma guerra espiritual” em publicação no Twitter. “E o lado do Mal encontra no cristianismo seu principal alvo, não por acaso. Mas não pode falar em ‘cristofobia’, pois isso ‘não existe’, gente…”

O Josué Valandro Jr., líder da Igreja Batista Atitude, no Rio de Janeiro, questionou nas redes sociais: “Na sua opinião: existe ou não existe cristofobia?”

O pastor e teólogo Yago Martins também comentou: “Não é no mundo muçulmano. Não é no século I. Isso foi hoje, aqui na América Latina. Duas igrejas queimadas como símbolo de revolução — e vários brasileiros aplaudindo. Mas nossa liberdade religiosa não  está em risco, né? É coisa da nossa cabeça, né?”

Entre os líderes católicos, o padre José Eduardo, sacerdote da Diocese de Osasco, na região metropolitana de São Paulo, disse que o ato no Chile demonstra de que “o laicismo não veio para brincar”.

“É uma ideologia assassina, que se vitimiza diante da moral bíblica apenas como arma retórica para legitimar a perseguição sistemática ao cristianismo. Infelizmente, muitos trocaram os fundamentos da fé pelos pressupostos laicos, desconstruindo a teologia cristã a partir de categorias emprestadas do marxismo atual, travestido de eco-feminismo. Isso não é uma brincadeira!”, comentou.

FONTE: GUIAME,RVG,LUANA NOVAES

segunda-feira, 19 de outubro de 2020

A perseguição aos cristãos na Síria Perseguição violenta aumentou na Síria no último ano

 

          Ore pela Igreja Perseguida na Síria, onde os cristãos continuam em estado de vulnerabilidade

Síria continua na 11ª posição da Lista Mundial da Perseguição 2020, a mesma do ano anterior. A média de pressão aos cristãos em todas as esferas da vida está em um nível extremo e a pontuação é de 13,8 pontos. Ela é mais forte na igreja, família e nação. Na vida privada e comunidade a pressão também é muito alta. Essa é uma situação típica em que a opressão islâmica é o principal tipo de perseguição, combinado à paranoia ditatorial.

A pressão da opressão islâmica está presente principalmente na vida privada, comunidade e igreja e é exercida em ambientes sociais. Já a pontuação para violência diminuiu de 13 para 12,6, a maior parte da queda é explicada por uma pequena queda no número de prédios cristãos que foram atacados, que passou de 7 para 5.

Como a opressão islâmica é o principal tipo de perseguição presente na Síria, ela é responsável pela maioria das atrocidades e atos de perseguição cometidas contra cristãos. Os militantes de grupos extremistas islâmicos são, atualmente, as maiores fontes de perseguição no país. Eles operam abertamente no Noroeste da Síria e em toda a região norte. Nas áreas onde exercem controle, líderes islâmicos seguem uma política de marginalizar os cristãos e outras minorias ou de forçá-los a fugir para outras áreas. Nessas áreas, é difícil distinguir entre “líder religioso” e “grupo religioso violento”. 

Militantes islâmicos controlam menos de 25% do território sírio
Os cristãos tinham um certo grau de liberdade religiosa antes da guerra civil, o que mudou com a chegada dos grupos militantes islâmicos. Desde 2016, o EI (Estado Islâmico) tem perdido território e até mesmo o controle de sua autoproclamada capital, Raca, em outubro de 2017. No entanto, a ameaça de retaliação pelo EI ainda existe. Em outubro de 2018, tornou-se claro que os militantes islâmicos estavam no controle de menos de 25% do território sírio.

A opressão islâmica também está presente em áreas controladas pelo governo, onde afeta principalmente os cristãos ex-muçulmanos. Nesse caso, a pressão é exercida pela família e comunidade dos convertidos. Discurso de ódio e zombaria contra cristãos por parte de líderes islâmicos ocorrem, mas não são permitidos em áreas controladas pelo governo.

Uma das principais características da população cristã da Síria é a combinação de sua identidade étnica e religiosa. Os cristãos sírios estão concentrados em áreas estratégicas do país, que são vitais tanto para os esforços de guerra do governo quanto da oposição, como as cidades de Alepo, Damasco e Homs (essa última no Sul, perto da fronteira com o Líbano). Essa concentração de cristãos em áreas estratégicas é um fator que os torna vulneráveis, assim como seu suposto apoio ao governo.

FONTE PORTAS ABERTAS.



sexta-feira, 16 de outubro de 2020

Após 7 meses de igrejas fechadas, cristãos vão às ruas do Peru para pedir reabertura Os templos no Peru estão fechados há mais de 7 meses, desde o início do bloqueio devido à pandemia de Covid-19.

 

                    Evangélicos reunidos na Praça San Martin para orar pelo Peru e pedir abertura de igrejas. (Foto: Manuel Rojas

Centenas de fiéis de igrejas evangélicas se reuniram no último domingo (11) na Praça San Martín, um dos o públicos mais importantes da cidade de Lima, no Peru, para pedir às autoridades a reabertura dos templos.

Os manifestantes, que são membros do Movimento Missionário Mundial, se uniram para pedir ao governo peruano que as igrejas sejam reabertas. Os templos no país estão fechados há mais de 7 meses, desde o início do bloqueio devido à pandemia de Covid-19.

Os fiéis também aproveitaram a reunião para orar pelo bem-estar do Peru e das autoridades.

“Depois de meses, continuamos obedecendo às nossas autoridades, porque nossos templos estão fechados até agora. Não podemos nos reunir com um grande número de pessoas, por isso escolhemos este lugar (Praça San Martín) para orar por nosso país” , disse o pastor Agustín Vásquez Díaz, da Iglesia Cristiana Pentecostés, ao jornal El Comercio de Peru.

O pastor disse que irá continuar obedecendo às autoridades e manter suas igrejas fechadas, mas fez um pedido para que o Ministério da Saúde permita a abertura dos templos de acordo com os protocolos de segurança.

“Vemos que os centros comerciais abriram, as baladas vão abrir, os cassinos também vão abrir. Então, por que não abrir os templos? Só queremos nos refugiar porque somos crentes”, disse Agustín Vásquez.

Apesar da diminuição dos casos de coronavírus no Peru, as autoridades sanitárias do país alertam para uma possível nova onda de infecções. Até o momento, o Peru tem mais de 853 mil casos confirmados de Covid-19 e mais de 33 mil mortes.

FONTE: GUIAME,rvg,COM INFORMAÇÕES DO EVANGELICO DIGITAL

quinta-feira, 15 de outubro de 2020

Líderes cristãos pedem ao FMI e Banco Mundial que cancelem dívidas de nações mais pobres A carta foi enviada ao Banco Mundial e ao FMI antes de discutirem a dívida das nações mais pobres, como parte do planejamento para a recuperação econômica global.

 

Nyamuot Joak segura sua filha de um ano, que sofre de desnutrição e está sendo tratada em uma clínica cristã no Sudão do Sul. (Foto: Andreea Campeanu/DEC)

Líderes cristãos de diversos países fizeram um apelo conjunto ao Fundo Monetário Internacional (FMI) e ao Banco Mundial para cancelar as dívidas dos países em desenvolvimento enquanto lutam com a Covid-19.

Entre os signatários estão a Dra. Isabel Apawo Phiri, vice-secretária geral do Conselho Mundial de Igrejas, o Bispo Josiah Idowu-Fearon, secretário geral da Comunhão Anglicana, o Rev. Fidon Mwombeki, secretário geral da Conferência de Igrejas de Toda a África e Alessandra Smerilli, coordenadora da força-tarefa de economia da Comissão do Vaticano para Covid-19.

A carta foi enviada ao Banco Mundial e ao FMI antes de suas reuniões anuais, que acontecerão de 16 a 18 de outubro, quando as duas instituições deverão discutir o alívio da dívida das nações mais pobres como parte do planejamento para a recuperação econômica global. 

O Banco Mundial alertou recentemente que a pandemia “ameaça empurrar mais de 100 milhões de pessoas para a pobreza extrema e está agravando a desigualdade em todo o mundo”.

Os líderes cristãos alertam sobre a “devastação” causada pela pandemia nos países pobres e lamentam que eles estejam tendo que gastar recursos preciosos no pagamento de dívidas, em vez de lutar contra a Covid-19. 

“Enquanto nossos governos fazem tudo o que podem para responder à pandemia, testemunhamos a injustiça em andamento do dinheiro que é tão desesperadamente necessário para remédios, equipamentos de proteção individual, suprimentos alimentares de emergência e redes de segurança social ainda estar sendo desviado para o pagamento de dívidas”, escreveram eles . 

Os líderes apelam às instituições para mostrarem uma “liderança corajosa”, cancelando as dívidas para liberar os recursos financeiros necessários “para evitar que milhões de irmãs e irmãos sejam desnecessariamente empurrados para a pobreza pela pandemia”.

“Sem o cancelamento das dívidas, permanece o grave risco de que os países em desenvolvimento não tenham o dinheiro tão desesperada e urgentemente necessário para conter a propagação do vírus, tratar as pessoas que sofrem do vírus e para amenizar e se recuperar do risco de destruição econômica e social ameaçada pelo vírus”, afirmam. 

A carta foi coordenada por ONGs globais, incluindo a CAFOD, Christian Aid e CIDSE.

FONTE: GUIAME,rvg,COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN TODAY

quarta-feira, 14 de outubro de 2020

Sequestro de meninas cristãs é arma de jihadistas no Egito O objetivo dos extremistas é enfraquecer a minoria copta e criar uma sociedade islâmica homogênea

 

As meninas cristãs são sequestradas e depois preparadas para se tornarem muçulmanas no Egito (foto representativa)

A desigualdade entre homens e mulheres começa na infância. Por isso, a Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu o dia 11 de outubro como o Dia Internacional da Menina. Quando as garotas são de alguma minoria religiosa, como a cristã, a situação de vulnerabilidade pode ser ainda pior. A especialista em perseguição da Portas Abertas, Helene Fisher explica que esse tipo de hostilidade afeta diretamente o futuro da jovem. “Em contextos de severa repressão religiosa, as desigualdades e a violência com que as adolescentes crescem regularmente também são usadas para colocar em risco a liberdade e o futuro das meninas cristãs por causa da fé.”

No Egito, Lisa Romani Mansi foi uma das vítimas da violência. Ela tinha 17 anos quando desapareceu em um bairro de Cairo. Desde novembro de 2019, ela nunca mais foi vista e as investigações policiais não tiveram resultado. Sadiya Amos tinha a mesma idade de Lisa quando foi sequestrada por extremistas islâmicos na Nigéria. Ela ficou presa e foi obrigada a se converter ao islã, mas conseguiu escapar.

Guerra “santa” contra adolescentes cristãs

O caso de Lisa é um dos exemplos do relatório “Jihad do útero: tráfico de mulheres e meninas coptas no Egito”. O documento foi elaborado pela organização Coptic Solidarity e revela como o desaparecimento forçado de meninas coptas é algo generalizado no país. O processo começa com os sequestros das menores, que depois são coagidas a se converterem ao islã e a casarem com muçulmanos. Nesse período, elas são doutrinadas a respeito da superioridade do islamismo. Esse método é eficaz principalmente se a adolescente é de área rural e não tem acesso à boa educação e igrejas.

Em 2017, um ex-sequestrador contou à Portas Abertas como era planejada a captura das meninas cristãs. “Um grupo se reúne em uma mesquita para discutir potenciais vítimas. Eles ficam de olho nas casas dos cristãos e monitoram tudo o que está acontecendo. Com base nisso, eles fazem os planos." O homem também disse que eles recebem muito dinheiro por isso, e que em muitas situações a polícia ajuda, e também é recompensada financeiramente.  

A pesquisa ainda indica que os atos contra as garotas cristãs não se limitam apenas ao aliciamento sexual, mas fazem parte de um projeto político para enfraquecer a minoria religiosa e promover o crescimento de uma sociedade islâmica homogênea. Para que esses objetivos sejam atingidos, os sequestradores se aproveitam das normas sociais e das leis que não impedem que as capturas aconteçam.

Pedidos de oração

  • Ore para que o Senhor guarde as adolescentes cristãs em países onde há forte extremismo religioso, como Egito e Nigéria.
  • Clame para que os governantes desses países criem leis que dificultem esse tipo de crime e punam severamente os culpados.
  • Ore pela libertação das adolescentes que estão sob o poder de extremistas, que elas sejam consoladas por Deus e consigam voltar para os antigos lares.
  • Fonte Portas Abertas.

terça-feira, 13 de outubro de 2020

Terroristas separam passageiros de ônibus por religião e executam cristãos, no Quênia Homens armados emboscaram um ônibus no Quênia e atiraram contra os passageiros. Os cristãos foram separados dos muçulmanos e foram assassinados.

 

Al-Shabaab ataca ônibus no Quênia e executa cristãos, após separar passageiros por religião. (Foto: International Christian Concern)

Homens armados vinculados ao Al-Shabaab, grupo terrorista que atua principalmente no sul da Somália, atacaram um ônibus que saía de Mandera, no nordeste do Quênia, para Nairóbi, a capital do país. 

Os terroristas emboscaram o ônibus nesta terça-feira (6) enquanto o veículo atravessava uma ponte, informa a organização International Christian Concern (ICC). 

No início, os homens armados tentaram parar o ônibus acenando com as mãos, mas o motorista não parou. Quando os militantes viram que o ônibus não iria parar, abriram fogo contra ele.

Por causa dos disparos, sete passageiros do ônibus ficaram gravemente feridos. O tiroteio também fez o ônibus quebrar. 

De acordo com relatos da polícia local, os militantes embarcaram no ônibus e separam todos os passageiros por religião. No entanto, eles descobriram que a maioria das pessoas a bordo do ônibus eram muçulmanos somalis locais e ficaram bravos com o motorista do ônibus, por não ter parado.

Segundo a ICC, “os agressores teriam separado todos os cristãos do ônibus e depois os executado”. Ataques como este tornaram-se frequentes nos últimos seis anos. 

“Al-Shabaab está com raiva do governo queniano por apoiar o governo nacional da Somália. Eles conduzem esses ataques a cristãos no Quênia como forma de punir o governo queniano”, diz a organização.

FONTE: GUIAME,rvg, COM INFORMAÇÕES DA INTERNATIONAL CHRISTIAN CONCERN

sexta-feira, 9 de outubro de 2020

Governo fecha igreja em Cuba sem justificativa Agora, os cristãos se reúnem na parte de fora do prédio interditado

 

As igrejas que se negam a se submeter ao governo comunista são perseguidas e interditadas em Cuba (foto representativa)

Todas as reuniões da igreja Jeová Shalom passaram a ser ao ar livre, desde que as autoridades cubanas interditaram o prédio religioso. Os cristãos da cidade de Holguin começaram a ser perseguidos em 2019, mas foi em julho de 2020 que a situação piorou. Os pastores Uberney Aguilar e Yalina Proenza foram ameaçados em seis ocasiões pelo governo e por integrantes do Partido Comunista.

De acordo com o site de notícias Evangelical Focus, os líderes cristãos não tiveram oportunidade de argumentar, nem negociar. “Em vez disso, foi um fechamento retumbante, arbitrário e sem qualquer solução”, explicaram os pastores em entrevista. Há suspeita de que a perseguição à igreja está sendo realizada por um alto funcionário do Partido Comunista que se mudou para o bairro há dois anos.

Os 60 membros da igreja, credenciada às Assembleias de Deus em Cuba, começaram a se reunir em 2017. No ano passado, solicitaram uma permissão para usar uma propriedade de um cristão como sede. Mas, apenas em julho de 2020, eles receberam a resposta negativa. A situação das igrejas cristãs cubanas depende de como elas se submetem e obedecem às ordens do governo.

Fé submissa ao governo

Enquanto um prédio religioso foi fechado, uma nova igreja católica foi inaugurada em San Benito del Crucero, na província de Santiago de Cuba. O local de adoração original estava fechado desde 1951, antes da Revolução Cubana. Segundo o líder cristão Juventino Rodríguez, a nova igreja é um “pequeno milagre”. “Depois de receber permissão do governo, a construção foi realizada com o apoio financeiro de cristãos cubanos que viviam nos Estados Unidos”, explica uma analista de perseguição da Portas Abertas.

As relações do governo com as igrejas católicas de Cuba têm melhorado, mas os protestantes ainda enfrentam grande hostilidade no país. “Muitas das igrejas pertencem à Aliança Evangélica, uma organização que ainda não recebeu aprovação oficial, justamente porque contradiz o governo”, completa a colaboradora.

Pedidos de oração

  • Interceda pelos cristãos da igreja que foi fechada em Cuba. Que eles sejam fortalecidos por Deus e consigam testemunhar mesmo diante da perseguição.
  • Ore por sabedoria aos líderes cristãos cubanos, que eles saibam reagir diante da hostilidade e sejam verdadeiros discípulos de Jesus.
  • Clame para que os perseguidores encontrem a Cristo e passem a compartilhar a mensagem do evangelho.
  • FONTE PORTAS ABERTAS.

quinta-feira, 8 de outubro de 2020

Governador de Nova York ameaça fechar igrejas e sinagogas se não 'seguirem as regras' Andrew Cuomo ameaçou fechar igrejas e sinagogas caso não sigam as medidas restritivas do governo de Nova York devido a Covid-19.

 

      O governador de Nova York, Andrew Cuomo, em entrevista coletiva sobre o coronavírus. (Foto: Flickr/Governor Andrew Cuomo)

O governador de Nova York, Andrew Cuomo, ameaçou fechar igrejas e sinagogas caso elas “não concordem em seguir as regras” relativas ao distanciamento social e uso de máscaras como medida de proteção da Covid-19.

Em uma coletiva de imprensa na segunda-feira (5), Cuomo disse que concordou com o prefeito de Nova York, Bill de Blasio, em fechar escolas em nove CEPs do Brooklyn e Queens, por serem consideradas “pontos críticos” para a propagação do coronavírus.

As escolas nestas regiões incluem um grande número de yeshivás, ou seja, escolas religiosas frequentadas por judeus ortodoxos para o estudo da Torá. Negócios não essenciais, como restaurantes, bares e academias, podem permanecer abertos.

“Sabemos que as instituições religiosas têm sido um problema”, argumentou Cuomo, apontando para uma tela com fotos de reuniões cristãs e judaicas. “Você não vê máscaras e você vê violações claras de distanciamento social”. 

“Se vocês não concordarem em seguir as regras, vamos fechar as instituições. Estou preparado para isso”, destacou Cuomo.

O anúncio provocou indignação nas comunidades judaicas e cristãs, que sentem que estão sendo injustamente discriminadas.

No Twitter, a comunidade judaica hassídica “Satmar Headquarters” explicou que uma das imagens apontadas por Cuomo não era das últimas semanas, mas de mais de uma década atrás. “Esta foto é do funeral de 2006 do antigo Grande Rabino de Satmar, 14 anos atrás!”

            O governador de Nova York justificou aglomeração com imagem de 2006. (Foto: Twitter/Satmar Headquarters)

Joseph Esposito, paroquiano da St. Athanasius Church, em Bensonhurst, também levantou preocupações sobre a forma como os templos estão sendo visados.

“É ridículo. Não faz absolutamente nenhum sentido”, disse Esposito à revista católica The Tablet. “Estamos nos esforçamos para fazer tudo do jeito seguro. As igrejas têm feito a coisa certa. Estamos sendo punidos por nosso trabalho árduo. E fazer isso por CEP não faz sentido. E se você mora em um bairro e vai à igreja em outro?” 

Cuomo ainda listou seus requisitos para as igrejas: “Se vamos manter as instituições religiosas abertas, só pode ser com duas condições. Um, a comunidade deve concordar — seja a comunidade judaica, seja as igrejas negras, seja as igrejas católicas romanas — a com as regras e têm que concordar que vão seguir as regras. E eles têm que concordar que serão um parceiro na aplicação das regras”.

“Se você não concordar em fazer cumprir as regras, fecharemos as instituições”, alertou o governador de Nova York. 

Cuomo disse que a segunda condição para manter os templos abertos seria a aplicação estrita de regras de distanciamento social e limites de capacidade: “Se a regra não for mais do que 50% das pessoas em uma igreja negra, quero alguém na porta quando as 50% entrarem a igreja, uma pessoa lá que fale para o pastor, concorde em seguir as regras. É 50%. É isso ou vamos fechar”.

Perto do final da coletiva de imprensa, Cuomo disse que se reuniria com a comunidade ortodoxa na terça-feira (8) para “ver se eles concordam em cumprir as regras e defender o cumprimento”. Ele prometeu “agir” se os líderes judeus ortodoxos não concordassem com suas exigências.

FONTE: GUIAME,rvg, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN POST E RELIGION NEWS SERVICE

quarta-feira, 7 de outubro de 2020

Cristãos são socorridos durante a pandemia em Mianmar Os seguidores de Jesus foram excluídos da ajuda humanitária governamental

            Cristãos perseguidos em Mianmar recebem ajuda da Portas Abertas durante a pandemia

Desde que encontraram Jesus, U Myint Aung* e Daw Merry Win* passaram a ser excluídos e insultados pelos familiares e vizinhos, em Mianmar. Todos os acusavam de serem traidores da fé budista e, por isso, não foram mais considerados birmaneses. Antes da pandemia, U Myint trabalhava como assalariado na construção de estradas. Na ocasião, ele conheceu U Maung*, com quem compartilhou sobre Jesus. Então, o amigo e irmão de fé foi viver com a família cristã.

Porém, o isolamento social por causa do coronavírus fez com que os cristãos perdessem o emprego e ficassem sem renda para alimentar a família. Além disso, toda ajuda distribuída na comunidade aos necessitados foram entregues apenas para os budistas. Mas ao saber da situação dos cristãos, os parceiros locais da Portas Abertas viajaram para encontrá-los.

Na ocasião, levaram palavras de encorajamento e forneceram assistência imediata com alimentos. “Neste tipo de situação de pandemia, estou muito deprimido e sem esperança. A vida sem trabalho e sem renda é muito difícil para um pai de família. Quando recebo esse tipo de ajuda e encorajamento de meus irmãos cristãos, percebo que nosso Deus é aquele quem cuida de nós e nunca nos abandona. Muito obrigado”, conclui o cristão.

*Nomes alterados por segurança.

Pedidos de oração

  • Interceda pela família de U Myint Aung. Peça que Deus os fortaleça e supra todas as necessidades deles.
  • Ore pela distribuição de alimentos aos cristãos perseguidos em Mianmar durante a pandemia de COVID-19. Que todos os líderes envolvidos sejam protegidos por Deus e cheios de mensagens de encorajamento.
  • Interceda por todos os birmaneses que excluem os cristãos dos benefícios públicos. Que eles sejam impactados pelo amor de Jesus e se tornem propagadores do evangelho.
  • FONTE: ,RVG, COM INFORMAÇÕES :portas abertas.

terça-feira, 6 de outubro de 2020

Conversão é vista como peso para as famílias em Bangladesh Ao contar para a esposa sobre a nova fé, Shohel é agredido por familiares e expulso de casa

 

     Após ser expulso de casa, Shohel foi abrigado pelo pastor de sua igreja (imagem representativa)

O grau da perseguição em Bangladesh tem piorado ultimamente, com a maioria dos casos atuais envolvendo cristãos idosos, mulheres e crianças que são expulsos de casa. Entretanto, ainda não se sabe se esse aumento tem alguma relação com a pandemia da COVID-19. Esse grupo de pessoas é considerado “improdutivo” e tende a ser classificado como um peso para as famílias, principalmente em tempo de crise.

Um deles é Shohel*, de 53 anos, um novo cristão ex-muçulmano. Ele foi expulso de casa em Lalmonirhat, no Nordeste de Bangladesh, por se converter ao cristianismo. Ele se batizou em agosto deste ano após frequentar um longo curso de discipulado. Após o batismo, Shohel contou à esposa sobre a conversão. Ele compartilhou o evangelho e a encorajou a receber Jesus em sua vida. Ela então contou aos pais e irmãos sobre a conversão dele.

Como resultado, todos ficaram muito bravos com Shohel. Foram até sua casa no início de setembro para agredi-lo. A esposa gritou: “Você se converteu à fé cristã e, por isso, nós não podemos mais ser marido e mulher. Você vai sair de casa”. Assim, eles o expulsaram de casa.

A reação da família
Shohel ficou fora aquela noite. Pensando que os membros da família fossem se acalmar pela manhã, ele, junto com o pastor, Rana*, voltaram à casa no dia seguinte. Mas, quando souberam que o pastor também era um convertido, ficaram ainda mais irados e agressivos com os dois.

Para surpresa do pastor, eles agrediram Shohel na frente dele, dando socos no peito do cristão. Ele caiu e ficou com dificuldade para respirar por um tempo. Vendo a situação piorar, o pastor Rana rapidamente deixou o lugar com Shohel. De lá, ele foi levado para um médico local para tratamento.

Atualmente, Shohel está na casa do pastor, pelo qual é muito grato. “Se o pastor Rana não me aceitasse, então não saberia para onde ir. Eu sou grato a ele”, disse.

O pastor Rana contou que entende e sente a dor dos cristãos perseguidos. “Eu também sou vítima da perseguição, então entendo e sinto a dor das pessoas perseguidas. Fico feliz por dar abrigo ao irmão Shohel, mas ao mesmo tempo, muito preocupado com sua vida. Eu não sei por quanto tempo posso ajudar, porque eu também sou um homem pobre. Eu vivo precariamente”, disse.

Além de Shohel, ele também abriga outro cristão perseguido chamado Hafizul, de 37 anos, que foi atacado no mês de agosto. “Nós fazemos isso porque aprendemos no Permanecendo Firme Através da Tempestade e na Bíblia a servir às pessoas necessitadas como se nós mesmos estivéssemos em crise”, explicou.

*Nomes alterados por segurança.

Socorro para os cristãos de Bangladesh
Além do aumento da perseguição, Bangladesh tem sido afligido por desastres naturais. Primeiro, a COVID-19, depois o ciclone Amphan e, além disso, mais dois períodos seguidos de inundações. Ao perderem a renda, casa e meios de subsistência, cristãos de Bangladesh são negligenciados do auxílio do governo e pressionados a voltar ao islã para receber ajuda. Sua contribuição é fundamental para que, por meio de parceiros locais, a Portas Abertas possa assisti-los. Ao doar, você providencia para eles alimentos, materiais sanitários e outras necessidades diárias. Doe e seja uma voz de esperança em meio ao caos.

FONTE: ,RVG, COM INFORMAÇÕES :portas abertas.

segunda-feira, 5 de outubro de 2020

Presidente da Turquia afirma que seu país tem direito sobre Jerusalém: “É a nossa cidade” Recep Tayyip Erdogan lembrou que Jerusalém ainda tem 'vestígios da resistência otomana' e por isso a Turquia teria direitos sobre a cidade.

 

              O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, afirmou que seu país tem direitos sobre Jerusalém. (Foto: AP Photo)

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, sugeriu que Jerusalém pertence ao seu país durante um discurso aos legisladores turcos em Ancara na última quinta-feira (1º), segundo o jornal ‘The Times of Israel’.

“Nesta cidade que partimos aos prantos durante a Primeira Guerra Mundial, ainda é possível encontrar vestígios da resistência otomana. Portanto, Jerusalém é a nossa cidade, uma cidade nossa”, disse ele. “Nossa primeira qibla [direção islâmica de oração] al-Aqsa e a Cúpula da Rocha em Jerusalém são as mesquitas simbólicas de nossa fé. Além disso, esta cidade é o lar dos lugares sagrados do Cristianismo e do Judaísmo”.

O Império Otomano governou Jerusalém de 1516-1917 até que a Grã-Bretanha assumiu após a Primeira Guerra Mundial. Erdogan está empurrando o país constitucionalmente laico cada vez mais para o Islã conservador e considera que “Jerusalém é uma extensão da Turquia”.

Pouco depois de converter a igreja de ‘Hagia Sophia’ de Istambul em uma mesquita no mês de julho, Erdogan voltou sua atenção para a cidade sagrada localizada em Israel.

Ele disse em um post no Facebook que “o renascimento da Hagia Sophia é um sinal do retorno da liberdade à mesquita de al-Aqsa”, em Jerusalém.

Durante o discurso de Erdogan na quinta-feira, ele condenou “a opressão de Israel contra os palestinos e as práticas indiferentes que desprezam a privacidade de Jerusalém”.

“A questão de Jerusalém não é um problema geopolítico comum para nós. Em primeiro lugar, a aparência física atual da Cidade Velha, que é o coração de Jerusalém, foi construída por Solimão, o Magnífico (Califa do Islã e Sultão do Império Otomano do século XVI), com suas paredes, bazar e muitos edifícios. Nossos ancestrais mostraram seu respeito por séculos, mantendo esta cidade em alta estima”, disse.

Há muito tempo Erdogan é um defensor da causa palestina e reafirma o compromisso da Turquia com Jerusalém.

“Consideramos uma honra, em nome de nosso país e nação, expressar os direitos do povo palestino oprimido em todas as plataformas, com quem convivemos há séculos”, disse ele. “Com esse entendimento, seguiremos tanto a causa palestina, que é a ferida sangrenta da consciência global, quanto o caso de Jerusalém até o fim”.

O Ministério das Relações Exteriores de Israel não comentou o discurso de Erdogan.

FONTE: GUIAME,rvg, COM INFORMAÇÕES DA CBN NEWS

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