WEB RÁDIO VERDADE GOSPEL

RADIO WEB VERDADE GOSPEL

RADIO WEB VERDADE GOSPEL
24 HORAS NO AR

ISLAIDE TESTE

ISLAIDE TESTE
webradioverdadegospel@gmail.com

DISPONÍVEL NA PLAY STORY

DISPONÍVEL NA PLAY STORY
DISPONIVÉL NA PLAY STORY

JOÃO 3:16

Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. João 3:16

PUBLICIDADE

PUBLICIDADE
PUPLICIDADE

IBADEP TEOLOGIA

IBADEP TEOLOGIA
IBADEP TEOLOGIA

sexta-feira, 25 de setembro de 2020

Arábia Saudita oprime mulheres e nega liberdade religiosa O sistema de tutela ainda é uma das maneiras de limitar os direitos básicos das cidadãs

 

                   Mulheres da Arábia Saudita têm os direitos negados pelas leis governamentais

Em 23 de setembro de 1932, o reino da Arábia Saudita foi proclamado, indicando que várias tribos, emirados e xerifados da Península Arábica seriam governados pela família Saud. O maior país do Oriente Médio também é o número um em produção de petróleo do mundo. Apesar de manter boas relações com os Estados Unidos e demais países do Ocidente, e desejar ser visto como líder do mundo árabe e do islamismo, nos quesitos liberdade religiosa e igualdade de gênero está longe de ser um exemplo mundial.

A representante da Dinamarca no Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas em Genebra, Suíça, pediu que a Arábia Saudita libertasse todos os detidos políticos, juntamente com defensores dos direitos das mulheres, presos desde 2018. “Os direitos básicos das mulheres são severamente limitados na Arábia Saudita”, explica um porta-voz da Portas Abertas.

Inaptas para tomar as próprias decisões

Segundo ele, as mulheres do país ainda são dependentes dos homens para exercerem direitos comuns a todos os cidadãos. “As limitações mais severas estão ligadas ao sistema de tutela, sob o qual as mulheres são legalmente consideradas menores de idade e precisam de um tutor para tomar decisões críticas em seu nome”, revela.

Apesar da lei permitir que as sauditas possam viajar e obter passaporte sem a permissão do tutor, a implementação do novo direito é lenta e muitas vezes inexistente, ainda mais em regiões onde as famílias são conservadoras. Se para as mulheres islâmicas a situação é difícil, quando o assunto envolve cristãs ex-muçulmanas fica ainda pior. “As consequências podem ser terríveis, incluindo abusos graves se o tutor homem desaprovar a decisão delas. E há pouca esperança de escapar e buscar proteção em uma situação tão abusiva", diz o porta-voz.

Por isso, a Portas Abertas criou um documento de apelação para garantir a liberdade religiosa, o direito de mudar de crença e desmantelar o sistema de tutela para mulheres. Além disso, o manifesto também afirma a igualdade e dignidade entre os gêneros, para colocar fim à discriminação que as sauditas enfrentam. Muitas delas são rastreadas pelos pais e maridos e obrigadas a voltar para os lares, mesmo que isso signifique ser mantida em cárcere privado e sofrer abusos psicológicos, físicos e sexuais.

Pedidos de oração

  • No dia da Unificação da Arábia Saudita, interceda para que os governantes tenham compromisso com a justiça e liberdade religiosa da população.
  • Ore pelas cristãs ex-muçulmanas que são vítimas das leis desiguais do país e peça que Deus guarde cada uma delas e as faça testemunhas de Jesus.
  • Clame pelos demais cristãos sauditas que precisam viver a fé em segredo. Que eles sejam fortalecidos e encorajados pelo Senhor a compartilhar a fé.
  • Fonte: PORTAS ABERTAS, com informações RVG

Nenhum comentário:

Postar um comentário

PUBLICIDADE

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

NOSSOS OUVINTES,ONLINE, PELO MUNDO

Flag Counter

Filha de campeão olímpico, treinadora compartilha fé em Jesus com equipe A atleta conta seu testemunho de como a disciplina cristã a ajudou a conquistar seus títulos.

Jenny [primeira à esq.], ao lado da filha, Jaylen Jordan, jogadora de vôlei do Sierra Canyon, do pai Rafer Johnson e do marido, Kevin Jordan...