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Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. João 3:16

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segunda-feira, 31 de agosto de 2020

Cristãos são batizados e recebem Bíblias na Malásia Muitos dos presenteados se emocionaram ao segurar a palavra de Deus pela primeira vez nas mãos


cristão batizado ganhou uma Bíblia na língua local da Malásia

Há 63 anos, o Reino Unido concedia a independência à Malásia. Desde então, o país procura manter o equilíbrio no governo, elegendo representantes malaios e chineses nos principais cargos políticos. Apesar de perseguirem os ideais de desenvolvimento econômico e a participação de todas as etnias nos diversos âmbitos sociais, a intolerância religiosa é forte na nação. Por isso, ela ocupa a 40ª posição na Lista Mundial da Perseguição 2020.  

Os principais afetados são os seguidores de Jesus que insistem em compartilhar a fé com outras pessoas. O cristão é considerado inferior, já que a nacionalidade malaia está ligada à fé islâmica. Quando há uma conversão na Malásia, o “traidor” é denunciado às autoridades islâmicas e pode até ser expulso da comunidade onde vive. Além disso, os pais que encontraram Jesus podem perder a custódia dos filhos.

Possuir uma Bíblia na Malásia é um grande privilégio. Há algumas semanas, 23 novos convertidos foram surpreendidos com a palavra de Deus no idioma local. Após serem batizados, muitos se emocionaram com o presente e agradeceram com lágrimas nos olhos: “Obrigado! Isso significa tudo!”.

Apesar do livro sagrado estar disponível na Malásia, alguns cristãos não têm condições financeiras para comprar um. “Muitos deles nunca tinham visto uma Bíblia física, muito menos seguraram uma”, explicou um dos parceiros locais da Portas Abertas. Porém, mais pessoas foram abençoadas com outros exemplares da palavra de Deus. “Obrigado pelas Bíblias. Conseguimos distribuir as duas caixas para muitas famílias aqui. Elas ficaram entusiasmadas em recebê-las”, compartilham os responsáveis pela distribuição dos presentes.

A empolgação alcançou as crianças, que também receberam a primeira Bíblia em mãos. Muitas começaram a ler e pedir ajuda dos colaboradores para encontrar os versículos que mais gostavam. Os cristãos que ganharam a palavra de Deus terão os desafios de manter o livro bem escondido e viver conforme os ensinamentos dele, para que mais pessoas se acheguem a Jesus.

Pedidos de oração

  • No Dia da Independência da Malásia, ore para que a paz de Cristo alcance o país e que todos os habitantes sejam impactados pelo amor de Cristo.
  • Interceda para que a palavra de Deus jamais volte vazia e que os cristãos sejam transformados através da leitura da Bíblia.
  • Clame para que o Senhor guarde e continue a encorajar os parceiros da Portas Abertas que estão viajando pela Malásia para distribuir mais Bíblias.
  • FONTE PORTAS ABERTAS.

sábado, 29 de agosto de 2020

Famílias protestantes são forçadas a escolher entre ter água ou renunciar à fé, no México Autoridades da região de Huasteca de Hidalgo têm obrigado as famílias a assinarem acordos ilegais e a pagarem multa caso se recusem.



 Famílias protestantes são ameaçadas de ficarem sem serviços essenciais, no México. (Foto: Reprodução / WNG)

A perda do acesso à água e a outros serviços governamentais essenciais está sendo usada como uma forma de fazer famílias cristãs no México assinarem acordos ilegais, renunciando ao seu direito de realizar serviços religiosos.

Apesar disso, duas famílias protestantes que assinaram tal acordo foram informadas em 22 de agosto de que correm o risco de serem cortadas novamente do benefício se não puderem pagar o restante de uma enorme multa que fazia parte do acordo.

As duas famílias da vila de La Mesa Limantitla, no estado de Hidalgo, se recusaram a assinar um documento semelhante renunciando à sua fé em janeiro do ano passado, enquanto outras oito famílias protestantes da vila foram forçadas a isso.

Com a negativa, as duas famílias tiveram o acesso à água, esgoto, programas de benefícios do governo e a usina comunitária paralisados ​​por mais de um ano, até a assinatura em janeiro deste ano.

Na ocasião, as autoridades locais pagaram parte de uma multa exorbitante que fazia parte do acordo. No entanto, após várias reuniões de acompanhamento, as famílias foram informadas de que poderiam ser novamente excluídas dos serviços essenciais, pois não podiam pagar o restante da multa.

Deslocamentos à força

No início deste mês, líderes comunitários da aldeia de Cuamontax Huazalingo colheram terras pertencentes a Gilberto Badillo sem sua permissão.

Gilberto Badillo foi um dos quatro cristãos protestantes deslocados à força de sua aldeia de Cuamontax Huazalingo, na região de Huasteca, em 28 de julho de 2019, quando se recusaram a assinar um acordo que proíbe os protestantes de entrar na aldeia.

Uriel Badillo, filho de Gilberto Badillo, disse à CSW (Christian Solidarity Worldwide) que os líderes comunitários colheram nas terras de seu pai, ignorando seus direitos de propriedade, na tentativa de se apropriar das terras pertencentes a ele.

Até o momento, as famílias não conseguiram voltar para suas casas, pois as ameaças dos líderes comunitários continuam. Apesar dos recursos e queixas apresentados ao Escritório Regional de Direitos Humanos, autoridades municipais, Escritório Federal de Assuntos Religiosos e o Governador de Hidalgo, não houve nenhuma ação de acompanhamento.

Acordos ilegais

Acordos ilegais como os assinados pelos protestantes na aldeia de La Mesa Limantitla são frequentemente usados ​​no lugar de mecanismos de justiça apropriados quando a lei é violada e os direitos das minorias religiosas são violados. Na maior parte, esses acordos não resultam em resultados justos e muitas vezes convidam a novas restrições à liberdade de religião ou crença (FoRB).

O grupo de campanha CSW diz que violações da liberdade de religião - como negação de acesso à água e eletricidade, impedimento de crianças de minorias religiosas de frequentar a escola, detenção arbitrária e deslocamento forçado - são comuns na região de Huasteca de Hidalgo, onde há uma grande população indígena.

A lei mexicana dá às comunidades indígenas o direito de proteger sua cultura e manter as estruturas tradicionais de governo, desde que os direitos humanos, incluindo a liberdade de religião, sejam respeitados. No entanto, a falta de compreensão e a inação do governo levam a um alto índice de violações de direitos.

O presidente-executivo da CSW, Mervyn Thomas, disse que "estamos profundamente preocupados com a inação do governo na região de Huasteca e as violações persistentes do direito à liberdade de religião ou crença. Apelamos ao Governador do Estado de Hidalgo, Omar Fayad Meneses, para lidar com as injustiças contra essas famílias sem demora e para garantir que os funcionários de sua administração respeitem o Estado de Direito”.

“Também pedimos aos governos federal e estadual do México que defendam o direito à liberdade de religião ou crença e garantam resultados justos para todas as comunidades religiosas minoritárias experimentando violações por causa de suas crenças religiosas”, concluiu.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DA CSW E PREMIER

“Não me importo de sofrer pelo Evangelho”, diz pastor espancado por 2 horas na Índia Um grupo de extremistas hindus espancaram brutalmente um pastor na Índia, acusado por eles de fazer conversões forçadas ao cristianismo.

 

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Grupo de hindus espancam homem durante protestos em Nova Délhi, na Índia. (Foto: Reuters/Danish Siddiqui)

Um pastor foi brutalmente espancado por duas horas por radicais hindus na última sexta-feira (21) em Uttar Pradesh, um dos estados mais populosos da Índia

O ataque foi justificado pela falsa acusação de que o pastor Prasanna Kumar (nome fictício por razões de segurança) estava convertendo os hindus ao cristianismo à força.

“O ataque parecia bem planejado”, disse o pastor Kumar, de 32 anos, à organização International Christian Concern (ICC). “Eu pensei que eles iam me matar”.

O pastor Kumar foi abordado pelos radicais enquanto voltava para casa de uma reunião de oração na vila de Bikampur, no distrito de Bareilly. Ele foi cercado por pelo menos 10 pessoas e arrancado de sua moto. No chão, ele foi espancado com porretes de madeira.

“Eles disseram que eu dou dinheiro às pessoas para fazê-las se converterem ao cristianismo”, disse o pastor Kumar.  “Tentei falar com eles, mas eles não me permitiram dizer nada. A minha cabeça estava sangrando e fui chutado como uma bola de futebol”.

O ataque foi tão violento que o pastor chegou a pensar que seria morto. “Deus me deu a graça de aceitar até a morte”, disse Kumar. “As escrituras estavam passando por minha mente enquanto eu era atacado. No entanto, quando pensei em minha filha de quatro anos e em minha esposa, fiquei arrasado e foi doloroso”.

Quando os radicais acabaram de espancar Kumar, depois de quase 2 horas, ameaçaram matá-lo caso o vissem novamente na aldeia de Bikampur. Eles ainda roubaram a moto e o celular do pastor.

A polícia local se recusou a registrar a queixa do pastor Kumar e o acusou de tentar registrar um boletim falso. A denúncia de Kumar foi aceita apenas três dias depois, quando um líder da igreja de outro distrito ligou para a delegacia e defendeu o pastor.

“Contei os custos de servir a Deus quando vim para cá” , disse Kumar, que tem servido como plantador de igrejas em Bareilly há 4 anos. A aldeia de Bikampur é uma das comunidades onde ele plantou uma pequena igreja. Ali Kumar lidera uma pequena congregação de quatro pessoas.

“Tenho certeza de que minha esposa entende o que significa servir a Deus nesses lugares difíceis”, explicou o pastor Kumar. “Vários pastores da minha região foram atacados, e alguns até entregaram suas vidas por causa do Evangelho. Não me importo de sofrer por causa do Evangelho”.

Até o momento, a polícia não tomou nenhuma ação contra os agressores e não recuperou os itens roubados. Em toda a Índia, nacionalistas radicais hindus permanecem impunes por seus crimes contra as minorias religiosas. Essa impunidade apenas encoraja os radicais, cujos ataques tem se tornado mais severos e frequentes.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO INTERNATIONAL CHRISTIAN CONCERN

ATUALIZADO: SEXTA-FEIRA, 28 AGOSTO DE 2020 AS 9:16

PROGRAMA ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL | LIÇÃO 09 - 3º TRIMESTRE 2020 | REDE ...

quinta-feira, 27 de agosto de 2020

Irmã de Juliana Paes é batizada e desiste de ser mãe de santo: “Meu único dono é Jesus” Rosana Paes estava sendo preparada para ser mãe de santo, mas o vazio que sentia foi preenchido após entregar sua vida a Jesus. Ela foi batizada no último sábado (22).


 Rosana Paes estava sendo preparada para ser mãe de santo, mas entregou sua vida a Jesus. (Foto: Rosana Paes/Instagram)

A irmã da atriz Juliana Paes, Rosana Paes, compartilhou nas redes sociais seu testemunho de conversão ao cristianismo após anos na Umbanda. Ela e seu noivo, Ricardo Braz, foram batizados no sábado (22) em uma igreja evangélica no Rio de Janeiro.

“Eu nasci de novo”, celebrou Rosana Paes em uma publicação no Instagram no domingo (23), com a imagem de seu batismo. “Só Deus conhece a fundo o meu coração e sabe o quanto desejava esse batismo. O Espírito Santo inundou a minha alma, meu espírito, meu ser e me limpou de todas as angústias que carregava do passado”.

Rosana relatou que foi criada na doutrina umbandista e estava se “desenvolvendo para ser uma futura mãe de santo”, mas “tinha um vazio no peito inexplicável”.

“Por mais que o sorriso e as aparências diziam o contrário, só eu sabia o que passava dentro de mim; várias questões e dúvidas que só encontrei a partir do estudo da palavra do Evangelho, que me completa e me faz ter uma paz que excede todo o entendimento”, disse Rosana.

“O processo foi longo e sei que hoje a lapidação está apenas começando também; mas ter a certeza que hoje meu único dono é Jesus, não há palavras que expressem o que sinto!”, ela destacou.

Rosana fez um agradecimento especial ao missionário Fábio Santanna e à pastora Ana Luísa, que fazem parte do Ministério Redenção. Ela também agradeceu sua família e disse que eles são seus “maiores motivos para minha busca”.

A irmã caçula de Juliana, Mariana Paes, que também se tornou cristã, celebrou o batismo da irmã mais velha. “Meu coração explode de alegria! E ver a minha família assim edifica minha fé! Eu creio no inabalável e soberano amor e misericórdia de Deus... E sei a nossa casa servirá ao senhor nosso Deus todos os dias das nossas vidas”, ela comentou.

Em conversa recente com o jornalista Felipeh Campos, Juliana Paes falou sobre o envolvimento de sua família com a Umbanda e o espiritismo.

“Eu nasci na umbanda. Minha avó paterna era mãe de santo. Então, todas as minhas experiências espirituais eu aprendi ali, criança. Ao longo da minha vida, frequentei outros centros, entre eles kardecistas”, disse a atriz.

FONTE: GUIAME

ATUALIZADO: QUINTA-FEIRA, 27 AGOSTO DE 2020 AS 9:24

terça-feira, 25 de agosto de 2020

No Sri Lanka, crianças recebem pacote especial durante a pandemia A atitude impactou os pais e abriu portas para compartilharmento do amor de Cristo

 

Crianças no Sri Lanka receberam kits especiais e os pais delas se abriram para o evangelho (foto representativa)

No Dia da Infância, que foi ontem, o mundo todo voltou os olhos para analisar as condições das crianças atingidas pela COVID-19. Apesar da doença não ser predominante nos mais jovens, os pequenos foram impactados diretamente quando as famílias perderam as rendas para arcar com alimentação e moradia. Além de trabalhar para assistir os cristãos necessitados no Sri Lanka, a Portas Abertas também se preocupou em cuidar das crianças que vivem no território

Os pacotes exclusivos entregues para os pequenos habitantes de uma aldeia em Polonnaruwa continham biscoitos, chocolates e leite em pó. “Nunca os vi tão felizes! Algumas daquelas crianças não bebem leite há anos porque os pais não têm dinheiro para comprá-lo. Obrigado por nos ajudar a fazer algo por eles”, testemunha o pastor Nihal*.

Outras crianças no distrito de Nuwara Eliya também receberam um carinho especial de parceiros locais. Elas já enfrentam a discriminação desde pequenas por serem da etnia tâmil, de religião hindu, enquanto a população do país é cingalesa e budista. Mas o pastor Rajeev* estendeu a mão à comunidade e tem trabalhado há seis anos para compartilhar Cristo com todos.

Graças à parceria com a Portas Abertas, o líder cristão ampliou a atuação e conseguiu enviar kits especiais para 43 crianças da aldeia. “Além de biscoitos e geleias, colocamos nas embalagens um frasco de shampoo e uma barra de sabonete perfumado. A maioria dessas crianças nunca havia usado shampoo antes. Eles também não podem comprar sabonetes com cheiro doce. Suas famílias compravam apenas uma barra de sabão e a usavam para tudo - lavar roupas, louça e tomar banho”, explica ele.

Há seis anos, alguns cristãos começaram a dar aulas para as crianças da aldeia. Elas aprendiam cingalês, matemática e inglês, mas não podiam ouvir nada sobre Cristo. Mas após a entrega dos pacotes para os pequenos, a atitude dos pais mudou. Agora as aulas são iniciadas com música e oração.

O pastor Rajeev também compartilhou que as autoridades locais estão apoiando o trabalho. “Quando começamos nosso ministério nessa área, enfrentamos muita oposição das autoridades locais. A polícia me disse que não ia nos dar proteção. Mas quando viram a igreja ajudando aquelas crianças, os policiais presentes me disseram: ‘Pastor, você tem nosso apoio para qualquer coisa que a igreja decidir fazer no futuro’”, finalizou.

*Nomes alterados por segurança.

Pedidos de oração

  • Ore para que as crianças do Sri Lanka sejam alcançadas pelo amor de Cristo.
  • Peça que Deus abençoe os ministérios do pastor Rajeev e do pastor Nihal. Que eles sejam cheios de sabedoria e amor no compartilhamento do evangelho.
  • Interceda para que as famílias cristãs no território sejam supridas em todas as necessidades.
  • FONTE PORTAS ABERTAS.

sexta-feira, 21 de agosto de 2020

Missionário se apegou à Bíblia para sobreviver a campo de prisioneiros na 2ª Guerra Mundial O professor e missionário Menno Gilliam acabou sendo convocado para lutar na Ásia durante a 2ª Guerra e foi preso em um campo de trabalhos forçados.

 Prisioneiros em situações precárias no campo de trabalhos forçados em Mianmar. (Foto: Arquivo Pessoal)

“Flor, nosso caminho não é fácil. É uma estrada difícil e difícil, assim como os israelitas sob poder do Faraó no Egito, trabalho duro e opressão implacável. Se Deus não encurtar o tempo e se não nos sustentar momento a momento, não duraremos muito mais. Estar tão longe de casa e de todos os meus entes queridos neste domingo é mais do que posso suportar. ‘Senhor, traga-nos de volta em breve.’”(Menno Gilliam, 7 de fevereiro de 1943, Obra "Shadow of the Sun", 2020).

Imagine levar sua esposa e filhos para um país estrangeiro para administrar uma escola e servir aos habitantes locais e, em vez disso, ser separado de sua família, convocado para o exército de seu país e, em seguida, internado em um campo de prisioneiros de guerra.

Essa é a história contada pelo novo livro "Shadow of the Sun", um romance histórico baseado na história da vida de Menno Gilliam, um diretor de escola e missionário, que foi recrutado para o exército holandês para lutar contra os invasores japoneses nas Índias Orientais Holandesas (agora Indonésia) durante a Segunda Guerra Mundial.

“(É) uma história de sobrevivência contra todas as probabilidades que aconteceram 75 anos atrás na Segunda Guerra Mundial, na Ásia do Pacífico”, disse o autor Marney Blom. “É uma história, na verdade, sobre a minha família.”

Em 2013, Blom estava ajudando sua irmã a limpar coisas armazenadas em sua casa quando encontrou um tesouro.

“Me deparei com essas letras minúsculas. Elas caíram de uma caixa - (no) porão da minha irmã - e quando olhei para elas, percebi que essas eram as cartas que meu avô escreveu como prisioneiro nas selvas do norte da Tailândia (quando ele era) um dos prisioneiros de guerra que estava trabalhando na ferrovia de Burma”, disse Blom ao CBN News.

“E essas eram cartas que ele escreveu para minha avó. Eram cartas secretas proibidas. Se ele fosse pego, teria sido morto, mas no processo, ele ainda estava documentando o que estava acontecendo; foi o relato de uma testemunha ocular dos prisioneiros de guerra ”, disse Blom.

“Bem, meu avô era na verdade um missionário na Indonésia. Ele foi enviado da Holanda em 1928 e ele foi recrutado pelos militares das Índias Holandesas e então ele foi capturado pelos japoneses quando os estes invadiram as Índias Holandesas”, disse ela.

“Por mais de três anos ele foi, na verdade, um escravo, um prisioneiro dos japoneses e foi enviado para o norte da Tailândia e acabou indo para o Japão, onde lançaram as bombas atômicas”, acrescentou.

Gilliam não sabia que sua esposa Flor e sete filhos também haviam sido levados para um campo de internamento japonês na ilha de Java. Uma das crianças foi assassinada e outras três quase morreram.

O título do livro, que traduzido significa “Sombra do Sol”, foi inspirado no sol da bandeira japonesa sob a qual eles foram prisioneiros, e também na passagem bíblica do Salmo 91, “Aquele que habita no lugar secreto do Altíssimo habitará na sombra do Todo-Poderoso.”

“Eles se apegaram àquela escritura e isso lhes deu grande esperança e força”, disse Blom.

Este mês marca o 75º aniversário do fim da Segunda Guerra Mundial no Extremo Oriente (embora a rendição oficial tenha acontecido em 2 de setembro de 1945).

“Shadow of the Sun” será lançado na sexta-feira, 21 de agosto, e o mundo está envolvido em um tipo muito diferente de luta contra o COVID-19.

“O livro está sendo lançado em um momento em que o mundo enfrenta grandes incertezas e muitas pessoas sofrem, e esta é uma história da fidelidade de Deus em um momento muito difícil”, disse Blom.

“Além disso, é uma história de escolha de confiar em Deus em meio às dificuldades, em meio a mortes, sendo cercada pela morte, sendo cercada pela fome e apenas um mundo completamente mudado”, disse ela.

O chefe do Gabinete do CBN News para o Oriente Médio, Chris Mitchell, escreveu sobre o livro: "Se tornar como uma vasilha de metal na fornalha da aflição - que parece um filme - é uma lição oportuna para confiar em Deus mesmo na situação mais desesperadora".

Blom já escreveu o roteiro da história e espera fazer um filme a partir dela em breve. O livro estará disponível (em inglês) na Amazon ou no site.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DA CBN NEWS

quarta-feira, 19 de agosto de 2020

Pastor Cláudio Duarte participa do programa “Conversa com Bial”

 

O pastor Cláudio Duarte (direita) foi o convidado do programa 'Conversa com Bial' na última segunda-feira, 17. (Imagem: Globoplay)

Na última segunda-feira (17), o pastor Cláudio Duarte foi convidado do programa ‘Conversa com Bial’ e falou com o apresentador sobre Família, ministério e valores bíblicos. Em razão das medidas de quarentena e da pandemia, as entrevistas do programa têm sido feitas por chamadas de vídeo.

Inicialmente, o apresentador perguntou a Cláudio Duarte sobre como ele descobriu que poderia começar a aconselhar casais e se esses conselhos se baseiam em sua própria experiência de cerca de 28 anos de casamento.

Duarte explicou que antes mesmo de se converter, teve sua infância e adolescência marcada pelos muitos relacionamentos de seu pai e por isso acabou “vivendo em muitos lares” diferentes.

“Meu casamento é o meu grande laboratório e eu acho que as dificuldades que nós enfrentamentos podem ser recicladas. Mas acho que ao viver em diversos lares, me tornei um grande observador e vi muitas crises, muitas dificuldades e acabei tendo essa sensibilidade”, explicou o pastor.

Quando questionado sobre a maneira bem humorada com que ministra suas pregações e palestras e como isso acabou “viralizando na internet”, Cláudio Duarte explicou o porquê dessa abordagem.

“O humor e a família são coisas que interessam a todo mundo, seja cristão, ateu, espírita, seja quem for… o assunto família é pertinente a todo mundo e nada melhor que botar um pouquinho de humor para tratar de assuntos tão delicados”, disse.

Aumento de divórcios na pandemia

Aproveitando que estava conversando com um conhecido conselheiro de casais, Bial perguntou ao pastor sobre a possível razão do aumento de divórcios durante a pandemia. Duarte mostrou ao apresentador que pode haver um outro lado não tão divulgado dessas estatísticas.

“Isso é só a manifestação de que o sucesso é mais tímido e recatado que o fracasso. Na verdade, ao longo de toda essa situação, eu e pelo menos grande maioria das pessoas com quem converso e conheço ficaram mais próximas, mais íntimas, resgataram seus relacionamentos, descobriram o valor de seus filhos, encontraram tempo para namorar. Só que os bem-sucedidos me parecem ser bem tímidos e não falam muito de seu sucesso”, explicou.

“Enquanto o fracasso é bem mais barulhento, talvez a dor daqueles que estão vivendo a crise no casamento não precisa de uma pandemia para vivê-la. Ele, por si só, às vezes, já se manifesta como uma. Só que se alguém ganha uma grande importância de dinheiro, não sai dizendo para todo mundo, mas se alguém perdeu uma pequena importância, faz questão de dizer que perdeu. Então, eu penso diferente. Não acho que estamos vivendo uma crise no casamento”, acrescentou.

Cláudio Duarte continuou explicando que muitas vezes o casamento só revela algumas crises já existentes antes da união do casal e que alguns resolvem suas diferenças e não falam muito sobre o assunto. Já aqueles que continuam infelizes se expressam muito mais.

“O casamento só revelou algumas crises que já existiam, a grande maioria consertou, mas ficou quietinho. Ninguém sai por aí dizendo que tem um mulherão, que tem um maridão, mas muita gente diz aí: ‘minha esposa / marido está com comportamento incorreto’”, afirmou.

Casamento feliz

Ainda falando sobre casamento, Bial perguntou a Cláudio Duarte qual seria uma solução prática para manter um casamento feliz e o pastor foi enfático ao explicar que casamento exige maturidade.

“Acredito que é a maturidade. Criança não pode casar por dois motivos: por não ter maturidade sexual e também por não ter maturidade emocional. Ficar velho é obrigatório, mas amadurecer é opcional. Às vezes vou aconselhar casais de 20 anos de casado, mas que são adolescentes, brigam por coisas insignificantes, transformam coisas pequenas em verdadeiros monstros”, disse.

“Na verdade, quando Jesus foi questionado sobre o divórcio, ele disse que o divórcio só acontece por causa da dureza do coração do homem. E o coração só é duro no peito dos imaturos. Aqueles que amadureceram descobrem que de vez em quando dá para ser feliz, de vez em quando dá para ter razão, as duas coisas ao mesmo tempo não dá para ter… Acho que a maturidade é o grande segredo de um relacionamento duradouro e salutar”, acrescentou.

Sexualidade

Quando perguntou ao pastor sobre o lugar do sexo no casamento e também se “vale tudo entre quatro paredes, Cláudio Duarte explicou que por mais que tente dialogar com bom humor sobre o assunto, não pode negociar seus princípios bíblicos.

“Inevitavelmente, você vai esbarrar com um pastor em nosso diálogo. Tem coisas que eu posso negociar com você, como a minha casa e meu carro. Mas tem coisas que não posso negociar, como os princípios e valores bíblicos que recebi”, disse. “Então, para mim, sexo tem que ter santidade e conivência. Não pode infringir a lei de Deus, como por exemplo, não fazer sexo em grupo… tem uma série de limitações sobre sexo”.

O pastor também respondeu à pergunta do apresentador sobre a possibilidade do casal ter relações sexuais antes do casamento como um “teste” para saber se têm harmonia nessa área. Duarte explicou que só vê comprovações de que essa medida prejudica o casamento.

“O grande problema é que às vezes no gabinete aqui, no aconselhamento, uma das primeiras perguntas que eu faço às pessoas, é se tinham uma vida sexual ativa antes do casamento e a grande maioria diz para mim que tinha e eu descubro com essa estatística que o ‘teste-drive’ não garante o sucesso”, disse

“Descobrir isso ao longo da caminhada, ver outros sinais ou outras coisas, seriam coisas mais fundamentais, porque se fosse assim, as pessoas que provaram antes não se divorciariam por motivos de sexo, não entrariam em um adultério”, acrescentou.

Valores inegociáveis

“Quais são os valores que você não negocia?”. Com essa pergunta, Bial pediu ao pastor que falasse mais sobre aqueles valores bíblicos inegociáveis citados inicialmente. Duarte explicou e respondeu a rápido questionário sobre como a Bíblia guia seus princípios.

“O grande desafio de se pregar o Evangelho hoje não é o Evangelho em si. Você deve conhecer um pouco dele e saber que ele é extraordinário. O difícil é conviver com gente que diz ser evangélico, que diz viver segundo os princípios e não negocia valores e acaba negociando. Isso nós vamos ver em todas as esferas, seja ela no ambiente que você vive, no que eu vivo”, destacou.

“Então eu não negocio os princípios que a Bíblia me deu para nortear. Eu não posso dar garantia nenhuma que vou levar o meu casamento até o fim, mas o máximo que eu puder fazer que ele vá até o fim, eu vou fazer. Eu não garanto a você que em algum momento não vou ser descortês com o meu semelhante, mas o máximo que eu puder fazer para não permitir que isso aconteça, eu vou fazer”, afirmou.

Fonte: Guia-me

terça-feira, 18 de agosto de 2020

Pastor Victor e esposa são condenados no Irã Shamiram também foi convocada para iniciar o cumprimento de pena de cinco anos de prisão

 No Irã, pastor Victor e Shamiram foram condenados a 10 e cinco anos de prisão, respectivamente (foto: Article 18)

A Portas Abertas tem acompanhado os casos de prisão e condenação do pastor Victor Bet-Tamraz, 65, e da esposa dele, Shamiram Issavi, 64, no Irã. Desde novembro de 2019, o casal cristão lutava por uma sessão de apelação, mas as audiências foram marcadas e adiadas diversas vezes. A última deveria acontecer em primeiro de junho, entretanto, foi cancelada sem justificativa.

Então, em 19 de julho, os seguidores de Jesus souberam, pelo advogado, que o recurso deles foi rejeitado e nenhuma outra audiência seria realizada para reavaliar as penas. Além disso, Shamiram foi convocada à prisão de Evin para iniciar o cumprimento da sentença de cinco anos de encarceramento.

O pastor Victor e Shamiram foram condenados a 10 e cinco anos de prisão, respectivamente, em 2017. Os “crimes” cometidos pelos cristãos foram agir contra a segurança nacional, organizar pequenos grupos de estudos bíblicos, participar de seminários no exterior e treinar outros pastores e líderes para serem “espiões”.

As prisões iranianas são insalubres e podem ser um local propenso para a proliferação da COVID-19. Em março, a justiça do país libertou 85 mil presos por temer o alto contágio entre os detentos, alguns deles eram cristãos. Mas ainda há outros discípulos de Jesus que cumprem penas no território por causa do envolvimento com o cristianismo.

Pedidos de oração

  • Interceda pelo pastor Victor e família, para que sejam consolados por Deus e protegidos dos ataques físicos, emocionais e espirituais.
  • Clame para que Deus cuide de outros cristãos presos no Irã. Que eles sejam canal do amor de Deus onde estão e que consigam a liberdade em breve.
  • Ore pelas autoridades do Irã, para que tenham temor de Deus, sabedoria e compromisso com a justiça e bem-estar da população.
FONTE PORTAS ABERTAS

segunda-feira, 17 de agosto de 2020

Projeto de lei sobre aborto pode impedir atuação de grupos pró-vida, na Nova Zelândia As restrições ao aborto foram largamente abandonadas no país em março e agora são permitidas até o nascimento por qualquer motivo.

 Jacinda Ardern, primeira-ministra da Nova Zelândia. (Foto: Reprodução / Right to Life)

Um projeto de lei na Nova Zelândia ameaça impedir que ativistas pró-vida falem com mulheres fora das clínicas de aborto no país, poucos meses depois que os parlamentares rejeitaram a ideia.

Os parlamentares da Nova Zelândia introduziram a lei de aborto mais extrema do mundo depois que a Legislação do Aborto foi aprovada no país. Agora o aborto é permitido até o nascimento e por qualquer motivo.

Mas é proposta uma nova legislação que vai ainda mais longe, permitindo a criação de “zonas tampão”. Os defensores da vida temem que isso “negue às mulheres apoio prático e emocional fora das clínicas de aborto”.

“Sem liberdade de expressão”

Dentro das zonas, as alegações de “intimidação, interferência ou obstrução” de uma pessoa que busca um aborto, ou comunicação perturbadora com ela, podem resultar em prisão e multa.

O projeto de lei permite essas restrições, desde que sejam consideradas "justificadas em uma sociedade livre e democrática como uma limitação razoável aos direitos e liberdades das pessoas".

Em março de 2020, os parlamentares votaram para remover as referências às zonas tampão da legislação anterior sobre o aborto.

Na época, um parlamentar disse que embora eles não gostem pessoalmente de ativistas pró-vida, “ter uma lei onde um ministro não pode declarar liberdade de expressão em uma área quase por capricho, não é o tipo de lei que vim ao Parlamento fazer".

Mais abortos

Antes da lei ser alterada no início deste ano, o aborto só era permitido em circunstâncias limitadas - quando “necessário para salvar a vida da mulher ou menina ou para prevenir lesões graves permanentes à sua saúde física ou mental”.

O número de abortos induzidos na Nova Zelândia caiu significativamente de um pico de 18.511 em 2003 para 12.857 em 2019.

Mas agora pode-se esperar que esse número aumente, semelhante ao experimentado em Victoria, Austrália, depois que a lei do aborto foi liberalizada em 2008.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN INSTITUTE

sexta-feira, 14 de agosto de 2020

Milhares de evangélicos marcham contra novo Código Penal que legaliza casamento gay, no Haiti

 Milhares de cristãos evangélicos tomaram recentemente as ruas de Porto Príncipe, capital do Haiti , em uma manifestação para exigir a retirada de alguns artigos incluídos no novo Código Penal, aprovado por decreto presidencial.

O protesto, convocado pelo Conselho Espiritual Nacional de Igrejas do Haiti (CONESPAH,), a Federação Protestante do Haiti (FPH) e o Conselho de Igrejas Evangélicas do Haiti (CEEH), que é membro da Aliança Evangélica Mundial, foi pacífico.

Os manifestantes exigiram que o presidente do estado, Jovenal Moïse, retirasse os pontos da nova legislação que consideram “imorais” e perigosos para outros direitos.

Um dos artigos mais polêmicos é a criminalização de tudo o que é considerado discriminação por orientação sexual, já que o novo Código Penal legaliza o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

“Se um pastor não quiser casar dois homens ou duas mulheres, ele será preso e poderá pegar de um a três anos de prisão”, destacou o Pastor Wismond Jeune durante a manifestação.

O novo Código Penal entrará em vigor em dois anos, conforme anunciado por Moïse. Até então, o Haiti será regido por uma lei que data de 1835. Entre outras coisas, eliminará a pena de adultério.

Além disso, como informou a mídia local Le Nouvelliste, “o assédio sexual será incluído na lei criminal haitiana” por meio do Artigo 307, que “define assédio como os comentários ou comportamentos com conotação sexual, repetidamente impostos a uma pessoa que prejudicam sua dignidade, devido a sua natureza degradante ou humilhante”.

Este crime, de acordo com a nova legislação, pode ter punição entre seis meses e um ano de prisão e uma multa que pode chegar a 25.000 gourdes haitianos (mais de 190 euros).

A ambiguidade em estabelecer quais parâmetros definem o que é assédio sexual é um dos assuntos mais discutidos no país, pois pode se referir a casamentos entre pessoas do mesmo sexo, e isso gera rejeição entre a população evangélica.

No entanto, parece ser uma medida mais voltada para a violência sexual contra a mulher, já que segundo dados de 2015 coletados em uma pesquisa com mais de 300 mulheres haitianas realizada pelo Solidariedade às Mulheres Haitianas (SOFA) e a Rede Nacional de Defesa do Homem Direitos (RNDDH), 11% das mulheres entrevistadas afirmaram ter sido vítimas de assédio por parte de seus superiores e 37% das trabalhadoras de ONGs experimentaram tentativas de suicídio.

Mesmo assim, os evangélicos pedem ao presidente Moïse para debater sobre o documento. “As fundações do Haiti não vão desmoronar. Não concordamos com o Código Penal do Presidente”, disse Maxo Joseph, pastor e ex-candidato à presidência do país.

O novo Código Penal também especifica a criminalização das relações sexuais forçadas entre uma pessoa e um animal. No total, o documento contém mais de 1.000 artigos e foi escrito nos últimos 20 anos.

FONTE:Folha Gospel com informações de Evangelical Foucs

quinta-feira, 13 de agosto de 2020

A perseguição aos cristãos no Turcomenistão Apesar da maioria islâmica, Turcomenistão não pode ser considerado um país muçulmano. O regime soviético deixou forte influência de ateísmo no país

 A situação para os cristãos no Turcomenistão, país da Ásia Central, piorou nos últimos anos

A maioria da população do Turcomenistão é muçulmana (93,6%), predominantemente sunita. Os cidadãos muçulmanos seguem a cultura islâmica básica em vez dos ensinamentos muçulmanos rigorosos. Mesmo assim, não há liberdade de religião, embora haja afirmações em contrário na Constituição do país. O governo é secular e tem o islã firmemente sob controle. Quanto à situação dos cristãos, ela continua ruim e até mesmo piorou um pouco. Esse é o quadro geral que coloca o país na 22ª posição na Lista Mundial da Perseguição (LMP) 2020

Mesmo as igrejas ortodoxas russas e apostólicas armênias podem experimentar o monitoramento dos cultos dominicais. A impressão ou importação de materiais cristãos é restrita. Os cristãos ex-muçulmanos suportam o impacto da perseguição tanto nas mãos do Estado quanto de familiares, amigos e comunidade. Em igrejas não registradas, os cristãos enfrentam repetidas batidas policiais, ameaças, prisões e multas.

A pressão média sobre os cristãos está em um nível muito alto (13,7), 0,2 a mais que na LMP 2019. A pressão aumentou nas esferas família e igreja, enquanto diminuiu ligeiramente nas esferas da vida privada e nacional. A pressão na esfera comunidade permaneceu a mesma. As pontuações para pressão são extremamente altas na vida da igreja (15,7), vida privada (14,5) e comunidade (13,8). A pontuação mais alta na igreja é um reflexo das muitas restrições aos cristãos impostas pelo Estado.

A pontuação de violência é baixa, mas subiu de 1,3 na LMP 2019 para 1,9 na LMP 2020. No entanto, poucos incidentes violentos foram relatados. Acompanhe no infográfico abaixo. 







Monitoramento e controle

O Turcomenistão é um país rigidamente controlado, pois herdou muitos aspectos de segurança da ex-União Soviética. Todas as fronteiras são guardadas pela polícia, serviços secretos e o exército, especialmente as fronteiras com o Irã e o Afeganistão. Existem pontos de verificação ao longo de todas as principais rotas. A mídia é monitorada, salas públicas e quartos de hotel podem ser grampeados. Todas as atividades religiosas no Turcomenistão são monitoradas. Os cristãos ocasionalmente têm que se apresentar às delegacias para interrogatório.

O Turcomenistão é um dos países mais fechados no que diz respeito à internet. De acordo com as últimas estatísticas disponíveis, cerca de 18% da população usa a internet. Existem vários cibercafés na capital Ashgabat, mas o acesso à maioria dos sites internacionais é bloqueado. O governo detém o monopólio do acesso à internet e usa um programa de computador para pesquisar e-mails em busca de palavras codificadas e bloquear mensagens suspeitas. Sites cristãos estrangeiros são bloqueados. A velocidade de conexão não permite o download de conteúdo dos poucos sites disponíveis.

Como a perseguição afeta mulheres e homens cristãos

No Turcomenistão, a vida diária dos nativos é baseada na cultura islâmica, o que coloca a mulher em uma posição inferior ao homem. Espera-se total submissão das mulheres aos pais e, se casadas, aos maridos. Isso as torna mais vulneráveis à perseguição. Mulheres que se converteram do islamismo são particularmente afetadas pela obrigação de seguir qualquer acordo pré-nupcial feito pelos pais antes da conversão. Uma mulher convertida pode enfrentar sequestro, prisão domiciliar, agressão, casamento forçado e violência sexual. Mulheres cristãs que não eram muçulmanas também experimentam abuso verbal, ameaças e perda de emprego.

Os homens normalmente são os líderes de igrejas e, como chefes da família, são a renda principal. Quando um homem cristão se torna alvo de perseguição, seja por multa ou prisão, toda a família é afetada. Caso perca o emprego, a família enfrentará consequências. Se um homem é líder da igreja, a perseguição afetará a igreja e resultará em medo. A falta de opção para o serviço militar também é uma área problemática para os homens, principalmente para meninos e homens cristãos ex-muçulmanos. Eles podem enfrentar abuso físico e verbal, ameaças, agressões, detenções, interrogatórios, humilhação, divórcio e perda de posses.

Pedidos de oração

  • Peça por proteção para as igrejas domésticas, já que elas têm se tornado cada vez mais alvo da polícia e autoridades.
  • Ore pela liberdade neste que é um dos países mais restritivos do mundo, onde o governo controla muitos aspectos da vida dos cidadãos.
  • Interceda pelos cristãos ex-muçulmanos, que são pressionados a voltar ao islamismo.
  • FONTE PORTAS ABERTAS 

quarta-feira, 12 de agosto de 2020

Organização missionária envia suprimentos a Beirute para ajudar afetados pela explosão Até o momento, a explosão em Beirute já causou a morte de 220 pessoas, deixou 7 mil feridos e cerca de 300 mil sem moradia.

Avião da Samaritan's Purse foi enviado com 26 toneladas de suprimentos e 15 membros de uma equipe de reposta a situações de crise. (Foto: Facebook)

A organização cristã de ajuda humanitária, Samaritan's Purse (Bolsa do Samaritano), enviou na semana passada sua equipe de resposta a situações de crise a Beirute, com o objetivo de fornecer ajuda aos cidadãos locais após a explosão devastadora que ocorreu na última terça-feira.

Até o momento, as informações são que a explosão resultou em 220 mortos e 7 mil feridos, segundo a mídia local. As buscas por 110 pessoas desaparecidas ainda continuam. Cerca de 300 mil pessoas ficaram sem casa após a explosão.

O pastor e evangelista Franklin Graham, presidente da Samaritan's Purse, compartilhou seus sentimentos no Facebook, um dia após a tragédia.

"A explosão massiva de ontem em Beirute, Líbano, foi ouvida e sentida a quase 150 milhas [cerca de 240 km] de distância em Chipre", disse ele. "A explosão ocorreu a apenas algumas centenas de metros da Igreja da Aliança Karantina".

Graham observou que seu querido amigo Sami Dagher fundou e pastoreou a igreja por décadas.

"Conversei com Sami, e a igreja, sua escola bíblica e seus escritórios sofreram muitos danos", relatou.

Ele acrescentou: "O país e seus cidadãos estão devastados. A Bolsa do Samaritano irá ajudar a Igreja e o máximo que pudermos na comunidade. Você poderia se juntar a mim em oração por Sami e pela Igreja da Aliança Karantina? Por favor, ore também pelas famílias que perderam entes queridos e aqueles que foram mais afetados por este terrível incidente".

A Bolsa do Samaritano transportou os suprimentos de ajuda. A equipe pousou em segurança no dia 8 de agosto, com as 26 toneladas de carga e sua equipe de resposta a situações de crise, composta por 15 membros. A organização está trabalhando com seus antigos parceiros da igreja local para a distribuição de produtos de socorro. Eles ainda estão avaliando como podem servir os feridos de uma forma melhor.

"É simplesmente devastador. É completamente insondável. Nunca tivemos nada parecido antes, mesmo na guerra civil [1975-1990] no Líbano", disse um parceiro local da organização que integra uma igreja em Beirute.

Além disso, eles pediram orações enquanto trabalham para servir ao povo do Líbano.

"Ele pediu que oremos para que a Luz de Cristo brilhe através dos membros de sua igreja enquanto eles ajudam, e por sabedoria para aqueles que estão liderando os esforços no terreno."

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO GOD TV

ATUALIZADO: QUARTA-FEIRA, 12 AGOSTO DE 2020 AS 10:27

terça-feira, 11 de agosto de 2020

Ataques extremistas matam 170 cristãos no Congo Os números contabilizam apenas vítimas de maio, junho e julho

 

Os cristãos continuam sob a mira de rebeldes na República Democrática do Congo (RDC) desde o fim de 2019. Mesmo a pandemia da COVID-19 não foi capaz de deter os ataques dos extremistas. A Portas Abertas contabilizou a morte de 66 cristãos em maio, 55 em junho e 21 em julho. Mas o número pode ser maior no trimestre e chegar a 170 vítimas fatais.

De acordo com o relatório do Escritório Conjunto de Direitos Humanos da ONU (UNJHRO, sigla em inglês), 800 civis foram assassinados nos últimos 18 meses, na província de Kivu do Norte. As ações dos extremistas alcançaram a região de Ituri e demais áreas como as vilas de Mighende, Mitembo, Kabugeja, Mugwanga e Abalago.

Quem são os responsáveis pelos ataques?

Os responsáveis pelos ataques são integrantes das Forças Democráticas Aliadas (ADF), que têm como objetivo expandir o islamismo. O grupo iniciou os ataques em Uganda e agora atua na RDC. A princípio, eles costumam a atacar pessoas sozinhas e vulneráveis em fazendas ou durante viagens. Mas há casos em que aldeias e empresas foram saqueadas, escolas e clínicas destruídas e cristãos sequestrados.

Segundo o documento da ONU, a maneira que os jihadistas atuam indica uma intenção clara de não deixar sobreviventes. Por isso, famílias inteiras são perseguidas e mortas. "O grande número de mortes torna fácil esquecer que, por trás de cada nome nas listas de vítimas, há uma família e uma comunidade que perderam um membro e um colaborador essencial", comenta um porta-voz da Portas Abertas.

Outros inimigos da população de RDC

Os extremistas islâmicos são apenas mais uma ameaça à população local, que já enfrenta os surtos de ebola, COVID-19, sarampo, malária e tuberculose. Porém, os ataques às clínicas e farmácias aumentam a vulnerabilidade dos habitantes da região. Além do difícil acesso, a insegurança constante torna impossível a assistência aos cristãos e deslocados no território.  

Pedidos de oração

- Interceda para que Deus proteja e sustente os cristãos que vivem nas áreas atacadas pelas Forças Democráticas Aliadas.
- Ore para que as ações dos jihadistas sejam frustradas e que eles tenham um encontro com Jesus.
- Clame para que os governantes locais tenham sabedoria e estratégias para combater as ações do grupo extremista.

Fonte: Portas Abertas | 11/08/2020 - 08:30

segunda-feira, 10 de agosto de 2020

“Eu quis honrar a Deus”, diz motoboy sobre manter a calma em meio à humilhação O motoboy Matheus Pires explicou que sua formação de fé foi essencial para ajudá-lo a manter a calma enquanto era humilhado pelo morador de um condomínio.


Morador chegou a fazer ofensas relacionadas à cor de Matheus. (Imagem: Fantástico / Reprodução)

O motoboy Matheus Pires, que sofreu humilhações após fazer uma entrega em um condomínio de casas do município de Valinhos (SP), falou mais sobre o caso em uma entrevista exibida pelo Domingo Espetacular no último domingo e também em uma entrevista ao apresentador Luciano Huck.

O caso ocorreu no dia 31 de julho, mas a publicação do vídeo ganhou grande repercussão cerca de de 3 dias atrás e o caso está sendo investigado como injúria racial, pelo fato do morador sugerir que o entregador teria “inveja” de sua cor da pele. Boa parte da cena foi registrada em vídeo por outro morador do condomínio.

As ofensas teriam começado porque quando o motoboy chegou ao condomínio com a entrega, o morador pediu que ele entrasse e fosse até à porta de sua casa, mas o entregador explicou que não podia entrar o pedido teria de ser retirado na portaria.

"Foi um baque, né? A gente nunca imagina que a pessoa vai tomar uma atitude de te ofender daquela maneira", contou Matheus ao Domingo Espetacular. "Foi um sentimento realmente de humilhação, porque ele estava me humilhando e humilhando o meu trabalho".

Matheus também relatou que antes da cena começar a ser filmada, muitas ofensas também foram feitas.

"Antes dessa pessoa começar a gravar, ele olhou para mim, desceu o olho e viu que o meu sapato estava furado. Aí ele falou assim: 'Olha o seu sapato, está furado', insinuando que pelo fato do meu sapato estar furado, eu era uma pessoa rebaixada. Mas aquele sapato foi a minha mãe que deu, então tinha uma importância para mim", disse.

"Ele me cuspiu antes de começarem a gravar, me jogou a notinha do restaurante, falando que eu era macaco, fez gestos imitando macaco, batendo no peito", acrescentou.

Segundo um documento apresentado pelo pai do agressor, o homem “faz tratamento para esquizofrenia”.

"Honrar a Deus"

Quando questionado sobre o que o fez manter a calma naquele momento, Matheus explicou que a educação e os princípios de fé que recebeu de sua família o fizeram perceber que agir com mansidão faz a diferença.

"Eu tive uma educação religiosa muito forte. E essa educação me ajudou a me preparar para situações assim, me ajudou a saber que infelizmente, no mundo que a gente vive, a gente passa por situações de preconceito, de injúria, mas que a gente pode mudar por meio da nossa atitude de mansidão", destacou.

"Ele cometeu um crime contra mim e contra muitos brasileiros, que tomaram essa dor. Eu estou tomando todas as medidas que sejam possíveis para ele cumprir perante a lei. Mas como ser humano, eu agi daquela forma por saber que eu ia poder e já pude perdoar ele", acrescentou.

Em uma entrevista por chamada de vídeo com o apresentador de TV Luciano Huck, o motoboy falou mais sobre a influência de sua fé em sua atitude de mansidão no momento em que sofreu humilhação.

“Sou testemunha de Jeová e a minha religião me ajudou a me manter calmo, por que isso [perder a calma] ia acabar me desonrando e eu quis honrar o meu Deus”, afirmou.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO DOMINGO ESPETACULAR

ATUALIZADO: SEGUNDA-FEIRA, 10 AGOSTO DE 2020 AS 8:34

sexta-feira, 7 de agosto de 2020

14 famílias cristãs são agredidas por extremistas na Índia Em um dos casos, a polícia foi chamada mas se recusou a ajudar as vítimas

 Famílias cristãs são agredidas por extremistas hindus no interior da Índia (foto representativa)

Mesmo durante a crise da COVID-19 na Índia, 14 famílias cristãs enfrentaram também as agressões de extremistas hindus por não abandonarem a fé em Jesus. Em 21 de julho, uma multidão atacou e destruiu a casa de Chachiri Muduli, de 75 anos, na vila de Badaguda, leste do estado de Odisha. Além de ser local onde aconteciam reuniões de oração, a residência era abrigo de oito famílias, que também tiveram as casas destruídas por radicais.

Além da anciã, as netas dela de 22 e 25 anos também foram agredidas. Segundo líderes cristãos locais, os seguidores de Jesus já haviam sido agredidos pelos nacionalistas. Em resposta, a polícia prendeu dois homens envolvidos nos ataques, mas soltaram os acusados após pagamento de fiança.

A vila de Badaguda já foi cenário de outros ataques contra cristãos. Segundo o site britânico Christian Solidarity Worldwide, a igreja local foi destruída em um incêndio e a hostilidade aos seguidores de Jesus permaneceram, apesar da tentativa de resolução de conflitos com os extremistas religiosos na aldeia.

O aumento de violência na Índia

No início de julho, outras seis famílias cristãs foram agredidas pelos nacionalistas hindus no estado vizinho de Jharkhand. Uma das vítimas, Joginder Bhuya, conseguiu fugir e procurou a polícia para denunciar o incidente. Mas as autoridades se negaram a ajudar e ordenaram que os seguidores de Jesus abandonassem a fé. "Pensei que a polícia estivesse lá para proteger e servir à justiça, mas ela falou exatamente o que os fanáticos religiosos nos disseram", testemunha o cristão.

Um relatório recente da Portas Abertas contabilizou agressões a quase 600 cristãos indianos, motivadas pela intolerância religiosa. Dentre as vítimas estavam 139 crianças. De acordo com o documento, a situação não melhorou durante a pandemia e os seguidores de Jesus começaram a receber outros tipos de opressão, como a negação de ajuda humanitária por parte dos governantes. Até agora, 10 mil famílias foram ajudadas com kits básicos que continham alimentos e itens de higiene.

FONTE PORTAS ABERTAS.

quinta-feira, 6 de agosto de 2020

Uma cirurgia não resolve a questão psicológica, diz psiquiatra sobre mudança de sexo O psiquiatra Ryan Anderson alertou que os resultados de um estudo que apontava a transição de gênero como uma 'solução' podem ter sido manipulados.

 Ideologia de gênero tem levado cada vez mais pessoas a buscarem cirurgias de mudança de sexo e tratamentos hormonais para transição de gênero. (Foto: Getty Images)

A revista ‘American Journal of Psychiatry’ diz que errou ao analisar os números em um grande estudo de pacientes transgêneros, submetidos à transição hormonal e à cirurgia de mudança de sexo.

No segundo semestre do ano passado, a revista publicou os resultados de um estudo, apontando que as cirurgias “melhoravam a saúde mental dos pacientes”. Mas nesta semana, a revista retirou suas descobertas, dizendo que um segundo olhar sobre o assunto contraria a afirmação anterior.

Quando questionado sobre como um jornal de prestígio analisa incorretamente seus dados, o Dr. Ryan Anderson, pesquisador sênior de William E. Simon, da ‘Heritage Foundation’ em ‘Princípios Americanos e Políticas Públicas’, disse à CBN News que pode ter havido um resultado preferido para o estudo.

"O erro humano é uma possibilidade aqui", disse Anderson. "Mas também há a possibilidade de que houvesse uma preferência para um resultado específico do estudo. Para que eles desejassem que o estudo dissesse uma certa coisa. Obviamente, não sabemos neste caso em particular se este foi apenas um erro inconsciente ou se foi esse tipo de ‘erro’ [manipulação], uma pesquisa motivada, raciocínio motivado para levar a uma certa conclusão".

"Mas podemos dizer que a mídia não relatou uma das principais descobertas do estudo original: a transição hormonal não mostrou sinais de melhora", acrescentou. "Eles relataram apenas no estudo original que a transição cirúrgica mostrou sinais de melhora. E agora essa alegação foi retirada".

Cultura X Ciência

Anderson, o autor do livro “Quando Harry se tornou Sally: Respondendo ao Movimento Transgênero”, disse que o estudo original foi comemorado pela mídia e foi usado nas mídias sociais contra qualquer pessoa com um ponto de vista dissidente para acusá-los de serem “preconceituosos” e “transfóbicos”.

Isso "mostra que o momento cultural em que vivemos sugere que há apenas uma conclusão permitida para essa questão", disse ele. "E a única conclusão permitida é que ‘a transição é a melhor solução’. O maior conjunto de dados agora mostra e é isso que este estudo usa, o maior conjunto de dados mostra que não há benefícios, nem resolução de problemas psicológicos para os pacientes com transição hormonal e cirúrgica".

Quando questionado se aqueles que lutam contra a disforia de gênero devem pensar duas vezes sobre a cirurgia, Anderson disse à CBN News que as pessoas que lutam com sua própria identidade de gênero merecem saber a verdade.

"E o que a ciência está mostrando é que a transição hormonal-cirúrgica não fornece a integridade e a felicidade prometidas que esses pacientes estão buscando", observou ele. "Então, o que precisamos fazer é encontrar maneiras de ajudar os pacientes a se sentirem confortáveis ​​em seus próprios corpos. Precisamos ser respeitosos. Precisamos ser compassivos. Também precisamos ser sinceros. E, portanto, precisamos ajudar os pacientes que se sentem desconfortáveis em seus corpos a mais uma vez se sentirem confortáveis ​​em seus corpos. Mas não transformar radicalmente seus corpos, porque isso não traz a totalidade e a felicidade duradouras que eles procuram".

Preocupação com as crianças

Anderson também mencionou que não tinha visto nenhuma cobertura da mídia sobre a correção da revista, mas acha que a coisa mais importante agora e estar focado para cuidar das crianças.

"Neste momento, os pais estão sendo informados de que precisam colocar seus filhos para usarem medicamentos prescritos para bloquear a puberdade e tomar hormônios hormônios, etc", disse ele. "Esse é um protocolo de tratamento experimental ainda não estudado totalmente. E, portanto, acho que precisamos de mais pesquisas sobre o que podemos fazer pelos jovens e crianças que se sentem desconfortáveis ​​em seus próprios corpos e como podemos ajudá-los a se sentirem confortáveis ​​novamente. Mas nós não deveríamos estar correndo para prescrever medicamentos bloqueadores da puberdade e hormônios para transição de gênero. Os pais devem saber os fatos sobre isso também".

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DA CBN NEWS

ATUALIZADO: QUINTA-FEIRA, 6 AGOSTO DE 2020 AS 8:42

quarta-feira, 5 de agosto de 2020

Multidão furiosa cerca casa de cristãos no México Cristãos perseguidos fogem e recebem ajuda espiritual, emocional, financeira e jurídica da Portas Abertas

A Portas Abertas contou a história de Assunção, um cristão mexicano que enfrenta perseguição desde que os pais dele decidiram seguir a Jesus em Yitzal Tres Lagunas, Sul do México. Já na escola, ele sabia o que era ser rejeitado por ter uma fé diferente dos demais alunos. Porém, mesmo com tanta hostilidade, o evangelho cresceu e mais pessoas foram se tornando cristãs. Quando decidiram construir uma igreja na cidade, os vizinhos se opuseram e destruíram o pouco que havia sido edificado. Logo, os governantes interviram nos conflitos e estipularam que a nova comunidade de fé deveria apoiar um dos cinco festivais da igreja católica local. Mas a liderança católica exigiu depois que todos os trabalhos fossem apoiados e expunha as pessoas que não tinham contribuído, aumentando assim a animosidade contra os protestantes.

O pai e o tio de Assunção representaram o interesse de outras cinco famílias contra a decisão de contribuir para os festivaias católicos e, por isso, foram presos. Durante a detenção, a família do cristão mexicano precisou ficar trancada em casa, já que uma multidão furiosa cercava o local. “A porta da frente e todas as janelas estavam trancadas. Nós tínhamos medo. Ouvimos a multidão dizer que eles iriam queimar nossa casa e estuprar nossas mulheres. Não podíamos sair para comprar mantimentos, então tivemos que comer o pouco que nos restava em nossa cozinha", conta Assunção.

Enquanto os dois cristãos estavam presos, os demais oravam e jejuavam em casa: “Pedimos a Deus para nos proteger e a todos os membros da nossa família, bem como os outros cristãos”. Após três noites detidos, os homens foram libertados e a família de Assunção foi viver em Comitán. Lá, eles e outras quatro famílias conseguiram apoio financeiro da Portas Abertas, encontraram assistência jurídica e puderam fazer o treinamento Permanecendo Firme Através da Tempestade. “Aprendi que não estamos sozinhos nisso. Não somos os primeiros a ser perseguidos por razões religiosas e não seremos os últimos”, finaliza.

FONTE PORTAS ABERTAS.

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