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JOÃO 3:16

Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. João 3:16

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IBADEP TEOLOGIA

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quarta-feira, 30 de setembro de 2020

Segundo lockdown pode gerar danos piores que o próprio vírus, diz pastor britânico Dr. Ian Paul advertiu que nem todos encaram o isolamento social de uma forma saudável e que esta fase é de sofrimento para muitas pessoas.

Quadros de ansiedade e depressão têm sido agravados durante o cumprimento das medidas de lockdown. (Foto: New Indian Express)

O teólogo evangélico Dr. Ian Paul advertiu que um segundo lockdown em razão de uma segunda onda da pandemia do coronavírus na Europa pode criar mais problemas do que resolver.

O popular blogueiro cristão e editor da Grove Books é um dos signatários de uma carta aberta, pedindo aos respectivos governos do Reino Unido que não fechem as igrejas pela segunda vez.

Ele disse à apresentadora da Sky News, Kay Burley, que o governo "não pode simplesmente pensar sobre este vírus isoladamente" e deve "considerar todas as implicações".

Ele disse que o lockdown estava tendo um "efeito enorme" nas pessoas e que o governo precisava pensar mais na "dimensão espiritual da vida".

"[O Lockdown] cria medo, cria isolamento", disse ele.

"Aqueles que vivem por conta própria, aqueles que são pobres e não podem se dar ao luxo de ter grandes lugares para morar e jardins para visitar, sofrem desproporcionalmente”, acrescentou.

Ele prosseguiu, sugerindo que foi um erro do governo planejar sua resposta em torno de quaisquer noções de "derrotar" o coronavírus.

“Uma das coisas que o vírus fez foi nos confrontar com nossa própria mortalidade”, disse ele.

"Pessoas morrem de doenças e precisamos colocar os riscos da Covid no contexto do fato de que hoje na Grã-Bretanha, normalmente, 1.698 pessoas morrerão tragicamente, e precisamos ver o quadro mais amplo do que isso está nos dizendo", destacou.

Ele acrescentou: "A dimensão espiritual da vida é realmente importante. A Igreja cristã tem uma mensagem de esperança para oferecer ao mundo."

Mais de 800 líderes de igrejas e cristãos de muitas denominações diferentes assinaram a carta para o primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, bem como o da Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte, implorando para que mantenham as igrejas abertas.

Na carta, eles alertam que as restrições ao coronavírus já estão tendo um "poderoso efeito desumanizador na vida das pessoas, resultando em uma onda crescente de solidão, ansiedade e danos à saúde mental".

Eles enfatizam seu apoio a "medidas proporcionais" para reduzir a propagação da Covid-19, mas acrescentam que "não podem apoiar tentativas de alcançá-las que, em nossa opinião, causam mais danos às pessoas, famílias e sociedade - física e espiritualmente - do que o próprio vírus".

Outro signatário da carta, o comentarista evangélico David Robertson disse que embora fosse possível para as igrejas a celebração de cultos online, não poder se reunir seria "um grande obstáculo" ao seu trabalho mais amplo.

"Devemos ser livres para nos encontrarmos, tomando as devidas precauções", disse ele.

FONTE: GUIAME, RVG, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN TODAY


terça-feira, 29 de setembro de 2020

A perseguição aos cristãos na Nigéria No país, a pressão e violência aos nossos irmãos e irmãs têm sido estáveis, porém se mantêm em um nível muito alto

 

A pontuação da violência no mesmo período está muito estável, porém, com nível extremo, visando cristãos

Nigéria é um gigante na África repleto de problemas complicados. Devido ao seu tamanho e recursos humanos e naturais, tem potencial para ser uma força enorme no continente. No entanto, a instabilidade política, a insegurança e a corrupção desenfreada que caracterizaram o país durante décadas ainda persistem e enfraquecem a Nigéria consideravelmente. A média de pressão aos cristãos na Nigéria está em um nível muito alto de 12,7, a mesma pontuação do ano anterior.

Todas as esferas da vida pontuaram acima de 11 pontos, sendo que o máximo é 16,7, por isso considera-se que a pressão está em um nível muito alto em todas elas. O índice é mais alto na comunidade (13,4) e a pontuação para violência está na pontuação máxima possível (16,7), a mesma comparada ao ano anterior.

A perseguição aos cristãos tem sido estável, porém se mantém em um nível muito alto, com os níveis mais altos nos períodos de análise de 2019 e 2020. A comunidade tem marcado 13 pontos ou mais. Embora as diferenças sejam limitadas, principalmente entre comunidade, nação e igreja, o que é um reflexo de que a perseguição aconteça em comunidades locais onde atores não estatais têm um papel-chave.

A média de pressão tem sido consistentemente muito alta, marcando acima de 12 nos últimos cinco anos, chegando a 12,7 nos dois últimos períodos. A pontuação da violência no mesmo período está muito estável, porém com nível extremo, visando cristãos. Nos últimos três anos o país teve pontuação máxima em violência.

A perseguição para homens e mulheres
Meninas e mulheres com frequência são sequestradas e sujeitas a assédio e violência sexual. Essa tem sido uma prática comum de grupos radicais islâmicos, como Boko Haram e pastores de cabra fulanis. Muitas são forçadas a se casar com não cristãos. O fato de no país existir leis que permitem casamento de menores em alguns estados, assim como a existência de normas culturais e religiosas que desencorajam meninas a irem à escola, apenas contribuem para o problema.

A perseguição de mulheres e meninas tem um efeito negativo nas igrejas e famílias cristãs. Além das grandes consequências emocionais e o custo social de tal perseguição, em algumas comunidades, onde viúvas são as provedoras da família, isso também afeta o bem-estar econômico da comunidade.

Já homens e garotos cristãos são alvos com frequência, especialmente no nordeste do país, onde o Boko Haram atua. Muitos são atacados, sequestrados e forçados a se unir a grupos militantes. Tais ataques têm efeitos devastadores nas igrejas e famílias cristãs.

Pedidos de oração

  • Ore para que os cristãos não sejam desencorajados, mas tenham a graça de continuar servindo a Deus, apesar da perseguição, e sejam cheios de esperança.
  • Peça que eles não sejam tentados a desistir da fé em busca de uma vida mais fácil.
  • Interceda para que o governo faça todo o possível para proteger as comunidades contra violências futuras.
  • FONTE PORTAS ABERTAS,RVG.



segunda-feira, 28 de setembro de 2020

"Se abortar é um direito da mulher, onde estava o meu direito?", diz sobrevivente de aborto Gianna Jessen elogiou o presidente dos EUA, Donald Trump por sua decisão em favor dos sobreviventes de abortos malsucedidos.

 

Gianna Jessen nasceu com paralisia cerebral após sua mãe biológica tentar abortá-la nos anos 70. (Foto: AP Photo/Pablo Martinez Monsivais)

A sobrevivente de um aborto e ativista pró-vida, Gianna Jessen está elogiando o presidente Donald Trump por assinar uma ordem executiva, garantindo que bebês que sobrevivem a abortos malsucedidos recebam cuidados médicos.

"Obrigada, senhor", disse ela. “Você é de longe o presidente mais pró-vida e comprovadamente pró-vida que já tivemos. Nos últimos tempos, o mais corajoso”

Jessen, que tem paralisia cerebral, devido à tentativa de aborto à qual sobreviveu, expressou que sentiu-se representada pela nova decisão.

“Como alguém que nasceu em uma clínica de aborto e não morreu, quero lhe agradecer. Você é zombado o tempo todo. E eu vou te dizer, eu vou te defender”, afirmou Gianna.

A ativista também reforçou seu apoio a Trump em uma publicação no Twitter.

"Querido @realDonaldTrump, acabei de fazer um live no facebook, agradecendo por sua ordem executiva. Aqui está um vídeo. Nasci em uma clínica de aborto, mas não morri. Tenho paralisia cerebral. Tenho a sensação de que se nos encontrássemos, você me daria seu braço para me apoiar", afirmou.

Histórico

Jessen, nascida milagrosamente na década de 1970, depois que sua mãe biológica passou por um procedimento de aborto com solução salina fracassado, tem sido uma grande defensora do movimento pró-vida.

Anos atrás, ela compareceu ao Comitê Judiciário da Câmara dos Estados Unidos, onde perguntou: “Se abortar é um direito das mulheres, qual era o meu direito?”.

Dirigindo suas dúvidas para a grande rede abortista dos EUA, Planned Parenthood, Jessen passou a dizer:

“Vocês continuamente usam o argumento: ‘Se o bebê for deficiente, precisamos interromper a gravidez’, como se vocês pudessem determinar a qualidade de vida de alguém. Minha vida tem menos valor devido à minha paralisia cerebral?”, questionou.

“Vocês falharam em sua arrogância e ganância, em ver uma coisa: muitas vezes é com os mais fracos entre nós que adquirimos mais sabedoria, algo que falta em nossa nação hoje. E é tanto nossa loucura quanto nossa vergonha que nos cega para a beleza da adversidade”, acrescentou. “A Planned Parenhood usa o engano, a manipulação da linguagem e slogans, como ‘o direito da mulher de escolher’, para atingir seus objetivos monetários”.

Decisão de Trump

Trump anunciou na quarta-feira, durante uma mensagem pré-gravada para o ‘National Catholic Prayer Breakfast’, que ele assinaria uma ordem executiva sobre os “nascidos vivos”.

“Hoje, anuncio que irei assinar o decreto de nascidos vivos para garantir que todos os bebês nascidos vivos, sejam quais forem as suas circunstâncias, recebam os cuidados médicos que merecem”, disse o presidente. “Este é o nosso sacrossanto dever moral”.

Sua ação veio depois que o "Ato de Proteção aos Sobreviventes de Aborto Nascidos Vivos", do o senador republicano Ben Sasse (Nebraska), não foi aprovado no Congresso. Vários estados, entretanto, aprovaram suas próprias versões do projeto de lei.

A legislação ganhou nova atenção em janeiro de 2019, depois que o governador da Virgínia, Ralph Northam (D), aparentemente endossou o que alguns consideraram infanticídio pós-nascimento.

Expressando seu apoio a um projeto de lei estadual que teria codificado o acesso ao aborto até o momento do nascimento, Northam explicou o que poderia ser permitido caso um bebê sobrevivesse a um aborto malsucedido.

Ele disse: "Se uma mãe estiver em trabalho de parto, posso dizer exatamente o que aconteceria. O bebê nasceria. O bebê seria mantido confortável. O bebê seria ressuscitado, se isso fosse o que a mãe e a família desejassem, e então uma discussão aconteceria entre os médicos e a mãe”.

Os comentários do governador foram categoricamente condenados na época como "macabros", "doentios" e "horríveis".

FONTE: GUIAME, rvg, COM INFORMAÇÕES DO FAITH WIRE

sexta-feira, 25 de setembro de 2020

Arábia Saudita oprime mulheres e nega liberdade religiosa O sistema de tutela ainda é uma das maneiras de limitar os direitos básicos das cidadãs

 

                   Mulheres da Arábia Saudita têm os direitos negados pelas leis governamentais

Em 23 de setembro de 1932, o reino da Arábia Saudita foi proclamado, indicando que várias tribos, emirados e xerifados da Península Arábica seriam governados pela família Saud. O maior país do Oriente Médio também é o número um em produção de petróleo do mundo. Apesar de manter boas relações com os Estados Unidos e demais países do Ocidente, e desejar ser visto como líder do mundo árabe e do islamismo, nos quesitos liberdade religiosa e igualdade de gênero está longe de ser um exemplo mundial.

A representante da Dinamarca no Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas em Genebra, Suíça, pediu que a Arábia Saudita libertasse todos os detidos políticos, juntamente com defensores dos direitos das mulheres, presos desde 2018. “Os direitos básicos das mulheres são severamente limitados na Arábia Saudita”, explica um porta-voz da Portas Abertas.

Inaptas para tomar as próprias decisões

Segundo ele, as mulheres do país ainda são dependentes dos homens para exercerem direitos comuns a todos os cidadãos. “As limitações mais severas estão ligadas ao sistema de tutela, sob o qual as mulheres são legalmente consideradas menores de idade e precisam de um tutor para tomar decisões críticas em seu nome”, revela.

Apesar da lei permitir que as sauditas possam viajar e obter passaporte sem a permissão do tutor, a implementação do novo direito é lenta e muitas vezes inexistente, ainda mais em regiões onde as famílias são conservadoras. Se para as mulheres islâmicas a situação é difícil, quando o assunto envolve cristãs ex-muçulmanas fica ainda pior. “As consequências podem ser terríveis, incluindo abusos graves se o tutor homem desaprovar a decisão delas. E há pouca esperança de escapar e buscar proteção em uma situação tão abusiva", diz o porta-voz.

Por isso, a Portas Abertas criou um documento de apelação para garantir a liberdade religiosa, o direito de mudar de crença e desmantelar o sistema de tutela para mulheres. Além disso, o manifesto também afirma a igualdade e dignidade entre os gêneros, para colocar fim à discriminação que as sauditas enfrentam. Muitas delas são rastreadas pelos pais e maridos e obrigadas a voltar para os lares, mesmo que isso signifique ser mantida em cárcere privado e sofrer abusos psicológicos, físicos e sexuais.

Pedidos de oração

  • No dia da Unificação da Arábia Saudita, interceda para que os governantes tenham compromisso com a justiça e liberdade religiosa da população.
  • Ore pelas cristãs ex-muçulmanas que são vítimas das leis desiguais do país e peça que Deus guarde cada uma delas e as faça testemunhas de Jesus.
  • Clame pelos demais cristãos sauditas que precisam viver a fé em segredo. Que eles sejam fortalecidos e encorajados pelo Senhor a compartilhar a fé.
  • Fonte: PORTAS ABERTAS, com informações RVG

quinta-feira, 24 de setembro de 2020

Pastor é libertado após mais de quatro anos de prisão por causa de sua fé

 

               O Pr. A Dao foi preso por defender a liberdade religiosa em seu país. (Foto: Reprodução / USCIRF)

Preso em 2016, enquanto estava a caminho para visitar alguns membros de sua igreja, o pastor vietnamita A Dao, da Igreja Evangélica de Cristo Montagnard (MECC), acaba de ser libertado da prisão pelas autoridades de seu país.

Ele assumiu como pastor líder da igreja depois que seu predecessor, o Pr. A Ga fugiu para a Tailândia em 2013 devido à perseguição religiosa. Em julho de 2019, A Ga se reuniu com o presidente dos EUA Donald Trump durante a segunda reunião ministerial para o avanço da liberdade religiosa.

A prisão do Pr. Dao aconteceu após seu retorno da Conferência de Liberdade de Religião ou Crença no Sudeste Asiático (SEAFORB II), realizada no Timor Leste em agosto de 2016.

A Dao também defendeu a liberdade religiosa para seus companheiros membros da igreja nas Terras Altas Centrais do Vietnã e em outros lugares. Em agosto de 2016, ele participou da conferência sobre Liberdade Religiosa no Sudeste Asiático e da Conferência da Sociedade Civil da ASEAN / Fórum do Povo da ASEAN em Timor Leste. Nesses eventos, ele apresentou a situação do MECC e pediu ajuda à comunidade internacional.

Prisão e tortura

Sua família não foi informada de sua prisão e não recebeu notícias dele durante cinco dias.

A Dao foi preso em 18 de agosto de 2016, logo após seu retorno ao Vietnã. Em 28 de abril de 2017, foi condenado a 5 anos de prisão por “ajudar indivíduos a fugir ilegalmente para o exterior”, de acordo com o Artigo 275 do Código Penal do país.

Durante o interrogatório, ele foi torturado para extrair uma confissão. Mas o pastor negou a acusação e alegou sua inocência.

Dao continuou a sofrer maus-tratos na prisão. Na manhã de 1º de setembro de 2018, sua esposa, a Sra. Nguyen Thi Tuoi, o visitou na prisão de Gia Trung, na província de Gia Lai.

Os guardas permitiram uma visita muito breve, muito mais curta do que as anteriores. Seu rosto estava machucado, com vestígios de sangue. Ela soube que, em agosto de 2018, os guardas da prisão usavam outros internos para espancá-lo. Sua saúde estava fraca devido a espancamentos frequentes.

A saúde do pastor A Dao piorou como resultado do tratamento severo normalmente reservado para prisioneiros políticos. Foi relatado que ele foi torturado no final de 2019. Sem meios de subsistência viáveis, sua esposa teve que vender suas terras e morar com seus próprios parentes após enviar seus dois filhos em idade escolar para viverem separadamente com parentes diferentes.

A igreja do Pr. Dao tem experimentado assédio contínuo por parte das autoridades desde sua prisão.

Em junho de 2020, o comissário James Carr da Comissão dos Estados Unidos para a Liberdade Religiosa Internacional (USCIRF) prometeu adotar o Pr. A Dao como parte do Projeto dos Prisioneiros Religiosos de Consciência da Comissão.

“Espero que esta libertação seja um sinal de que o governo vietnamita leva a sério a melhoria das condições de liberdade religiosa e irá libertar outros indivíduos detidos por sua defesa da liberdade religiosa, incluindo Nguyen Bac Truyen”, disse o comissário Carr em resposta à libertação do pastor.

“Além disso”, continuou Carr, “a USCIRF exorta o governo a tomar medidas para garantir que as autoridades locais respeitem a liberdade e segurança de A Dao, caso ele opte por retornar à sua aldeia natal.”

Violações

A organização cristã CSW informa que continua a receber relatórios de graves violações da liberdade de religião ou crença (FoRB) contra todas as principais comunidades religiosas do Vietnã, incluindo budistas, católicos, cao-daístas e protestantes.

As violações variam de assédio, intimidação e monitoramento intrusivo a prisão, prisão, tortura e assassinato extrajudicial e costumam ser mais graves para indivíduos em áreas remotas que são minorias étnicas e religiosas.

O Presidente Fundador da CSW, Mervyn Thomas, deu as boas-vindas à libertação do Pastor A Dao, “embora observando que ele nunca deveria ter sido preso em primeiro lugar, pois era inocente das acusações levantadas contra ele”.

“Apelamos às autoridades para garantir que o Pastor A Dao seja capaz de desfrutar de sua liberdade sem medo de mais perseguições ou violações contra ele, sua igreja ou seus entes queridos. Também continuamos a pedir a libertação imediata e incondicional de todos os prisioneiros de consciência restantes no Vietnã, incluindo Nguyen Bac Truyen e Pastor Nguyen Trung Ton”, declarou.

Thomas diz que “a comunidade internacional deve garantir que quaisquer desenvolvimentos positivos limitados não obscureçam as contínuas e sérias preocupações com os direitos humanos no Vietnã, em particular quando a UE, o Reino Unido e os EUA procuram construir relações mais estreitas com o país.”

Fonte: Guia-me com informações RVG

quarta-feira, 23 de setembro de 2020

Menino de 12 anos dedicou seus últimos dias a pregar o Evangelho, após descobrir câncer Por causa do câncer, Malachi Russel soube que tinha apenas 17 meses de vida. Então fez uma lista de 17 pessoas para orar e evangelizar, como sua última missão.

 

Malachi Russell tinha 12 anos quando foi diagnosticado com uma forma rara de câncer. (Foto: Arquivo pessoal)

Um garoto de 12 anos fez uma lista de 17 pessoas para orar e evangelizar, enquanto lutava contra o câncer. Mesmo sendo tão novo, Malachi Russell assumiu o compromisso de pregar o Evangelho a estas pessoas como a última coisa que faria em vida.

Algumas destas 17 pessoas aceitaram Jesus depois que o câncer raro tirou a vida de Malachi, em setembro de 2019. E durante uma homenagem na escola de Malachi, na cidade de Albany, na Geórgia (EUA), mais de 100 pessoas também entregaram suas vidas a Cristo.

O pai de Malachi, Roger Russell, disse que o filho escolheu 17 pessoas porque soube que teria apenas 17 meses de vida. A lista tinha um alvo de evangelismo para cada mês. “Ele sabia o que estava acontecendo em seu corpo. Ele literalmente passou pela lista de pessoas que precisavam de Jesus”, disse à Baptist Press.

A batalha de Malachi começou com uma dor na perna. Apaixonado por futebol, ele voltou para casa com dor após um jogo pelo time do ensino médio. “Nós achamos que eram as dores de crescimento”, disse Roger. “Então dissemos a ele para tomar um pouco de ibuprofeno e ir para a cama”.

A dor começou a se intensificar e Malachi foi levado para fazer exames. Menos de 48 horas depois, o garoto estava na mesa de cirurgia para remover três pequenos tumores encontrados na base de sua coluna. 

Dois dias após a cirurgia, a família recebeu a confirmação: Malachi tinha uma forma rara de câncer e teria uma chance de 17 meses de vida. O foco de Malachi não estava no diagnóstico, mas sim em usar seu tempo de vida para pregar o Evangelho.

“O mundo precisa de Jesus”

Certa vez, quando questionado sobre seu motivo para compartilhar Jesus de forma tão ousada, o menino de 12 anos respondeu: “O Senhor me deu muitas oportunidades de pregar o Evangelho e vou aproveitar todas as oportunidades que eu puder”, relata seu pai. “O mundo precisa de Jesus e eu quero elevar meu nível, porque esse câncer pode me matar, e quero contar para o máximo de pessoas que puder”.

“Malachi era muito ousado”, disse Kim Russell, sua mãe. “Acho que foi um dos dons do câncer. Trouxe uma consciência de vida e morte. Você recebe um diagnóstico de câncer, e pensa, o que você tem a perder?”

Enquanto Malachi e sua família lutavam contra o câncer, o garoto aproveitou todas as oportunidades que Deus deu para compartilhar sua fé, seja durante passeios de ambulância, consultas médicas ou fisioterapia.

Malachi Russell (centro) junto com seus pais, Kim e Roger Russell. (Foto: Arquivo pessoal)

“O Senhor colocou muitas pessoas em nosso caminho”, disse Kim. “Por mais que tenha sido uma experiência terrível, nós encaramos como se estivéssemos em uma missão, e que o Senhor estava estrategicamente colocando pessoas que nunca conheceríamos de outra forma. Não queríamos perder ou desperdiçar a oportunidade que Ele nos deu”.

O câncer de Malachi se espalhou para o cérebro e o garoto acabou precisando usar a cadeira de rodas, mesmo depois de alguns avanços na fisioterapia. Então, seu corpo começou a falhar. Em 10 dias, o coração parou algumas vezes e Malachi não resistiu.

O irmão de Roger, tio de Malachi, esteve de perto testemunhando a fé do sobrinho e foi impactado. “Depois que Malachi foi para o céu, o irmão de Roger entregou sua vida a Cristo. O que pensávamos que estava afastando, estava na verdade atraindo o irmão de Roger para a salvação”, disse Kim.

O versículo favorito de Malachi estava gravado em sua lápide: “Eu sou a videira; vocês são os ramos. Se alguém permanecer em mim e eu nele, esse dá muito fruto; pois sem mim vocês não podem fazer coisa alguma (João 15:5)”.

O versículo é seguido pela frase “testemunhe!”. Essa é a melhor forma que os pais de Malachi encontraram para resumir a vida do filho.

FONTE: RVG, COM INFORMAÇÕES DA BAPTIST PRESS


terça-feira, 22 de setembro de 2020

‘Covid-19 é oportunidade para pregar Evangelho no Paquistão’, mostram missionários Grupos missionários veem como a pandemia está ajudando a levar a Palavra de Deus para comunidades rurais e para crianças fora da escola.

 

                                 Homem recebe oração ao entregar vida a Jesus. (Foto: Reprodução / Pakistan Outreach)

Na província de Sindh, no sul do Paquistão, uma equipe de evangelistas rurais percorre as aldeias compartilhando histórias da vida de Jesus. Eles costumam passar a noite contando parábolas de Jesus quando os trabalhadores terminam seu trabalho nos campos. A Covid-19 abriu oportunidades para esses evangelistas levar a mensagem do Evangelho na região.

Mesmo tendo expulsado os fazendeiros de seus campos, a pandemia não impediu os evangelistas de espalhar o Evangelho no local. Na verdade, os aldeões estavam com muito mais tempo disponível do que antes e ouviam de bom grado os pregadores visitantes.

Recentemente, 25 pessoas foram batizadas por meio desse trabalho e muitos mais acreditaram no Evangelho e aguardam a chance de serem batizados.

Fornecer a Bíblia onde não está disponível é uma das principais atividades ministerial do Pakistan Outreach. “Esses rapazes e moças deram suas vidas a Jesus e foram batizados hoje. Eles não possuíam uma Bíblia antes de hoje. Estamos fornecendo a eles uma Bíblia para que possam ler a Palavra e continuar a crescer na fé”, diz o grupo missionário.

                         Paquistaneses recebem Bíblias de presente de grupo missionário. (Foto: Reprodução / Pakistan Outreach)

No Punjab, fronteira com o Paquistão e coração da comunidade Sikh da Índia, há famílias que vivem e trabalham em olarias. Muitos são trabalhadores em regime de servidão, efetivamente escravos por dívidas ao proprietário da fábrica. Quando a Covid-19 chegou, o governo fechou as escolas do país, resultando em novas oportunidades para os missionários alcançarem as crianças que não estavam na sala de aula.

Em 25 dessas fábricas de tijolos, cerca de 450 crianças estão ouvindo o Evangelho, eles dizem. Em breve as escolas serão reabertas, mas espera-se que essas conexões sirvam de base para o estabelecimento de uma forma básica de educação em cada uma das fábricas. “Essas crianças também aprenderão habilidades que podem capacitá-las a escapar do ciclo de pobreza e servidão. E acima de tudo, eles vão ouvir Aquele que nos torna verdadeiramente livres: Jesus!”

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO ASIALINK E PAKISTAN OUTREACH


segunda-feira, 21 de setembro de 2020

900 famílias cristãs recebem socorro imediato no Nepal A pandemia de COVID-19 agravou a vulnerabilidade dos cristãos já boicotados pelas comunidades

                      Cristãs foram assistidas com itens de alimentação e higiene no Nepal

Desde 2015, em 20 de setembro é comemorado o Dia da Constituição do Nepal. Apesar da legislação admitir que o país é multiétnico, multilíngue e multirreligioso, há uma restrição à pregação do evangelho e conversões. As pessoas que cometem esses atos estão sujeitas às penalizações, como prisões. Durante a pandemia de COVID-19, o pastor Keshav Acharya foi detido duas vezes sob a acusação de espalhar falsos boatos sobre o coronavírus.

Além disso, muitos cristãos nepaleses pediram socorro à Portas Abertas, pois não tinham como se alimentar, já que o isolamento social fez com que perdessem os empregos. Entretanto, as necessidades de 900 famílias cristãs foram atendidas. “Não tínhamos apoio de lugar nenhum. Minha família estava ficando sem comida e eu lutava para alimentar meus filhos. Agradeço esta equipe que veio com amor, compaixão e encheu nossa cozinha de comida. Eles nos encorajaram e oraram por nós", testemunha Geeta*, uma das beneficiadas.

O parceiro local, Hiren*, compartilhou que nas áreas mais rurais do país, as pessoas são boicotadas socialmente quando decidem seguir a Jesus. “Elas não têm acesso a instalações públicas (como poços), têm oportunidades de trabalho negadas e estão socialmente isoladas”, explica. Toda essa exclusão coloca os irmãos e irmãs em situações vulneráveis, elas foram agravadas pelo isolamento social.

“Ficamos sabendo de muitos trabalhadores cristãos pobres e marginalizados, famintos e precisando desesperadamente de ajuda e assistência. Fizemos pesquisas, para encontrar pessoas necessitadas, com igrejas e nossos parceiros locais. Vários não tinham recebido nenhum apoio de qualquer lugar e careciam de alimentos e outros itens básicos”, explica o colaborador.

Os pacotes entregues para as famílias necessitadas incluíam arroz, lentilha, especiarias, óleo e itens de higiene. Cada kit foi suficiente para alimentar uma família de quatro pessoas por um mês. “Foi realmente um desafio para nós, pois algumas partes da região foram fechadas pela administração local, devido a um aumento nos casos de COVID-19, e tivemos que esperar alguns dias. Embora corrêssemos o risco de contrair o vírus, pela graça de Deus e com os melhores equipamentos de proteção, fomos capazes de distribuir ajuda humanitária sem problemas”, reconhece Hiren.

As pessoas que receberam o socorro ficaram gratas e puderam perceber o cuidado de Deus com elas. “Elas testificaram que perceberam o amor de Cristo muito claramente e que também foram incentivadas a buscar o Senhor e a passar um tempo valioso com ele” finaliza o cristão.

* Nomes alterados por segurança.

Pedidos de oração

  • No Dia da Constituição do Nepal, peça que os governantes criem leis que respeitem a liberdade religiosa da população.
  • Agradeça a Deus pelo trabalho de distribuição de alimentos para 900 famílias. Que todos se aproximem mais de Jesus e sejam supridos nas necessidades.
  • Peça que as pessoas que perseguem os cristãos nepaleses vejam o cuidado do Senhor com eles, para que sejam impactadas e também se entreguem a Cristo.
  • FONTE PORTAS ABERTAS

 

sexta-feira, 18 de setembro de 2020

Mais três cristãos fogem do Irã Os três foram condenados por "crimes" como organizar e liderar igrejas domésticas, e "blasfemar" contra o islã

 Kavian Fallah-Mohammadi, Amin Afshar-Naderi e Hadi Asgari foram considerados perigosos para a segurança                                                                nacional do Irã (foto: Article18)

Três cristãos condenados pelo governo do Irã fugiram do país, após esgotarem todos os recursos judiciais, informou o site de notícias britânico Article18. Em julho de 2017, Kavian Fallah-Mohammadi e Hadi Asgari foram sentenciados a 10 anos de prisão por ameaçar a segurança nacional, além de organizar e liderar igrejas domésticas. Já Amin Afshar-Naderi recebeu uma pena de cinco anos por “blasfemar” contra o islã.

Todos apelaram das sentenças, mas em julho saiu uma notificação de que os pedidos foram rejeitados. Os recursos deles foram negados juntamente com os do pastor Victor Bet-Tamraz e da esposa dele Shamiram Issavi, que também fugiram do Irã recentemente. Fallah-Mohammadi e Afshar-Naderi foram presos junto com o líder cristão, quando celebravam o Natal em dezembro de 2014. Já a detenção de Asgari aconteceu em agosto de 2016.

Em entrevista ao Article18, Afshar-Naderi afirmou que estavam seguros fora das fronteiras iranianas, mas sentia falta da terra natal. “Antes da prisão, já havia viajado para o exterior muitas vezes, mas nunca decidi emigrar. Hoje, estou muito triste por ter sido forçado a buscar refúgio em outro país, não importa quão melhores sejam as condições", testemunha.

Emocionado, o cristão admitiu que tentou ser um discípulo de Jesus no Irã, sempre respeitando as leis: “Mas o governo nos infligiu ferimentos graves com mão de ferro e crueldade". Porém, ele não perdeu esperança e intercede pelas autoridades iranianas. “Oramos pelos governantes, por aqueles que nos perseguiram, insultaram e caluniaram, humilharam e ridicularizaram, torturaram e destruíram, prejudicaram a nós e nossas famílias, confiscaram nossas propriedades. Oramos por eles e os perdoamos”, completa.

Ainda há outros cristãos presos no Irã por causa do amor a Jesus. Um deles é Mohammad Reza, que após cumprir dois anos de prisão, agora deve ficar dois anos exilado em Borazjan, no sul do país. O cristão ex-muçulmano foi considerado um perigo para a segurança nacional e deve viver do lado oposto de onde os familiares residem.

Pedidos de oração

  • Interceda pelos três cristãos que precisaram fugir do Irã. Peça que o Senhor cuide de cada um e supra todas as necessidades deles.
  • Ore por outros seguidores de Jesus que estão presos no país por causa da fé. Que eles sejam guardados e libertos no momento certo.
  • Clame pelas autoridades do Irã, para que tenham compromisso com a justiça e com o bem-estar da população, e promovam a liberdade de crença.
  • FONTE PORTAS ABERTAS

quinta-feira, 17 de setembro de 2020

Max Lucado fala sobre abuso que sofreu na infância: "Jesus esteve presente na tempestade" O pastor Max Lucado contou detalhes do abuso sexual que sofreu na infância e como uma experiência com Deus o ajudou a superar o trauma.

 

                              Max Lucado contou detalhes do abuso sexual que sofreu na infância. (Foto: Max Lucado/Facebook)

O pastor e escritor Max Lucado contou alguns detalhes do abuso sexual que sofreu na infância em uma coluna publicada no domingo (13) no jornal The Dallas Morning News.

“Eu tinha idade para jogar beisebol, futebol americano e andar de bicicleta, mas não para processar o que cruzou meu caminho naquele ano: o abuso sexual nas mãos de um homem adulto”, disse Lucado.

Lucado revelou que o abusador entrou em sua vida “disfarçado de mentor”, depois de fazer amizade com várias famílias na pequena cidade de Andrews, no Texas. “Me lembro dele como alguém engraçado, charmoso e generoso. O que eu não sabia — o que ninguém sabia — é que ele era um predador”, conta.

O autor revelou que o abusador usava diversos meios para atrair as crianças: “Ele nos chamava para comer hambúrguer na casa dele. Ele nos levava para passear no caminhão dele. Ele nos levou para caçar e fazer caminhadas, e se ofereceu para responder a todas as perguntas sobre a vida, o amor e as meninas. Ele tinha revistas, do tipo que o meu pai não permitia. E ele fazia, e fez a gente fazer coisas que não vou repetir e não consigo esquecer”.

O fim de semana em um acampamento foi “especialmente perverso”, lembra Lucado. “Ele colocou cinco de nós em uma picape e dirigiu até a área de camping. Entre seu pacote de barracas e sacos de dormir, havia algumas garrafas de uísque. Ele bebeu durante todo o fim de semana e foi até a tenda de cada menino. Ele disse para não contarmos a nossos pais, sugerindo que éramos os culpados por seu comportamento. Ao nos fazer jurar segredo, ele disse que estava nos impedindo de ter problemas. Que canalha”.

Lucado lembra que voltou para casa no domingo à tarde se sentindo “imundo e cheio de vergonha”. Por causa do acampamento, ele tinha perdido o culto de ceia na igreja naquela manhã. “Se alguma vez precisei da comunhão, foi naquele dia. Então, encenei minha própria Eucaristia”, relata. 

“Esperei meus pais irem para a cama e fui para a cozinha. Não consegui encontrar nenhum biscoito, mas encontrei algumas batatas do almoço de domingo. Não consegui encontrar nenhum suco, então usei leite. Coloquei as batatas em um pires e despejei o leite em um copo e celebrei a Crucificação de Cristo e a redenção da minha alma”, continua.

Foi neste momento que ele foi tocado pelo consolo de Deus. “O que faltou no sacramento foi compensado com ternura. Jesus me encontrou naquele momento. Eu o senti seu amor, sua presença. Não me pergunte como eu sabia que Ele estava perto. Eu apenas sabia. Jesus estava presente na minha tempestade”, afirma.

“Não podemos ir aonde Deus não está. Olhe por cima do seu ombro, é Deus te seguindo. Olhe para a tempestade, é Cristo vindo em sua direção. Ele ainda é o grande Eu Sou. Quando nos vemos no meio das águas da Galiléia, sem a praia à vista, Ele vem até nós”, finalizou.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO THE DALLAS MORNING NEWS

quarta-feira, 16 de setembro de 2020

“O reino de Deus é para quem quer mudança de vida”, diz André Valadão Em sua ministração, o pastor da Lagoinha Orlando diz que a vida do cristão é baseada em uma realidade: Cristo.

                     André Valadão durante ministração feita na Lagoinha Orlando, em 13 de setembro. (Foto: Reprodução / YouTube)

Em meio a polêmicas sobre sua declaração a respeito de homossexualidade, André Valadão fez uma pregação cujo tema era a pergunta “É pecado ou não é?”. A ministração aconteceu no último dia 13 de setembro, na Igreja Lagoinha de Orlando (EUA), onde André é o pastor.

André começa dizendo que “a gente hoje precisa compreender, mais do que nunca, se aquilo que a gente tem interpretado ou lido ou vivido é pecado ou não é pecado”. O pastor diz que a vida do cristão é baseada em uma realidade: Cristo. “Ser como Cristo, ser igual a Cristo. Não existe outro princípio. Então a vida daquele que ama Jesus, e quer viver para Jesus, e caminhar para ele, ela tem uma só perspectiva, alvo e direção: Jesus é tudo. Jesus é o centro, Jesus é o núcleo, Jesus é a base, Jesus é o fundamento”.

O pastor explica que Jesus é o fundamento de todas as áreas da vida de um cristão, como o casamento, o trabalho, os estudos, os relacionamentos e das escolhas. “O Evangelho é Cristocêntrico”, lembra o pastor, dizendo que a definição do cristianismo é “seguir a Cristo”.

Outra definição explicada por André é sobre pecado, cuja origem é do grego hamartia, que significa “errar o alvo”. André diz que esse alvo é Cristo, em conviver e se achegar a Cristo.

“A Igreja Cristã fala de pecado, mas não aponta o pecado. A gente canta sobre a graça, mas fala da Graça do quê? Da graça que nos aceita e nos perdoa. Mas a questão é que nós temos interpretado o pecado do nosso jeito, porque a igreja, eu me incluo nisso, a Igreja de Cristo não tem falado o que é pecado”, avalia.

André diz que, por essa razão, cada um está definido por si mesmo, se é pecado ou não é. “O que eu quero falar, não é a minha opinião, porque quando Cristo é o centro, a minha opinião e a sua opinião não importa. Quando Cristo é o centro a Bíblia importa, a palavra de Deus importa, e ela é tudo”, diz.

Em sua pregação, André apontou uma série de comportamentos pecaminosos descritos na Bíblia. Ele reafirma que não é sua opinião, mas o que a Bíblia aponta como pecado. “A falta de interpretação é sem dúvida uma das maiores falhas dos nossos dias. A gente lê, mas não entende”, diz.

André cita Tiago 4:17 (“Quem sabe que deve fazer o bem e não o faz, já comete pecado), apontando o primeiro pecado. “Eu sei que eu tenho uma coisa boa para fazer, uma atitude boa em relação a algo a ou a alguém, se eu não faço é pecado”. Ele explica que se você sabe que poderia fazer o bem em relação àquilo e não faz, a Bíblia diz que é pecado. “Se você quer decidir o que você quer, Jesus não é o Senhor da sua vida”, diz.

Ainda citando Tiago 4, no versículo 4, que diz “adúlteros, vocês não sabem que a amizade com o mundo é inimizade com Deus?”, André explica que está apenas lendo o que a Bíblia diz. “Eu preciso prosseguir lendo; não sou eu que estou falando, não sei se eu teria essa coragem, mas como eu só estou lendo, eu tenho coragem”, diz. “Quem quer ser amigo do mundo, se faz inimigo de Deus”, conclui o texto de Tiago.

André diz que Deus não é inimigo de ninguém, mas quem escolhe o mundo em vez de escolher o reino está dizendo “Deus eu sou seu inimigo, eu vou contra Você. E Tiago está dizendo aqui de uma maneira muito clara que é pecado ser amigo do mundo”, diz o pastor, explicando o significado do mundo, que deve ser entendido como um sistema, com seus pensamentos políticos, filosóficos ou culturais.

“O cristão tem o reino de Deus como princípio base de vida. Quem ama o que o mundo lhe dá está dizendo a Deus que é inimigo dele. Você está preferindo um sistema ao reino de Deus”, diz.

André aponta outros pecados descritos na Bíblia, ao ler 1 Coríntios 6:9-12. “[Paulo] está falando [isso] para a igreja, há mais de 2 mil anos”, lembra, antes de ler o texto, frisando “não se deixem enganar”.

“Nem imorais, nem idólatras, nem adúlteros, nem homossexuais passivos ou ativos, nem ladrões, nem avarentos, nem alcoólatras, nem caluniadores, nem trapaceiros herdarão o reino de Deus”, cita, lendo uma das cartas de Paulo.

Após explicar cada comportamento citado por Paulo, André diz que “o reino de Deus não é para todos, mas para aqueles que querem viver diante de Cristo, debaixo da Lei de Deus, debaixo dos princípios da fé, que não negociam realidades e que estão constantemente em uma vida de arrependimento”.

“O reino de Deus é para quem quer mudança de vida”, diz André, explicando que o cristão é dominado por uma realidade: Cristo.

Assista a pregação completa:


FONTE: GUIAME

segunda-feira, 14 de setembro de 2020

Família inteira é batizada após primeira igreja ser plantada em comunidade do Pará Treze pessoas foram batizadas em comunidade a 17km da cidade de Abaetetuba (PA), sendo 10 delas da mesma família.

               Treze pessoas foram batizadas em comunidade do Pará, sendo 10 da mesma família. (Foto: Missões Nacionais)

Avós, filhos e netos foram batizados juntos em Abaetetuba, no Pará, como frutos de um trabalho missionário. Treze pessoas desceram às águas na última segunda-feira (7), sendo 10 da mesma família.

trabalho missionário na Comunidade Murutinga, a 17km da cidade de Abaetetuba, foi iniciado em 2016. Há 1 ano e 8 meses, foi implantada nesta região desafiadora a Igreja Batista Multiplicadora, a primeira da localidade.

Por causa do projeto de plantação de igrejas, coordenado pelo pastor Euclides de Almeida e Cláudia de Cássia de Oliveira, outras duas congregações também foram plantadas na cidade de Muaná, na Ilha de Marajó, iniciando mais uma congregação no sábado (12).

A celebração do batismo foi realizada em um riacho, seguindo os protocolos para evitar a propagação da Covid-19. Dentre os 10 batizados da família Pantoja, estão o patriarca Prudêncio e a esposa Maria do Carmo; os três filhos Rubenil, Rael e Romir (o primeiro a se converter a Cristo) e os cinco netos, todos irmãos – Rivaldo, Dirlen, Dielly, Robson e Riverson. 

Também foram batizadas mãe e filha de outra família, Neriane dos Santos Oliveira e Eulália e Maria Joana Costa Assunção.

“Que bênção ver que a palavra de Deus tem chegado a muitas famílias através do trabalho de seus missionários que avança não apenas no Pará, mas em todo o Brasil”, diz publicação da Junta de Missões Nacionais da Convenção Batista Brasileira.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DAS MISSÕES NACIONAIS

domingo, 13 de setembro de 2020

Ministro da Educação diz que sem fé em Deus e na família, jovens têm “vazio existencial” O ministro Milton Ribeiro defendeu que a desconstrução de valores tem feito a juventude deixar de acreditar em Deus, religião, política e família.

                          O ministro da Educação, Milton Ribeiro, discursou no Palácio do Planalto. (Foto: Isaac Nóbrega/PR)

O ministro da Educação, Milton Ribeiro, falou sobre o impacto da incredulidade nos jovens em discurso nesta quinta-feira (10) no Palácio do Planalto. Ele avalia que diante da “desconstrução” de valores, a juventude tem perdido suas referências.

“Nós vivemos em um tempo de desconstrução de tudo. De tudo o que é valor, de tudo o que é absoluto. De todas as certezas da vida”, disse o ministro. “Não há mais uma juventude que acredite nas coisas como Deus, religião, política e família. Eles perdem totalmente o referencial”.

“Nós temos hoje no Brasil, motivados, creio eu, por essa quebra de absolutos e de certezas, verdadeiros zumbis existenciais. Não acreditam mais em nada, desde Deus a política. Eles não têm nenhuma motivação”​, acrescentou Ribeiro.  

Na ocasião, Ribeiro participava do lançamento de políticas de prevenção suicídio, automutilação, gravidez na adolescência, além do combate ao consumo de drogas e à violência contra populações vulneráveis.  

O ministro, que é doutor em educação pela USP, também observou que “grande moda dos sociólogos e filósofos” é desconstruir valores e ideias e não colocar “nada no lugar”, deixando um vazio.

Esse “vazio existencial” pode ser visto na juventude, estimulando adolescentes a viverem sem propósito e a tirarem “a própria vida”, segundo Ribeiro, que é pastor da Igreja Presbiteriana Jardim Oração, em Santos. 

Ele ainda criticou livros didáticos distribuídos por gestões passadas do MEC, esclarecendo que alguns pontos de vista não devem ser tratados “na infância ou adolescência”.

“Os alunos mal sabiam ler e compreender o que liam. Como ter espírito crítico se não dispõe de ferramenta mínima para dispor dessas opiniões”, opinou.

O novo programa do governo busca promover cursos a distância e palestras para professores de escolas públicas e privadas, líderes religiosos, profissionais de conselhos tutelares e movimentos sociais que lidam com crianças e adolescentes. 

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO UOL

sábado, 12 de setembro de 2020

Asia Bibi nega participação em biografia Especialista acredita que a atitude seja consequência de estresse e ameaças de extremistas

 


                        Asia Bibi passou nove anos presa acusada de blasfêmia contra o islã, no Paquistão

Em entrevista à Voice of America Urdu em 31 de agosto, Asia Bibi se dissociou da biografia dela, que será lançada no fim de setembro. A atitude da cristã causou espanto em vários ativistas de Direitos Humanos. A Portas Abertas noticiou o lançamento do livro, que está sendo escrito pela jornalista francesa Anne-Isabelle Tollet. “Eu não estava envolvida na elaboração [da obra]. Não sei quando ela escreveu, de quem é a história e quem a guiou para o livro. Não concordo absolutamente, porque não é minha autobiografia”, afirmou ao programa televisivo.

Em fevereiro, a cristã paquistanesa deu uma entrevista coletiva na França para divulgar a biografia “Enfim Livre” (tradução livre). Na ocasião, ela respondeu algumas perguntas sobre os anos no corredor da morte e agradeceu a todos que oraram por ela.

Os parceiros locais da Portas Abertas lamentaram as polêmicas que surgiram em nível internacional. “Estamos tristes com a confusão que foi criada na semana passada sobre os eventos em torno da conhecida história de Asia Bibi. Houve momentos em que sentimos a derrota, mas talvez nenhum foi como o sentimento de agora”, explicou um colaborador.

Ele acredita que a decisão da cristã foi uma resposta ao assédio que enfrentou desde que foi absolvida. “Ela também foi lançada em uma guerra entre organizações seculares e missionárias, o que teria sido extremamente estressante e desorientador para alguém de origem rural como ela”, justifica.

Tempo de parar

Segundo o cristão, Asia Bibi precisa de um tempo em anonimato para se recuperar e curar dos traumas causados pelos nove anos de prisão. “Isso exigirá tempo, esforço e um trabalho consistente. Ela ainda é um alvo para extremistas. Nossa esperança é que Asia receba tempo e apoio, e que os governos e as pessoas em posições de autoridade reconheçam que ela está sob ameaça e precisa mais do que nunca ser protegida, equipada e ajudada para ser integrada a uma vida privada e funcional", completa.

O colaborador ainda lembra que a saúde mental, espiritual e física da cristã é prioridade: “Contar a história dela é algo secundário em relação à segurança, saúde e testemunho cristão dela”. Asia Bibi passou nove anos no corredor da morte, acusada de blasfemar contra o islã. Em 2018, a denúncia contra ela foi rejeitada pela Suprema Corte do Paquistão, mas ela precisou permanecer mais sete meses sob proteção judicial. No ano seguinte, ela conseguiu reencontrar o marido e as filhas no Canadá e, desde então, vive no país.

Pedidos de oração

  • Interceda pela vida de Asia Bibi, para que ela encontre descanso e cura em Deus, e consiga se adaptar à vida no Canadá.
  • Ore pelos outros cristãos que estão presos injustamente no Golfo Pérsico. Que eles sejam fortalecidos e libertos em breve.
  • Clame pelas autoridades do Golfo Pérsico, para que tenham compromisso com a justiça e bem-estar da população, não apenas de um determinado povo.
  • FONTE PORTAS ABERTAS.

sexta-feira, 11 de setembro de 2020

Cristãos são obrigados a desenterrar filho no Egito Segundo as autoridades, o local do sepultamento estava próximo a um cemitério muçulmano

 

      Após 11 anos de batalha para manter Samer vivo, Mark Nazeer luta para deixar o corpo do filho                                                                      sepultado perto de casa

Além de perderem o filho Samer, de 11 anos, os cristãos Mary Farag e Mark Nazeer foram obrigados a desenterrar o corpo dele, após quatro dias do funeral em El-Kefah, Egito. A decisão controversa das autoridades locais foi dada quando o pai comunicou o falecimento do garoto. “O oficial me disse que eu não pegaria a certidão de óbito do meu filho até que o removêssemos do túmulo dele. Como cristão, ele não poderia ser enterrado tão perto de um cemitério muçulmano. Argumentei com eles, pois tínhamos comprado legalmente o terreno para servir de cemitério, mas voltei para casa de mãos vazias”, testemunha o cristão.

Quando Nazeer voltou para casa, a polícia o estava esperando para prendê-lo. Além da hostilidade com que foi tratado, o cristão ficou recluso por dois dias. Então, a família enlutada entrou com um processo judicial para reverter a decisão das autoridades, mas o juiz impôs uma multa e a transferência do corpo do filho para um cemitério a 100 km de onde moram.

Os cristãos e o advogado apelaram da decisão e, por consequência, o pai de Samer foi preso novamente no ônibus público que usava para voltar para casa. A detenção foi o fato de ter recorrido da sentença. Nazeer voltou ao tribunal e foi obrigado a cancelar o recurso. Além disso, também ligou para a família e pediu que desenterrassem o corpo do filho, pois apenas assim teria a liberdade concedida. “Este é realmente o auge da perseguição”, declara. Veja o momento da retirada do corpo do cristão do jazigo da família. 


Toda a situação afetou a família que já enfrentava a perda de um ente querido. “Simplesmente não consigo esquecer a visão do corpo do meu filho depois que o removemos do cemitério. Eu e meus outros filhos tivemos colapsos nervosos e não conseguimos dormir bem”, testemunha Mary. Os cristãos apelam para que as autoridades superiores do país tomem posição, responsabilizem as pessoas que ordenaram a remoção dos restos mortais de Samer e permitam que ele seja sepultado no terreno próximo de onde moram.

Pedidos de oração

  • Interceda pela família cristã que perdeu Samer, para que seja consolada e tenha todas as necessidades supridas por Deus.
  • Clame para que a situação seja resolvida e que Mary Farag e Mark Nazeer possam enterrar o filho próximo de casa.
  • Ore para que as autoridades locais sejam comprometidas com a justiça e bem-estar da população, sem distinção.
  • FONTE PORTAS ABERTAS.

quinta-feira, 10 de setembro de 2020

Cristão é condenado à morte por blasfêmia no Paquistão Asif Pervaiz está preso desde 2013 acusado de enviar mensagem insultando o islã para um ex-supervisor

 

Assim como Asif Pervaiz, muitos cristãos são acusados falsamente de blasfêmia caso não aceitem                                             seguir o islamismo no Paquistão (foto representativa)

Em 8 de setembro, mais um cristão foi sentenciado à morte no Paquistão, acusado de blasfemar contra o islã. Asif Pervaiz, de 37 anos, foi preso em 2013 após ser denunciado pelo ex-supervisor de uma fábrica de meias, Muhammad Saeed Khokher. Em entrevista à Al Jazeera, o advogado de defesa, Saif-ul-Malook, contou que o réu teve o testemunho rejeitado e depois recebeu a condenação. "Ele negou as acusações e disse que o homem estava tentando fazer com que se convertesse ao islã", conta o mesmo advogado de defesa de Asia Bibi.

De acordo com Pervaiz, o supervisor o confrontou quando ele estava deixando o trabalho. Então, o cristão manteve a fé em Jesus, mas foi acusado de ter enviado mensagens blasfemando contra o profeta Maomé. Porém, o advogado de acusação, Ghulam Mustafa Chaudhry, argumentou que essa foi a primeira denúncia de proselitismo religioso de funcionários contra Khokher.

O Paquistão é o 5º país na Lista Mundial da Perseguição 2020 e uma das principais fontes de perseguição são extremistas muçulmanos. Por isso, as leis de blasfêmia têm feito muitas vítimas no território. O caso da cristã Asia Bibi é um dos exemplos que ganhou atenção internacional. Após uma longa batalha nos tribunais, ela foi absolvida e precisou fugir do país para viver em segurança.

Lei para punir cristãos

Atualmente, há cerca de 80 pessoas presas no Paquistão sob acusação de blasfemar contra o islã. Metade delas cumpre prisão perpétua ou foi sentenciada à pena de morte, garante a Comissão dos Estados Unidos sobre Liberdade Religiosa Internacional (USCIRF, da sigla em inglês). Porém, alguns acusados pelo crime nem chegam a cumprir pena, pois são mortos antes. Outra situação que ocorre é o assassinato de familiares, advogados e juízes que concederam sentenças favoráveis ao réu.

Pedidos de oração

  • Interceda para que Asif Pervaiz seja fortalecido por Deus e que a liberdade dele seja concedida em breve.
  • Ore pelos outros cristãos presos injustamente, para que o Senhor faça justiça por eles e revele a glória dele a todos ao redor.
  • Clame para que os familiares e amigos dos cristãos condenados por blasfêmia sejam encorajados e mantenham a esperança em Cristo.
  • FONTE PORTAS ABERTAS


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Cerca de 90 cristãos são expulsos de aldeia em Bangladesh Interceda pelas famílias, que estão convictas na decisão de não negar a Jesus, apesar da perseguição

  Os cristãos não são aceitos como parte da comunidade e não podem ter contato com os outros aldeões No Sudoeste de  Bangladesh , 21 família...